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Israel pode ter 3ª eleição em 1 ano

Laurivânia Fernandes

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Foto: Amor Cohen/Reuters

O líder do partido centrista israelense Azul e Branco, Benny Gantz, principal rival de Benjamin Netanyahu, anunciou nesta quarta-feira (20) que não conseguiu formar governo de coalizão antes do prazo que se encerraria à meia-noite (19h no horário de Brasília).

“O chefe do partido ‘Azul-branco’ Benny Gantz se comunicou com o presidente Reuven Rivlin para dizer que é incapaz de formar governo”, informou o partido político em um pronunciamento.

Agora o Parlamento de Israel tem 21 dias para sugerir um nome que consiga formar uma maioria de 61 cadeiras das 120 disponíveis na casa. No posicionamento que foi veiculado hoje pelo Azul e Branco, Gantz afirma que “vai continuar os esforços de formar um bom governo para os cidadãos de Israel”.

Caso um governo não possa ser formado depois disso, o Parlamento será dissolvido e novas eleições terão que ser convocadas, pela terceira vez em 1 ano.

A política israelense está paralisada desde abril, quando a primeira eleição deste ano levou a um resultado inconclusivo, sem que Gantz e Netanyahu, até então o primeiro ministro do país, conseguissem votos para formar uma maioria. O segundo pleito, que aconteceu em setembro, trouxe um resultado semelhante.

O presidente Rivlin chegou a propor uma ampla coalizão entre os partidos de Gantz e Netanyahu. Os dois líderes chegaram a admitir a possibilidade, mas as siglas não fecharam nenhum acordo — sobretudo diante das denúncias de corrupção que recaem sobre Netanyahu.

Negativa de Lieberman

Mais cedo, o líder partidário Avigdor Lieberman disse que não apoiaria Benjamin Netanyahu ou Benny Gantz para formar um governo.

Uma das opções de Gantz era obter o apoio do partido de Avigdor Lieberman para formar uma coalizão minoritária de centro-esquerda apoiada pelos partidos árabes.

Fonte: G1

Mundo

Tóquio entra em alerta devido à reincidência de casos de covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Kyodo/Reuters

Autoridades de Tóquio emitiram alerta, após confirmar a taxa mais alta de casos do novo coronavírus registrada nas últimas semanas. A governadora da província afirma que a medida é uma forma de alertar a população para permanecer cautelosa, mas não altera o plano de reabrir a economia gradualmente.

As luzes da Ponte do Arco-Íris, na Baía de Tóquio, bem como as do prédio do governo metropolitano foram trocadas das sete cores do arco-íris para uma única luz vermelha, sinalizando que o alerta foi emitido.

Autoridades relataram 34 novos casos de infecção pelo novo coronavírus na capital japonesa nessa terça-feira (2). É a primeira vez que o número ultrapassa a marca de 30 casos em cerca de três semanas.

Aproximadamente 5.300 pessoas testaram positivo até agora na capital, que concentra uma população de 14 milhões. O aumento no número de casos ocorre uma semana após o governo central ter suspendido o estado de emergência para a área metropolitana de Tóquio e outras localidades. Isso levou o governo da província a começar a afrouxar as restrições que pediam o fechamento de vários negócios.

“Queremos continuar a retomada das atividades sociais e econômicas e, ao mesmo tempo, continuar com a prevenção da disseminação de covid-19. Vamos precisar da cooperação de todos os residentes”, disse a governadora Koike Yuriko.

Autoridades da capital japonesa estão preocupadas, principalmente, com infecções em bares e casas noturnas.

Fonte: Agência Brasil

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Mundo

Rússia disponibilizará remédio contra covid-19 na próxima semana

Laurivânia Fernandes

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A Rússia disponibilizará seu primeiro remédio aprovado para o tratamento de pacientes de covid-19 a partir da próxima semana, disse sua financiadora estatal à Reuters, uma medida que a nação espera diminuir a pressão sobre o sistema de saúde e acelerar a volta à atividade econômica normal.

Os hospitais russos podem começar a dar o remédio antiviral, registrado com o nome Avifavir, aos pacientes a partir de 11 de junho, disse o chefe do fundo soberano RDIF à Reuters em uma entrevista. Ele disse que a empresa responsável pelo remédio o fabricará em quantidade suficiente para tratar cerca de 60 mil pessoas por mês.

Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e os testes de vários remédios antivirais em humanos ainda não comprovaram sua eficiência.

Um novo remédio antiviral da Gilead, chamado remdesivir, se mostrou promissor em alguns testes pequenos de eficiência contra Covid-19 e está sendo dado a pacientes de alguns países seguindo regras de uso compassivo ou emergencial.

 O Avifavir, conhecido genericamente como favipiravir, foi desenvolvido inicialmente nos anos 1990 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm quando esta migrou para o setor de saúde.

O chefe da RDIF, Kirill Dmitriev, disse que cientistas russos modificaram o remédio para otimizá-lo e que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes destas modificações dentro de duas semanas.

O Japão vem testando o mesmo medicamento, conhecido lá como Avigan. O primeiro-ministro, Shinzo Abe, o elogiou e lhe concedeu o equivalente a 128 milhões de dólares de financiamento estatal, mas ainda não aprovou seu uso.

O Avifavir apareceu em uma lista de remédios aprovados pelo governo russo no sábado.

Dmitriev disse que testes clínicos do remédio foram realizados com 330 pessoas e que mostraram que ele tratou o vírus com sucesso dentro de quatro dias na maioria dos casos.

Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento graças a um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir o cronograma dos testes, que costumam durar muitos meses, porque o genérico japonês no qual o Avifavir se baseou foi registrado em 2014 e passou por testes consideráveis antes de especialistas russos o modificarem.

Fonte: Reuters

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Anonymous ressurge durante atos nos EUA, e cita Bolsonaro e tráfico de crianças

Laurivânia Fernandes

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O grupo de hackers com fama mundial Anonymous se manifestou neste domingo (31) no Twitter, para aderir às manifestações antirracistas que explodiram por todo os EUA após o assassinato de George Floyd pelo policial Derek Chauvin, em Minneápolis, no Estado de Minessota. O grupo ainda afirmou que vai divulgar “muitos crimes” cometidos pela polícia norte-americana. Além disso, o Anonymous também citou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro e outros famosos, que teriam envolvimento com o tráfico internacional de crianças por meio de John Casablancas, amigo de Donald Trump.

Os hackers ativistas afirmaram que as autoridades brasileiras deveriam investigar a proximidade do presidente com John Casablancas, empresário de modelos falecido em 2013, no Rio de Janeiro, ligado ao mandatário norte-americano Donald Trump e que teria vínculo com esse tipo de crime.

“Algo que as pessoas devem olhar no Brasil é investigar se Bolsonaro (sic) tem algum vínculo com o traficante e estuprador de crianças John Casablancas, um associado próximo de Trump que atuava como procurador de negócios de Trump no Brasil sob algum cargo obscuro e indefinido.”, escreveu o grupo.

Em outros tuites ao longo da madrugada, o grupo afirmou que vai expor o governo dos EUA e diversos de seus crimes já praticados.

“As pessoas já se cansaram dessa corrupção e violência de uma organização que promete mantê-las seguras. Depois dos eventos dos últimos anos, muitas pessoas agora estão começando a aprender que você não está aqui para nos salvar, mas sim para nos oprimir e realizar a vontade da classe dominante criminal. Você está aqui para manter a ordem das pessoas no controle, não fornecer segurança para as pessoas que estão sendo controladas”, diz um interlocutor no vídeo.

“Esses oficiais devem enfrentar acusações criminais, e o oficial (Derek) Chauvin, especialmente, deve enfrentar acusações de assassinato. Infelizmente, não confiamos na sua organização corrupta para fazer justiça, então estaremos expondo seus muitos crimes ao mundo. Nós somos Legion. Nos aguarde”, finaliza.

Mais famosos citados

Após citar Bolsonaro e o tráfico de crianças, o grupo divulgou mais nomes de famosos que poderiam estar ligados a esse tipo de crime, incluíndo outro brasileiro, o ex-piloto de Fórmula 1 e empresário Pedro Paulo Diniz. O Anonymous cita também a modelo Naomi Campbell, Michael Jackson, Charles Spencer (irmão da princesa Diana), dentre outros famosos.

Fonte: O Tempo

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