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Derrotado em primárias, Macri fala em ‘redobrar esforços’ por reeleição

Laurivânia Fernandes

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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, reconheceu derrota nas eleições primárias realizadas no país neste domingo 11, antes mesmo da divulgação dos primeiros resultados provisórios da votação pelo Ministério do Interior. Em discurso a partidários, Macri disse que a “eleição ruim” obriga sua chapa a “redobrar esforços” pelo sucesso nas eleições presidenciais, em outubro.

Com 80,35% das urnas apuradas, Alberto Fernández, da Frente de Todos, que tem a ex-presidente  Cristina Kirchner como candidata a vice, obteve 47,1% do votos, uma vantagem de quase 15 pontos percentuais para Macri, da coalizão Juntos pela Mudança, que tem 32,48%. Na terceira posição vem o ex-ministro Roberto Lavagna, do Consenso Federal, com 8,41%.

“Tivemos uma eleição ruim e isso nos obriga, a partir de amanhã, a redobrar os esforços para que em outubro consigamos o apoio necessário para continuar com a mudança”, disse Macri em um breve pronunciamento no comitê de campanha da Juntos pela Mudança.

“Claramente estamos dando tudo pelo nosso querido país. Dói que hoje não tenhamos tido todo o apoio que esperávamos, mas, a partir de manhã, todos somos mais responsáveis que este país vá em frente. Portanto, é dormir e recomeçar a trabalhar amanhã de manhã”, disse Macri para seus simpatizantes.

O presidente estava cercado por aliados, entre eles a governadora da província de Buenos Aires, María Eugenia Vidal, e o prefeito da capital, Horacio Rodríguez Larreta. Ambos tentam a reeleição. Vidal, porém, também sofreu uma derrota similar para o kirchnerista Alex Kicillof. Já Larreta foi o mais votado na cidade de Buenos Aires.

No discurso, Macri ressaltou que os argentinos estão decidindo nestas eleições os próximos 30 anos da Argentina e pediu que a opção seja por uma candidatura que fortaleça ainda mais a democracia.

O candidato da Juntos pela Mudança reconheceu que o país vive tempos difíceis, em uma clara referência à crise econômica iniciada em abril do ano passado por uma abrupta desvalorização do peso, mas disse que, junto com a população, pode fazer mais e retirar a Argentina dessa situação se for reeleito.

“Estou aqui para ajudá-los, estou aqui porque amo este país e porque acredito em cada um dos senhores e no que juntos todos podemos fazer. É muito importante que todos sigamos dialogando neste país e tentando explicar ao mundo o que é que queremos. Isolados do mundo nós não temos futuro”, afirmou Macri.

Fonte: Veja

Mundo

Padre desvia R$ 400 mil de doações a paróquia para gastar com homens

Laurivânia Fernandes

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Um padre católico foi preso por suspeita de desviar cerca de R$ 400 mil da paróquia que cuidava e usar o dinheiro com homens conhecidos por meio do aplicativo de paquera Grindr. Ele também teria feito outras despesas ilícitas.

Joseph McLoone, de 56 anos, que reside na cidade de Downingtown, no estado americana da Pensilvânia, cuidava dos fiéis desde 2010. Há um ano, suspeitas sobre seu comportamento começaram a ser levantadas.

Os investigadores descobriram que o clérigo mantinha uma conta secreta na qual depositava os valores desviados das doações, segundo a revista Philadelphia Magazine. Com isso, ele não apenas transferia dinheiro para homens que conhecia pelo aplicativo, como bancava uma vida de luxos que incluiu até mesmo o aluguel de uma casa de veraneio em Nova Jersey.

Fonte: Metrópoles

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Mundo

Bilionário David Koch morre aos 79 anos

Laurivânia Fernandes

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O bilionário David Koch, das Indústrias Koch, morreu nesta sexta-feira (23) aos 79 anos, informou o irmão dele, Charles Koch.

“É com o coração pesado que eu tenho que informá-los da morte de David”, declarou Charles Koch. “Ele fará muita falta, mas nunca será esquecido”.

Charles e David Koch foram classificados pela “Bloomberg” como o 7º e 8º homens mais ricos do mundo, respectivamente, com fortunas de US$58,7 bilhões (R$ 240 bilhões) cada – que acumularam com uma grande participação acionária nas Indústrias Koch.

O conglomerado, sediado em Wichita, no Kansas, tem receita anual de cerca de US$ 110 bilhões (R$ 450 bilhões). É a segunda maior companhia americana de capital fechado em receita.

Os Koch ficaram conhecidos por uma vasta rede política que construíram que se tornou popularmente conhecida como “Kochtopus” – trocadilho em inglês para o sobrenome deles unido à palavra “octopus”, que significa “polvo”.

