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Nações européias criticam lançamento de míssil pela Coreia do Norte

Laurivânia Fernandes

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Seis nações europeias criticaram, em declaração conjunta, a Coreia do Norte pelo teste de um míssil balístico na semana passada.

Enviados da França, Alemanha e de mais quatro países divulgaram a declaração nessa terça-feira (8), depois de o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) debater, em reunião a portas fechadas, o lançamento do míssil, que caiu na Zona Econômica Exclusiva do Japão.

O embaixador da França nas Nações Unidas, Nicolas de Riviere, leu a declaração, segundo a qual o teste “se segue a uma série de lançamentos de mísseis balísticos de curto alcance nas últimas semanas”. Os enviados reiteram que “condenam essas ações provocativas”.

De Riviere disse que esses atos “comprometem a segurança e a estabilidade regional e são uma clara violação às resoluções do Conselho de Segurança da ONU”. Ele pediu que sanções internacionais “permaneçam em vigor e sejam cumpridas integralmente”, apelando à Coreia do Norte a “participar de boa-fé de negociações significativas com os Estados Unidos (EUA)”.

Fontes no conselho dizem que os participantes do encontro se mostraram esperançosos de que a Coreia do Norte e os EUA retomem negociações após a mais recente rodada, realizada no sábado (5).

Fonte: Agência Brasil

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Começa processo de julgamento do impeachment de Trump no Senado

Laurivânia Fernandes

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Foto: Drew Angerer/AFP

Os sete representantes da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos entregaram ao Senado o processo de impeachment contra o presidente Donald Trump nesta quinta-feira, 16. Cumprindo o ritual previsto, o deputado democrata Adam Schiff leu na tribuna os dois crimes políticos cometidos pelo líder americano – abuso de poder e obstrução do Congresso. Com iniciativa, começa o processo de julgamento de Trump pelos senadores, a ser presidido pelo presidente da Suprema Corte de Justiça, John Roberts. Não há prazo para seu encerramento.

O julgamento foi aberto justamente no dia em que o Escritório de Prestação de Contas do Governo, um órgão de controle vinculado à Câmara dos Deputados, concluiu que Trump violou a legislação americana ao suspender a assistência militar à Ucrânia. Esse foi o instrumento de pressão do presidente americano para forçar o governo ucraniano a investigar os negócios de John Biden, seu potencial concorrente nas eleições de 2020, e de seu filho Hunter.

A Câmara havia aprovado o envio do processo de impeachment ao Senado na quarta-feira 15, com 228 votos a favor e 193 contra. O julgamento de Trump tenderá para sua absolvição, dada a composição da câmara alta.  Os republicanos detém a maioria de 53 dos 100 senadores. Três deles, porém, devem votar pelo impeachment ou se abster. Para condenar o presidente serão necessários 66 votos – dois terços do plenário.

Fonte: Veja

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Presidente Piñera propõe reforma da Previdência após protestos no Chile

Laurivânia Fernandes

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Foto: Adriano Machado/Reuters

 O presidente do Chile, Sebastian Piñera, anunciou na quarta-feira que enviará um projeto de lei ao Congresso nesta semana para reformar o atual sistema previdenciário, que deixa muitos aposentados vivendo em situação de pobreza e tem sido uma das principais queixas dos manifestantes que protestam há meses.

Em um pronunciamento de rádio e televisão, Piñera disse que vai propor um aumento de 6% na contribuição previdenciária por trabalhador.

O sistema de pensões do Chile é formatado no esquema de capitalização, em que os trabalhadores pagam pelo menos 10% de seus salários por mês para fundos com fins lucrativos, chamados de Administradores de Fundos de Pensões (AFPs). O ajuste proposto implica um aumento de 3% na contribuição do empregador.

Além disso, os empregadores contribuiriam com outros 3% para um fundo estatal destinado a melhorar as aposentadorias atuais e futuras.

O sistema de pensões e as AFPs foram duramente criticadas em protestos que começaram em meados de outubro e deixaram pelo menos 27 pessoas mortas, milhares de presos e várias propriedades danificadas.

Muitos chilenos vivem com pensões significativamente inferiores ao salário mínimo, mesmo que tenham trabalhado a maior parte de suas vidas.

Piñera disse que a reforma significa que agora nenhum aposentado ficará abaixo da linha da pobreza e que ninguém que tenha contribuído para o sistema de pensões por mais de 30 anos estará vivendo com valores abaixo do salário mínimo atual.

“Esta nova reforma representa uma mudança estrutural e cria um novo sistema de aposentadoria”, afirmou Piñera, acrescentando que a medida beneficiará 1 milhão de aposentados.

Piñera, cujo irmão introduziu o sistema previdenciário atual durante a era de Augusto Pinochet, disse logo após o início dos protestos que aumentaria o alcance de um projeto de reforma previdenciária existente que estava a caminho do Congresso.

Em seu discurso na quarta-feira, Piñera disse que a reforma implicaria um custo “significativo” para o Estado, sem divulgar os números.

Fonte: Reuters

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Maduro diz estar pronto para ‘arrebentar os dentes’ de Brasil e Colômbia

Karytha Leal

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Em discurso anual de prestação de contas, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, afirmou que as Forças Armadas venezuelanas estão prontas para “arrebentar os dentes” do Brasil e da Colômbia em caso de uma agressão militar por parte desses países, segundo relato da agência EFE.

— Se se atrevem, vamos arrebentar seus dentes para que aprendam a respeitar a Força Armada Nacional Bolivariana e o povo de (Simón) Bolívar — declarou na terça-feira (14), diante da Assembleia Nacional Constituinte, composta apenas por governistas.

Maduro disse ainda que conhece os “planos imperiais” da “oligarquia colombiana” e do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

o mesmo discurso, Maduro se declarou disposto a aceitar o acompanhamento da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia e de outros órgãos internacionais durante as eleições da Assembleia Legislativa de 2020, ainda sem data para ocorrer. Maduro descartou, no entanto, receber a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o seu respectivo secretário-geral, Luis Almagro. 

— Portas abertas ao acompanhamento internacional. Welcome, welcome! — disse Maduro. — Quem não entrará nesse país é Luis Almagro, aquele canalha (…). OEA e Almagro não entrarão nunca mais na Venezuela — afirmou. 

A Organização dos Estados Americanos (OEA) atuou como observadora durante as últimas eleições presidenciais na Bolívia e apontou irregularidades que culminaram na renúncia de Evo Morales, um dos principais aliados de Maduro.  

Maduro também disse estar aberto para que o Poder Eleitoral, acusado pela oposição de servir ao chavismo, possa “prestar mais apoio” durante as eleições legislativas. Por lei, a prestação de contas do presidente deve ser feita na Câmara, único poder controlado pela oposição no país. Porém, na prática a Assembleia Constituinte assumiu essa função depois que a sede do Legislativo se tornou um órgão rejeitado pelo governo.

A oposição, cujos principais partidos políticos boicotaram as eleições presidenciais de 2018, ainda não decidiu se participará do processo eleitoral prestes a acontecer. O líder da oposição, Juan Guaidó, que em 23 de janeiro do ano passado reivindicou a presidência interina da Venezuela -reconhecido por mais de 50 países, incluindo o Brasil- exige uma nova eleição presidencial. 

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