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Avião cai no Cazaquistão e mata pelo menos 15 pessoas

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Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev

Um avião chocou-se hoje (27) contra um edifício de dois andares em Almaty, no Cazaquistão, provocando a morte de 15 pessoas e ferindo mais de 60. O aparelho, um Fokker 100, levava 100 pessoas e o acidente ocorreu logo após a decolagem.

Equipes de socorristas já se encontram no local prestando auxílio aos sobreviventes.

No início da manhã, o avião da empresa Bek Air, número Z92100, saiu do aeroporto da cidade de Almaty com destino a Nur-Sultan. No aparelho estavam 93 passageiros e cinco tripulantes.

De acordo com o Comité de Aviação do Cazaquistão, o avião começou a perder altitude logo depois de ter levantado voo. Ele bateu em um muro e, logo depois, em um edifício de dois andares. O acidente provocou a morte de pelo menos 15 pessoas.

Logo depois do acidente vários socorristas foram ao local da tragédia para atender os sobreviventes. Na localidade da tragédia, soldados criaram um cordão de isolamento.

Em declarações ao site Tengrinews, um dos sobreviventes descreveu o ambiente dentro do avião antes do acidente. Ele disse ter ouvido “som horrível” antes de o aparelho ter começado a perder altitude. O avião começou a voar de forma inclinada, antes de perder altitude.

Os passageiros, segundo relatos, começaram a gritar e a chorar temendo pelo pior.

Depois de ter tido conhecimento do acidente, o governo cazaque ofereceu as condolências às famílias enlutadas e afirmou que os responsáveis “serão severamente punidos de acordo com a lei”.

O presidente Kassym-Joamrt Tokayev anunciou que o acidente vai ser alvo de uma investigação governamental. Todos os voos previstos no Cazaquistão com os aparelhos Fokker 100, da Bek Air, foram suspensos em razão da tragédia.

Fonte: Agência Brasil

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Covid-19: Portugal anuncia plano para suspensão de restrições

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Foto: Violeta Santos/Reuters

Portugal anunciou nesta quinta-feira (29) um plano de três etapas para suspender as restrições adotadas para conter a covid-19 no país, incluindo o fim do toque de recolher noturno, à medida que a vacinação no país progride e ajudando a controlar um recente surto de infecções.

A partir de domingo (1º), às 23h no horário local, o toque de recolher não estará mais em vigor, e as restrições ao horário de funcionamento de restaurantes e lojas também serão suspensas, informou o primeiro-ministro de Portugal, António Costa, em entrevista coletiva.

Os torcedores poderão retornar aos eventos esportivos sob determinadas condições, que ainda não foram anunciadas e, embora o trabalho remoto ainda seja recomendado, não será mais obrigatório.

“A vacinação contribuiu significativamente para essas medidas, mas não podemos ignorar o fato de que o vírus continua circulando. A pandemia não desapareceu”, disse Costa.

Mais restrições serão gradualmente suspensas nos próximos meses, à medida que mais e mais pessoas tomarem vacinas contra a covid-19. Cerca de metade da população está agora totalmente imunizada e todos os maiores de 18 anos já podem agendar a vacinação.

Na segunda fase do plano, que começará em setembro, quando 70% da população estiver totalmente vacinada, terminará a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas externas, mas a proteção facial ainda será exigida em grandes aglomerações. As máscaras permanecerão obrigatórias em ambientes fechados.

Boates e bares, que estão fechados desde março do ano passado, devem reabrir no mês seguinte, mas será requisitado o certificado digital da União Europeia ou um teste negativo para coronavírus para liberar a entrada.

Fonte: Agência Brasil

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Taleban dá mais um passo para voltar a ser governo com apoio da China

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Foto: iStock (imagem ilustrativa)

A retirada acelerada das tropas americanas do Afeganistão segue chacoalhando a geopolítica da região, com China e Rússia tomando atitudes rápidas na esteira do avanço do Taleban de volta ao poder.


O grupo fundamentalista islâmico, que governou de 1996 até ser expulso pela invasão dos EUA em 2001, deu um passo importante na consolidação de sua posição política e militar nesta quarta (28).

Uma delegação de nove membros de sua cúpula, liderada pelo negociador-chefe mulá Abdul Ghani Baradar, um dos fundadores do grupo, encontrou-se com o chanceler chinês, Wang Yi, em Tianjin (norte da China).

Wang falou o que os visitantes queriam ouvir. “O Taleban é uma força política e militar central para o Afeganistão, e vai exercer um importante papel no processo de paz, reconciliação e reconstrução do país”, disse.

Em outras palavras, a China está pronta para apoiar os talebans caso venham a desalojar o governo central em Cabul, que tem suporte dos americanos e dos aliados ocidentais.

O chanceler também apresentou o seu pedágio: que o Taleban pare de apoiar o grupo terrorista islâmico Movimento Islâmico do Turquestão Oriental, que age contra alvos chineses na região de maioria muçulmana uigur de Xinjiang.

“O grupo é listado como terrorista pelo Conselho de Segurança da ONU. Espero que o Taleban corte seus laços com terrorista como ele e tenha um papel ativo na estabilidade regional”, disse Wang, segundo as agências chinesas.

A esperança chinesa é integrar Cabul à sua zona de influência asiática, que já conta com o Paquistão, país vizinho onde o grupo terrorista foi formado nos anos 1990 para combater na guerra civil afegã que seguiu a retirada soviética de 1989.

