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Esporte

Representantes do Barcelona vão a Paris para tentar acordo por Neymar, diz jornal

Laurivânia Fernandes

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Nos últimos dias, o jornal francês Le Parisien tem noticiado que Neymar deseja retornar ao Barcelona, e a direção do clube catalão parece empenhada em contar novamente com o atacante. Segundo o diário “Sport”, representantes do Barça foram enviados a Paris para pressionar o PSG por um acordo para finalmente fechar com o brasileiro e evitar uma transferência do craque para o Real Madrid.

O PSG está disposto a vender Neymar ainda nesta janela de transferências, mas deseja receber uma quantia próxima aos 222 mlhões de euros pagos duas temporadas atrás para tirar o atacante do Barcelona. Embora o Barcelona não disponha dessa quantia para contratar o atacante, a equipe tenta oferecer, além de uma quantia acima da casa dos 100 milhões de euros, envolver alguns jogadores do clube na negociação, como Philippe Coutinho, que não vive bom momento.

O atacante já não jogou a primeira rodada do Campeonato Francês, quando o PSG venceu o Nimes por 3 a 0, e o próprio clube já retirou de sua loja oificial todos os itens referentes ao atacante, o que fortalece os rumores de que ele não jogará mais pela equipe.

A concorrência do Real Madrid, que aumentou sua investida por Neymar após o fracasso da negociação com o meia Paul Pgba, do Manchester United, também teria intensificado a movimentação dos dirigentes do Barça. Segundo o diário “Sport”, a ida dos representantes do Barcelona a Paris seria para acalmar os ânimos da direção do PSG e finalmente chegar a um acordo por Neymar.

Fonte: Extra

Esporte

Empresário de Cavani revela sondagens de Palmeiras, Flamengo e Inter

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters

Edinson Cavani pode ser uma das grandes atrações do futebol brasileiro no segundo semestre. De acordo com o empresário do jogador, Walter Guglielmone, Palmeiras, Flamengo e Internacional sondaram recentemente o jogador, que tem contrato só até o meio deste ano com o Paris Saint-Germain e a tendência é que ele deixe o clube francês.

“Para ser honesto, tudo pode acontecer, pois existem muitos clubes interessados em Edinson. Recebemos sondagens da América do Sul com Flamengo, Palmeiras, Internacional de Porto Alegre e Boca Juniors, contou Guglielmone, em entrevista ao jornal italiano Tuttosport. Ele ainda negou que tivesse conversas com o Napoli, da Itália, clube em que Cavani atuou.

O Flamengo chegou a sondar o jogador quando ainda não tinha assegurado a permanência de Gabriel. Além de renovar com o atacante, o clube carioca ainda contratou Pedro. No caso do Palmeiras, o clube já teve conversar com o empresário há alguns meses, mas o time alviverde garante não ter nada relacionado ao atacante uruguaio.

Para defender um clube brasileiro, Cavani teria que reduzir drasticamente seu salário ou o time disposto a contratá-lo precisaria fazer uma grande engenharia financeira. O atacante de 33 anos recebe algo em torno de 10 milhões de euros (R$ 57,18 milhões) por temporada. Daria cerca de R$ 4,76 milhões de salários mensais.

No momento, Cavani passa a quarentena do coronavírus em sua fazenda, localizada na cidade de Salto, no interior do Uruguai. O jogador fez 14 jogos nesta temporada e anotou quatro gols, dando mais quatro assistências.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Esporte

Pandemia causa caos no futebol da Globo e redução nos salários nos clubes

Karytha Leal

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A TV Globo tem imensa responsabilidade sobre a redução, ou não, do pagamento dos jogadores durante a pandemia.

Por um simples motivo.

A emissora é a grande investidora no futebol do país.

Preço de ser a dona do monopólio.

A Globo suspendeu o pagamento dos Estaduais.

E tem tudo para suspender também a verba do Campeonato Nacional. 

Ela pagou a primeira parcela do Brasileiro da Série A, em março.

Mesmo em dificuldade financeira, bancou os 40% do acertado, comum entre os vinte clubes. 

A dúvida está nos 60% restantes. 

Seguindo o modelo inglês, 30% são número de jogos transmitidos.

E os outros 30% de acordo com a colocação no Brasileiro passado.

O critério vale para a tevê aberta e para a fechada.

No pay-per-view, R$ 550 milhões devem ser divididos da seguinte forma. Uma quantia como ‘luvas’ para todos os clubes e, depois, a maior parte leva em conta pesquisa sobre os clubes de preferência dos assinantes.

Há grande probabilidade que a emissora não pague a segunda parcela da aberta, marcada para este mês.

A Globo está renegociando valores com seus patrocinadores do futebol. Porque não há partidas. Não há nem mais noticiários específicos de esporte. 

Novos assinantes de pay-per-view desapareceram.

Não há jogos para transmitir.

E começam também os cancelamentos.

Athletico-PR, Bahia, Ceará, Internacional, Palmeiras, Santos e Fortaleza, que assinaram com o Esporte Interativo, nos jogos do Brasileiro na tevê fechada, sabem que receberão apenas no final do ano, como foi em 2019.

