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Exército turco inicia ofensiva na Síria e ataques aéreos atingem cidade de fronteira

Laurivânia Fernandes

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Ao anunciar o início da ação, o presidente Tayyip Erdogan disse que o objetivo é eliminar o que chamou de “corredor de terror” na fronteira sul turca.

A Turquia está pronta para avançar sobre o nordeste da Síria desde que tropas dos Estados Unidos, que vinham lutando com os curdos contra o Estado Islâmico, começaram a se retirar da área, uma mudança de diretriz abrupta do presidente Donald Trump amplamente criticada em Washington por ter sido vista como uma traição aos aliados curdos.

Uma fonte de segurança turca disse à Reuters que a operação militar foi iniciada com ataques aéreos.

Várias grandes explosões sacudiram Ras al Ain, localizada pouco depois da fronteira e de frente para a cidade turca de Ceylanpinar, informou um repórter da CNN turca, acrescentando que era possível ouvir os aviões no céu e ver fumaça emanando de edifícios da cidade.

Moradores estavam deixando a cidade, segundo testemunhas.

Potências mundiais temem que a ação inicie uma nova fase na guerra da Síria e aprofunde o caos regional. Ancara disse que pretende criar uma “zona segura” para devolver milhões de refugiados à Síria.

Mais cedo, Erdogan disse ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, em uma conversa telefônica que a operação ajudará a levar paz e estabilidade à Síria.

Mas Damasco se disse determinada a confrontar qualquer agressão turca com todos os meios legítimos.

Para a Turquia, que vê os combatentes curdos da milícia YPG no nordeste da Síria como terroristas devido aos seus laços com militantes responsáveis por uma insurgência em solo turco, um influxo de sírios não-curdos ajudaria a criar uma zona tampão contra sua principal ameaça de segurança.

Em meio à preocupação humanitária crescente, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, exortou todas as partes presentes no nordeste sírio a mostrarem o máximo de moderação e protegerem os civis.

As forças lideradas pelos curdos repudiaram a mudança de diretriz dos EUA, que viram como uma “facada nas costas”. Trump negou ter abandonado essas forças, que foram os aliados mais efetivos dos EUA no combate ao Estado Islâmico na Síria.

Fonte: Reuters

Mundo

Vídeo: Manifestantes cantam ‘Baby Shark’ para criança durante protesto no Líbano

Laurivânia Fernandes

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Os protestos no Líbano tiveram uma situação inusitada nesse fim de semana depois que manifestantes bloquearam a passagem de um carro com uma criança pequena no distrito de Baabda, no sul de Beirut.

A mãe, que estava ao volante, pediu para que os manifestantes não fizessem muito barulho porque ela estava com o filho, Robin, de apenas um ano e três meses.

Os manifestantes começaram, então, a cantar o sucesso “Baby Shark”, que virou um hit infantil em todo mundo.

“Foi espontâneo. Ele gosta dessa música. Ele escuta muitas vezes e ri”, contou a mãe para a emissora americana CNN.

As imagens feitas de dentro do carro mostram vários homens cantando, batendo palmas e dançando. Robin só observa.

Os protestos começaram na quinta-feira (17), após o anúncio de uma tarifa para as ligações feitas pelo aplicativo de mensagens WhatsApp. Pressionado, o governo voltou atrás e desistiu da cobrança.

Porém, as manifestações, protagonizadas por pessoas de todas as idades e classes sociais, não dão trégua.

Os libaneses protestam contra a situação econômica e política em geral, em um país onde mais de 25% da população vive abaixo da linha da pobreza, segundo o Banco Mundial (BM).

Fonte: G1

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Mundo

Fim de semana de fúria deixa 11 mortos e 1462 feridos no Chile

Laurivânia Fernandes

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A segunda-feira começou sem protestos no Chile, apesar dos atos convocados para acontecer à tarde. O metrô da capital, Santiago, voltou a funcionar parcialmente após o toque de recolher que vigorou em várias regiões das 20h de domingo (20) às 6h desta segunda.

Desde sexta-feira (18), uma onda de protestos violentos deixou 11 mortos e 1.462 detidos.

O metrô, que transporta diariamente quase 3 milhões de pessoas, estava fechado desde sexta, depois que 78 estações e trens sofreram ataques durante violentas manifestações que começaram por causa do aumento nas tarifas do metrô. A empresa estatal que administra o sistema avalia que o prejuízo deve chegar a mais de 300 milhões de dólares.

Entenda em cinco pontos os protestos no Chile:

  1. Governo anunciou um aumento de 30 pesos na tarifa do metrô, equivalente a 20 centavos de real;
  2. Violência aumentou nos protestos a partir de sexta (18), após confrontos com a polícia;
  3. Chile decretou, no sábado (19), estado de emergência por 15 dias, e Exército foi às ruas pela 1ª vez desde a ditadura;
  4. Presidente chileno suspendeu o aumento na tarifa do metrô, mas os protestos continuaram;
  5. Metrô de Santiago fechou e o aeroporto da capital chilena teve voos suspensos.

Na manhã desta segunda, primeiro dia depois de três jornadas de distúrbios, foi reaberta uma parte das estações da linha 1 do metrô, uma das sete que integram a rede da capital. Para que as pessoas pudessem voltar ao trabalho, 465 ônibus extras foram colocados em circulação.

O general Javier Iturriaga, responsável pelo estado de emergência decretado no país, declarou que houve um “despertar lento, com calma” após o fim do toque de recolher, que vigorou na região metropolitana de Santiago, Valparaíso, Coquimbo, Biobío e Antofagasta.

“Estamos conscientes de que a cidade está retomando suas atividades lentamente e temos todas as forças necessárias para qualquer situação de risco”, afirmou.

Fonte: G1

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Resultado preliminar na Bolívia indica 2º turno entre Morales e Mesa

Laurivânia Fernandes

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O presidente boliviano, Evo Morales, lidera os resultados preliminares do primeiro turno das eleições presidenciais realizadas nesse domingo (20), mas deve ir para o segundo turno com o ex-presidente Carlos Mesa.

O Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) informou que, com cerca de 83% dos votos contados, Morales lidera com 45,3%, seguido por seu rival mais próximo, Carlos Mesa, com 38,2%.

Os dois candidatos devem voltar a se enfrentar  em dezembro, no segundo turno das eleições presidenciais.

Mais de 7,3 milhões de bolivianos, no país e no exterior, foram chamados a votar nas eleições presidenciais e legislativas, para mandatos de cinco anos.

Fonte: Agência Brasil

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