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Tóquio entra em alerta devido à reincidência de casos de covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Kyodo/Reuters

Autoridades de Tóquio emitiram alerta, após confirmar a taxa mais alta de casos do novo coronavírus registrada nas últimas semanas. A governadora da província afirma que a medida é uma forma de alertar a população para permanecer cautelosa, mas não altera o plano de reabrir a economia gradualmente.

As luzes da Ponte do Arco-Íris, na Baía de Tóquio, bem como as do prédio do governo metropolitano foram trocadas das sete cores do arco-íris para uma única luz vermelha, sinalizando que o alerta foi emitido.

Autoridades relataram 34 novos casos de infecção pelo novo coronavírus na capital japonesa nessa terça-feira (2). É a primeira vez que o número ultrapassa a marca de 30 casos em cerca de três semanas.

Aproximadamente 5.300 pessoas testaram positivo até agora na capital, que concentra uma população de 14 milhões. O aumento no número de casos ocorre uma semana após o governo central ter suspendido o estado de emergência para a área metropolitana de Tóquio e outras localidades. Isso levou o governo da província a começar a afrouxar as restrições que pediam o fechamento de vários negócios.

“Queremos continuar a retomada das atividades sociais e econômicas e, ao mesmo tempo, continuar com a prevenção da disseminação de covid-19. Vamos precisar da cooperação de todos os residentes”, disse a governadora Koike Yuriko.

Autoridades da capital japonesa estão preocupadas, principalmente, com infecções em bares e casas noturnas.

Fonte: Agência Brasil

Mundo

Biden rompe aliança com Brasil e outros países para agenda contra aborto

Laurivânia Fernandes

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Foto: Kevin Lamarque/Reuters

A transição de Donald Trump para Joe Biden   já traz boas expectativas para o respeito dos direitos humanos e da diversidade nos Estados Unidos. O governo do nov presidente já anunciou na Organização Mundial da Saúde (OMS) que está abandonando a postura adotada no governo de Trump para banir termos como “saúde reprodutiva” e “direitos sexuais” nas resoluções internacionais.  

De acordo com o colunista Jamil Chade, do Uol, é o fim da promoção internacional de políticas conservadoras, da qual o Brasil era um aliado. A ala conservadora do governo Bolsonaro considerava inclusive que o alinhamento com as políticas externas de Trump é um dos principais movimentos do chanceler Ernesto Araújo.

Porém, toda essa aliança já chegou ao fim. Durante um discurso na OMS, Anthony Fauci, conselheiro de saúde na Casa Branca, já anunciou que abandonará a agenda antiaborto e passará a defender a promoção da saúde reprodutiva em todo o mundo. Diplomatas estrangeiros já consideraram que é uma significativa ruptura com o posicionamento adotado no governo Trump.

Antes da posse de Biden, O Brasil era um aliado dos Estados Unidos em um bloco formado por cerca de 30 países, a maioria com governos autoritários e populistas. O bloco tinha como objetivo defender a família e tinham o receito de entidades internacionais pressionarem os governos a legalizarem o aborto, por isso defendiam que certos temas ficassem de fora de tratados e resoluções.

Fonte: iG

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Incêndio atinge prédio do Instituto Serum, que fabrica vacinas contra Covid-19 na Índia

Segundo comunicado, a produção de vacinas não foi afetada.

Laurivânia Fernandes

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Foto: AFP

Um incêndio atingiu um edifício do Instituto Serum, a empresa da Índia que produz vacinas com tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, nesta quinta-feira (21), na cidade de Pune. 

O estoque de vacinas e a indústria onde elas são feitas estão seguras, segundo o jornal “Times of India”. Atualmente, o Instituto Serum produz cerca de 50 milhões de doses da vacina por mês em outras unidades do complexo.

A empresa também vai começar a produzir as vacinas desenvolvidas pela empresa norte-americana Novavax. 

Segundo o diretor-executivo da empresa, Adar Poonawalla, a unidade que pegou fogo produz vacinas para o rotavírus. Ele estima que a perda nessa linha de produção será de até 40% do volume de doses. 

As redes de TV indianas mostram uma coluna de fumaça cinza acima da sede da empresa. 

Em uma rede social, Poonawalla, o diretor-executivo, agradeceu a todos pela preocupação e pelas orações. 

“Até agora, o mais importante é que não houve vidas perdidas e nem grandes lesões por causa do fogo, apesar de alguns andares terem sido destruídos”, afirmou. 

Os bombeiros afirmaram que ao menos cinco caminhões foram enviados para combater o fogo no prédio e que o fogo foi controlado. 

Ainda não se sabe o que causou o incêndio. 

