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Esporte

Messi diz que cogitou deixar o Barcelona durante investigação fiscal

Laurivânia Fernandes

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 O atacante Lionel Messi disse que cogitou deixar o Barcelona quando foi investigado por sonegação fiscal em 2013, dizendo que se sentiu “maltratado” na Espanha.

Em 2016, Messi e seu pai foram considerados culpados de fraudar o governo espanhol em 4,2 milhões de euros em impostos decorrentes de seus direitos de imagem entre 2007 e 2009.

O jogador argentino, que está no Barça desde os 13 anos e é o maior artilheiro da história do clube, recebeu uma pena suspensa de prisão de 21 meses e foi obrigado a pagar uma multa de 2 milhões de euros.

Ele trocou a pena de prisão por uma multa de 250 mil euros, já que na Espanha os réus em primeira instância têm permissão de cumprir penas de menos de dois anos em condicional.

Messi foi investigado pela primeira vez em 2013, o que deu início a uma série de casos de sonegação fiscal contra jogadores de elite da Espanha, como Cristiano Ronaldo, Javier Mascherano e Marcelo.

“Sinceramente, naquela época pensei em ir embora”, disse Messi à estação de rádio RAC1, de Barcelona, em uma entrevista transmitida nesta quarta-feira.

“Não por causa do Barcelona, mas porque queria deixar a Espanha, eu me senti muito maltratado e não queria mais ficar aqui”.

“Tinha as portas abertas para muitos clubes, mas nunca recebi uma oferta oficial porque todos sabiam que eu realmente queria ficar. Esta situação foi muito além dos meus sentimentos pelo Barça”.

Messi acrescentou que se sentiu usado como exemplo pelas autoridades fiscais espanholas, que intensificaram seus esforços contra a sonegação fiscal depois que a crise econômica profunda do país se fez sentir.

“Eu fui o primeiro, e é por isso que eles foram tão duros comigo. Eles me fizeram de exemplo e mostraram que seria assim com todos. Foi duro por causa de tudo que estava acontecendo naquela época”.

Fonte: Reuters

Esporte

Infecção bacteriana tira Junior Cigano da luta contra Alexander Volkov no UFC Moscou

Laurivânia Fernandes

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Foto: Getty Images

Junior Cigano está fora do UFC Moscou. O brasileiro, que faria a luta principal do evento contra o russo Alexander Volkov contraiu uma infecção bacteriana na perna e precisou ser hospitalizado na última semana no Rio de Janeiro. Cigano passou por duas intervenções cirúrgicas: a primeira para colocar um dreno no local infeccionado, e outra para a retirada do artefato. A notícia foi veiculada em primeira mão pelo site russo “RT Sport”, que dá como um possível substituto o camaronês Francis Ngannou.

Cigano, que tem um cartel de 21 vitórias e seis derrotas na carreira, vinha de derrota por nocaute diante do próprio Francis Ngannou após uma série de três triunfos seguidos, contra Derrick Lewis, Tai Tuivasa e Blagoy Ivanov, e buscava voltar ao caminho das vitórias na Rússia. O brasileiro também estava participando do quadro “Dança dos Famosos”, do “Domingão do Faustão”, da TV Globo.

UFC Moscou
9 de novembro, na Rússia
CARD DO EVENTO (até o momento):
Peso-pesado: Alexander Volkov x Adversário a ser anunciado
Peso-pena: Zabit Magomedsharipov x Calvin Kattar
Peso-meio-pesado: Klidson Abreu x Shamil Gamzatov
Peso-meio-pesado: Gadzhimurad Antigulov x Ed Herman
Peso-meio-médio: Abubakar Nurmagomedov x David Zawada
Peso-galo: Grigory Popov x Davey Grant
Peso-meio-pesado: Magomed Ankalaev x Dalcha Lungiambula
Peso-médio: Karl Roberson x Roman Kopylov
Peso-meio-médio: Zelim Imadaev x Danny Roberts
Peso-leve: Vinc Pichel x Alexander Yakovlev
Peso-meio-médio: Ramazan Emeev x Anthony Rocco Martin
Peso-galo: Jessica-Rose Clark x Pannie Kianzad

Fonte: Combate

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Esporte

Fla vence ação e evita bloqueio de R$ 100 milhões por incêndio no Ninho

Karytha Leal

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O Flamengo venceu um capítulo de um processo movido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que pede o bloqueio de R$ 100 milhões das contas rubro-negras. Este ação, no entendimento do órgão, aconteceria para garantir que o Flamengo pagasse as indenizações para as famílias das 10 vítimas do incêndio no Ninho do Urubu.

