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Explosão de foguete em base russa aumenta radioatividade

Laurivânia Fernandes

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A explosão de um foguete numa base militar perto da cidade de Severodvinsk, no norte da Rússia deixou dois mortos na última madrugada e causou um aumento nos níveis de radioatividade na região, o que levou ao fechamento de parte do Mar Branco para o transporte marítimo.

“Os sensores do Sistema de Controle da Situação Radioativa em Severodvinsk registraram um breve aumento do pico de radiação”, informou o governo local.

A informação contradiz o Ministério da Defesa russo que negou qualquer alteração nos níveis radioatividade.

Segundo a agência de notícias RIA, o governo afirmou que a explosão em uma base militar na região de Arkhangelsk não liberou substâncias perigosas na atmosfera.

Autoridades locais, porém, afirmaram em nota que a explosão provocou um breve aumento da radioatividade na área. Devido ao incidente, a região do Mar Branco próxima ao local da explosão precisará ser isolada por um mês.Segundo as autoridades de Severodvinsk, cidade portuária às margens do Mar Branco e ponto da principal base naval russa no Ártico, a radiação começou a diminuir na sequência.

Duas horas depois, o nível da radiação era de “0,11 microsievert por hora, de um máximo permitido de 0,60 microsievert”, explicou nota do governo.

Nível de radioatividade

As autoridades de Severodvinsk, cidade com cerca de 190 mil habitantes, garantem que a situação não provocou um aumento do nível de radioatividade na área das empresas que trabalham na região.Citando dados do Ministério de Emergências, o Greenpeace disse que os níveis de radiação subiram 20 vezes em relação ao normal na cidade.

O grupo ambiental pediu que o órgão de proteção ao consumidor da Rússia explicasse o que causou essa alteração e se ela representava um risco à saúde.Segundo o Ministério de Defesa da Rússia, a explosão aconteceu durante testes com “um motor a reação de combustível líquido”.

Dois militares morreram e outros seis ficaram feridos.A base é usada para testes de armas, inclusive mísseis balísticos utilizados pela Marinha russa. Esse é o segundo incidente militar que ocorreu no país nesta semana.

Na segunda-feira, uma série de explosões num depósito de uma base na Sibéria deixou um morto e 13 feridos.

Fonte: Agência Brasil

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Começa processo de julgamento do impeachment de Trump no Senado

Laurivânia Fernandes

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Foto: Drew Angerer/AFP

Os sete representantes da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos entregaram ao Senado o processo de impeachment contra o presidente Donald Trump nesta quinta-feira, 16. Cumprindo o ritual previsto, o deputado democrata Adam Schiff leu na tribuna os dois crimes políticos cometidos pelo líder americano – abuso de poder e obstrução do Congresso. Com iniciativa, começa o processo de julgamento de Trump pelos senadores, a ser presidido pelo presidente da Suprema Corte de Justiça, John Roberts. Não há prazo para seu encerramento.

O julgamento foi aberto justamente no dia em que o Escritório de Prestação de Contas do Governo, um órgão de controle vinculado à Câmara dos Deputados, concluiu que Trump violou a legislação americana ao suspender a assistência militar à Ucrânia. Esse foi o instrumento de pressão do presidente americano para forçar o governo ucraniano a investigar os negócios de John Biden, seu potencial concorrente nas eleições de 2020, e de seu filho Hunter.

A Câmara havia aprovado o envio do processo de impeachment ao Senado na quarta-feira 15, com 228 votos a favor e 193 contra. O julgamento de Trump tenderá para sua absolvição, dada a composição da câmara alta.  Os republicanos detém a maioria de 53 dos 100 senadores. Três deles, porém, devem votar pelo impeachment ou se abster. Para condenar o presidente serão necessários 66 votos – dois terços do plenário.

Fonte: Veja

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Presidente Piñera propõe reforma da Previdência após protestos no Chile

Laurivânia Fernandes

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Foto: Adriano Machado/Reuters

 O presidente do Chile, Sebastian Piñera, anunciou na quarta-feira que enviará um projeto de lei ao Congresso nesta semana para reformar o atual sistema previdenciário, que deixa muitos aposentados vivendo em situação de pobreza e tem sido uma das principais queixas dos manifestantes que protestam há meses.