Maior produtor do mundo

O Instituto Serum é o maior fabricante de vacinas do planeta. Lá são produzidas 1,5 bilhão de doses de para várias doenças, de poliomielite a caxumba. A estimativa é que seis em cada dez crianças no mundo recebam pelo menos uma vacina fabricada pela empresa indiana. 

Nesta semana, a Índia começou a exportar as vacinas produzidas pelo Instituto Serum para seis países, mas não para o Brasil. 

Questões diplomáticas

O Brasil espera a liberação da exportação de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca que estão na Índia, mas as relações diplomáticas entre os dois governos enfrentam dificuldades há três meses por causa da posição assumida pelo Brasil numa reunião na Organização Mundial do Comércio (OMC). 

A reunião foi em meados de outubro de 2020. 

A África do Sul e a Índia apresentaram um pedido ao Conselho de Propriedade Intelectual da Organização Mundial do Comércio para suspender temporariamente os direitos de patentes de insumos e equipamentos médicos para combater a Covid-19, até que a maioria da população mundial estivesse vacinada. 

O acordo de propriedade intelectual da OMC já prevê a flexibilização dos direitos de patentes em casos como esse, mas é preciso liberar um produto de cada vez em cada país, e o argumento era de que não havia tempo a perder. 

Os representantes do governo brasileiro se manifestaram dizendo que “não estavam convencidos que a suspensão dos direitos de propriedade iria garantir a nós um aumento significativo de acesso aos produtos, e poderia dar um sinal errado a inovadores e até prejudicar esforços para produzir as soluções que precisamos”.

Fonte: G1

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Joe Biden toma posse como presidente dos EUA

Laurivânia Fernandes

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Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O democrata Joe Biden, de 78 anos, tomou posse nesta quarta-feira (20) como o 46º presidente dos Estados Unidos, sucedendo o republicano Donald Trump. Em seu discurso inaugural, o democrata pediu união para derrotar o extremismo e restaurar a alma americana. 

“Temos que nos unir para enfrentar nossos inimigos: raiva, ódio, extremismo, violência, doença, desemprego e desesperança”, disse o presidente. “Com união, podemos fazer grandes coisas, coisas importantes.”

“Eu sei que falar de unidade pode soar para alguns como uma fantasia tola nos dias de hoje”, disse Biden. “Sei que as forças que nos dividem são profundas e reais, e também sei que não são novas.” 

“Aprendemos novamente que a democracia é preciosa”, disse o presidente. “E agora, meus amigos, a democracia prevaleceu.”

O presidente citou também os efeitos da pandemia do novo coronavírus, que tirou a vida de milhares de americanos e afetou a economia, e as mudanças climáticas como desafios da sua administração. Além disso, ele reforçou que é importante que os EUA garantam a igualdade entre as pessoas. 

Pouco antes, a vice-presidente Kamala Harris foi empossada como a primeira mulher a ocupar o cargo na história dos EUA. “Não me digam que as coisas não podem mudar”, disse Biden.

Biden também usou seu discurso para fazer uma promessa à comunidade internacional, depois de quatro anos da agenda America First (América em primeiro lugar, em português), do governo Trump. 

“Vamos restaurar nossas alianças e nos reunir com o mundo novamente, não para enfrentar os desafios de ontem, mas os de hoje e de amanhã”, disse o presidente. 

Ausência notada

Durante o discurso, o 46º presidente saudou os seus antecessores presentes na cerimônia: Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama. Ele agradeceu também ao vice de Trump, Mike Pence, evidenciando a ausência do seu antecessor. 

Trump não participou da cerimônia de posse e deixou a Casa Branca na manhã desta quarta. Ele passou mais de dois meses questionando a vitória de Biden nas eleições de 3 de novembro. 

O democrata venceu as eleições de novembro com ampla maioria dos votos: foram 306 votos eleitorais contra 232 do seu adversário.

No início de janeiro, o Congresso americano teve que interromper a contagem oficial dos votos do Colégio Eleitoral porque extremistas apoiadores de Trump invadiram a sede do legislativo. 

Biden condenou o ataque do início do mês e disse que esse tipo de ação não deve ser permitida “nem hoje, nem amanhã, nem nunca”. 

Dia da posse

Antes de tomar posse, Biden começou a quarta-feira participando de uma cerimônia religiosa na Catedral de São Mateus Apóstolo, sede da arquidiocese de Washington. Ele esteve acompanhado de sua esposa Jill, da vice Kamala Harris e do primeiro-cavalheiro, Douglas Emhoff. 

Muitos dos ex-presidentes americanos, de tradição protestante, escolhem ir à Igreja Episcopal de São João no dia da posse, o que rendeu a ela o apelido de “Igreja dos Presidentes”. No entanto, como Biden é católico – o segundo na história dos EUA a assumir a presidência –, ele escolheu ir à catedral. O primeiro foi John F. Kennedy, que chegou ao poder em 1960.

Fonte: G1

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