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Esporte

Fluminense precisa ir à semifinal da Copa do Brasil para compensar queda na Sul-Americana; entenda

Karytha Leal

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A eliminação já na primeira fase da Copa Sul-Americana gerou entre os tricolores uma série de incertezas em relação ao restante da temporada. Uma delas é de ordem financeira, dor de cabeça constante para o Fluminense nos últimos anos. Num clube de finanças limitadas, o adeus precoce à competição considerada prioridade de 2020 representa a perda de uma receita que fará diferença no planejamento.

O orçamento do ano ainda não foi apresentado para votação no Conselho Deliberativo. Logo, não há informação de quanto o clube projetava arrecadar com o torneio continental. No entanto, é possível ter uma ideia mínima da receita que escorre pelas mãos.

Nas últimas três edições, o Fluminense chegou ao menos às quartas de final do torneio. Se chegasse até lá mais uma vez, arrecadaria US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 7,7 milhões). Só que, com a queda para o Unión La Calera, os tricolores só tiveram direito a US$ 300 mil (R$ 1,3 milhão). A diferença de R$ 6,4 milhões pagaria quase duas folhas salariais do futebol. Hoje, o clube deve um mês aos jogadores.

A reportagem apurou que o orçamento a ser enviado à votação (estima-se que em março) prevê resultado negativo se já consideradas as dívidas de longo prazo contraídas em anos anteriores. Ou seja, para evitar que este prejuízo seja ainda maior, será preciso compensar de outra forma a receita que viria através da Sul-Americana.

Uma possibilidade seria melhorar a campanha nas outras principais competições em relação aos resultados do ano passado. Com as oitavas da Copa do Brasil e o 14º lugar no Brasileiro, além da própria Sul-Americana, o Fluminense embolsou cerca de R$ 20 milhões em premiações. Se chegar à semifinal da primeira competição, o que não consegue desde 2015, já conseguirá repetir o desempenho financeiro de 2019 sem depender da colocação que terminar no Brasileiro, cuja bonificação por posição alcançada deverá ser menor na próxima edição.

Caso os tricolores caiam mais cedo na Copa do Brasil (a estreia será na quarta, contra o Moto Club, em São Luís), precisarão terminar na metade de cima do Brasileiro. A última vez foi há seis anos.

Todas estas projeções levam em consideração apenas o dinheiro de premiação. Mas a eliminação na Sul-Americana não afeta apenas a receita de prêmios. A frustração causada na torcida pode ameaçar a frequência de público nos estádios e até a adesão ao programa de sócio-torcedor, que terá uma nova versão lançada em breve e é cercado de expectativa pela diretoria. O clube projeta chegar a 50 mil sócios até o fim do ano (hoje são 23 mil) e garantir, com isso, uma receita anual de R$ 24 milhões.

A esperança de não deixar essas previsões desandarem está em Fred. Mas não exatamente em seus pés. A diretoria vê no retorno do ídolo a possibilidade de mobilizar a torcida e, com isso, gerar dinheiro. Só que, em meio a um imbróglio jurídico com o Cruzeiro, a tendência é que sua contratação ainda leve algum tempo.

Esporte

Palmeiras cai outra vez nos pênaltis e Defensa conquista a Recopa

Laurivânia Fernandes

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Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Três dias após perder a Supercopa do Brasil para o Flamengo, o Palmeiras voltou a deixar escapar um título nos pênaltis, e novamente em Brasília. Nesta quarta-feira (14), no Mané Garrincha, o Verdão foi superado pelo Defensa y Justicia (Argentina) nas penalidades, por 4 a 3, após ser derrotado por 2 a 1 no tempo normal.

Há uma semana, o time paulista venceu o jogo de ida por 2 a 1 no estádio Norberto “Tito” Tomaghello, em Florencio Varela (Argentina). Até os 47 minutos do segundo tempo desta quarta, a partida na capital federal estava empatada em 1 a 1, resultado que dava o título à equipe alviverde. Uma bomba indefensável do lateral Marcelo Benítez, porém, decretou a vitória do Defensa e levou o duelo para a prorrogação. Nos pênaltis, o atacante Luís Adriano e o goleiro Weverton desperdiçaram as cobranças, enquanto o time argentino teve aproveitamento perfeito.

Em desvantagem no placar agregado, o Defensa teve a iniciativa do ataque com jogadas de linha de fundo, dando trabalho à dupla de laterais do Palmeiras. Faltou, porém, capricho nas conclusões do atacante Walter Bou (que furou a bola dentro da área) e do meia Francisco Pizzini (que perdeu a chance após rebote de Weverton, chutando para fora).

Quem acabou balançando as redes foi o Verdão. Aos 18 minutos, o zagueiro Fernando Meza fez a carga no atacante Rony dentro da área e a penalidade foi marcada com participação do árbitro de vídeo (VAR). O meia Raphael Veiga cobrou e abriu o placar. A vantagem alviverde, porém, durou 12 minutos. O atacante Braian Romero recebeu cruzamento por baixo de Pizzini, que dominou às costas do zagueiro Gustavo Gómez, e bateu de primeira para deixar tudo igual. Aos 36, Weverton evitou a virada duas vezes em sequência, em finalizações de Romero e Benítez.

