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Quem toma refrigerante diet acaba consumindo 200 calorias a mais

Redação Encarando

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Apesar de refrigerantes diet serem uma opção sem açúcar, pesquisadores americanos descobriram que, na verdade, o consumo potencializa o número de calorias ingeridas por dia. O estudo foi feito pela Universidade George Washington, nos Estados Unidos, e contou com a participação de sete mil crianças.

Foram comparadas as dietas de pessoas que tomam refrigerantes diet, comum e água. Os refrigerantes normais têm um efeito pior para o corpo, mas os adeptos de bebidas diet consomem, em média, 200 calorias a mais ao longo do dia. É o comportamento daquele seu amigo que durante o almoço toma refri diet, mas, ao final, pede sobremesa. Pois é, o açúcar que é “economizado” acaba adicionado em outros momentos do dia para “compensar”.

“Esses resultados contestam o uso de bebidas de baixa caloria com adoçante ou diet quando se fala em corte de calorias e controle do peso. Nossos resultados sugerem que a melhor opção para crianças e adolescentes é água”, explica Allison Sylvetsky, a autora do estudo.

Fonte: Metrópoles

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Bombardeio em área residencial deixa 13 mortos na 2ª maior cidade do Azerbaijão

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O governo do Azerbaijão informou neste sábado (17) que 13 civis foram mortos e mais de 50 ficaram feridos na cidade de Ganja, a segunda maior do país, em um bombardeio atribuído à Armênia. Segundo o Azerbaijão, dois projéteis atingiram edifícios residenciais. Já o governo da Armênia acusa o Azerbaijão de bombardeios contínuos no país. 

Essa troca de acusações ocorre em meio à violação a uma trégua mediada pela Rússia, que já durava uma semana, mas que não conseguiu deter os piores combates no sul do Cáucaso desde os anos 1990. 

Jornalistas da agência de notícias AFP flagraram um prédio destruído em Ganja pelo míssil. Por volta das 3h, vizinhos fugiam da área aos prantos, alguns de pijama.

O presidente azeri, Ilham Aliyev, acusou a Armênia de cometer um crime de guerra ao bombardear Ganja. “Se a comunidade internacional não punir a Armênia, nós o faremos”, disse ele. 

Aliyev afirmou ainda que o exército azeri assumiu completamente o controle de duas regiões antes controladas por separatistas, Fizuli e Jabrail. “Estamos dominando o campo de batalha”, disse ele, acrescentando que as forças armadas azeris nunca tiveram como alvo assentamentos civis.

O Ministério da Defesa da Armênia nega os bombardeios e acusa o Azerbaijão de continuar a bombardear áreas povoadas no território de Nagorno-Karabakh, incluindo Stepanakert, a maior cidade da região. Esse território é povoado e governado por armênios e tem sido alvo de disputa pelos dois países (leia mais abaixo)

Dezenas de socorristas trabalhavam em Ganja em busca de sobreviventes. Segundo moradores, mais de 20 pessoas viviam na área atingida. Um vizinho disse ter visto um menino, duas mulheres e quatro homens serem retirados dos escombros.

O gabinete da Procuradoria-Geral do Azerbaijão disse que o bombardeio na área residencial em Ganja por ataques de mísseis atingiu cerca de 20 prédios de apartamentos. A Armênia negou a acusação. 

“Há dias que vivemos com medo. Estamos sofrendo muito. Preferíamos morrer. Eu gostaria que estivéssemos mortos, mas nossos filhos sobreviveriam”, disse a moradora de Ganja Emina Aliyeva, de 58 anos. 

Uma autoridade do Azerbaijão afirmou que um segundo míssil atingiu uma área industrial de Ganja ao mesmo tempo, mas não deu detalhes. A cidade, de mais de 300 mil habitantes, foi atingida no último domingo por outro míssil, que deixou 10 mortos. 

Jornalistas da AFP em Mingecevir, quarta maior cidade do país, localizada a cerca de uma hora de Ganja, afirmaram terem ouvido uma explosão que fez os imóveis tremerem por volta do mesmo horário. A cidade é protegida por uma represa com um sistema antimísseis. Não há se sabe ainda se os mísseis foram destruídos em pleno voo ou se atingiram a cidade.

Fonte: G1

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Europa se prepara para segunda onda de Covid-19

Laurivânia Fernandes

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Foto: Yara Nardi/Reuters

Países europeus começaram a fechar escolas e cancelar cirurgias, indo muito além das restrições à vida social agora que autoridades sobrecarregadas enfrentam o ressurgimento da covid-19 às vésperas da chegada do inverno.

A maioria da nações da Europa amenizou seus lockdowns durante o verão para começar a reativar as economias já a caminho de retrações e cortes de empregos inéditos, resultantes da primeira onda da pandemia.

Mas a volta das atividades normais – de restaurantes cheios a novos semestres nas universidades – desencadeou um pico acelerado de casos em todo o continente.

Bares e pubs foram dos primeiros a fechar ou ser obrigados a encurtar o expediente nos novos lockdowns, mas agora as taxas de infecção crescentes também estão testando a determinação dos governos a manter as escolas abertas e os atendimentos de saúde não relacionados à covid em funcionamento.

A República Tcheca, que tem o pior índice per capita europeu, trocou o ensino presencial pelo virtual e os hospitais começaram a suspender operações sem urgência para liberar leitos. Bares, restaurantes e clubes fecharam.

“Às vezes estamos à beira do choro, isso acontece com bastante frequência agora”, disse Lenka Krejcova, chefe de enfermagem do hospital Slany, no noroeste de Praga, enquanto operários corriam pelos corredores para transformar uma ala geral em um departamento para pacientes infectados com o novo coronavírus.

Nesta quarta-feira, as autoridades de Moscou disseram que adotarão o ensino virtual para muitos estudantes a partir de segunda-feira, e a Irlanda do Norte anunciou um fechamento de duas semanas das escolas.

As grandes economias europeias da Alemanha, Reino Unido e França vêm resistindo à pressão para fechar as escolas, uma medida que criou transtornos para a força de trabalho durante os lockdowns de primavera, já que os pais tiveram que se dividir entre os cuidados com os filhos e o trabalho em casa.

A Holanda retomou um lockdown parcial nesta quarta-feira (14), fechando bares e restaurantes, mas manteve as escolas abertas.

As infecções europeias vêm se mantendo em uma média de quase 100 mil por dia, obrigando governos a adotarem uma variedade de restrições severas, e cada um deles tenta calibrá-las para proteger a saúde sem destruir os meios de subsistência.

“É uma bagunça, é uma bagunça, meu filho, o que posso dizer? Realmente não sabemos o que será de nós”, disse um aposentado italiano em Roma.

Fonte: Agência Brasil

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Mundo

Covid-19: caso de americano com 2ª infecção mais grave levanta questões sobre imunidade

Laurivânia Fernandes

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Um homem nos Estados Unidos contraiu o novo coronavírus novamente, com a segunda infecção sendo bem mais grave do que a primeira, segundo os médicos. 

O paciente de 25 anos precisou de tratamento hospitalar porque seus pulmões não conseguiam captar oxigênio suficiente para o corpo. Depois de um tempo, ele conseguiu se recuperar novamente. 

Casos de reinfecção têm sido raros até agora, mas um estudo publicado na revista científica Lancet Infectious Diseases levantou questões sobre quanta imunidade pode ser constituída para o vírus. 

Antes da Covid-19, esse paciente de 25 anos não tinha comorbidades ou problemas de imunidade que o tornassem particularmente vulnerável para a doença.

Fonte: BBC

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