Em sua sentença, o juiz do trabalho Ricardo Georges Affonso Miguel declarou a “incompetência material da Justiça do Trabalho para julgar a matéria relacionada aos jovens em formação desportiva vitimados nas instalações da entidade de prática desportiva ré”. Ainda cabe recurso.

“Posso dizer que a Justiça foi feita. Essa é uma matéria que deve ser discutida na Justiça estadual cível. O Flamengo jamais se negou a indenizar, inclusive já acertou com quatro famílias. Não faz sentido penhorar recursos do Flamengo para uma ação futura que sequer deve acontecer. Foi um exagero essa ação”, disse ao UOL Esporte Rodrigo Dunshee, vice geral e jurídico do Fla.

Até o momento foram fechados quatro acordos: com as famílias de Athila Paixão, de Gedson Santos, o Gedinho,e de Vitor Isaías, além de haver um acerto com pai de Rykelmo. Com a mãe de Rykelmo e os familiares de Arthur Vinícius, Bernardo Pisetta, Christian Esmério, Jorge Eduardo, Pablo Henrique e Samuel ainda não houve um denominador comum.

As negociações são independentes e o clube não estipula prazo para que a questão seja totalmente solucionada. Os rubro-negros argumentam que estão oferecendo valores acima dos praticados em tragédias deste porte. O inquérito policial que apontou as causas do incêndio no contêiner estão sob análise de promotores do Ministério Público.

A situação dos sobreviventes

O incêndio no Ninho do Urubu também deixou feridos. Cauan Emanuel e Francisco Dyogo se recuperaram e retornaram ao futebol. Ventura, que teve 30% do corpo queimado e recebeu alta no dia 13 de abril, ainda se recupera.

Ele está tendo apoio médico do Flamengo, que vem acompanhando a situação de perto. O local chegou a ser interditado pelas autoridades, mas o clube cumpriu as exigências até a obtenção do alvará definitivo e do Habite-se, documentos que o Fla não tinha quando houve o ocorrido.

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Esporte

Jogo é suspenso por pancadaria em semana de confusões no futebol mexicano

Karytha Leal

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Uma semana de violência e protestos de jogadores terminou com mais problemas no México ontem, quando uma partida da primeira divisão entre o Atlético San Luis e Querétaro foi suspensa a cinco minutos do tempo devido a batalhas entre torcedores. Os visitantes do Querétaro venciam por 2 a 0 quando o árbitro chamou os jogadores para deixarem o campo, enquanto os torcedores jogavam objetos um contra o outro e no campo.

Segundo informações da ESPN México, ao menos 37 pessoas ficaram feridas no incidente. Briga começou nas arquibancadas .Foi a segunda vez em três dias que a violência atingiu um jogo importante no México.

Na quinta-feira, as autoridades foram forçadas a cancelar o jogo da segunda divisão naquela noite entre os Dorados de Sinaloa e Atlante depois que uma onda de ataques relacionados a drogas deixou a cidade natal de Dorados, Culiacan, em estado de sítio. Também houve cenas embaraçosas em campo em Veracruz na noite de sexta-feira, quando a equipe da casa protestou contra os salários não pagos, recusando-se a tocar a bola durante os momentos de abertura do jogo contra o Tigres.

Tigres marcou duas vezes nos primeiros quatro minutos, enquanto os jogadores da Veracruz pararam, permitindo que seus adversários ficassem livres. “Com a situação que é neste país, precisamos dar o exemplo”, disse o atacante de San Luis Diego Pineda no domingo. “É futebol, deveria ser uma celebração. O que aconteceu hoje foi terrível”, completou

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