O segundo tempo começou equilibrado, com a primeira boa chance do Defensa. Aos seis minutos, Romero recebeu (mais uma vez) de Pizzini e foi travado frente a frente com Weverton. Aos dez, Benítez quase surpreendeu o goleiro palmeirense, que evitou o gol olímpico. O Verdão respondeu aos 15, com Rony chutando da entrada da área, obrigando o goleiro Ezequiel Unsain a uma boa defesa.

O jogo ficou dramático para o Palmeiras aos 20 minutos, quando Matías Viña foi expulso após o VAR (árbitro de vídeo) identificar um chute do lateral em Meza. Com um a menos, o Verdão teve a chance de liquidar a fatura aos 33, mas a finalização de bico do atacante Gabriel Veron foi defendida por Unsain. O Defensa foi com tudo para o ataque e, nos acréscimos, Benítez aproveitou a sobra de uma bola e soltou a bomba, indefensável para Weverton, deixando tudo igual e forçando a prorrogação.

O tempo extra começou agitado. Aos dois minutos, o Defensa reclamou de pênalti não marcado de Gómez no atacante Miguel Merentiel. Aos quatro, foi a vez de Rony cair na área em dividida com Unsain. A arbitragem mandou o jogo seguir, mas, alertada pelo VAR, assinalou a penalidade do goleiro. A marcação gerou muita confusão entre jogadores e as comissões técnicas. Romero foi expulso, deixando o time argentino também com dez em campo. Gómez, porém, desperdiçou a penalidade, defendida por Unsain.

O desenrolar da prorrogação escancarou o desgaste de ambas as equipes, que pouco conseguiram produzir. A decisão acabou indo para os pênaltis. Pior para o Verdão. Luís Adriano, que entrou no tempo extra, perdeu a segunda cobrança, enquanto Weverton desperdiçou o quarto chute e decidiu o título a favor dos argentinos, que assinalaram as quatro batidas.

Fonte: Agência Brasil

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Futebol

Ex-Flamengo, Paquetá provoca Palmeiras após título, recebe críticas e rebate: ‘Agora é a nossa vez’

Karytha Leal

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Revelado pelo Flamengo, o meia Lucas Paquetá, do Lyon, usou as redes sociais para provocar o Palmeiras após o título rubro-negro na Supercopa do Brasil, neste domingo. O jogador ironizou o rival com uma canto da torcida rubro-negra fazendo menção ao Mundial de Clubes.

“Atualizando que os mlks é f… O palmeiras… Não tem Copinha… Não tem Mundial e Não tem Supercopa”, escreveu em seu perfil no Twitter, na tarde de domingo.

A postagem repercutiu entre torcedores do alviverde e do rubro-negro, e a rede do jogador foi tomada por críticas, discussões e provocações contrárias de alviverdes. Nesta segunda-feira, o jogador rebateu os críticos, afirmou que é rubro-negro desde criança e reclamou que “ninguém pode mais zoar ninguém”.

“Cara, o futebol tá muito chato, ninguém pode mais zoar ninguém, todo muito fica com um ódio desnecessário, 2018 dançaram na frente da loja do Flamengo. Agora é a nossa vez! (SIM, NOSSA). Sou Flamengo desde pequeno, fiz música com 12 anos, sou torcedor, acompanho e vibro! Fé”, desabafou Paquetá. Nos comentários, ele ganhou apoio do atacante Richarlison, do Everton e da seleção brasileira.

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Esporte

Neymar brinca ao indicar ‘curso’ para os perdedores de pênalti na Supercopa

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters

Neymar não perdoou a oportunidade de brincar com os jogadores de Flamengo e Palmeiras, que falharam na decisão por pênaltis da Supercopa do Brasil, disputada, neste domingo, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O craque do Paris Saint-Germain usou as redes sociais.

“Inscrições de curso de pênaltis estão abertas”, escreveu o camisa 10 do time de Paris, que estava de folga no fim de semana, cobrindo suspensão de dois jogos por ter sido expulso contra o Lille, pelo Campeonato Francês.

Um usuário chegou a comentar que Diego Alves poderia pegar de olhos fechados um pênalti cobrado pelo ex-atleta do Santos. “Pior que já pegou um”, escreveu Neymar, se referindo a uma partida de 2016 pelo Campeonato Espanhol, no qual o Barcelona venceu o Valencia por 7 a 0.

Neymar admitiu que estava ‘zoando’ e brincando com os colegas de trabalho e elogiou o ‘jogão’ proporcionado pelas equipes. Na disputa de pênaltis, que teve a vitória do Flamengo, por 6 a 5, após empate no tempo normal por 2 a 2, Luan, Danilo, Gabriel Menino e Mayke erraram pelo time paulista, enquanto Filipe Luís, Matheuzinho e Pepê não converteram para os cariocas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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