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Entretenimento

Band é condenada por declarações de Boechat contra Kim Kataguiri

Laurivânia Fernandes

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Nesta terça-feira (23), a Band foi condenada a indenizar em R$ 10 mil o deputado federal Kim Kataguiri por declarações proferidas por Ricardo Boechat em 2017, no qual era contratado da emissora. O jornalista faleceu em em fevereiro deste ano em um acidente de helicóptero.

Segundo informações do site ‘NaTelinha’, no processo consta que Kim Kataguiri afirmou que se sentiu ofendido por uma declaração de Boechat em um programa da Bandnews FM. Na ocasião, o jornalista criticou a posição do Movimento Brasil Livre (MBL), de Kim Kataguiri, por tentar boicotar uma exposição artística patrocinada por um banco, a Queermuseu.

A instituição financeira decidiu retirar o patrocínio da exposição após uma série de críticas nas redes sociais. “O fato de dinheiro público ser usado, por meio da Lei Rouanet, para custear uma exposição ofensiva à fé da maioria da população brasileira merece ser criticada”, afirmou Kim Kataguiri, na época.

Boechat rebateu e detornou: “Então esses idiotas do MBL, que eu não sei nem o que é isso, tem um cara lá como é que chama? O Kim-Jong Un… é parente do Kim-Jong Un ou não? Como é o nome dele? Kim Kataguiri? A Kim-Jong Un Araquiri, esse bobalhão, diz que eles ficaram lá ofendendo as pessoas que estavam na exposição”, disse.

O jornalista morreu antes do julgamento do processo, mas a juíza Cláudia Thome Toni optou pela condenação. Além de ter seu nome como objeto de trocadilhos em tom jocoso, o autor foi chamado de bobalhão, o que mostra a efetiva ofensa a sua honra e imagem, ao contrário do que entende a ré”, afirmou a magistrada.

A Band, porém, não pretende aceitar a decisão judicial e já recorreu. Agora, o processo entra na segunda instância, ainda sem data para conclusão.

Fonte: Notícias ao Minuto

Famosos

Whindersson Nunes pede que fãs usem máscara parar tirar foto com ele

Laurivânia Fernandes

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Whindersson Nunes fez um pedido importante para aqueles que admiram o trabalho dele. O youtuber solicitou que os fãs permaneçam usando a máscara quando o abordarem para pedir fotos, selfies e autógrafos.

Ele reforçou a importância da proteção por conta da pandemia de covid-19.

“Geralmente, quando a galera me vê, pede para eu tirar a máscara para tirar a foto, para a pessoa saber que sou eu. Então, eu peço para que você fique com a máscara, já que você sabe quem é você. Se você ficar com a máscara, você já me ajuda”, declarou Whindersson nas redes sociais.

“Eu estou gravando pelo Brasil e não posso pegar covid-19. Se eu pegar, tem que parar todos os projetos, não pode expor ninguém, entendeu? Aqui a gente faz tudo direitinho”, completou.

O youtuber ainda declarou que não tem problema em atender os pedidos, desde que seja feito com segurança. 

Whindersson não deu detalhes do projeto, porém, na quarta-feira (21), se encontrou com a cantora Joelma em Belém, no Pará. Ele compartilhou registros do passeio no Instagram.

Fonte: R7

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Internet

Luan Santana volta ao Instagram após “greve” de fã-clubes

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Instagram Luan Santana

Após a decisão dos fã-clubes de suspender as atividades por ausência de Luan Santana nas redes sociais , o cantor tirou um tempo para interagir com seus seguidores.

Na última quarta-feira (21), por exemplo, Luan Santana publicou uma foto de sua viagem para o México e acabou respondendo a alguns comentários, garantindo que vai tentar ser mais ativo na internet. “Faz mais Stories, por favor. Estou morrendo de saudade”, pediu uma admiradora. “Vou tentar mostrar mais para vocês”, afirmou o cantor .

https://www.instagram.com/p/CGn6sWZhMGN/?utm_source=ig_web_copy_link

Luan agradeceu aos elogios das fãs e correspondeu às declarações de amor. Ele ainda contou que está compondo e trabalhando muito. “Vem coisa boa por aí”, escreveu ele, que recentemente anunciou o fim do noivado com Jade Magalhães .

Luan e os fã-clubes

Os maiores fã-clubes do cantor na internet decidiram suspender suas atividades, alegando desgaste na relação, como a falta de contato físico com Luan em eventos, bastidores de shows e a ausência dele nas redes sociais.

“Não queremos que ele explane a vida como influenciadores fazem, mas, como pessoas que sempre estiveram aqui desde o início, acreditamos que merecemos participar um pouco dela fora de estúdio, fora de holofotes”, dizia o texto assinado pelas contas Luan Daily, News Luan Santana, Planeta Santana, Projeto Luan Santana, Modéstia Santana, Vips Capixabas, Spies Santanas e Tags Luan.

Fonte: Ig


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Entretenimento

‘O homem disparou’: piauiense compôs jingle eleitoral genérico que é sucesso pelo Brasil

Laurivânia Fernandes

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“No dia da convenção dos partidos era eu falando com alguém no WhatsApp e mais quatro ou cinco chamando ao mesmo tempo”. O relato não é de um político, mas de um empresário musical, Patrício da Costa. As chamadas eram de candidatos querendo usar a música “O homem disparou”.

