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Mundo

Berlim, Londres, Toronto… Protestos contra a morte de Floyd se espalham pelo mundo

Karytha Leal

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Os protestos contra a morte de George Floyd, um homem negro, de 46 anos, asfixiado até a morte pelo policial Derek Chauvin, na segunda-feira, 25, durante uma abordagem policial em Minneapolis, nos EUA se espalharam por outras cidades no mundo neste final de semana. Manifestantes saíram às ruas nas capitais do Reino Unido, Alemanha e em Toronto, no Canada.

Em Berlim, na Alemanha, milhares de manifestantes se reuniram em frente à embaixada americana. Muitos carregavam cartazes pedindo Justiça por George Floyd, com a frase do movimento “Black Lives Matter”.

Centenas de pessoas se reuniram neste domingo na Trafalgar Square, região central de Londres, para protestar contra a morte de George Floyd. Também foi registrado atos no distrito de Peckham. Os manifestantes gritavam “Justiça por George Floyd” e carregavam faixas e cartazes em homenagem ao afro-americano vítima da violência policial.

Na cidade canadense de Toronto, o protesto contra o racismo também foi em homenagem a Regis Korchinski-Paquet, um homem negro que morreu depois de cair de um prédio durante uma abordagem policial.

Já nos Estados Unidos, foi decretado toque de recolher em cerca de 25 cidades em 16 estados. Os protestos antirracistas estão se espalhando para grandes municípios do país, como Nova York, Seattle, Los Angeles, Chicago, Cleveland, Dallas, Atlanta, entre outras. Confrontos entre policiais e manifestantes já provocaram a morte de três pessoas e a prisão de mais de mil, de acordo com a imprensa local.

Caso Floyd

Floyd, um homem negro de 46 anos, foi morto durante uma abordagem policial em Minneapolis na segunda-feira 25. O policial Derek Chauvin foi acusado formalmente na sexta-feira por assassinato em terceiro grau e morte imprudente. O agente aparece em um vídeo ajoelhando sobre o pescoço de Floyd durante oito minutos, enquanto a vítima grita: “Não consigo respirar!”, até perder a consciência.

Floyd era considerado suspeito pela polícia de utilizar uma nota falsa de US$ 20 em um supermercado da região. Segundo a legislação do Estado de Minnesota, o assassinato de terceiro grau é aquele em que a morte é causada de maneira não intencional, por um ato eminentemente perigoso. A pena para o crime é de até 25 anos de prisão.

No sábado, a esposa de Derek Chauvin, Kellie Chauvin, anunciou que vai se separar do policial. Em nota divulgada à imprensa, ela disse estar ‘devastada’ com o caso.

*Com Estadão Conteúdo

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Brasil

China anuncia doação de cilindros de oxigênio ao Amazonas

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A Embaixada da China no Brasil informou nesta sexta-feira (22) que empresas e associações chinesas vão doar 1,7 mil cilindros de oxigênio ao Amazonas.

A doação inclui também 1,9 mil quilogramas de oxigênio e outros insumos, como 360 mil máscaras e 200 cestas de alimentos. Além disso, a China também doou US$ 80 mil, equivalente a cerca de R$ 450 mil, ao Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza do Amazonas.

Os insumos foram enviados após reunião virtual do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, com o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e os deputados federais Evair de Melo (PP/ES) e Marcelo Ramos (PL/AM). Integrantes de outras entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também participaram da conversa.

Crise no Amazonas

O Amazonas, principalmente a capital Manaus, vive desde a semana passada uma crise no abastecimento de oxigênio em hospitais e unidades de saúde, uma consequência do rápido aumento de internações por Covid-19. Pacientes que estavam em ventilação morreram em leitos por causa da falta do insumo. Dezenas precisaram ser transferidos a outros estados.

Com a escassez, houve uma mobilização que incluiu artistas para assegurar o abastecimento ao Amazonas. Além disso, a Venezuela se ofereceu para doar oxigênio: mais de 100 mil metros cúbicos do gás chegaram a Manaus na terça-feira (19).

Cientistas e médicos se preocupam com a possível proliferação mais rápida de uma nova variante do coronavírus encontrada no Japão a partir de viajantes que estiveram no Amazonas. Já houve, inclusive, um caso de reinfecção.

Fonte: G1

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Mundo

Impeachment de Trump será entregue ao Senado na segunda

Laurivânia Fernandes

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Foto: U.S Senate TV/Hangouts via Reuters

O líder da agora maioria democrata no Senado dos Estados Unidos, Chuck Schumer, disse nesta sexta-feira (22) que a Câmara entregará o processo de impeachment do ex-presidente Donald Trump, por incitar uma insurreição, na próxima segunda-feira (25). 

