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Acusado de estupro coletivo em Castelo é preso após tentativa de assalto

Laurivânia Fernandes

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Um dos acusados do estupro coletivo em Castelo, no ano de 2015, Bento Fernandes de Oliveira, 19 anos, foi preso pela Polícia Militar após uma tentativa de assalto na cidade.

De acordo com o Comandante do Grupamento de Policiamento Militar do município, sargento Gomes, Bento teria invadido um comércio da cidade armado com uma faca e tentou realizar o assalto. O fato aconteceu nessa terça-feira (18). Após a ação, ele acabou fugindo mas, depois de algumas buscas foi localizado pela polícia.

“Ele tentou realizar o assalto e depois voltou na casa do comerciante e ameaçou, tentando coagir a não denunciar a tentativa de roubo à polícia. Essa não é a primeira vez que ele se envolve em confusão desde que voltou para Castelo”, informou o sargento.

O jovem foi entregue à Polícia Civil para a realização dos procedimentos cabíveis.

Já outro acusado do crime, Ezequiel Visgueira da Silva, foi vítima de uma tentativa de homicídio no bairro Promorar, zona Sul de Teresina.

Não há muitos detalhes sobre o ocorrido, mas de acordo com a polícia se trata de uma briga entre desafetos.

Na época do crime em Castelo Bento e Ezequiel eram menores de idade. Cumpriram medida socioeducativa e foram postos em liberdade.

Relembre o caso

No dia 27 de maio de 2015 quatro adolescentes com idades entre 15 e 17 anos foram raptadas e estupradas após saírem para tirar fotos para um trabalho da escola no Morro do Garrote, em Castelo-PI.

As meninas foram agredidas com pedras e golpes de facas, amarradas com as próprias roupas e jogadas do alto de um barranco. Uma delas identificada como Danielly Rodrigues Feitosa, veio a óbito dias depois, em Teresina.

Na época cinco pessoas foram condenadas, entre elas, quatro adolescentes que cumpriram medidas socioeducativas no Centro Educacional Masculino. Um dos acusados, Gleisom Vieira da Silva de 17 anos, foi morto pelos colegas dentro do alojamento.

O único maior de idade, Adão José de Sousa, considerado mentor do crime, foi condenado a mais de cem anos de prisão.

Piauí

Jovem engravida de padre e o acusa de ter induzido aborto em cidade do Piauí

Redação Encarando

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A jovem Amanda Passo (pseudônimo), 24 anos, é natural da cidade de Nossa Senhora de Nazaré, na região Norte do Piauí, mas mora em Campo Maior há pelo menos dois anos. Ela relata que no começo de 2019, iniciou um relacionamento com o padre Alcindo Saraiva Martins, no qual gerou duas possíveis gravidezes e dois possíveis abortos, sendo um sugerido pelo próprio religioso.  

Amanda era integrante do coral da paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, que na época, Alcindo Martins havia acabado de assumir. Segundo a jovem, tudo teve início quando o padre comentou uma foto dela, postada no “Story”, de um aplicativo de mensagens. Desde então o padre passou a elogiar as publicações de Amanda, que questionou o porquê de tanta atenção.

“Perguntei o porquê das mensagens, ele disse que não tinha uma explicação, que estava interessado, mas não tinha coragem de chegar até mim. Disse que o meu jeito tinha o encantado, ele mandava várias mensagens, começamos a conversar até que um dia ele disse que estava apaixonado, que já tinha namorado uma menina e que era muito discreto”, falou Amanda.

As trocas de mensagens seguiram, até que em 19 de julho do ano passado, ela foi encontrar Alcindo, na casa paroquial em Nossa Senhora de Nazaré, onde o padre a pediu em namoro. Eles iniciaram o relacionamento que durou aproximadamente um ano e meio, e segundo Amanda, era muito conturbado. “Fomos mantendo esse relacionamento em meio a muitas brigas, por que pra mim era muito difícil aceitar a vida dele como padre, isso me frustrava. Era uma vida muito corrida, a gente brigava muito”, relatou

Amanda e Alcindo começaram a ficar bastante tempo juntos, tanto em Nazaré como em Campo Maior, as brigas também eram constantes, porque a jovem queria ter “um relacionamento aberto”, se “libertar do proibido”, mas segundo ela o padre tinha medo, mas que chegou a cogitar a possibilidade de deixar o sacerdócio para poder assumir a relação.

A jovem acabou desenvolvendo uma suposta gravidez, no final de dezembro de 2019. Segundo ela, o teste de farmácia havia dado positivo, e ao saber da possibilidade, Alcindo sugeriu que Amanda realizasse um aborto. “Quando eu fiz o teste de farmácia, deu positivo, ele falou que não estava preparado para ser pai. Ele disse: e se você tomasse remédio? Você vai tomando uns chás para ver se ‘desce’, se não você toma os remédios. Eu vou ficar com você, vou tomar conta de você”, relatou a jovem o que o padre lhe disse.

ABORTOS

Para interromper a possível gravidez, Amanda tomou misoprostol, medicamento usado também como abortivo. Amanda disse que tinha medo de perder Alcindo, que “a vontade de estar com ele, a paixão louca”, era maior.

