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China e EUA anunciam trégua ao final de reunião do G20 no Japão

Redação Encarando

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Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, concordaram neste sábado (29), em Osaka, no Japão, em retomar negociações comerciais após uma reunião bilateral, que ocorreu no último dia do encontro de cúpula do G20 – grupo dos países mais ricos, mais a União Europeia.

“Tivemos uma reunião muito boa com o presidente chinês Xi. Eu diria que excelente”, afirmou Trump. A agência de notícias chinesa Xinhua informou que as negociações, interrompidas em maio, serão retomadas e que Washington desistiu da ameaça de impor novas tarifas de importação que teriam afetado 500 bilhões de dólares em produtos chineses importados.

“Estamos de volta aos trilhos e vamos ver o que acontece”, disse Trump a repórteres, depois de uma reunião de 80 minutos com o presidente chinês.

A trégua é similar a uma que foi declarada pelos dois presidentes na cúpula do G20 do ano passado em Buenos Aires, embora meses depois a guerra comercial tenha recomeçado. Trump disse que, embora não pretenda suspender as tarifas de importação existentes, ele vai evitar impor novas cobranças em bens chineses adicionais.

“Estamos segurando as tarifas e eles comprarão produtos agrícolas”, disse, sem dar detalhes sobre compras futuras de produtos agrícolas pela China. “Se chegarmos a um acordo, será um evento muito histórico”, afirmou.

O presidente dos Estados Unidos não estabeleceu um cronograma para o que chamou de acordo complexo, mas disse que não estava com pressa. “Quero fazer direito”, disse.

Fonte: Notícias ao Minuto

Mundo

Brasileira está entre as vítimas de atentado na França, informa Itamaraty

Laurivânia Fernandes

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Uma brasileira de 44 anos está entre as três vítimas de um atentado a faca ocorrido nesta quinta-feira (29) dentro da Basília de Notre-Dame de Nice, na França, informou o Itamaraty.

O Ministério das Relações Internacionais não revelou seu nome, mas disse que ela tem três filhos e mora na França.

Segundo a agência RFI, a vítima é a baiana Simone Barreto Silva, que vivia no país havia 30 anos e trabalhava como cuidadora de idosos.

Um agressor com uma faca matou três pessoas –duas mulheres e um homem– na basílica de Notre-Dame de Nice, na França, por volta das 9h (horário local, 5h no Brasil) desta quinta.

Segundo a polícia, uma mulher de cerca de 70 anos foi degolada, e o sacristão da igreja também foi morto a facadas dentro do edifício –ambos tinham cortes na garganta. Identificado como Vicente, ele tinha cerca de 55 anos, dois filhos e abria a igreja às 8h30 todas as manhãs.

Em nota, o governo brasileiro disse que “deplora e condena veementemente o atroz atentado”.

“O presidente Jair Bolsonaro, em nome de toda a nação brasileira, apresenta suas profundas condolências aos familiares e amigos da cidadã assassinada em Nice, bem como aos das demais vítimas, e estende sua solidariedade ao povo e governo franceses”, diz a nota.

O comunicado segue dizendo que “o Brasil expressa seu firme repúdio a toda e qualquer forma de terrorismo, independentemente de sua motivação, e reafirma seu compromisso de trabalhar no combate e erradicação desse flagelo, assim como em favor da liberdade de expressão e da liberdade religiosa em todo o mundo”.

A nota diz ainda que o governo manifesta em especial “sua solidariedade aos cristãos e pessoas de outras confissões que sofrem perseguição e violência em razão de sua crença”.

O Itamaraty disse que, por meio do Consulado-Geral em Paris, presta assistência consular à família da cidadã brasileira vítima do ataque terrorista.

Fonte: Folhapress

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Mundo

Alemanha e França anunciam lockdown parcial após explosão de casos de Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Os governos da Alemanha e da França anunciaram nesta quarta-feira (28) um lockdown parcial para conter a segunda onda do novo coronavírus nos dos países. A Europa vive um aumento rápido dos casos de Covid-19, considerada uma segunda onda da pandemia. 

