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Taiwan realiza primeiros casamentos gays da Ásia

Laurivânia Fernandes

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Os primeiros casamentos homossexuais legais na Ásia ocorreram em Taiwan nesta sexta-feira (24), primeiro dia em que a decisão histórica de legalizar a união entre pessoas do mesmo sexo entrou em vigor.

O Parlamento de Taiwan – oficialmente República da China – aprovou de forma esmagadora na semana passada uma lei que autoriza “uniões permanentes exclusivas” para casais do mesmo sexo e permite que eles solicitem “registro de casamento” em agências governamentais – direitos pelos quais ativistas LGBT do país lutaram por duas décadas.

O ministro do Interior de Taiwan, Hsu Kuo-yung, disse que cerca de 300 casais do mesmo sexo se registraram hoje para se casar. Os fundadores da Aliança de Taiwan para Promover os Direitos de Parceria Civil estavam entre os primeiros casais que selaram suas uniões.

“Quando percebi ser lésbica, aos 15 anos, nunca pensei na possibilidade de me casar”, disse Victoria Hsu, presidente da Aliança. Sua esposa Chih-Chieh Chien, a secretária-geral do grupo, celebrou que os pais do casal tenham colocado suas assinaturas na certidão de casamento.

A assistente social Huang Mei-yu e sua parceira You Ya-ting também selaram a união. “É tardio, mas estou feliz de podermos nos casar oficialmente”, disse Huang, após assinar a certidão de casamento.

Taiwan está na vanguarda do florescente movimento pelos direitos homossexuais na Ásia, apesar da firme oposição conservadora. A capital Taipei sedia a maior parada de orgulho gay da Ásia.

A questão dos direitos LGBT, no entanto, polarizou a sociedade local.

Grupos conservadores e religiosos se mobilizaram nos últimos meses e ganharam uma série de referendos em novembro, nos quais os eleitores rejeitaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A nova legislação aprovada pelos parlamentares coloca restrições não enfrentadas pelos casais heterossexuais. Casais do mesmo sexo só podem adotar filhos biológicos de seus parceiros e só podem se casar com estrangeiros de países onde o casamento gay também é reconhecido e legalizado.

O movimento pelos direitos dos homossexuais começou a ganhar força em Taiwan na década de 1990.

Em 2017, o tribunal constitucional do país decretou que impedir o casamento de casais do mesmo sexo era inconstitucional e deu ao governo prazo de dois anos para introduzir uma legislação apropriada, ou uma lei de igualdade no casamento seria promulgada automaticamente. Esse prazo se encerrava justamente hoje.

Fonte: EBC

Mundo

Pandemia pode levar 32 milhões de pessoas à extrema pobreza, aponta ONU

Laurivânia Fernandes

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Imagem: Pixabay

O percentual de pessoas que vivem em extrema pobreza nos 47 países mais pobres do mundo aumentará de 32,2% para 35,2% por causa da pandemia do novo coronavírus, o que significará um aumento de 32 milhões de pessoas nessa situação, alerta um relatório das Nações Unidas divulgado nesta quinta-feira (3).

Esses países foram capazes de enfrentar os desafios de saúde da pandemia melhor do que o previsto, devido à sua experiência com epidemias e dados demográficos favoráveis ​​geralmente caracterizados por populações jovens e escassamente povoadas, mas as consequências econômicas foram catastróficas, toma nota do relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

A agência explicou que o PIB desses países, em sua maioria africanos, embora também haja nações da Ásia, Oceania e uma americana (Haiti), deve cair 0,4%, quando há um ano deveriam ter um crescimento de 5%.

Entre estes países, os que mais sofreram com a pandemia do novo coronavírus têm sido os mais dependentes do comércio externo, como exportadores de combustíveis (Angola, Chade, Moçambique, Iémen), minerais e metais (Zâmbia e Guiné), vestuário (Bangladesh, Haiti e Nepal) ou destinos turísticos como Vanuatu ou Camboja.


Essa situação representa um retrocesso para as perspectivas de cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e de outros objetivos relacionados à educação, saúde e igualdade de gênero nesses países.

“Os países menos desenvolvidos são o campo onde a batalha da Agenda 2030 será ganha ou perdida”, disseram fontes da Unctad.

O relatório busca chamar a atenção da comunidade internacional para apoiar economicamente esses países, começando pela melhoria de suas capacidades produtivas, que são o principal elemento para alcançar seu desenvolvimento.

