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Japão confirma 1ª morte por coronavírus; 2ª fora da China

Laurivânia Fernandes

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📷 EPA

O Japão confirmou a primeira morte no país por Covid-19, doença respiratória provocada pelo novo coronavírus. Nesta quinta-feira (13), ministro da Saúde do Japão, Katsunobu Kato, disse em entrevista coletiva que a paciente era uma mulher de cerca de 80 anos, moradora da região metropolitana de Tóquio.

Tóquio será a sede das Olimpíadas de 2020, que começam em 24 de julho. Na semana passada, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe garantiu ao Parlamento, que não haverá alterações no calendário das competições por conta da epidemia de coronavírus.

O Ministério da Saúde do Japão disse que “ainda não está clara” a relação da morte da idosa com o coronavírus, mas informou que o teste para identificar a infecção deu positivo para Covid-19. A pasta disse ainda que não dará mais detalhes sobre a paciente.

Esta foi a segunda morte por complicações respiratória provocadas pelo novo coronavírus fora da China, a primeira aconteceu na semana passada nas Filipinas.

Na China, o número de casos confirmados da doença subiu para 59,8 mil, de acordo com o balanço mais recente. No levantamento anterior, de quarta-feira (14), eram 44,7 mil casos – foi um aumento de 33,87%. Ao todo, 1.368 pessoas morreram por Covid-19, incluindo um caso no território semiautônomo de Hong Kong.

O crescimento no número de registros está ligado à mudança na metodologia: agora, são aceitos relatórios clínicos dos sintomas para enquadrar o paciente como caso suspeito. Antes, era necessário esperar a confirmação de um exame laboratorial. A mudança ocorre em meio à decisão do governo chinês de trocar autoridades devido a falhas na resposta ao surto.

Fonte: G1


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Preço do petróleo despenca com disseminação do coronavírus na Europa

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

Os preços do petróleo caíram cerca de 3% nesta terça-feira, 25, no terceiro dia de recuo, à medida que as preocupações com a disseminação do coronavírus aumentavam depois que o governo dos Estados Unidos alertou os norte-americanos para que se preparem para a chegada da doença. A venda acelerou depois que os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disseram que os norte-americanos deveriam começar a se preparar devido à expansão do novo coronavírus, após relatos nesta semana de novos casos em vários outros países. O petróleo Brent, o mais negociado, caiu 1,35 dólar, ou 2,4%, para 54,95 dólares por barril.

As ações em todo o mundo caíram nesta terça-feira para o menor nível desde o início de dezembro e o rendimento da dívida dos Estados Unidos atingiu um nível recorde devido às preocupações com o impacto econômico da propagação do vírus.

Na segunda-feira 24, ministros das finanças do G20 e presidentes de bancos centrais declararam que o novo coronavírus constitui risco para a economia global e concordaram em adotar políticas sobre o caso. As principais bolsas da Europa voltaram a fechar o dia em queda, depois de as notícias do surto de coronavírus na Itália acometerem os ganhos dos acionistas no primeiro dia da semana. A bolsa de valores do país fechou o pregão em recuo de 1,44% – a nova queda acontece no dia seguinte de as ações registrarem queda de 5,4%, que levou a Bolsa de Milão a amargar seu pior dia desde meados de 2016. 

Na noite desta terça-feira, o Ministério da Saúde confirmou que um homem de 61 anos que regressou no último dia 21 da Lombardia, no Norte da Itália, testou positivo para coronavírus. Ele permaneceu na Itália do dia 9 ao dia 21 de fevereiro em uma viagem a trabalho e sozinho. O homem, que não teve a identidade divulgada, está passou por observação no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista, mas, segundo a instituição, foi enviado para casa – onde ficará isolado pelos próximos 14 dias.

Fonte: Veja

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Ex-ditador do Egito, Hosni Mubarak, morre aos 91 anos

Laurivânia Fernandes

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Foto: Amr Nabil/AP Photo

Hosni Mubarak, ex-presidente do Egito que foi deposto em 2011, morreu nesta terça-feira (25) aos 91, de acordo com a TV pública do país.

Ele havia sido submetido a uma operação e ficou um mês sob cuidados intensivos, informou o canal de televisão –o anúncio foi feito com um breve alerta, sem oferecer detalhes, de acordo com a agência Efe.

Mubarak governou o Egito durante 30 anos, até ser deposto por uma onda de protestos contra ele em 2011. Ele ficou preso por seis anos, mas foi libertado depois de ser inocentado da maioria das acusações.

Vida militar

Mubarak nasceu em 1928, na província de Menoufia. Ele entrou na Força Aérea do Egito em 1950. Dois anos depois, os militares derrubaram o rei Farouk.

Em 1967, Israel quase acabou com a Força Aérea do Egito, durante a Guerra dos Seis Dias. Depois disso, Mubarak se tornou o líder da academia da aeronáutica de seu país, com a missão de reconstruí-la para responder ao vizinho inimigo.

“Foi o que os egípcios fizeram em 1973. Mubarak teve um papel importante no planejamento do ataque surpresa contra Israel, na Península do Sinai –a ofensiva que deu início à guerra de Yom Kippur”.

