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Passageiros filmam desespero em voo durante turbulência severa

Redação Encarando

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Uma turbulência severa assustou passageiros e tripulantes de um voo da ALK Airlines que viajava de Kosovo para a Suíça. Imagens gravadas dentro da aeronave e divulgadas nessa segunda-feira (17/06/2019) mostram um carrinho com bebidas e comidas, inclusive café e chá quentes, caindo em cima das pessoas.

Além disso, é possível ouvir muita gente gritando e algumas até rezando durante os momentos de tensão. A turbulência teve início cerca de meia hora após a decolagem e durou por volta de cinco minutos. Ao pousarem na Basileia, nove pessoas tiveram de ser levadas para o hospital com ferimentos leves.

“As pessoas começaram a gritar e chorar. Uma das comissárias largou o carrinho da comida, que bateu teto. Os copos voaram e alguns passageiros ficaram queimados com a água quente”, afirmou uma passageira ao jornal suíço Minuten. Assista:

Fonte: Metrópoles

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ONU pede à Armênia e ao Azerbaijão que respeitem cessar-fogo

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Reuters

Os países-membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pediram à Armênia e ao Azerbaijão que respeitem o cessar-fogo, previsto para entrar em vigor no domingo (18), na região de Nagorno-Karabakh.

Numa reunião a portas fechadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, o Conselho de Segurança analisou a situação do pequeno território montanhoso, onde o reinício dos combates, em 27 de setembro, já deixou centenas de vítimas.

No encontro, organizado a pedido da França, da Rússia e dos Estados Unidos, os 15 países-membros do conselho juntaram-se ao apelo do secretário-geral da ONU, António Guterres, para que a trégua seja respeitada.

No sábado 17), Guterres condenou os ataques contra a população de Nagorno-Karabakh, em violação da trégua humanitária, acertada no mesmo dia.

“Todas as intervenções dizem a mesma coisa: a situação é má, e as duas partes devem parar e levar em conta os apelos do secretário-geral para um cessar-fogo”, afirmaram vários diplomatas.

A Rússia, que ocupa atualmente a presidência rotativa do conselho, trabalha em uma declaração nesse sentido, acrescentaram.

O texto, cujo conteúdo deverá ser aprovado esta semana pelos países-membros, vai também recomendar à Armênia e ao Azerbaijão que retomem as negociações sob a intermediação do grupo de Minsk, codirigido pela França, Rússia e os Estados Unidos.

Origem do conflito

A região de Nagorno-Karabakh, cuja população é maioritariamente armênia cristã, separou-se do Azerbaijão, muçulmano xiita turcófono, pouco antes da dissolução da antiga União Soviética, em 1991.

A secessão desencadeou uma guerra que causou 30 mil mortos. Em 1994, entrou em vigor um cessar-fogo, marcado por vários conflitos esporádicos, até 27 de setembro passado.

A “trégua humanitária”, que deveria ter entrado em vigor no domingo (18) foi ignorada pelos dois lados, com acusações mútuas sobre novos ataques na segunda-feira. Um primeiro cessar-fogo negociado por Moscou para 10 de outubro nunca foi respeitado.

A ONU adotou quatro resoluções sobre esse conflito no início dos anos 90. Os combates atuais, os mais violentos desde 2016, já entraram na quarta semana.

Fonte: Agência Brasil

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Bombardeio em área residencial deixa 13 mortos na 2ª maior cidade do Azerbaijão

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O governo do Azerbaijão informou neste sábado (17) que 13 civis foram mortos e mais de 50 ficaram feridos na cidade de Ganja, a segunda maior do país, em um bombardeio atribuído à Armênia. Segundo o Azerbaijão, dois projéteis atingiram edifícios residenciais. Já o governo da Armênia acusa o Azerbaijão de bombardeios contínuos no país. 

Essa troca de acusações ocorre em meio à violação a uma trégua mediada pela Rússia, que já durava uma semana, mas que não conseguiu deter os piores combates no sul do Cáucaso desde os anos 1990. 

Jornalistas da agência de notícias AFP flagraram um prédio destruído em Ganja pelo míssil. Por volta das 3h, vizinhos fugiam da área aos prantos, alguns de pijama.

O presidente azeri, Ilham Aliyev, acusou a Armênia de cometer um crime de guerra ao bombardear Ganja. “Se a comunidade internacional não punir a Armênia, nós o faremos”, disse ele. 

Aliyev afirmou ainda que o exército azeri assumiu completamente o controle de duas regiões antes controladas por separatistas, Fizuli e Jabrail. “Estamos dominando o campo de batalha”, disse ele, acrescentando que as forças armadas azeris nunca tiveram como alvo assentamentos civis.

O Ministério da Defesa da Armênia nega os bombardeios e acusa o Azerbaijão de continuar a bombardear áreas povoadas no território de Nagorno-Karabakh, incluindo Stepanakert, a maior cidade da região. Esse território é povoado e governado por armênios e tem sido alvo de disputa pelos dois países (leia mais abaixo)

Dezenas de socorristas trabalhavam em Ganja em busca de sobreviventes. Segundo moradores, mais de 20 pessoas viviam na área atingida. Um vizinho disse ter visto um menino, duas mulheres e quatro homens serem retirados dos escombros.

O gabinete da Procuradoria-Geral do Azerbaijão disse que o bombardeio na área residencial em Ganja por ataques de mísseis atingiu cerca de 20 prédios de apartamentos. A Armênia negou a acusação. 

“Há dias que vivemos com medo. Estamos sofrendo muito. Preferíamos morrer. Eu gostaria que estivéssemos mortos, mas nossos filhos sobreviveriam”, disse a moradora de Ganja Emina Aliyeva, de 58 anos. 

Uma autoridade do Azerbaijão afirmou que um segundo míssil atingiu uma área industrial de Ganja ao mesmo tempo, mas não deu detalhes. A cidade, de mais de 300 mil habitantes, foi atingida no último domingo por outro míssil, que deixou 10 mortos. 

Jornalistas da AFP em Mingecevir, quarta maior cidade do país, localizada a cerca de uma hora de Ganja, afirmaram terem ouvido uma explosão que fez os imóveis tremerem por volta do mesmo horário. A cidade é protegida por uma represa com um sistema antimísseis. Não há se sabe ainda se os mísseis foram destruídos em pleno voo ou se atingiram a cidade.

Fonte: G1

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Europa se prepara para segunda onda de Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Yara Nardi/Reuters

Países europeus começaram a fechar escolas e cancelar cirurgias, indo muito além das restrições à vida social agora que autoridades sobrecarregadas enfrentam o ressurgimento da covid-19 às vésperas da chegada do inverno.

A maioria da nações da Europa amenizou seus lockdowns durante o verão para começar a reativar as economias já a caminho de retrações e cortes de empregos inéditos, resultantes da primeira onda da pandemia.

Mas a volta das atividades normais – de restaurantes cheios a novos semestres nas universidades – desencadeou um pico acelerado de casos em todo o continente.

Bares e pubs foram dos primeiros a fechar ou ser obrigados a encurtar o expediente nos novos lockdowns, mas agora as taxas de infecção crescentes também estão testando a determinação dos governos a manter as escolas abertas e os atendimentos de saúde não relacionados à covid em funcionamento.

A República Tcheca, que tem o pior índice per capita europeu, trocou o ensino presencial pelo virtual e os hospitais começaram a suspender operações sem urgência para liberar leitos. Bares, restaurantes e clubes fecharam.

“Às vezes estamos à beira do choro, isso acontece com bastante frequência agora”, disse Lenka Krejcova, chefe de enfermagem do hospital Slany, no noroeste de Praga, enquanto operários corriam pelos corredores para transformar uma ala geral em um departamento para pacientes infectados com o novo coronavírus.

Nesta quarta-feira, as autoridades de Moscou disseram que adotarão o ensino virtual para muitos estudantes a partir de segunda-feira, e a Irlanda do Norte anunciou um fechamento de duas semanas das escolas.

As grandes economias europeias da Alemanha, Reino Unido e França vêm resistindo à pressão para fechar as escolas, uma medida que criou transtornos para a força de trabalho durante os lockdowns de primavera, já que os pais tiveram que se dividir entre os cuidados com os filhos e o trabalho em casa.

A Holanda retomou um lockdown parcial nesta quarta-feira (14), fechando bares e restaurantes, mas manteve as escolas abertas.

As infecções europeias vêm se mantendo em uma média de quase 100 mil por dia, obrigando governos a adotarem uma variedade de restrições severas, e cada um deles tenta calibrá-las para proteger a saúde sem destruir os meios de subsistência.

“É uma bagunça, é uma bagunça, meu filho, o que posso dizer? Realmente não sabemos o que será de nós”, disse um aposentado italiano em Roma.

Fonte: Agência Brasil

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