O bilionário, que morava em Nova York, foi doador generoso para causas políticas conservadoras, assim como para grupos educacionais, médicos e culturais, diz a Associated Press.

David Koch lutou contra um câncer de próstata por 20 anos. Em 2007, ele doou US$ 100 milhões (cerca de R$ 408 milhões) para criar o Instituto David H. Koch para Pesquisa Integrativa sobre o Câncer no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

Também deu milhões à Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, ao Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, ao M.D. Anderson Cancer, em Houston, e a outras instituições.

O Museu Nacional de História Natural do Smithsonian nomeou, em sua homenagem, uma ala dedicada à história da evolução humana ao longo de 6 milhões de anos. David Koch doou US$ 15 milhões (R$ 61 milhões) para financiar o salão.

Também foi o candidato a vice-presidente do Partido Libertário em 1980.

Fonte: G1

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Mundo

Coréia do Sul pretende minimizar disputa comercial com Japão

Laurivânia Fernandes

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A Coréia do Sul informou nesta sexta-feira que vai tentar minimizar as possíveis conseqüências da disputa comercial com o Japão, que pode aumentar ainda mais com a decisão coreana de encerrar um pacto militar de compartilhamento de informações. com o vizinho.

“Vamos administrar de perto a situação para garantir que o impacto econômico negativo seja minimizado sob todas as circunstâncias”, disse o ministro das Finanças, Hong Nam-ki, em encontro com repórteres em Sejong.

O ministro das Finanças, Hong Nam-ki, conversou com repórteres em Sejong, um centro administrativo localizado a 130 quilômetros a sudeste de Seul, hoje (23). 

Os comentários vieram um dia depois de a Coréia do Sul ter anunciado que não estenderá o Acordo Geral de Segurança de Informações Militares com o Japão, em sua mais forte reação às restrições de exportação do Japão.

Hong disse que a Coréia do Sul manterá registros 24 horas por dia sobre os mercados financeiros e que um plano de contingência está em vigor para lidar com o aumento da volatilidade sobre a decisão de Seul de descartar o pacto militar com o Japão.

“De uma perspectiva econômica, dificuldades e incertezas podem não ser facilmente eliminadas, dependendo de como o Japão reaja” sobre a decisão de encerrar o pacto militar, disse Hong em uma reunião separada com chefes de grupos de pesquisa estatais e independentes em Seul. “É difícil prever como as coisas vão acontecer.”

O mais recente movimento da Coréia do Sul ocorre no momento em que as relações bilaterais mergulharam em seus níveis mais baixos nas últimas décadas devido a uma disputa comercial decorrente do uso de coreanos pelos japoneses durante o período de 1910-1945 na península coreana.

O Japão impôs regulamentações mais rigorosas sobre as exportações para a Coreia do Sul de três materiais – resistentes, gás corrosivo e poliimida fluorada – que são críticos para a produção de semicondutores e displays flexíveis.

O Japão também retirou a Coreia do Sul de sua lista de parceiros comerciais confiáveis ​​em retaliação contra as decisões da Suprema Corte do ano passado na Coreia do Sul, ordenando que as empresas japonesas compensassem as vítimas sul-coreanas de trabalho forçado.

Hong reiterou a exigência da Coreia do Sul de que o Japão acabe com as restrições às exportações, mas a recente disputa entre os vizinhos sugere que eles provavelmente não vão consertar suas amarras e colocar sua cooperação econômica de volta no caminho certo em breve.

Surgiram preocupações de que a guerra comercial entre os dois vizinhos poderia pesar sobre a economia sul-coreana, mas Hong disse que não é hora de revisar a meta de crescimento da Coréia do Sul este ano.

Na quinta-feira, Hong disse aos legisladores que “não será fácil” para a Coreia do Sul atingir sua meta de crescimento de 2,4% ou 2,5%.

Em julho, a Coreia do Sul reduziu suas perspectivas de crescimento econômico para este ano, entre 2,4% e 2,5%, ante previsão anterior de 2,6% a 2,7% em dezembro, citando exportações fracas e investimentos lentos.

A agência global de classificação Standard & Poor’s reduziu drasticamente sua previsão de crescimento para a economia sul-coreana este ano, para 2 por cento da previsão anterior de 2,4 por cento em abril, devido à crescente incerteza sobre as perspectivas do comércio global e o consumo mais fraco.

Em um movimento para revitalizar a economia, Hong disse que o governo está considerando elevar o orçamento do ano que vem para US$ 423,5 bilhões, um aumento de 9% em relação a 2019.

O projeto de orçamento, se aprovado pelo parlamento, aumentaria a dívida nacional da Coreia do Sul para o limite superior de 39% de seu produto interno bruto em 2020, em comparação com 37,2% em 2019.

Fonte: Agência Brasil

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