O presidente egípcio de então, Anwar Sadat, o recompensou com o posto de vice-presidente em 1975.

Sadat assinou um acordo de paz com Israel e foi assassinado por militantes islâmicos em 1981. Mubarak estava ao seu lado, mas escapou ileso.

Eleições sem concorrentes

Como Mubarak era um líder militar, governou com base em uma lei de emergência que restringia direitos dos cidadãos. Seria uma medida para impedir a ação de militantes islâmicos.

Durante seu período à frente do Egito, Mubarak venceu três eleições como candidato único. Ele convocou uma quarta votação, em 2005, que admitiu rivais. Apesar de sair vitorioso também nessa ocasião, dessa vez ele foi acusado de ter manipulado a competição.

Ameaça de violência como justificativa para se manter no poder

Como presidente, Mubarak ordenou que o exército reprimisse motins de soldados nos anos 1980 e reconstruiu relações diplomáticas com outros países árabes, com quem o Egito havia rompido após o tratado de paz com Israel.

Em 1989, o Egito foi readmitido na Liga Árabe. A sede da entidade foi realocada para o Cairo.

Com dinheiro dos Estados Unidos, o Egito nunca abandonou a civilidade com Israel. Mubarak foi um mediador entre os israelenses e os palestinos durante seus anos de poder.

Isso fez com que ele se tornasse uma figura odiada no Oriente Médio. Depois que o grupo islamita Hamas tomou controle de Gaza, que faz fronteira com o Egito, em 2007, os egípcios apoiaram um bloqueio do território.

Atos violentos cometidos por islamitas no próprio país foram uma justificativa para manter o estado policial no Egito. Houve ataques contra pontos turísticos em resorts no Mar Vermelho, e o próprio Mubarak escapou de atentados –em 1995, ele estava em um carro que foi alvejado na Etiópia.

Deposto em 2011

A população quase dobrou durante os 30 anos em que ele esteve no poder, e a pobreza persistiu.

Reformas de mercado feitas pelo seu filho Gamal foram responsáveis por algum crescimento econômico nos últimos dez anos de Mubarak no poder. No entanto, houve acusações de corrupção por parte do seu partido, o Partido Democrata Nacional.

Mas seus generais começaram a desertar, com receio de perder alguns privilégios. Os Estados Unidos apoiaram as manifestações.

Ele, então, prometeu se aposentar. Mas logo renunciou e acabou escapando para uma propriedade que ele tinha no litoral do Mar Vermelho.

“Eu e o Egito não vamos nos separar até que eu seja enterrado”, ele afirmou.

Prisão e julgamento

Dois meses depois, ele foi preso. Em agosto de 2011, começou um julgamento –ele comparecia às audiências visivelmente doente, e era colocado em uma cela.

Em 2 de junho de 2012, o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohamed Morsi, venceu as eleições.

O ex-presidente foi preso por conspirar para matar manifestantes. Ele foi enviado à prisão de Tora, no Cairo. Mais tarde, foi removido para um hospital militar.

O comando do Egito mudou de mãos uma vez mais. Um militar, Abdel Fattah al-Sisi, derrubou Morsi no ano seguinte.

Sisi é um inimigo da Irmandade Muçulmana.

Em 2014, o processo contra Mubarak foi abandonado. Três anos mais tarde, depois de um apelo da promotoria, ele foi absolvido e foi morar no bairro de Heliópolis, no Cairo.

Fonte: G1

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Irã confirma duas mortes por coronavírus além de 3 casos de infecção

Laurivânia Fernandes

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Foto: Umit Bektas/Reuters

A mídia estatal ido Irã informou que dois idosos morreram depois de terem teste positivo para o novo coronavírus.

A mídia relatou, nessa quinta-feira (20), que as mortes ocorreram em Qom, na região central do país, Qom. Três iranianos na mesma cidade também foram confirmados como infectados com o vírus. Eles estão recebendo cuidados, e um deles é médico.

Esta é a primeira vez que o Irã confirma casos de infecção pelo novocoronavírus e mortes resultantes da infecção.

Eleição parlamentar

O Irã realiza eleição parlamentar nesta sexta-feira (21), com 7.100 candidatos disputando 290 vagas. A tensão entre Teerã e Washington poderá aumentar caso os conservadores aumentem sua presença.

O presidente Hassan Rouhani prometeu diálogo com os Estados Unidos e países europeus. Ele liderou os esforços para a realização do acordo de 2015 com potências mundiais, que limitou o programa nuclear de Teerã em troca de um abrandamento das sanções impostas ao país.

O governo do presidente Donald Trump se retirou unilateralmente do acordo nuclear em 2018 e voltou a impor sanções. Assim, pró-reformistas e moderados que apoiam o governo de Rouhani passaram a sentir uma situação instável. A economia iraniana se deteriorou, resultando em frequentes manifestações contra o governo.

Muitos que são a favor de reformas não puderam participar da eleição por decisão de um organismo conservador denominado Conselho de Guardiões, que decide quem pode se candidatar.

Conservadores da linha dura, no entanto, estão inclinados a abraçar a onda antiamericana, desencadeada no mês passado com o assassinato do comandante militar iraniano de alto escalão, Qassem Soleimani.

Com Informações do Agência Brasil

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