Quem já viu um evento de campanha em 2020, especialmente no interior do país, tem grande chance de ter ouvido “ele é querido, atencioso, trouxe a liberdade paro o nosso povo” e outros versos elogiosos que podem servir para qualquer candidato.

“O homem disparou” tem melodia de um músico mineiro, feita para uma banda brasiliense, reciclada por um cantor piauiense e encomendada por um agente cearense. O estouro foi no projeto de um empresário paraibano: criar um álbum só com esses jingles genéricos.

O jingle disparou

A ideia colou: basta buscar o nome da música no YouTube para ver cenas de carreatas e comícios com a mesma música – só muda o nome e o número do candidato. O ritmo é o da pisadinha, vertente do forró feita só no teclado que embala festas com caixas potentes, os “paredões de som”.

O jingle genérico que roda o Brasil também tem uma história que cruzou o país. Conheça a jornada de ‘O homem disparou’ em seis passos:

  1. Em 2013, a banda brasiliense Forró Perfeito lançou “Menina pavorô”, escrita pelo mineiro João Silveira, que é cantor, compositor e empresário do grupo. Ela tocou muito no Nordeste na época, mas não chegou a ser hit nacional.
  2. No início de 2020, o empresário cearense Francisco Neto, que mora em São Paulo, foi procurado por um pré-candidato a prefeito no interior do Piauí, em busca de um jingle. Como ainda não era período eleitoral, ele não podia citar o nome do candidato.
  3. O jingle genérico “O homem disparou” foi composto a pedido de Francisco pelo piauiense César Araújo, com letra nova sobre um político qualquer, usando a melodia de “Menina pavorô”.
  4. A faixa se espalhou pela internet e despertou o interesse do empresário paraibano Patrício da Costa, que mora em Recife e agencia o cantor cearense Karkará, do grupo Vilões do Forró.
  5. Patrício e Karkará estavam montando um álbum só com esses jingles genéricos, que pudessem ser usados por vários candidatos. Eles chamaram César para participar e cantar sua faixa.
  6. Regravada por César Araújo, Karkará e os Vilões do Forró, com direito a videoclipe, a faixa estourou de vez, usada até por campanhas que concorrem entre si.

Coletânea genérica

“O povo ficou sete meses parado com a pandemia, sem trabalho. Aí eu pensei: vai ter campanha política, quem sabe a gente consiga vender algo? Vamos arriscar. A gente joga na internet e vê o que dá”, conta Patrício.

O álbum tem outras faixas como “Vamos ganhar de novo”, “Tô com você de novo”, “A vitória chegou” e “O povo quer o novo”. “A ideia era fazer músicas que se pareçam com a história de todo candidato”, explica Patrício.

A prática de divulgar jingles “de demonstração” não é inédita no mercado. Há outras produtoras que fazem estas faixas básicas para os clientes arrematarem com nome e número.

A diferença é que Karkará e os Vilões do Forró, já conhecidos no forró cearense, assinaram o projeto como artistas e trataram como um álbum real. E foi com uma prática comum no forró, de identificar um hit em potencial e armar uma parceria, que eles acertaram.

Rivais na política, unidos no piseiro

“‘O homem disparou’ virou febre. A gente fez também ‘A mulher disparou’. Tem lugar em que os dois partidos querem”, conta Patrício. A fala dele é corroborada por relatos nas redes sociais de gente que diz ouvir a música saindo de caixas de som rivais.

César Araújo, de 26 anos, descreve a criação: “Fui para um estúdio caseiro de um amigo meu na zona rural de Milton Brandão, humilde igual a mim. Só botei o playback de teclado e fui fazendo parte por parte. Acho que em menos de meia hora já estava pronta”, ele conta.

Ele teve medo quando a música feita sem pretensão para uma pré-campanha anônima começou a se espalhar. Ele mora em Pedro II, cidade de 38 mil habitantes no norte do Piauí, mas o jingle era para Milton Brandão, município vizinho, ainda menor, de 7 mil habitantes.

“Do nada a música começou a ser compartilhada. Eu não queria ter meu nome ligado a política, mas não teve jeito. Começou a explodir nas cidades vizinhas. Em um mês, me ligaram do Rio Grande do Norte. Aí me dei conta, e veio a avalanche”, ele lembra.

“A música já teve uma versão compartilhada pelo Ney Lima (influencer baiano com mais de 3,6 milhões de seguidores) e pelo Tirulipa”, ele conta orgulhoso. Os humoristas postaram um vídeo que usa a música para divulgar uma candidata travesti fictícia.

Pisadinha certeira

Essa simplicidade da pisadinha, forró todo feito no teclado, é uma das características que faz o estilo se espalhar pelo Brasil, como o G1 explicou nessa reportagem.

“O homem disparou” segue a fórmula de novos ídolos como os Barões da Pisadinha – que o G1 também explicou aqui no ‘Barômetro da pisadinha’:

  • o som forte e seco da caixa de bateria;
  • uma frase de teclado marcante logo no início;
  • melodia festiva que combina com as “festas de piseiro” – vide o “pararapapa” no fim da música.

Fonte: G1

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