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Mulher quase tem dedo amputado ao aplicar unhas de acrílico

Redação Encarando

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 As mulheres que utilizam unhas de acrílico devem ficar atentas. Um mulher da cidade de Swindon, Reino Unido, quase teve que amputar um dos dedos após aplicar a técnica. Brittany Guyatt foi a uma manicure e, dias depois, uma bolha de sangue começou a crescer no dedo médio.

“No começo, parecia um hematoma, mas, em seguida, começou a crescer e ficar vermelha. Depois, virou uma bolha de sangue e a pele do meu dedo começou a descascar. Em pouco tempo, ficou preta”, contou Brittany ao jornal Metro.

A mulher, então, foi ao médico. “Quando mostrei ao especialista, ele disse que nunca tinha visto nada parecido”, disse. O doutor receitou pomada com esteroides para tratar a bolha. No entanto, o tratamento não deu muito certo. A paciente teve de ser operada para tirar a granuloma, como é chamado o problema.

Ainda de acordo com o médico, a bolha pode ter sido causada por algum dos instrumentos utilizados no salão e que não estavam bem esterilizados. “As mulheres têm que observar isso. Eu nunca vi nada sendo limpo. Procure sempre quem você confia”, disse Brittany.

Fonte: Metrópoles

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Especialistas morrem em explosão de bomba da II Guerra

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/ © DR

Dois especialistas em desminagem, um britânico e um australiano, morreram na explosão de uma bomba da Segunda Guerra Mundial que estavam tentando desarmar nas Ilhas Salomão, disseram hoje autoridades locais.

Segundo a agência de notícias AFP, a polícia local disse que os dois homens, que trabalhavam para a organização não-governamental Norwegian People’s Aid (NPA), armazenaram bombas sem permissão numa área residencial de Honiara, tendo ocorrido a explosão na tarde de domingo.

A organização não-governamental (ONG) norueguesa indicou que o britânico Stephen “Luke” Atkinson e o australiano Trent Lee estavam participando na criação de um banco de dados sobre munições não detonadas no arquipélago.

“Não sabemos exatamente o que causou a explosão da bomba, mas investigações preliminares indicam que tinham vários UXO na residência e poderiam estar trabalhando nelas”, declarou o inspetor.

De acordo com Tunuki, a polícia não sabia que a munição estava armazenada lá e, se soubesse, teria insistido para que fosse levada a um centro de desminagem adequado.

Tunuki alegou que as bombas já foram removidas do local e que a área está segura novamente.

A NPA disse que as suas atividades nas Ilhas Salomão foram temporariamente suspensas durante a investigação da explosão “devastadora”.

“A investigação deve ser concluída antes que uma conclusão possa ser tirada sobre a causa dos eventos”, disse a organização num comunicado.

A explosão ocorreu no escritório da ONG, disse o inspetor de polícia local Clifford Tunuki, acrescentando que, de acordo com os primeiros elementos da investigação, os dois homens estariam a trabalhar nas bombas não detonadas (UXO) numa área residencial, sem autorização para tal.

“Não sabemos exatamente o que causou a explosão da bomba, mas investigações preliminares indicam que tinham vários UXO na residência e poderiam estar trabalhando nelas”, declarou o inspetor.

De acordo com Tunuki, a polícia não sabia que a munição estava armazenada lá e, se soubesse, teria insistido para que fosse levada a um centro de desminagem adequado.

Tunuki alegou que as bombas já foram removidas do local e que a área está segura novamente.

A NPA disse que as suas atividades nas Ilhas Salomão foram temporariamente suspensas durante a investigação da explosão “devastadora”.

“A investigação deve ser concluída antes que uma conclusão possa ser tirada sobre a causa dos eventos”, disse a organização num comunicado.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Carta com substância letal é enviada à Casa Branca, diz imprensa norte-americana

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Uma carta com uma substância suspeita foi interceptada pelo serviço postal da Casa Branca durante esta semana. A informação foi divulgada no sábado (19) por meios da imprensa local. Segundo os veículos, fontes do FBI confirmaram a presença de ricina dentro de um envelope. A substância é letal e pode ser naturalmente extraída da mamona. 

Fontes do Serviço Secreto disseram ao jornal “The New York Times” que o envelope foi enviado de um endereço no Canadá. Segundo a publicação, o material tóxico foi recolhido antes de chegar ao centro de distribuição que fica dentro da sede do governo norte-americano. 

