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Senador dispara contra manifestantes em frente ao Parlamento do Haiti e deixa feridos

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O senador haitiano Jean Marie Ralph Féthière abriu fogo contra manifestantes que protestavam em frente ao Parlamento do Haití , na capital Porto Príncipe, nesta segunda-feira (23). Duas pessoas ficaram feridas: um fotojornalista da Associated Press e um segurança.

De acordo com o jornal “The Guardian”, Féthière – que faz parte da base governista – tentava deixar o Parlamento em um carro, mas não conseguiu passar pelos manifestantes. O senador, então, avisou que efetuaria os disparos se os manifestantes não se dispersassem.

A uma rádio haitiana, o político disse que foi atacado por um grupo de militantes violentos e que se valeu do direito à autodefesa. “Indivíduos armados me ameaçaram. Foi proporcional. Mesma força, mesma resposta”, afirmou.

Fotojornalista da AP foi atingido por estilhaços de bala no rosto após senador efetuar disparos no Haiti — Foto: Andres Martinez Casares/Reuters
Fotojornalista da AP foi atingido por estilhaços de bala no rosto após senador efetuar disparos no Haiti — Foto: Andres Martinez Casares/Reuters

Crise no Haiti

Manifestantes queimam pneus em protesto contra o governo do Haiti em Porto Príncipe — Foto: Andres Martinez Casares/Reuters
Manifestantes queimam pneus em protesto contra o governo do Haiti em Porto Príncipe — Foto: Andres Martinez Casares/Reuters

Os manifestantes participavam de protesto contra a nomeação de Fritz-William Michel ao cargo de primeiro-ministro, que já havia sido adiada em meio à convulsão política no país.

O Haiti vive uma série de protestos contra o presidente Jovenel Moïse – que é o responsável por nomear o premiê – e contra o aumento no custo de vida e falta de combustíveis. Piquetes e barricadas bloquearam ruas pelo país.

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EUA recomendam máscara em ambientes fechados mesmo para quem tomou duas doses de vacina contra covid

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O Centro de Controle de Doenças(CDC, na sigla em inglês), órgão dos Estados Unidos responsável pelo combate às pandemias, voltou atrás e recomendou nesta terça-feira (27) que pessoas que receberam vacina contra o coronavírus voltem a usar máscaras quando estiverem em ambientes fechados, de acordo com a circunstância. 

A preocupação é com a variante delta, que é mais contagiosa, e tem infectado aqueles que já receberam duas doses de vacina, de acordo com relatórios de saúde. 

Quase metade (48,8%) da população americana já recebeu duas doses de vacina, de acordo com a plataforma Our World In Data. São cerca de 163 milhões de pessoas.

Uma recomendação especial foi feita para que, mesmo entre os vacinados, seja mantido o uso de máscaras em escolas por professores, funcionários, alunos e visitantes de escolas.

Em maio, o CDC tinham afirmado que as pessoas plenamente vacinadas não precisavam usar máscaras, nem mesmo em ambientes fechados. Havia uma exceção: no transporte público, todos deveriam manter as máscaras de proteção. 

Governos regionais dão ordem para uso de máscara

Nas últimas semanas, alguns governos regionais dos EUA recomendaram que as pessoas voltassem a usar máscaras em ambientes fechados. 

Foi o caso do Departamento de Saúde Pública do Condado de Los Angeles, na Califórnia. Esse é o mais populoso do país, com 10 milhões de moradores, e inclui a cidade de Los Angeles. Lá, as pessoas receberam a orientação para voltar a usar máscaras quando estiverem em locais públicos fechados. 

Apesar de afirmar que pessoas completamente imunizadas “parecem estar bem protegidas contra infecção com a variante delta”, as autoridades de saúde locais disseram que, como medida de precaução, recomendam “fortemente que as pessoas usem máscaras em locais fechados como supermercados, lojas, teatros, centros de entretenimento e locais de trabalho quando não souberem o status de vacinação de todos os presentes”. 

A recomendação não é uma regra obrigatória, e sim uma orientação à população, mas serviu para lembrar os americanos de que, apesar do sucesso recente do país no combate à Covid-19, a pandemia ainda não acabou.

Aviso de Fauci

Segundo o jornal “The New York Times”, até a semana passada, um porta-voz dos CDC disse que o órgão não pretendia alterar a orientação. 

Houve um encontro na noite do último domingo para reavaliar a diretriz, de acordo com a rede CNN. 

No domingo, o principal especialista em doenças infecciosas dos EUA, o assessor médico da Casa Branca, Anthony Fauci, afirmou que o país está indo na “direção errada” na pandemia do novo coronavírus e em uma “situação desnecessária” de aumento de casos de Covid-19.