Em um pronunciamento de rádio e televisão, Piñera disse que vai propor um aumento de 6% na contribuição previdenciária por trabalhador.

O sistema de pensões do Chile é formatado no esquema de capitalização, em que os trabalhadores pagam pelo menos 10% de seus salários por mês para fundos com fins lucrativos, chamados de Administradores de Fundos de Pensões (AFPs). O ajuste proposto implica um aumento de 3% na contribuição do empregador.

Além disso, os empregadores contribuiriam com outros 3% para um fundo estatal destinado a melhorar as aposentadorias atuais e futuras.

O sistema de pensões e as AFPs foram duramente criticadas em protestos que começaram em meados de outubro e deixaram pelo menos 27 pessoas mortas, milhares de presos e várias propriedades danificadas.

Muitos chilenos vivem com pensões significativamente inferiores ao salário mínimo, mesmo que tenham trabalhado a maior parte de suas vidas.

Piñera disse que a reforma significa que agora nenhum aposentado ficará abaixo da linha da pobreza e que ninguém que tenha contribuído para o sistema de pensões por mais de 30 anos estará vivendo com valores abaixo do salário mínimo atual.

“Esta nova reforma representa uma mudança estrutural e cria um novo sistema de aposentadoria”, afirmou Piñera, acrescentando que a medida beneficiará 1 milhão de aposentados.

Piñera, cujo irmão introduziu o sistema previdenciário atual durante a era de Augusto Pinochet, disse logo após o início dos protestos que aumentaria o alcance de um projeto de reforma previdenciária existente que estava a caminho do Congresso.

Em seu discurso na quarta-feira, Piñera disse que a reforma implicaria um custo “significativo” para o Estado, sem divulgar os números.

Fonte: Reuters

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Maduro diz estar pronto para ‘arrebentar os dentes’ de Brasil e Colômbia

Karytha Leal

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Em discurso anual de prestação de contas, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, afirmou que as Forças Armadas venezuelanas estão prontas para “arrebentar os dentes” do Brasil e da Colômbia em caso de uma agressão militar por parte desses países, segundo relato da agência EFE.

— Se se atrevem, vamos arrebentar seus dentes para que aprendam a respeitar a Força Armada Nacional Bolivariana e o povo de (Simón) Bolívar — declarou na terça-feira (14), diante da Assembleia Nacional Constituinte, composta apenas por governistas.

Maduro disse ainda que conhece os “planos imperiais” da “oligarquia colombiana” e do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

o mesmo discurso, Maduro se declarou disposto a aceitar o acompanhamento da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia e de outros órgãos internacionais durante as eleições da Assembleia Legislativa de 2020, ainda sem data para ocorrer. Maduro descartou, no entanto, receber a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o seu respectivo secretário-geral, Luis Almagro. 

— Portas abertas ao acompanhamento internacional. Welcome, welcome! — disse Maduro. — Quem não entrará nesse país é Luis Almagro, aquele canalha (…). OEA e Almagro não entrarão nunca mais na Venezuela — afirmou. 

A Organização dos Estados Americanos (OEA) atuou como observadora durante as últimas eleições presidenciais na Bolívia e apontou irregularidades que culminaram na renúncia de Evo Morales, um dos principais aliados de Maduro.  

Maduro também disse estar aberto para que o Poder Eleitoral, acusado pela oposição de servir ao chavismo, possa “prestar mais apoio” durante as eleições legislativas. Por lei, a prestação de contas do presidente deve ser feita na Câmara, único poder controlado pela oposição no país. Porém, na prática a Assembleia Constituinte assumiu essa função depois que a sede do Legislativo se tornou um órgão rejeitado pelo governo.

A oposição, cujos principais partidos políticos boicotaram as eleições presidenciais de 2018, ainda não decidiu se participará do processo eleitoral prestes a acontecer. O líder da oposição, Juan Guaidó, que em 23 de janeiro do ano passado reivindicou a presidência interina da Venezuela -reconhecido por mais de 50 países, incluindo o Brasil- exige uma nova eleição presidencial. 

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