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Esporte

Henrique, do Cruzeiro, recebe alta após acidente de carro

Laurivânia Fernandes

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Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

O volante Henrique, do Cruzeiro, teve alta do hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, onde estava internado desde sexta-feira, quando sofreu um acidente de carro. De acordo com as informações do clube, o atleta continuará o tratamento em casa e deve retornar aos treinamentos na Toca da Raposa 2 em breve. Não há previsão para recuperação total do atleta.

“Nosso atleta Henrique recebeu alta hospitalar nesta manhã e agora segue sua recuperação em casa. “Agora são apenas os cuidados gerais para que ele se recupere das pequenas lesões e esteja apto, em breve, para realizar suas atividades na Toca da Raposa 2”, disse o Superintendente Médico do Clube, Dr. Daniel Baumfeld.

Na última sexta-feira, Henrique dirigia uma Land Rover quando perdeu o controle e despencou de uma altura de 200 metros no Mirante do Jabotá, em Brumadinho, na estrada que leva para o distrito de Casa Branca. As informações iniciais indicaram que o meio-campista estava consciente no momento em que foi atendido por membros do Samu e do Corpo de Bombeiros.

Henrique tem 35 anos e retornou ao Cruzeiro na última quarta-feira, após rápida passagem pelo Fluminense, onde disputou apenas sete jogos. Ele possui contrato com o clube até o fim de 2021, sendo o oitavo atleta que mais vezes vestiu a camisa do time, com 516 jogos disputados.

Fonte: Estadão Conteúdo

Esporte

Santos vai se reunir com advogada de Robinho para rescindir contrato com atacante

Laurivânia Fernandes

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em

Getty Images


O Santos pretende rescindir o contrato com Robinho antes do término, em 28 de fevereiro. De acordo com o presidente Andrés Rueda, uma reunião com a advogada do atacante, Marisa Alija, e o departamento jurídico do clube deve selar o fim do acordo nos próximos dias.

Robinho foi anunciado como reforço pelo Santos em outubro de 2020, o que provocou protestos de torcedores e ameaças de patrocinadores de rescisão de contratos com o clube em função da sua condenação, então em primeira instância, na Itália, por violação sexual a uma mulher albanesa na Itália, em 2013. Pouco depois, teve o seu contrato suspenso, na sequência da divulgação de áudios em que o atacante falava sobre o caso.

“O contrato dele vence em fevereiro. Já conversamos com ele, já sabe da nossa intenção de romper ou terminar essa relação profissional dele com o Santos. E isso está com o nosso departamento jurídico, que vai chamar a advogada dele e encerrar essa questão”, afirmou Rueda, nesta sexta-feira, em entrevista coletiva.

No fim de 2020, Robinho foi condenado em segunda instância na Itália pelo caso de violência sexual em uma boate de Milão. E recorre em liberdade contra a decisão da Justiça.

Quando foi anunciado, Robinho firmou um contrato com salários mensais de R$ 1.500. O jogador, no entanto, receberia bônus, de acordo com o número de partidas disputadas. E o Santos tinha, inclusive, a preferência para renovar o vínculo.

Sem clube, Robinho, de 36 anos, havia assinado para ter a sua quarta passagem pelo Santos, time pelo qual iniciou a sua carreira, sendo campeão do Campeonato Brasileiro em 2002 e 2004, da Copa do Brasil em 2010 e paulista em 2010 e 2015. Foram 109 gols em 246 jogos com a camisa do clube.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Esporte

Vasco pede reconhecimento de torneio de 1953 como título intercontinental

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação

O Vasco reivindica mais um título. Mais um título internacional. Este, na verdade, intercontinental. É essa a razão do ofício encaminhado à CBF na última terça-feira. O clube entende que o Torneio Rivadávia Corrêa Meyer, de 1953, tinha essa importância.

“O Club de Regatas Vasco da Gama, por meio do Presidente da Diretoria Administrativa, Alexandre Campello, e do Vice-Presidente de Relações Especializadas, João Ernesto Ferreira, encaminhou ofício à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) solicitando que a entidade promova encaminhamento à Fifa no sentido de reconhecer o Torneio Internacional Rivadávia Corrêa Meyer, de 1953, como Torneio Intercontinental de Clubes.

Disputado entre os dias 7 de junho e 4 de julho de 1953, o Torneio contou com a presença, além do Vasco da Gama, do Sporting Clube, de Portugal, do Hibernian, da Escócia, do Olímpia, do Paraguai, do Botafogo, do Fluminense, do Corinthians e do São Paulo.