Fauci atribuiu o recente crescimento de casos de Covid-19 à parcela da população não vacinada e à variante do vírus.

O especialista disse estar “muito frustrado” e afirmou que a recomendação para que pessoas vacinadas usem máscara está “sob constante consideração” pelas autoridades oficiais de saúde pública do governo. 

Alta nas internações

Os EUA ocupam o primeiro lugar no triste ranking de mortes provocadas pelo coronavírus no mundo. São mais de 600 mil óbitos. Os números despencaram após uma campanha bem-sucedida de vacinação em massa. 

A variante delta, considerada mais contagiosa, tem causado um aumento tanto das infecções como das hospitalizações em todos os estados dos EUA. 

Entre os novos casos, 83% foram infectados pela variante delta do coronavírus. 

A grande maioria (97%) daqueles que precisam ser hospitalizados com infecções pelo coronavírus nos EUA é de pessoas que não foram vacinadas. 

Variante delta nos EUA

A variante delta se tornou prevalente rapidamente nos EUA. No começo de julho, cerca de metade dos infectados tinha sido atingida por essa cepa. Agora, são 83%.

A média de casos confirmados passou de 11,8 mil por dia, no começo do mês, para 34,7 mil atualmente, uma alta de 194% em 12 dias. O patamar ainda está muito abaixo do pico de 250 mil, alcançado no começo de janeiro. 

Já a média de mortes continua abaixo de 300 por dia há quase um mês, muito inferior do recorde de 3,4 mil, que também foi registrado no começo deste ano.

Fonte: G1

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Biden anuncia fim da missão americana no Iraque; EUA vão apoiar tropas locais

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Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o primeiro-ministro do Iraque, Mustafa Al-Kadhimi, anunciaram nesta segunda-feira (26) o fim da missão americana no país do oriente médio. O anúncio foi feito na Casa Branca.

A medida segue a mesma linha da retirada das tropas americanas do Afeganistão, que veio sob o pretexto dos Estados Unidos focarem seus esforços nos problemas futuros do país com países como Rússia e China. 

Porém, diferentemente do que aconteceu no Afeganistão, ainda não se sabe se as tropas alocadas no Iraque irão voltar, já que o que vai ocorrer é uma mudança de missão. Ao invés de combate, os Estados Unidos vão auxiliar no treinamento e apoio a tropas locais.

Os EUA atualmente têm cerca de 2.500 soldados no Iraque concentrados na missão de derrotar o Estado Islâmico como parte da Operação Determinação Inerente, a coalizão global para derrotar o que resta do califado que controlava partes do Iraque e da Síria.

Fonte: CNN


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Não se trata de política, diz OMS após China rejeitar investigação sobre a Covid

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Foto: Yang Bo/China News Service via Getty Images

Todos os países devem trabalhar juntos para investigar a origem do coronavírus que desencadeou a pandemia, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) na sexta-feira (23), um dia depois que a China rejeitou o escopo proposto de uma segunda fase.

O porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, perguntado sobre a rejeição da China, disse a uma reunião de informação da ONU em Genebra: “Não se trata de política, não se trata de um jogo de culpados”.

“Trata-se basicamente de uma exigência que todos nós temos que tentar entender como o patógeno chegou à população humana. Neste sentido, os países têm realmente a responsabilidade de trabalhar em conjunto e de trabalhar com a OMS num espírito de parceria”, declarou.

Na quinta-feira (22), o governo chinês afirmou que não participaria da segunda fase da investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as origens da Covid-19 após a possibilidade de o vírus ter vazado de um laboratório de Wuhan ter sido incluída na proposta.

Zeng Yixin, vice-chefe da comissão nacional de Saúde da China, disse em uma entrevista coletiva em Pequim que ficou “surpreso” ao ver a possibilidade do vazamento de laboratório listado como um objetivo de pesquisa na segunda fase da investigação.

“Em alguns aspectos, o plano da OMS para a próxima fase de investigação da origem do coronavírus não respeita o bom senso e é contra a ciência. É impossível aceitarmos tal plano”, disse Zeng Yixin.

As tensões já vinham desde a última semana. Zhao Lijian, representante do Ministério de Relações Exteriores da China, já havia afirmado que a OMS atingiu uma “conclusão clara” sobre as origens do vírus, e que os indicativos reunidos até então fazem um “vazamento pelo laboratório ser extremamente improvável”.

Além disso, os chineses ressaltaram que “alguns países” têm “politizado” o assunto.

Fonte: CNN

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