Siga as Redes Sociais

Esporte

Técnicos de seleção, Sampaoli e Mano trocam elogios e fazem duelo inédito

Publicado

em

Dois treinadores de primeiro nível no futebol brasileiro e que já comandaram as seleções de seus respectivos países vão se enfrentar pela primeira vez na carreira, hoje, no clássico entre Santos e Palmeiras, a partir das 21h30, na Vila Belmiro. Jorge Sampaoli e Mano Menezes protagonizam um duelo inédito que, além de um confronto direto na parte de cima da tabela do Campeonato Brasileiro, também promete um encontro interessante de estilos dentro do campo.

Sampaoli está no Santos desde o início da temporada e tem conseguido fazer o time alvinegro jogar um tipo de futebol raro no país. Muitos jogadores no campo ofensivo, pontas dribladores bem abertos, laterais construindo por dentro e meio-campistas preenchendo a área são algumas das características de sua equipe, que também tem uma linha defensiva adiantada e tenta sempre jogar com intensidade sem a bola.

Do outro lado, Mano está ainda nos primeiros estágios de seu trabalho no Palmeiras, que recentemente completou um mês. Mais conservador que o rival, o treinador ainda assim tem tentado implantar no Verdão um estilo diferente daquele do antecessor Luiz Felipe Scolari. Com o novo técnico, o time tenta trabalhar mais a bola, criar linhas de passe e girar de um lado para o outro até achar a brecha, em vez de acelerar sempre e esticar muitas bolas no centroavante.

Curiosamente, os dois nunca se enfrentaram, mas já trocaram elogios. Mano Menezes já disse que Sampaoli – assim como outros estrangeiros, como o português Jorge Jesus, do Flamengo – tem muito a acrescentar ao futebol brasileiro, e que o país precisa de treinadores competentes, independentemente da nacionalidade. O argentino, por sua vez, disse respeitar muito o rival, que “saiu do Cruzeiro completamente criticado e hoje é o grande líder do Palmeiras”.

A dupla já poderia ter medido forças no comando de seus países, mas as passagens de ambos por suas seleções não coincidiram e foram mais rápidas do que eles gostariam. Mano assumiu o Brasil no lugar de Dunga, após a Copa do Mundo de 2010, depois que Muricy Ramalho, alvo inicial da CBF, recusou o convite. Em um processo de reformulação, teve altos e baixos, perdeu a Copa América de 2011 e a Olimpíada de 2012, e acabou demitido quando o time vivia um de seus melhores momentos, dando lugar justamente a Felipão.

Já Sampaoli teve uma passagem de muito sucesso pelo Chile entre 2012 e 2016, conquistando o título inédito da Copa América em 2015. Depois, virou técnico da Argentina de forma quase emergencial em junho de 2017, com o time correndo risco de não se classificar para a Copa. Ele conseguiu a vaga no Mundial, mas nunca achou a formação ou a escalação ideal. Na Rússia, fez uma primeira fase aos trancos e barrancos e acabou eliminado nas oitavas de final pela eventual campeã França, em um dos melhores jogos da competição.

Agora, os dois se encontram pela primeira vez em um cenário de confronto direto e perseguição ao líder Flamengo. O Palmeiras é o segundo colocado do Brasileirão, com 47 pontos, enquanto o Santos aparece em terceiro, com 44. Só a vitória interessa para ambos, ainda mais depois do tropeço em casa do time alviverde, que só empatou por 1 a 1 com o Atlético-MG na última rodada e viu o Rubro-Negro abrir cinco pontos de frente na liderança.

Fonte: Uol

Olimpíada

Simone Biles não disputará final individual geral da ginástica; Rebeca Andrade chega com melhor nota

Publicado

em

Simone Biles em sua única apresentação na final por equipes. Foto: MARTIN BUREAU / AFP

Maior estrela da ginástica nos Jogos Olímpicos, Simone Biles está fora da disputa das finais do individual geral. O anúncio foi feito pelo perfil da Federação Americana de Ginástica, que afirmou “apoiar a decisão” da atleta. Anteriormente, ela declarou que preocupações com sua “saúde mental” a levaram a abandonar a final por equipes na Olimpíada de Tóquio nesta terça-feira. Com a desistência da melhor do mundo, a brasileira Rebeca Andrade chega à decisão com o melhor somatório de notas da fase classificatória.

“Após avaliação médica adicional, Simone Biles foi retirada da final individual geral dos Jogos Olímpicos de Tóquio com o objetivo de focar em sua saúde mental. Simone continuará a ser avaliada diariamente para determinar se participará ou não das finais de eventos individuais da próxima semana. Jade Carey, que teve a nona pontuação mais alta nas qualificações, participará em seu lugar no individual geral. Apoiamos de todo o coração a decisão de Simone e aplaudimos sua bravura em priorizar seu bem-estar. Sua coragem mostra, mais uma vez, porque ela é um exemplo para tantos”, informou a entidade em nota oficial.