Atualmente a ONU considera em “extrema pobreza” os indivíduos e famílias que vivem com menos de 1,9 dólares por dia, cerca de 10 reais.

Fonte: R7 via EFE

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Putin manda vacinação em massa contra Covid-19 começar na semana que vem

Karytha Leal

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O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou nesta quarta-feira (02) que as autoridades comecem a vacinação em massa contra a COVID-19 já na próxima semana na Rússia.

“Vamos concordar com isso – você não vai reportar a mim na próxima semana, mas vai começar a vacinação em massa … vamos começar a trabalhar já”, disse Putin à vice-primeira-ministra Tatiana Golikova.

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Covid-19: Reino Unido começa a vacinar população na próxima semana

Laurivânia Fernandes

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Foto: Dado Ruvic/Reuters

A Agência Reguladora de Saúde e Produtos Médicos do Reino Unido (MHRA, a sigla em inglês) concedeu licença formal à vacina contra a covid-19 do grupo Pfizer/BioNTech. Com isso, o Reino Unido torna-se o primeiro país a começar a vacinar a população contra a doença, o que ocorrerá na próxima semana, informou o Ministério da Saúde britânico em comunicado. 

O Reino Unido fechou o acordo com a farmacêutica Pfizer para a compra de 40 milhões de doses.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, classificou como “fantástica” a aprovação do uso da vacina, salientando que ela vai ajudar as pessoas a recuperar sua vida.

“É fantástico que a MHRA [sigla inglesa da Agência Reguladora de Saúde e Produtos Médicos] do Reino Unido tenha licenciado formalmente a vacina do grupo Pfizer/BioNTech contra covid-19. A vacina estará disponível em todo o Reino Unido a partir da próxima semana”, disse Johnson no Twitter.

“É a proteção das vacinas que, no final, nos permitirá recuperar a vida e reiniciar a economia”, acrescentou Johnson, que concederá hoje entrevista em sua residência em Downing Street.

A luz verde das autoridades do Reino Unido ocorre meses depois de testes clínicos rigorosos e extensa análise de dados por especialistas da MHRA. Eles concluíram que a vacina atendeu aos padrões estritos de segurança, qualidade e eficácia”, disse o Ministério da Saúde britânico. Os resultados dos testes em grande escala mostraram 95% de eficácia.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou nessa terça-feira (1º) que realizará reunião extraordinária no dia 29 de dezembro, “o mais tardar”, para dar, ou não, luz verde à comercialização da vacina da Pfizer e BioNTech.

A Pfizer disse que começaria imediatamente a enviar a vacina com estoque limitado para o Reino Unido, que as doses são escassas e inicialmente serão racionadas até que mais vacinas sejam fabricadas nos primeiros meses do próximo ano.

Embora o Reino Unido tenha encomendado a vacina Pfizer suficiente para 20 milhões de pessoas, não está claro quantas doses vão chegar até o fim deste ano. São necessárias duas doses, com intervalo de três semanas, para proteção.

O governo britânico já disse que os primeiros a receber a vacina serão os profissionais de saúde, seguidos por adultos mais velhos.

Outras vacinas

Os reguladores britânicos também analisam a vacina feita pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, mas o primeiro-ministro, Boris Johnson, alertou que primeiro o país deve “navegar por um inverno rigoroso” de restrições para tentar conter o vírus, até que haja vacina suficiente para todos.

Em 9 de novembro, a farmacêutica norte-americana Pfizer e a parceira biotecnológica alemã BioNTech anunciaram que a sua vacina experimental para a covid-19 tinha 90% de eficácia, partindo da análise de 94 casos da doença.

Mais recentemente, a empresa de biotecnologia norte-americana Moderna informou que sua candidata a vacina é 94,5% eficaz na prevenção da covid-19, tendo em conta a análise de 95 casos.

A Rússia também anunciou que a Sputnik V contra a covid-19, desenvolvida pelo Centro Nacional de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya em Moscou, tem eficácia de 95%, segundo resultados preliminares.

O primeiro lote de Sputnik V para o mercado externo chegará às pessoas em janeiro de 2021, com base nos acordos já firmados com parceiros estrangeiros.

O laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram também que sua vacina tem taxa média de eficácia de 70%. 

Fonte: Agência Brasil

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