A rede de notícias CNN também citou fontes ligadas a segurança nacional para dizer que dois testes foram feitos para comprovar a presença de ricina. Ela disse também que a carta seria endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo a agência de notícias Reuters, a polícia federal norte-americana confirmou a investigação sobre uma “carta suspeita” enviada para o serviço postal, mas disse que não há, “neste momento”, ameaça à segurança pública. 

Todas as correspondências endereçadas para a Casa Branca passam por uma triagem em busca de produtos tóxicos ou perigosos, como medida de segurança. Em 2013, uma carta com ricina foi enviada para o então presidente Barack Obama. Ela foi interceptada pelo Serviço Secreto. 

A ricina é uma toxina que tem origem na mamona e que pode matar uma pessoa apenas com uma pequena quantidade. Os sintomas de contaminação podem ser confundidos com os de uma pneumonia, já que a vítima tem problemas respiratórios, febre, tosse, enjoo e rigidez no peito.

Fonte: G1

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Argentina estende por mais três semanas quarentena mais prolongada do mundo

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A quarentena argentina vai continuar até, pelo menos, dia 11 de outubro, totalizando 205 dias. No interior do país, haverá um endurecimento das medidas de restrição. Metade da população rejeita a rigidez das medidas de isolamento. 

Ciente do cansaço social após 182 dias de quarentena, pela primeira vez o presidente Alberto Fernández não apareceu para anunciar a 12.ª extensão do isolamento social obrigatório, iniciado em 20 de março. “A partir do diálogo constante com os especialistas e com os governadores de todo o país, decidimos manter as medidas de cuidado até domingo, 11 de outubro”, diz o anúncio oficial emitido por vídeo através das redes sociais. 

O comunicado evitou usar o termo “quarentena”, substituindo-o por “medidas de cuidado”. Além disso, para evitar mais desgaste político, foi deixado para os governadores de cada província o anúncio das medidas de endurecimento. “As autoridades locais serão as que determinarão as novas indicações para cada território. O governo nacional recomenda incrementar as restrições para diminuir a circulação das pessoas”, indica a declaração oficial. 

Enquanto os países vizinhos experimentam uma estabilidade de casos ou mesmo uma diminuição do número de contágios, a Argentina observa um aumento de casos, o que faz do país o décimo com mais infecções acumuladas, apesar de ser um dos que menos testes faz. A onda de contágios na Argentina avança pelo interior do país, onde o sistema de saúde é mais frágil.

“Em maio, o interior representava apenas 7% dos contágios enquanto a área metropolitana de Buenos Aires respondia por 93%. Agora, o interior representa 49,2%, quase a mesma porcentagem de Buenos Aires com 50,8%. Na área metropolitana da capital, a curva de contágios é alta, mas estável”, exemplifica o anúncio oficial, apontando uma ocupação de 67,3% das UTI.

A quarentena argentina tem perdido o amplo apoio popular inicial e é agora rejeitada por 53,4% dos argentinos, de acordo com uma sondagem da consultora Giacobbe. 

Ao mesmo tempo, a popularidade do presidente Alberto Fernández, que em março registrava uma taxa de aprovação popular de 67,8%, desceu agora para 37,1%. A imagem negativa superou a positiva, passando a 48,5%. “O presidente Alberto Fernández perdeu tudo aquilo que conquistou durante o começo da quarentena. Voltou ao baixo patamar que tinha ao assumir o cargo em dezembro”, explica à RFI o analista político Jorge Giacobbe. 

Nas últimas semanas, o presidente passou a negar que exista uma quarentena, preferindo eufemismos como “isolamento sanitário” e “medidas de cuidado”. “Os jornais podem publicar que estamos em quarentena, mas é mentira. É falso”, insiste Alberto Fernández. 

A Argentina não permite aulas presenciais e o uso dos transportes públicos para quem não for funcionário de um trabalho considerado essencial. A circulação de pessoas e de veículos necessita de permissão especial. Não são autorizados os deslocamentos de cidadãos entre municípios e províncias. Não há voos domésticos nem internacionais. Estão proibidas as reuniões de amigos e familiares que não convivam e a permanência de crianças nas ruas das áreas mais povoadas do país.

Fonte: G1

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