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Prefeitura do Piauí lança concurso com salários de até R$ 6 mil

São 100 vagas para cargos de nível fundamental, médio e superior.

Laurivânia Fernandes

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A Prefeitura Municipal de Cocal – PI, lançou edital de concurso público
para o quadro permanente de pessoal com 100 vagas para cargos de nível fundamental, médio e superior.

As inscrições para o certame estarão abertas a partir do dia 20 de março, e as taxas são de R$ 60 para nível fundamental, R$ 80 para nível médio e R$ 110 para nível superior.

As vagas oferecidas no concurso são:

Fundamental: Vigia, Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista do SAMU, Motorista categoria D, Motorista categoria B e Agente Comunitário de Saúde.

Médio: Auxiliar Administrativo, Técnico em Saúde Bucal, Técnico em Enfermagem e Agente de Endemias.

Superior: Assistente Jurídico, Enfermeiro, Assistente Social, Engenheiro Civil, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Cirurgião Dentista, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Médico Psiquiatra, Nutricionista, Médico PSF, