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EUA acusam hackers ligados à China de roubar pesquisas sobre coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Kacper Pempel/Reuters

Autoridades dos acusaram hackers ligados à China de invadirem organizações americanas que realizam pesquisas sobre o novo coronavírus. O alerta para que cientistas e autoridades de saúde pública fiquem atentos ao roubo cibernético foi feito na quarta-feira, 13.

Em comunicado conjunto, o FBI e o Departamento de Segurança Interna afirmaram que a instituição federal está investigando invasões digitais a organizações americanas por “ciber atores” ligados à China que havia monitorado “tentando identificar e obter ilegalmente propriedade intelectual valiosa e dados de saúde pública relacionados a vacinas, tratamentos e testes de redes e pessoal afiliado à pesquisa relacionada com a Covid-19”.

A nota não ofereceu mais detalhes sobre a identidade dos alvos ou dos hackers. A Embaixada da China em Washington classificou as acusações como “mentiras”.

“O FBI emitiu um alerta baseado na presunção de culpa e sem nenhuma evidência”, disse a embaixada em comunicado, acrescentando que a acusação dos Estados Unidos “prejudica a cooperação internacional em andamento contra a pandemia”.

A pesquisa e os dados relacionados ao coronavírus surgiram como a prioridade de inteligência para hackers de todas os tipos, e organizações ocidentais de inteligência têm repetidamente soado o alarme sobre o alvo em organizações de saúde pública e farmacêuticas.

Esta não é a primeira vez que autoridades americanas acusam Pequim de cometer irregularidades durante a crise do coronavírus. Os Estados Unidos afirmam terem provas de que a pandemia de coronavírus se originou em um laboratório na cidade de Wuhan, onde o surto da Covid-19 começou, mas ainda não as apresentaram.

O presidente americano, Donald Trump, afirma ainda que a China escondeu e demorou a alertar sobre os perigos da Covid-19, também sem mostrar evidências. O republicano chegou inclusive a ameaçar impor novas tarifas sobre os produtos chineses pela ‘culpa’ do país no surto. Pequim negou diversas vezes as acusações.

Fonte: Reuters

Mundo

Por erro, idosa recebe cinco doses de vacina contra a Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Joe Riedel/Raedle/Reuters

Uma mulher de 67 anos, moradora de Jerusalém, recebeu cinco doses da vacina da Pfizer contra o coronavírus na quinta-feira (14/1), em um centro de vacinação da cidade, de acordo com reportagem do “Jerusalem Post”. Em vez de receber uma dose (30 microgramas) durante o processo de inoculação, ela acidentalmente recebeu um frasco inteiro – 150 microgramas. Para efeito de comparação, cada dose da Moderna tem 100 microgramas.

Embora ela não tenha mostrado efeitos colaterais imediatos, a idosa foi levada para o Centro Médico Shaare Zedek para observação. Um porta-voz do hospital disse que ela estava bem.

Este não é o primeiro incidente em que a equipe do centro de vacinação do Maccabi Healthcare Services administra muitas doses da vacina Pfizer.

Um profissional médico recebeu cerca de cinco ou seis doses da vacina contra o coronavírus em uma inoculação em dezembro, no início da campanha de vacinação do país do Oriente Médio. Ele também foi monitorado em um hospital logo em seguida, não apresentou efeitos colaterais e recebeu alta no mesmo dia.

“Isso acontece por uma razão muito simples”, explicou Cyrille Cohen, chefe do laboratório de imunoterapia da Universidade Bar-Ilan. “Depois de tantos pacientes, a enfermeira, acostumada a às vezes injetar todo o conteúdo do frasco – não para essa vacina, mas em geral – se engana e pega todo o composto. Estou surpreso que tenha acontecido apenas duas vezes”, acrescentou.

Em ambos os casos, conforme observado, os indivíduos que receberam as doses extras tiveram pouco ou nenhum efeito colateral, exceto talvez no local da injeção. Cohen disse que nenhum efeito colateral deve ser esperado, já que a Pfizer administrou três a quatro vezes mais do que a dose regular dada hoje quando realizou seus testes clínicos, o que foi tolerado pela maioria dos pacientes.

Fonte: Extra

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Mundo

OMS convoca reunião de emergência para tratar sobre novas variantes da Covid-19

Laurivânia Fernandes

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NIAD/Creative Comons

O comitê de emergências da Organização Mundial de Saúde  (OMS) marcou uma reunião de emergência para esta quinta-feira (14) para discutir o surgimento de  novas variantes do coronavírus e para tratar das  infecções pela nova cepa ao redor do mundo.

A reunião costuma ocorrer a cada três meses, mas foi antecipada em duas semanas pelo diretor-geral da OMS,  Tedros Adhanom Ghebreyesus. Segundo comunicado publicado pela entidade, Adhanom adiantou o encontro “por considerar questões que precisam de discussão urgente”.

Variante

As novas variantes da  Covid-19,  com origem na África do Sul e no Reino Unido, se espalharam rapidamente ao redor do mundo. Apesar de não haver evidências de que elas sejam mais agressivas, estudos mostram que são mais contagiosas do que o  vírus original.

A preocupação da  OMS é com a possibilidade das mutações prejudicarem a eficácia das vacinas usadas no combate à Covid-19.

Desde o início da  pandemia, 92.452.684 pessoas já foram diagnosticadas com o vírus no mundo e 1.980.885 morreram em decorrência da doença.

Fonte: Ig

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Mundo

Arábia Saudita anuncia criação de cidade ecológica sem carros

Laurivânia Fernandes

Publicado

em

Saído Royal Court/Reuters

A Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo bruto, anunciou a criação de uma cidade ecológica com “zero carros, zero estradas, zero emissões de CO²” no Neom, área no noroeste do país que se encontra em desenvolvimento.

Uma região futurista e turística, Neom está na lista dos muitos megaprojetos em curso para diversificar a economia da Arábia Saudita, que depende fortemente da exportação do petróleo.

“Como presidente da direção da Neom, apresento “The Line”, uma cidade que pode acomodar 1 milhão de habitantes, tem 170 quilômetros de comprimento e preservará 95% das áreas naturais”, anunciou o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman em comunicado transmitido na televisão.

“Não haverá carros, estradas e terá emissões zero de carbono”, acrescentou o líder do país, que é a maior economia do mundo árabe, mas regularmente classificada entre os estados mais poluidores do mundo.

“Devemos transformar as cidades em cidades do futuro”, disse, referindo-se a uma “revolução civilizacional”.

Quanto a detalhes do projeto, só serão divulgados mais tarde, assegurou o príncipe Mohammed bin Salman, antes de mostrar imagens computorizadas da “linha” e paisagens de desertos primitivos e mares azuis.

A cidade pensada para pedestres terá serviços como escolas e centros de saúde, bem como espaços verdes e transportes públicos de alta velocidade, que não fazem mais de 20 minutos de viagem, de acordo com um comunicado de imprensa.

O novo centro urbano será também baseado em tecnologias de inteligência artificial (IA) e “equipamento de baixo impacto de carbono, alimentado a 100% por energia renovável”.

A construção da “The Line” terá início no primeiro trimestre de 2021 e será financiada pelo Fundo Saudita de Investimento Público (PIF), o principal instrumento da política de diversificação econômica do país.

O projeto vai criar 380 mil empregos e a sua contribuição para o Produto Interno Bruto está estimada em 180 bilhões de riyals (moeda da Arábia Saudita, mais de 39 bilhões de euros) até 2030, de acordo com a nota da Neom.

Fonte: Agência Brasil

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