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Mundo registra 5 milhões de casos confirmados de coronavírus, aponta universidade

Laurivânia Fernandes

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Foto: Tatiana de Nevó / AFP

casos de Covid-19 confirmados no mundo superaram os 5 milhões nesta quinta-feira (21), de acordo com o monitoramento da universidade americana Johns Hopkins. O marco representa uma nova fase na disseminação do novo coronavírus, com a América Latina ultrapassando Estados Unidos e Europa na última semana em número de novos casos de contaminação.

O número de mortos passa de 328 mil em todo o planeta, ainda segundo a universidade, que faz seu balanço a partir de dados fornecidos oficialmente pelos governos de cada país. Como os testes ainda são limitados e muitos países não incluem mortes fora dos hospitais nas contas oficiais, estima-se que o número de subnotificações seja elevado e o número real de infectados e mortos seja maior.

A agência de notícias Reuters afirma que os países da América Latina registraram um terço dos casos notificados no início desta semana. Um grande número desses novos casos veio do Brasil, que recentemente superou a Alemanha, França e Reino Unido, tornando-se o 3º maior surto do mundo. Em número de infecções, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos e da Rússia.

Na quarta-feira (20), o número casos confirmados de Covid-19 no Brasil passa de 291 mil e o de mortes de 18,8 mil, sendo que 888 delas registradas nas últimas 24 horas.

Os primeiros 41 casos de coronavírus foram confirmados em Wuhan, na China, em 10 de janeiro. Desde aquela data, o mundo levou até 1º de abril para atingir o primeiro milhão de casos. Desde então, cerca de 1 milhão de novos casos são registrados a cada duas semanas, de acordo com uma contagem da Reuters.

Apesar do aumento contínuo de casos, muitos países estão abrindo escolas e locais de trabalho após semanas de isolamento para conter a disseminação. Os mercados financeiros também foram levemente impulsionados por resultados iniciais promissores do primeiro teste de vacina em seres humanos nos EUA.

Fonte: G1

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Índia começa campanha de vacinação contra a Covid-19

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A Índia iniciou sua campanha de imunização para controlar a pandemia do novo coronavírus neste sábado (16). O trabalhador da área sanitária Manish Kumar foi o primeiro a receber a dose da vacina Covaxin, da farmacêutica indiana Bharat Biotech. O país vai priorizar enfermeiras, médicos e outros trabalhadores da linha de frente no início da vacinação.

Kumar recebeu sua dose no Instituto de Ciências Médicas da Índia (AIIMS), um dos 3.006 centros de vacinação estabelecidos em todo o país.

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, fez uma videoconferência com os profissionais de saúde e, com lágrimas nos olhos, deu o pontapé inicial ao plano de imunização indiano. “A doença separou as pessoas de suas famílias, manteve as mães longe de seus filhos, e aqueles que morreram da doença não conseguiram nem mesmo dar um último adeus para as suas famílias”, disse Modi.

Modi, de 70 anos, não disse se vai tomar a vacina, mas afirmou que os políticos não seriam considerados prioridade no início da campanha de imunização.

No primeiro dia da campanha de vacinação, que o governo diz ser a maior do mundo, a Índia pretende vacinar mais de 300 mil pessoas.

Com uma população de quase 1,4 bilhão de pessoas, a Índia é o segundo país mais populoso do mundo, atrás apenas da China. O governo diz que não terá a vacina para obter imunidade coletiva.

Os primeiros na fila da vacina serão os profissionais de saúde e outros trabalhadores da linha de combate à Covid. Neste grupo, são cerca de 30 milhões de pessoas. Depois deles, virão as pessoas da área de saneamento e segurança.

Por fim, a primeira parte da campanha de vacinação pretende imunizar cerca de 270 milhões de pessoas com mais de 50 anos ou consideradas de alto risco devido a condições médicas pré-existentes.

Duas vacinas

Além da vacina da Bharat Biotech, a Índia também produz o imunizante da Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. A população, no entanto, não poderá escolher qual imunizante tomar. A eficácia da Covaxin ainda é desconhecida. Já a vacina de Oxford tem 70% de eficácia, segundo pesquisadores.

O Brasil tem acordo para importar a vacina de Oxford da Índia. O avião que iria buscar as duas milhões de doses, porém, só deixará o país daqui 2 ou 3 dias, segundo o presidente Jair Bolsonaro.