Com isso, terá início o julgamento que pode impedir com que Trump tente assumir o cargo novamente. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o processo de impeachment, mas ele ainda tem que ser levado ao Senado, onde será julgado. 

“O Senado conduzirá o julgamento do impeachment de Donald Trump”, disse Schumer em um pronunciamento no plenário. “Será um julgamento completo. Será um julgamento justo.”

Diferentemente do Brasil, o presidente dos EUA não é afastado quando o processo de impeachment é aberto no Senado. A sua remoção ocorre de forma definitiva após o processo ser analisado e aprovado pelos senadores, com dois terços dos votos. 

O julgamento ocorre com Trump já fora do cargo – ele deixou o poder nesta quarta (20), após a posse de Joe Biden. 

Caso ele seja considerado culpado, essa vai ser uma situação inédita no país. No entanto, há precedentes jurídicos abertos. Outros ocupantes de cargos eletivos já foram julgados e condenados mesmo depois de deixar o poder. 

O debate, portanto, terá duas consequências:

  • Lado simbólico da cassação: ou seja, Trump será condenado por incitar a insurreição no caso dos invasores do Capitólio. Embora não perca seus direitos políticos, os senadores darão um recado político aos EUA em um momento de crise no país.
  • Perda do mandato e dos direitos de ex-presidente: se isso ocorrer, Trump não poderá receber a aposentadoria pelo cargo no valor de US$ 200 mil por ano nem se candidatar novamente à Casa Branca — apoiadores querem que ele concorra novamente em 2024.

O julgamento

Assim como ocorreu no ano passado, quando um primeiro processo de impeachment foi aberto contra Trump, a Câmara terá de nomear os deputados responsáveis por apresentar a acusação contra Trump e argumentar por que o republicano deve ter o mandato cassado. 

Da mesma forma, os senadores ouvirão a defesa do presidente. 

Após as audiências, os senadores votam se Trump será ou não condenado por incitar a insurreição, após centenas de extremistas e apoiadores ter invadido o prédio do Capitólio, sede do Congresso americano durante a sessão que formalizava a eleição de Biden. 

Para que haja a condenação, dois terços do parlamento devem votar “sim”. Como normalmente as 100 cadeiras ficam divididas no Senado por uma margem pequena entre os partidos, é muito difícil um presidente dos EUA ter o mandato cassado — isso nunca aconteceu na história do país. 

Com a nova formação do legislativo, os democratas assumiram formalmente a maioria no Senado. Além disso, a vice-presidente, Kamala Harris, é também presidente do Senado — quem, diante do cenário de empate 50-50, tem o voto de minerva. 

Assim, considerando que são necessários dois terços dos votos para cassar um presidente, será preciso que 17 senadores republicanos rompam com Trump para condená-lo. 

Essa é uma das incógnitas: um pequeno grupo no partido já avisou que votará pela condenação, mas ainda é insuficiente. Tudo depende, segundo a imprensa americana, da sinalização dada pelo líder republicano Mitch McConnell, considerado muito influente entre os correligionários.

Fonte: G1

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Mundo

Biden rompe aliança com Brasil e outros países para agenda contra aborto

Laurivânia Fernandes

Publicado

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Foto: Kevin Lamarque/Reuters

A transição de Donald Trump para Joe Biden   já traz boas expectativas para o respeito dos direitos humanos e da diversidade nos Estados Unidos. O governo do nov presidente já anunciou na Organização Mundial da Saúde (OMS) que está abandonando a postura adotada no governo de Trump para banir termos como “saúde reprodutiva” e “direitos sexuais” nas resoluções internacionais.  

De acordo com o colunista Jamil Chade, do Uol, é o fim da promoção internacional de políticas conservadoras, da qual o Brasil era um aliado. A ala conservadora do governo Bolsonaro considerava inclusive que o alinhamento com as políticas externas de Trump é um dos principais movimentos do chanceler Ernesto Araújo.

Porém, toda essa aliança já chegou ao fim. Durante um discurso na OMS, Anthony Fauci, conselheiro de saúde na Casa Branca, já anunciou que abandonará a agenda antiaborto e passará a defender a promoção da saúde reprodutiva em todo o mundo. Diplomatas estrangeiros já consideraram que é uma significativa ruptura com o posicionamento adotado no governo Trump.

Antes da posse de Biden, O Brasil era um aliado dos Estados Unidos em um bloco formado por cerca de 30 países, a maioria com governos autoritários e populistas. O bloco tinha como objetivo defender a família e tinham o receito de entidades internacionais pressionarem os governos a legalizarem o aborto, por isso defendiam que certos temas ficassem de fora de tratados e resoluções.

Fonte: iG

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