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Ciclone Fani deixa mortos na costa leste da Índia

Laurivânia Fernandes

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ciclone Fani, um dos mais fortes a tocar o solo na Índia nos últimos anos, provocou estragos e deixou dois mortos na costa leste do país na manhã desta sexta-feira (3). Mais de um milhão de pessoas foram orientadas a deixar suas casas preventivamente.

Com rajadas de vento de até 200 km/hora, a tempestade tropical chegou à cidade turística de Puri, no estado de Odisha, por volta das 8h (23h30 de Brasília, quinta-feira), de acordo com o serviço meteorológico indiano.

As primeiras informações indicam que os ventos derrubaram uma grande quantidade de árvores. As chuvas fortes provocaram enchentes. O fornecimento de energia elétrica e de água potável em diversas áreas foi prejudicado.

O comissário especial para ajuda no estado de Odisha, Bishnupada Sethi, afirmou à AFP que um idoso morreu vítima de ataque cardíaco. “Outra pessoa saiu em plena tempestade, apesar das nossas advertências e morreu ao ser atingida por uma árvore”, declarou.

Passageiros em uma estação ferroviária depois que trens entre Calcutá e Odisha foram cancelados por causa do ciclone Fani — Foto: Rupak de Chowdhuri / Reuters
Passageiros em uma estação ferroviária depois que trens entre Calcutá e Odisha foram cancelados por causa do ciclone Fani — Foto: Rupak de Chowdhuri / Reuters

Rumo ao norte

A expectativa é de que ele se desloque para a região norte em direção a Calcutá, uma das cidades mais populosas da Índia, e para Bangladesh, segundo a CNN.

Nesse trajeto, Fani deve atingir 15 distritos em Orissa, um dos estados mais pobres da Índia, antes de perder força no sábado (4).

Os meteorologistas esperam que Fani provoque intensas chuvas e graves inundações, como as que atingiram o estado de Odisha em 1999, matando quase 10 mil pessoas.

Medidas preventivas

Diante da chegada do ciclone, as autoridades indianas determinaram o cancelamento de centenas de voos, cancelaram as aulas e suspenderam as atividades nas repartições públicas. Navios e helicópteros da Marinha estão de prontidão com equipes médicas.

Mais de um milhão de pessoas foram orientadas a deixar suas casas em vários distritos costeiros.

Um funcionário do governo informou a AFP que pelo menos 780 mil pessoas foram levadas para refúgios durante a noite em 13 distritos do estado de Odisha.

Centenas de milhares de pessoas também tiveram que deixar algumas regiões de Bengala Ocidental.

Cerca de mil abrigos em escolas e agências do governo foram montados para acomodar mais de 1 milhão de pessoas.

Fonte: G1

Mundo

Autópsia aponta que Maradona sofreu infarto enquanto dormia

Laurivânia Fernandes

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Foto: Éric Gaill/Reuters

Diego Armando Maradona sofreu um infarto enquanto dormia, segundo resultado preliminar da autópsia revelado pelo jornal argentino “La Nación” nesta quinta-feira (26).

Segundo a publicação, o ídolo argentino morreu por uma “insuficiência cardíaca aguda, congestiva e crônica”, o que gerou um acúmulo anormal de líquido no pulmão.

O jornal diz que a conclusão do laudo foi confirmada por cerca de cinco especialistas entre “médicos peritos oficiais e um perito da família”. A autópsia foi realizada no hospital de San Fernando.

Exames toxicológicos devem revelar em uma semana se houve a ingestão de remédios, drogas ilícitas ou álcool, segundo o “La Nación”.

Demora da ambulância

O advogado de Maradona, Matías Morla, divulgou uma nota nesta quinta em que afirma que a ambulância demorou para chegar. Ele disse que vai pedir que seja aberta uma investigação.

“A ambulância demorou mais de meia hora a chegar, o que foi uma idiotice criminosa. Este fato não deve ser esquecido e peço que as consequências sejam apuradas até ao fim”, disse o advogado de Maradona.

Ele também disse ser “inexplicável que, por 12 horas, meu amigo não tenha recebido atenção ou controle da equipe dedicada para estes fins”.

Os últimos minutos

O “La Nación” diz que peritos determinaram a morte de Maradona às 12h de quarta-feira (25), horário que coincide com a chegada da ambulância e da polícia.

Segundo testemunhas, a última pessoa que viu Maradona com vida foi seu sobrinho, às 23h de terça-feira (24). Estavam na casa, além do ex-jogador e seu sobrinho, uma assistente, uma enfermeira, uma cozinheira e um segurança.