O governo indiano diz ter 11 milhões de doses da vacina de Oxford prontas para serem aplicadas e mais 5,5 milhões da Covaxin.

Segundo país em número de casos e mortes

A Índia, que tem o maior número de casos de coronavírus depois dos Estados Unidos, planeja vacinar cerca de 300 milhões de pessoas nos primeiros oito meses deste ano.

Cerca de 10,5 milhões de pessoas foram infectadas com o coronavírus na Índia, sendo que mais de 152 mil morreram, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

Acordo com empresa brasileira

A farmacêutica indiana Bharat Biotech anunciou no último dia 12 de janeiro que assinou um acordo de fornecimento de sua vacina contra a Covid-19 Covaxin para a empresa brasileira Precisa Medicamentos.

A quantidade de vacinas disponíveis para o Brasil não foi divulgada, mas a prioridade de abastecimento é para o setor público, por meio de acordo com o governo brasileiro, se ele manifestar interesse.

Fonte: G1

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Mundo

Por erro, idosa recebe cinco doses de vacina contra a Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Joe Riedel/Raedle/Reuters

Uma mulher de 67 anos, moradora de Jerusalém, recebeu cinco doses da vacina da Pfizer contra o coronavírus na quinta-feira (14/1), em um centro de vacinação da cidade, de acordo com reportagem do “Jerusalem Post”. Em vez de receber uma dose (30 microgramas) durante o processo de inoculação, ela acidentalmente recebeu um frasco inteiro – 150 microgramas. Para efeito de comparação, cada dose da Moderna tem 100 microgramas.

Embora ela não tenha mostrado efeitos colaterais imediatos, a idosa foi levada para o Centro Médico Shaare Zedek para observação. Um porta-voz do hospital disse que ela estava bem.

Este não é o primeiro incidente em que a equipe do centro de vacinação do Maccabi Healthcare Services administra muitas doses da vacina Pfizer.

Um profissional médico recebeu cerca de cinco ou seis doses da vacina contra o coronavírus em uma inoculação em dezembro, no início da campanha de vacinação do país do Oriente Médio. Ele também foi monitorado em um hospital logo em seguida, não apresentou efeitos colaterais e recebeu alta no mesmo dia.

“Isso acontece por uma razão muito simples”, explicou Cyrille Cohen, chefe do laboratório de imunoterapia da Universidade Bar-Ilan. “Depois de tantos pacientes, a enfermeira, acostumada a às vezes injetar todo o conteúdo do frasco – não para essa vacina, mas em geral – se engana e pega todo o composto. Estou surpreso que tenha acontecido apenas duas vezes”, acrescentou.

Em ambos os casos, conforme observado, os indivíduos que receberam as doses extras tiveram pouco ou nenhum efeito colateral, exceto talvez no local da injeção. Cohen disse que nenhum efeito colateral deve ser esperado, já que a Pfizer administrou três a quatro vezes mais do que a dose regular dada hoje quando realizou seus testes clínicos, o que foi tolerado pela maioria dos pacientes.

Fonte: Extra

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Mundo

OMS convoca reunião de emergência para tratar sobre novas variantes da Covid-19

Laurivânia Fernandes

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NIAD/Creative Comons

O comitê de emergências da Organização Mundial de Saúde  (OMS) marcou uma reunião de emergência para esta quinta-feira (14) para discutir o surgimento de  novas variantes do coronavírus e para tratar das  infecções pela nova cepa ao redor do mundo.

A reunião costuma ocorrer a cada três meses, mas foi antecipada em duas semanas pelo diretor-geral da OMS,  Tedros Adhanom Ghebreyesus. Segundo comunicado publicado pela entidade, Adhanom adiantou o encontro “por considerar questões que precisam de discussão urgente”.

Variante

As novas variantes da  Covid-19,  com origem na África do Sul e no Reino Unido, se espalharam rapidamente ao redor do mundo. Apesar de não haver evidências de que elas sejam mais agressivas, estudos mostram que são mais contagiosas do que o  vírus original.

A preocupação da  OMS é com a possibilidade das mutações prejudicarem a eficácia das vacinas usadas no combate à Covid-19.

Desde o início da  pandemia, 92.452.684 pessoas já foram diagnosticadas com o vírus no mundo e 1.980.885 morreram em decorrência da doença.

Fonte: Ig

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