No caso alemão, bares, restaurantes e outros estabelecimentos ficarão fechados por quatro semanas a partir de segunda (2), mas escolas e comércio permanecem abertos. 

Já na França, as restrições começam nesta sexta-feira (30) e durarão até 1ª de dezembro, no mínimo, e os comércios não essenciais também permanecerão fechados. Só escolas e atividades consideradas fundamentais ficam abertas. 

Veja mais detalhes abaixo

  • Alemanha

Em reunião com autoridades locais, a chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que os números da Covid aumentaram rápido demais no país e que o nível dos contágios fugiu de controle. 

“Estamos agora em um ponto em que, pela média nacional, não sabemos mais de onde vieram 75% das infecções. Só conseguimos verificar 25%”, explicou Merkel.

A decisão foi tomada depois que autoridades de saúde alemãs registraram quase 15 mil novos casos em 24 horas — o maior número de diagnósticos diários no país desde o início da pandemia. São mais de 449 mil casos de Covid-19 desde o começo da crise sanitária na Alemanha. 

Segundo o governo alemão, os hospitais do país ainda têm capacidade de lidar, em número de leitos, com os infectados pela doença. Porém, há o temor de que a ocupação hospitalar se torne um problema nas próximas semanas.

A decisão foi tomada depois que autoridades de saúde alemãs registraram quase 15 mil novos casos em 24 horas — o maior número de diagnósticos diários no país desde o início da pandemia. São mais de 449 mil casos de Covid-19 desde o começo da crise sanitária na Alemanha. 

Segundo o governo alemão, os hospitais do país ainda têm capacidade de lidar, em número de leitos, com os infectados pela doença. Porém, há o temor de que a ocupação hospitalar se torne um problema nas próximas semanas.

  • França

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a retomada de medidas como o fechamento de bares, restaurantes e comércios e a volta da exigência de atestados para que as pessoas possam circular nas ruas. 

Para ele, o impacto da segunda onda da Covid-19 será pior do que o primeiro pico da doença no país, entre março e abril. 

“A segunda onda será sem dúvidas mais dura e mortal do que a primeira”, disse Macron.

Fonte: G1

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Mundo

Sputnik V: Rússia pede autorização de emergência à OMS para lançar vacina

Laurivânia Fernandes

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A Rússia anunciou nesta terça-feira (27/10) que pediu à Organização Mundial de Saúde (OMS) uma autorização de emergência para o uso da vacina contra a Covid-19, Sputnik V.

Segundo a imprensa internacional, o fundo estatal russo que coordena a produção da vacina apresentou pedidos à organização para o registro urgente da Sputnik V na Lista de Uso de Emergência (EUL, sigla em inglês) e para pré-qualificação do tratamento, indicado para pacientes entre os 18 e os 60 anos.

A vacina russa- a primeira a ser registada em 11 de agosto deste ano – tem sido vista com desconfiança pela comunidade científica, tanto pela celeridade da sua criação, bem como pelo fato do instituto responsável pelo seu desenvolvimento não ter produzidonenhuma vacina nos últimos 30 anos. Ainda assim, cerca de 50 países já realizaram encomendas de doses daSputnik V.

A vacina russa- a primeira a ser registada em 11 de agosto deste ano – tem sido vista com desconfiança pela comunidade científica, tanto pela celeridade da sua criação, bem como pelo fato do instituto responsável pelo seu desenvolvimento não ter produzidonenhuma vacina nos últimos 30 anos. Ainda assim, cerca de 50 países já realizaram encomendas de doses daSputnik V.

Vale lembrar que em 25 de setembro a OMS divulgou os critérios para avaliar as vacinascandidatas para potencial uso de emergência.

Fonte: Notícias ao Minuto

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