Na ocasião, o Vasco da Gama sagrou-se campeão invicto, com seis vitórias e um empate, tendo ainda o artilheiro da competição, Pinga, com seis gols.

No ofício, o Clube destaca que “ (…) a Fifa é a responsável por competição (Mundial de Clubes) nos mesmos moldes das organizadas pela então CBD na década de 50, o que evidencia a necessidade de haver o reconhecimento histórico das atitudes do nosso futebol naqueles anos (…) ”.

– O sucesso da Copa do Mundo de 1950 lançou o Brasil no cenário mundial. E, na esteira daquele Mundial, foram organizados torneios internacionais envolvendo clubes de todo o mundo. Nosso Centro de Memória possui em seu acervo documentos, imagens, artigos, jornais da época, ingressos, divulgação midiática e até mesmo o Regulamento Oficial da disputa, material que comprova a dimensão e a importância do Torneio. Com todo a documentação, encaminhamos à CBF um ofício solicitando que ela encaminhasse à Fifa o nosso pleito – explicou João Ernesto.

Em visita à CBF na terça-feira (12/01) junto com o Presidente da Diretoria Administrativa, Alexandre Campello, e o Presidente eleito do Clube, Jorge Salgado, o próprio João Ernesto presentou o presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, Rogério Caboclo, com o livro que conta a história da conquista cruzmaltina em 1953.”

Fonte: Lance

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Futebol

Libertadores volta a ter decisão 100% brasileira após 15 anos

Laurivânia Fernandes

Publicado

em

Foto: César Greco/Palmeiras

Disputada pela primeira vez em 1960, a Libertadores só teve três finais entre times do mesmo país até hoje. A quarta será no próximo dia 30, entre Santos e Palmeiras, às 17h (horário de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro. O Peixe se classificou nesta quarta-feira (13), ao atropelar o Boca Juniors (Argentina). O Verdão avançou na terça-feira (12) ao superar o River Plate (Argentina) no placar agregado. Quinze anos depois, a decisão do maior torneio de clubes da América do Sul será 100% brasileira.

A primeira vez foi em 2005, quando se enfrentaram São Paulo e Athletico-PR. Como a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) avaliou que a Arena da Baixada (antes da reforma para a Copa do Mundo de 2014), em Curitiba, não tinha capacidade mínima para receber o jogo de ida, o Furacão teve de mandar o duelo no Beira-Rio. Após um empate por 1 a 1 em Porto Alegre, o Tricolor goleou no Morumbi, na capital paulista, por 4 a 0, e assegurou o tricampeonato sul-americano.

No ano seguinte, o São Paulo voltou à decisão continental, desta vez contra o Internacional. Diferentemente de 2005, o primeiro jogo foi no Morumbi, com vitória colorada por 2 a 1, em grande atuação do atacante Rafael Sobis. O empate por 2 a 2 no Beira-Rio deu aos gaúchos o primeiro título da Libertadores.

Em 2007, a Conmebol determinou que não poderiam mais ocorrer finais entre clubes do mesmo país. Por isso, nas semifinais daquele mesmo ano, apesar de estarem em lados opostos do chaveamento, Santos e Grêmio tiveram que se enfrentar antes da decisão.

A medida foi mantida até 2017. Um ano depois, o confronto valendo o título voltou a reunir dois times de uma mesma nação. Desta vez, os argentinos Boca e River. O jogo de ida, na Bombonera, terminou empatado em 2 a 2. Após um ataque de torcedores ao ônibus dos Xeneizes no caminho até o estádio Monumental de Nuñez, também em Buenos Aires, a partida de volta foi suspensa e levada para o Santiago Bernabeu, em Madri, na Espanha. Os Millionarios ganharam por 3 a 1 e ficaram com o título pela quarta vez.

A final entre Santos e Palmeiras será a primeira entre dois times de um mesmo estado do Brasil e também a primeira vez que a dupla se enfrenta em uma decisão no Maracanã. O Peixe tem oito títulos no estádio carioca: quatro Campeonatos Brasileiros (1962, 1964, 1965 e 1968), três Torneios Rio-São Paulo (1963, 1964 e 1997) e o Mundial de 1963. O Verdão ergueu duas taças no Maracanã: o Brasileiro de 1967 e a Copa Rio de 1951, competição que o clube pleiteia ser reconhecida como primeiro Mundial.

Fonte: Agência Brasil

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