Amanda contou que precisou ser atendida no Hospital Regional de Campo Maior, pois estava perdendo muito sangue, sob efeito do medicamento. Na ficha de atendimento do hospital, constam que a jovem foi atendida em classificação de risco e urgência e teve o diagnóstico de aborto.

Os dois continuaram juntos. A essa altura, o relacionamento já era de conhecimento de algumas pessoas, que segundo Amanda, gerou uma série de ataques contra ela, vindos de pessoas da comunidade de N. S. de Nazaré, que a acusavam de ser “destruidora da igreja e da vida do padre”.

De acordo com Amanda, uma segunda gravidez aconteceu em julho de 2020. Na época ela fez um teste de farmácia que deu positivo. Porém, um outro teste desta vez de sangue, realizado no hospital de Campo Maior, mostrou resultado contrário.

Depois disso, ainda segundo relatos da jovem, ela precisou ser atendida no hospital de Campo Maior, pois havia tomado alguns remédios. Na ficha de atendimento do dia 24 de julho de 2020, veio o diagnóstico de um possível abortamento. Alcindo foi informado sobre o que tinha acontecido, mas não acreditou. “Ele disse que era tudo uma invenção, que eu tinha fingido o aborto. Ele tinha consciência que eu tinha tomado os remédios, tanto na primeira vez como na segunda, mas não se importou”, contou Amanda.

Amanda relatou, que procurou a diocese de Campo Maior, contou toda a história, porque se sentia injustiçada. “Eu queria que ele assumisse, enquanto homem e enquanto padre, o que tinha feito. E não deixar um monte de pessoas me julgando, dizendo que eu tinha acabado com a vida dele, sendo que foi o contrário”, disparou a jovem.

Mesmo contando toda a história para a diocese, Amanda alega que não teve nenhuma resposta.

O QUE DIZEM OS CITADOS

O padre Alcindo Saraiva Martins, por meio de seu número de celular, mas não consegiu falar com o mesmo. O site também procurou a diocese para comentar o assunto, mas não teve resposta até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para esclarecimentos.

Fonte: Campo Maior em Foco

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Piauí

Mulher morreu durante grave acidente na Avenida Poti em Teresina

Redação Encarando

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Uma mulher identificada como Jociane Pereira da Silva morreu durante um grave acidente na manhã desse sábado (24) na Avenida Poti, localizada na Santa Maria da Codipi, na zona norte de Teresina.

De acordo com informações da Polícia Militar, Jociane estava na garupa de uma motocicleta, saindo de um posto de combustível. O motociclista invadiu a contramão na faixa exclusiva dos ônibus. Um motorista colidiu contra o casal.

A mulher chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso será investigado.

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Brasil

Pai de santo é denunciado por mais um estupro contra fiel em São Paulo e número de mulheres vítimas sobe para 7

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O pai de santo Heraldo Lopes Guimarães, conhecido como Pai Guimarães de Ogum, foi denunciado na semana passada à Justiça pelo Ministério Público (MP) por ter cometido mais um estupro contra fiéis em São Paulo. Com isso, subiu para sete o número de mulheres que o acusam de crimes sexuais.

Além de denunciar o religioso por sete estupros de vulneráveis contra as vítimas, a Promotoria pediu a decretação da prisão preventiva dele para responder preso pelos crimes até um eventual julgamento. Até esta terça-feira (20) a Justiça não havia analisado as denúncias, que começaram a ser feitas no mês passado.

Segundo o MP, as vítimas contaram que o pai de santo se valia da sua posição de sacerdote espiritual para cometer os abusos sexuais. O acusado nega os crimes.

Pai Guimarães de Ogum tem 56 anos e atua na Umbanda, religião brasileira de matriz africana. Além disso, comanda um templo na Zona Sul da capital, onde, segundo o MP, aconteceu a maioria dos abusos contra as vítimas, entre os anos de 2010 e 2019. Duas delas eram menores de 14 anos na época. As outras cinco já tinham 18 anos ou mais.

Segundo a defesa do pai de santo, o líder espiritual alega inocência.

 Elas contaram ter procurado o grupo de Acolhimento de Vítimas, Análise e Resolução de Conflitos (Avarc) do Ministério Público para acusar o pai de santo de se valer da sua posição de sacerdote espiritual para cometer os estupros de vulneráveis. Eles também ocorreriam em outro templo, no Centro, e até na casa do acusado.

As mulheres disseram ainda que Heraldo exercia domínio psicológico, deixando-as vulneráveis a ponto de se sentirem obrigadas a manter relações sexuais com ele, achando que estivessem se relacionando com uma entidade incorporada por ele. Elas acreditavam que aquilo fazia parte do tratamento em busca de uma cura espiritual.

“Me lembro do nojo e do desespero que senti e então puxei minha cabeça para trás e ele voltou a forçá-la até seu órgão, quando novamente eu revidei e gritei”, afirmou a mulher, que contou ter decidido procurar o grupo Avarc do Ministério Público após ver reportagens na imprensa sobre as acusações contra o religioso. “Ao ver a matéria na mídia sobre outras acusações, resolvi me manifestar para fazer esse pervertido parar, pois de maneira nenhuma merece o título nem o respeito de ser um sacerdote da umbanda.”

Fonte: G1

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