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OMS alerta que EUA pode se tornar novo epicentro do coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Mark Lennihan/AP

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (24) que está vendo “aceleração muito grande” em número de casos de coronavírus nos Estados Unidos, o que representa potencial para o país se tornar o novo epicentro da epidemia, informou a agência Reuters.

Questionada sobre essa possibilidade, a porta-voz da OMS, Margaret Harris, disse aos repórteres: “Estamos vendo aceleração muito grande nos casos dos EUA. Então há potencial.”

Nesta segunda-feira (23), o diretor-geral da OMS alertou para o crescimento da pandemia no mundo.

“A pandemia está acelerando”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus”

Para comparar a velocidade que a pandemia ganhou nos últimos dias, a OMS informou que o número de casos de Covid-19 atingiu a marca de 100 mil em 67 dias – mas levou apenas 11 dias para dobrar e atingir 200 mil casos e outros quatro dias para chegar a 300 mil casos.

Fonte: G1

Mundo

Espanha tem 838 mortes por Covid-19 em 24 horas, segundo recorde em dois dias

Redação Encarando

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A Espanha teve 838 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, divulgou o Ministério da Saúde do país neste domingo (29). O número é o segundo recorde diário nos últimos dois dias: entre sexta-feira (27) e sábado (28), o país havia registrado 832 mortes, número mais alto até então.

Ao todo, 6.528 pessoas morreram por Covid-19 no território espanhol. O número é o segundo maior no mundo, menor apenas que o da Itália – que teve 10.023 mortes, segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Neste domingo, o número de infecções pelo novo coronavírus chegou a 78.797 na Espanha, 6.549 a mais do que as registradas até sábado, quando havia 72.248 casos. A quantidade de registros da doença na Espanha é a quarta maior do mundo – atrás de Estados Unidos, Itália e China.

Fonte: G1


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Mundo

OMS diz que não dá para prever quanto tempo pandemia vai durar

Laurivânia Fernandes

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Foto: Denis Balibouse/Reuters

A OMS voltou a destacar nesta sexta-feira (27) a necessidade das medidas de isolamento social para conter as infecções pelo novo coronavírus, alertando que não é possível saber quanto tempo a pandemia vai durar e que estamos entrando em um campo de incertezas. 

O foco das atuações de cada país devem ser sempre o “máximo controle da doença e impacto mínimo na economia e na vida das pessoas”, disse o doutor Michael J. Ryan, diretor-executivo do Programa de Emergências Globais da OMS.

O diretor-geral, Tedros Adhanom, também confirmou que a doença já deixou mais de 500 mil pessoas  doentes e o número de mortos passou de 20 mil. Mais de 100 mil pacientes já se recuperaram.

Pessoas com sintomas leves são maiores transmissores

Na manhã de hoje, o diretor teve uma reunião com mais de 50 ministros da saúde do mundo para discutir como a doença está sendo acompanhada e tratada. Ele destacou as ações na China, Coreia do Sul, Japão e Singapura para identificar os casos, isolar os doentes, acompanhar os movimentos e o sucesso nas quarentenas.

A organização também reforçou a importância do distanciamento social, de ficar em casa e lavar as mãos ao falar que pessoas que apresentam sintomas iniciais ou muito leves são os principais transmissores da doença. Estas pessoas não procuram atendimento médico e costumam não ser identificadas como infectadas, mas mesmo podem passar a doença.

Segundo os especialistas, o termo assintomático é ruim para explicar a transmissão do coronavírus, já que as pessoas estão na fase inicial da doença, mas já estão infectados.

Ajuda do G20

Tedros agradeceu a ajuda trilionária do G20, que vai investir na cura e no tratamento da pandemia. Até agora não existe uma vacina para o coronavírus, e o diretor da OMS disse que a previsão para o aparecimento de uma é em até 18 meses.

Fonte: R7

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Boris Johnson testa positivo para coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, testou positivo para o novo coronavírus. Pelo Twitter, o premiê afirmou que desenvolveu sintomas leves nos últimos dias e que está em isolamento.

“E agora estou em isolamento, mas continuarei a liderar a resposta do governo via videoconferência enquanto lutamos contra esse vírus”, escreveu o chefe de Estado, de 55 anos, que é o primeiro grande líder mundial a divulgar o resultado positivo de um teste de Covid-19.

O premiê ainda divulgou um vídeo em que afirma que está com um pouco de febre e “tosse persistente”. “Estou trabalhando de casa e me isolando. Isso é a coisa certa a se fazer”, disse.

Ele ainda agradeceu o sistema público de saúde do Reino Unido por estar trabalhando para ajudar o país a atravessar a pandemia, e reiterou que ficar em casa é fundamental para impedir a propagação do vírus: “Fique em casa e salve vidas”.

Fonte: Veja

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