Anteriormente, Simone Biles ficou de fora da disputa por equipes. Logo após ser colocada na reserva, a Federação Americana de Ginástica soltou um comunicado afirmando que a ginasta foi afastada por “problema médico” e que ela “será avaliada diariamente para determinar a liberação médica para competições futuras.”

– Assim que eu piso no tablado, sou só eu e a minha cabeça, lidando com demônios. Tenho que fazer o que é certo para mim e me concentrar na minha saúde mental e não prejudicar minha saúde e meu bem-estar. Há vida além da ginástica  – explicou a americana depois que sua equipe foi derrotada pelo quarteto russo em sua ausência, ficando com a prata.

Na zona mista, após a competição, ela admitiu que a autoconfiança está falhando. Apesar da grandiosidade de um evento como os Jogos Olímpicos, Biles afirmou que, no fim do dia, as ginastas só querem sair do ginásio, mas não arrastadas por uma maca.

–Não confio tanto em mim como antes. E não sei se é a idade – fico um pouco mais nervosa quando faço ginástica. Sinto que também não estou me divertindo tanto.

Biles também justificou a decisão como uma forma de se autopreservar e não prejudicar a equipe.

– Eu senti que seria melhor ficar em segundo plano, trabalhar minha concentração e bem-estar, pois sabia  que as meninas fariam um trabalho absolutamente excelente. Não queria arriscar uma medalha – disse.

Chegou a Tóquio como o principal nome das Olimpíadas, que não conta mais Usain Bolt nem Michael Phelps. O peso de ser a melhor do mundo de todos os tempos cobrou seu preço. Logo após a classificatória,  ela escreveu em seu Instagram: “Eu realmente sinto, às vezes,  como se eu tivesse o peso do mundo sobre as minhas costas. Eu faço parecer que a pressão não me afeta mas, às vezes, é difícil”.

Biles já conquistou seis medalhas olímpicas, sendo cinco na Rio-2016 (quatro ouros e um bronze) e a medalha de prata por equipes nesta terça-feira em Tóquio.

Fonte: O Globo

Continue Lendo

Olimpíada

Após vencer Arábia Saudita, Brasil se classifica em 1º no futebol nas Olimpíadas

Publicado

em

Foto: Getty Images

Em um jogo difícil por causa da retranca do adversário, a seleção brasileira venceu a Arábia Saudita por 3 a 1 pelo torneio de futebol masculino das Olimpíadas de Tóquio. Os gols foram de Matheus Cunha e Richarlison (2). O atacante do Everton, da Inglaterra, chegou à artilharia da competição, com 5 gols.

Com o resultado, terminou o Grupo D na primeira posição e agora aguarda adversário, que virá do Grupo C da competição. O jogo será no próximo sábado, às 7h, em Saitama.

A seleção brasileira havia estreado com vitória contra a Alemanha, por 4 a 2. Na partida seguinte, empatou com Costa do Marfim por 0 a 0. Já Arábia Saudita tinha perdido seus dois jogos anteriores no Grupo D e entrou em campo já eliminada da competição.

No outro jogo da chave, a Costa do Marfim empatou com a Alemanha por 1 a 1. O empate favoreceu a seleção africana, que se classificou para as quartas de final na segunda posição do Grupo D.

O técnico Saad Al Shehri, armou a Arábia Saudita no 5-4-1, uma retranca que tentava conter o ímpeto ofensivo da seleção brasileira. O Brasil, por sua vez, manteve o esquema 4-3-3, com Matheus Henrique substituindo Douglas Luiz, expulso na partida anterior, contra a Costa do Marfim.

A equipe brasileira, de fato, tinha bastante dificuldade de passar pela marcação saudita. Mas a bola parada colocou o Brasil em vantagem. Em cobrança de escanteio feita por Claudinho, Matheus Cunha desencantou. Depois de perder várias oportunidades, principalmente na estreia contra a Alemanha, o centroavante desviou de cabeça para colocar a seleção brasileira na frente aos 13 minutos.

Com a vantagem, a equipe se acomodou. A Arábia Saudita não parecia ameaçar, mas chegou ao empate aos 26 minutos graças à falha da defesa brasileira. Após cobrança de falta, o zagueiro Al Amri, sem marcação, desviou de cabeça, sem chance de defesa para o goleiro Santos.

Na segunda etapa, o técnico André Jardine tirou Antony, apagado no primeiro tempo, e colocou Malcom, tentando melhorar a movimentação do ataque da seleção brasileira. Com o congestionamento de defensores sauditas na entrada da área, o Brasil tinha muita dificuldade de penetração.