Os paquistaneses já integraram suas redes de transporte à Iniciativa Cinturão e Rota de comércio chinês, e para Pequim a adição de um novo aliado ainda teria o peso de espicaçar os rivais EUA, que dominaram os rumos afegão por 20 anos.

Negociar com o Taleban não é, claro, exclusividade de Pequim. A retirada americana ocorreu após o governo de Joe Biden cumprir o acertado entre seu antecessor, Donald Trump, e o grupo –que aproveitou o fato de ela não ocorrer em maio, como inicialmente previsto, para manter uma posição de desafio.

Com efeito, nas últimas semanas Washington autorizou bombardeios aéreos a posições do Taleban, em apoio ao Exército afegão, que ajudou a montar desde que instalou-se no país após a queda dos extremistas religiosos que haviam dado guarida à rede terrorista Al Qaeda –autora dos ataques do 11 de setembro de 2001 nos EUA.

A derrota dos americanos em sua mais longa guerra se cristalizou com o avanço dos talebans em vários distritos afegãos desde o anúncio da retirada das forças da Otan (aliança militar liderada pelos EUA), efetuada a partir do mês passado.

Um mapa elaborado pelo serviço afegão da rede britânica BBC mostra a maior parte do país tomada pelo Taleban ou sob ameaça de capitulação, com o governo mantendo alguns pontos, como o estratégico corredor central de Cabul à fronteira paquistanesa a leste.

Hoje os fundamentalistas cercam cidades importantes como Kunduz, Herat e Kandahar, e trechos importantes como a fronteira com Xinjiang, o que levou a delegação à China, e com o Tadjiquistão.

Neste último ponto, o entrechoque geopolítico é com Moscou, que sempre teve uma atitude ambígua em relação aos talebans –sendo acusada pelos EUA até de pagar pela morte de soldados americanos no país asiático, o que nega.

Também nesta quarta, o ministro da Defesa russo, Serguei Choigu, visitou o Tadjiquistão e prometeu reforçar militarmente o aliado para conter a “deterioração da situação no Afeganistão”.

Desde o mês passado, tropas afegãs invadiram o território tadjique fugindo da ofensiva taleban que ora ocupa os principais pontos de passagem de fronteira entre os dois países.

Em resposta, mais de 200 mil homens de países da Ásia Central e da Rússia fizeram exercício de mobilização militar na região e, na semana que vem, forças do Kremlin vão coordenar uma simulação de guerra fronteiriça com os tadjiques e os uzbeques.

A preocupação imediata de Moscou é com a instabilidade em sua fronteira na Ásia Central, uma das grandes rotas estratégicas históricas de invasões, com eventual infiltração de elementos radicais islâmicos.

O Tadjiquistão é seu principal aliado por lá, onde mantém a maior base militar remanescente dos tempos em que tudo aquilo era a União Soviética.

Essa unidade, na capital tadjique, Dushanbe, tem 7.000 homens, 100 tanques, 300 blindados e até uma pequena esquadrilha com 5 aviões de ataque ao solo e 8 helicópteros. Ela também, segundo Choigu, será reforçada.

Fora da equação, até aqui, está a situação dos direitos humanos no Afeganistão, caso os talebans voltem a governar. O país não é exatamente um exemplo de abertura, mas vive uma situação escandinava se comparado aos anos do Taleban no poder, quando mulheres e minorias eram tratadas brutalmente.

Fonte: Folhapress

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Tóquio registra segundo recorde diário de casos de coronavírus

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Estação de trem em Tóquio, no Japão, em 28 de julho de 2021 — Foto: Yasuyoshi Chiba / AFP

O número de infecções diárias de Covid-19 em Tóquio, no Japão, chegou a 3.117 nesta quarta-feira (28) —foi a primeira vez que a região superou os 3.000 mil casos. Regiões vizinhas estudam a possibilidade de impor restrições de emergência para conter o coronavírus. 

A cidade realiza os Jogos Olímpicos. Foi o segundo dia seguido de recorde de contaminações.

A governadora Yuriko Koike pediu a população que evite saídas desnecessárias e não urgentes. 

A pandemia no Japão causou cerca de 15 mil mortes. O programa de vacinação avança lentamente no Japão, onde pouco mais de 25% da população recebeu as duas doses. 

“Quero que os jovens sejam vacinados. O comportamento dos jovens é essencial. Peço por favor que colaborem”, disse Koike. 

O atual estado de emergência em Tóquio restringe o horário de funcionamento de bares e restaurantes e proíbe a venda de bebidas alcoólicas. Os especialistas alertam para um relaxamento no cumprimento das restrições e um aumento dos casos entre os jovens. 

O número de casos também está aumentando em outras áreas. Três regiões ao redor de Tóquio —Chiba, Saitama e Kanagawa— estão considerando medidas de emergência. 

Enquanto isso, persiste o temor de que os Jogos Olímpicos provoquem contágios, apesar de os participantes estarem sujeitos a restrições, como testes frequentes e limitações de deslocamentos. 

Foram realizados 124.358 testes em atletas e membros de equipes neste mês, e, desses, foram identificados 22 casos positivos, segundo os organizadores de Tóquio-2020. O número não inclui testes nos aeroportos. 

O porta-voz do governo, Katsunobu Kato, pediu aos japoneses que evitem reuniões e beber em grupos e sugeriu que assistam as Olimpíadas “de casa”.

Os torcedores estão proibidos de entrar em quase todas as instalações olímpicas, mas as competições estão sendo amplamente assistidas fora de casa.

Fonte: G1

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