Mas a quantia é ‘pequena’ em relação à Globo, chega a R$ 170 milhões.

A  emissora carioca, dona do monopólio, gasta cerca de R$ 1 bilhão com os clubes por ano. Só o Flamengo recebe nunca menos de R$ 120 milhões por ano, até 2024. Isso, por contrato. 

Só que a pandemia trouxe imensos prejuízos à emissora carioca, que já sentiu o baque da mudança na presidência, com suas cotas de publicidade federal sendo drasticamente reduzidas.

Em 2017, por exemplo, ela recebia 48,5% da publicidade federal. Em 2019, passou a receber 16,3%.

Não, por acaso, demitiu mais de 100 funcionários.

Agora, veio a crise no esporte.

A Globo contava com mais de R$ 3 bilhões dos patrocinadores. 

Só que o coronavírus já adiou as Olimpíadas de Tóquio.

Ela havia colocado à venda seis cotas de R$ 96,9 milhões cada. São menos R$ 581,2 milhões em 2020.

A Fórmula 1 está suspensa. O número de GPs deverá ser reduzido.

A Globo havia vendido as cotas para 22 corridas.

Duas já foram canceladas: Austrália e Mônaco.

Baren, Vietnã, China, Holanda, Espanha e Azerbaijão, entre março e junho, estão suspensas.  E com sérias dúvidas se serão disputadas este ano. As demais 14 provas, entre 14 de junho e 29 de novembro, por enquanto, estão mantidas.

São mais R$ 495 milhões correndo sério riscos.

Assim como no futebol, não há provas e nem material para ser mostrado nos noticiários, como prevê o contrato com os patrocinadores.

O futebol vale R$ 1,8 bilhão em patrocínio para a Globo. 

Depende da Globo, o Corinthians reduzir ou não salários

Depende da Globo, o Corinthians reduzir ou não salários

Corinthians

Os Estaduais estão parados.

Assim como a Copa do Brasil.

Libertadores. 

Sem previsão de volta.

O Brasileiro deveria começar no dia 2 de maio.

A CBF não leva mais esta data em consideração.

A Copa América, marcada para a Argentina, ficou para 2021.

As Eliminatórias para a Copa de 2018, que deveriam ter começado, foram suspensas. 

A Globo ofereceu 85 partidas transmitidas para Ambev, Casas Bahia, Chevrolet, Hypera Pharma, Itaú e Vivo.

Desde o dia 18 de março não acontecem jogos no Brasil.

Fórmula 1 suspensa. Assim como a Olimpíada. Mais prejuízo para a Globo

Fórmula 1 suspensa. Assim como a Olimpíada. Mais prejuízo para a Globo

Reprodução/Twitter

Os grandes clubes já deram férias aos seus atletas. Entre o dia primeiro até 20 de abril.

A previsão otimista de especialistas em pandemia é que a vida volte ao normal, no final de maio, início de junho. Com muito otimismo.

Será impossível, em um calendário normal, a Globo ter 85 jogos para mostrar em 2020.

Os clubes já combinaram entre si.

Não haverá jogos encavalados, três por semana, como defendem as Federações, que desejam os Estaduais terminados.

Copa América na Argentina. Também suspensa. Só em 2021. Outro golpe

Copa América na Argentina. Também suspensa. Só em 2021. Outro golpe

CBF

Diante desse cenário, os dirigentes têm sim razão em se preocupar.

E insistir na possibilidade de reduzir salários dos atletas, durante a pandemia, como já fizeram Grêmio, Atlético Mineiro, Ceará e Fortaleza.

A Globo já suspendeu o pagamento dos Estaduais.

Tem toda a chance de suspender também do Brasileiro.

A tensão nas equipes se justifica.

A principal fonte de renda, da esmagadora maioria dos clubes, é da televisão.

Da dona do monopólio neste país…

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Esporte

Morre João Marcos, goleiro do Palmeiras e do Grêmio

Karytha Leal

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Ex-goleiro do Palmeiras e do Grêmio nos anos 1980, João Marcos morreu às 6h desta quinta-feira (2), aos 66 anos. Ele estava internado no Hospital da Unesp de Botucatu-SP, onde acabou sofrendo complicações no esôfago.

João Marcos era exemplo de superação para muitos dependentes químicos. O ex-goleiro foi internado no ano 2010 no Recanto Fonte Luz, em Mogi das Cruzes-SP, para iniciar tratamento contra o alcoolismo.

Deixou a clínica pouco tempo depois e passou a ajudar com palestras pessoas que buscavam superar este mesmo problema.

João Marcos começou a carreira no Guarani. Jogou também no São Bento de Sorocaba-SP e no Noroeste de Bauru-SP, antes de se transferir para o Palmeiras, em 1980. Permaneceu no alviverde até 85 e encerrou a carreira no Grêmio de Porto Alegre, em 1986. João Marcos viveu grande fase em 1984, que o levou à seleção brasileira. Disputou apenas um jogo, no dia 21 de junho, quando o Brasil venceu o Uruguai por 1 a 0.

O ex-goleiro deixou Ivete, sua esposa, e três filhos.

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