Em um rara oportunidade, aos 20 minutos, Matheus Cunha finalizou para a boa defesa de Al Bukhari. No rebote, com o gol escancarado, o atacante voltou a perder boa oportunidade, chutando na trave.

A Arábia Saudita também abusava das faltas. Na cobrança de uma delas, Daniel Alves cruzou, a zaga afastou mal e Bruno Guimarães deu passe de cabeça para Richarlison também cabecear para o gol.

Já nos acréscimos, aos 47 minutos, Richarlison recebeu cruzamento na área e só tocou para o gol vazio. Era o gol que matava o jogo e colocava o atacante como artilheiro da competição, com 5 gols.

ARÁBIA SAUDITA

Al-Bukhari; Abdulhamid, Al-Amri, Khalifa Al-Dawsari (Al-Ghannam, aos 43/2ºT), Hindi e Al-Shahrani; Ali Al-Hassan (Mukhtar, aos 15/2ºT) , Al-Faraj (Al-Omran, aos 43/2ºT), Sami Al-Naji (Ghareeb, aos 15/2ºT) e Salem Al-Dawsari; Al-Hamddan (Al-Brikan, aos 30/2ºT). T.: Saad Al-Shehri

BRASIL

Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana (Abner, aos 43/2ºT); Bruno Guimarães (Gabriel Menino, aos 38/2ºT), Matheus Henrique e Claudinho (Reinier, aos 25/2ºT); Antony (Malcom, no intervalo), Matheus Cunha (Gabriel Martinelli, aos 38/2ºT) e Richarlison. T.: André Jardine

Local: Estádio Saitama, em Saitama (Japão)
Árbitro: Bamlak Tessema (Etiópia)
Cartões amarelos: Al-Shahrani, Khalifa Al-Dawsari (Arábia Saudita); Guilherme Arana, Gabriel Martinelli, Daniel Alves (Brasil)
Gols: Matheus Cunha, aos 13/1ºT (0-1), Al-Amri, aos 26/1ºT (1-1), Richarlison, aos 30/2ºT (1-2), Richarlison, aos 47/2ºT (1-3)

Fonte: Folhapress

Continue Lendo

Olimpíada

Simone Biles é retirada de final por equipes na ginástica e vive drama em Tóquio

Publicado

em

Foto: Getty Images

A ginasta Simone Biles ficou fora da final por equipes do time dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 nesta terça-feira. Sem ela, o time americano perdeu o ouro para as rivais russas. A americana viveu talvez o maior de seus dramas em competições internacionais. No Centro de Ginástica Ariake, ela se perdeu em um movimento simples e de sua especialidade, pisou torto na aterrissagem do salto e possivelmente sentiu o tornozelo. A falha foi em seu primeiro aparelho na final por equipes. Imediatamente foi retirada da disputa pelo treinador.

Os Estados Unidos não divulgaram claramente o motivo da retirada de Simone Biles das provas. Ela também vem sendo muito cobrada para ganhar tudo, uma pressão que parecia não ter na edição dos Jogos do Rio-2016. Dona de quatro medalhas de ouro e um bronze há cinco anos, a ginasta de 24 anos está classificada para outras cinco finais individuais em Tóquio. Ela se garantiu nas provas mesmo não tendo feito apresentações perfeitas.

O jornal americano The New York Timesinforma que ela havia planejado fazer um salto em Yurchenko com duas voltas e meia na saída, mas mudou de ideia e executou o movimento com apenas uma volta e meia sobre o corpo. Foi quando ela caiu mal. Os pés não ficaram juntos. O salto errado foi um golpe enorme também para a equipe dos Estados Unidos, que não tiveram forças para reagir. O salto recebeu 5,0 pela dificuldade. Sua pontuação total foi de 13,766 – extremamente raro para alguém com seu histórico e habilidade na ginástica.

Dessa forma, Simone Biles abandonou a competição por equipes, de acordo com Carol Fabrizio, porta-voz da ginástica americana em Tóquio. Fabrice não explicou o motivo da desistência. Mas há muita preocupação. A Confederação de Ginástica dos Estados Unidos soltou um comunicado que não diz muita coisa. “Simone desistiu da competição final por equipes devido a um problema médico. Ela será avaliada diariamente para determinar a liberação para competições futuras”. Não se sabe qual é o grau da lesão da competidora.

De qualquer forma, ela tem mais dois dias para se colocar em pé novamente. Se não tiver condições, possivelmente chegará a notícia de sua desistência. Se a contusão tiver dor suportável para ela, Simone Biles poderá pedir para competir. Nenhuma outra atleta é chamada em seu lugar para as decisões.

Fonte: Estadão Conteúdo

Continue Lendo
Casas Duplex

Trending

Copyright © 2018 Encarando - Silas Freire. Todos os Direitos Reservados.
WhatsApp: 86. 98183-1178 / Fixo: 3234-9879
Email: encarando.com@gmail.com

WhatsApp chat