Às 11h30 de quarta, o psicólogo e a psiquiatra pessoal de Maradona chegaram à casa. Eles chamaram por Maradona, que parecia estar dormindo e não respondeu. Eles então chamaram o sobrinho e a assistente, que tentaram acordá-lo.

Ao não detectar sinais vitais no ex-jogador, eles chamaram a enfermeira e a psiquiatra, que fizeram manobras cardiorrespiratórias para tentar ressuscitá-lo. Foi então que a ambulância foi chamada.

O grupo ligou para diversas empresas que fazem o serviço e, neste intervalo, pediu para a guarda do condomínio chamar um medico. Um cirurgião vizinho do bairro foi ao local e continuou com as manobras de reanimação.

Quando o serviço de emergência chegou, Maradona recebeu doses de adrenalina e atropina – que previne arritmia cardíaca –, e a equipe continuou com as manobras até sua morte ser confirmada.

Cirurgia no cérebro

Maradona morreu aos 60 anos em sua casa na região do Tigre, nos arredores de Buenos Aires.

No início do mês, o ex-jogador de futebol havia passado por uma cirurgia no cérebro, e recebeu alta oito dias depois, após drenar uma pequena hemorragia cerebral.

Na ocasião, o médico Leopoldo Luque afirmou na ocasião que a cirurgia era considerada simples, mas havia preocupação pela condição de saúde do ex-jogador.

Fonte: G1

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Argentina decreta três dias de luto pela morte de Maradona

Laurivânia Fernandes

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O presidente Alberto Fernández decretou três dias de luto logo após ser confirmada a morte do ex-jogador Diego Armando Maradona, nesta quarta-feira (25).

Fernández também postou uma foto dos dois abraçados e a mensagem: “Você nos levou ao mais alto do mundo. Você nos fez imensamente felizes. Você foi o maior de todos. Obrigada por ter existido, Diego. Vamos sentir sua falta o resto da vida”.

A vice-presidente, Cristina Kirchner, publicou em suas redes sociais: “Muita tristeza, partiu um grande. Até sempre Diego, te queremos muito. Um abraço enorme a seus familiares e seres queridos.”

Na televisão, Fernández lembrou as controvérsias da carreira do ex-jogador e disse que ele viveu como pôde.

“Diego vai ser um desses personagens que jamais morrem. Foi um homem imenso. Um argentino imenso. O que podemos recriminar nele? Nos encheu de glória e alegria”, declarou.

Fonte: Folhapress

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Mundo

França confirma ‘imposto digital’ para gigantes de tecnologia

Laurivânia Fernandes

Publicado

em

Foto: Vincent Kessler/Reuters

A França aplicará um imposto sobre as grandes empresas do setor digital em 2020, confirmou seu Ministério da Economia nesta quarta-feira (25), apesar das ameaças dos Estados Unidos de sobretaxar produtos franceses no valor de US$ 1,3 bilhão.

“As empresas sujeitas a este imposto receberam uma notificação fiscal para os pagamentos de 2020”, disse uma autoridade do Ministério, se referindo à tributação relativa aos gigantes de internet – Google, Amazon, Facebook e Apple.

Segundo o jornal britânico “Financial Times”, Facebook e Amazon estão entre as empresas que receberam uma notificação nos últimos dias.

Com esta decisão, a França se expõe a sanções dos Estados Unidos, em meio à transição entre o presidente eleito Joe Biden e o presidente em final de mandato, Donald Trump.

Trump já havia decidido sobretaxar em 25% os vinhos franceses, em retaliação aos subsídios recebidos pelo fabricante europeu de aviões Airbus.

Em julho de 2019, o Parlamento francês aprovou um imposto de 3% sobre o volume de negócios dos gigantes digitais, fazendo da França uma pioneira na tributação de grandes grupos digitais.

Washington, que considera esse imposto discriminatório contra as empresas americanas, ameaçou a França com a aplicação de taxas alfandegárias de 100% sobre certos produtos franceses, como queijo, ou produtos de beleza.

Em janeiro deste ano, porém, os dois aliados acertaram uma trégua para dar às negociações lideradas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) uma chance de criar um imposto global sobre as multinacionais. Paris então congelou seus impostos, e Washington se absteve de impor sanções.

Essas negociações fracassaram em outubro, anulando a trégua.

“Havíamos suspendido a arrecadação do imposto até que as negociações da OCDE fossem concluídas. Essas negociações fracassaram, então, em dezembro próximo, vamos cobrar um imposto dos gigantes digitais”, declarou o ministro francês da Economia, Bruno Le Maire, em meados de outubro.

Fonte: G1

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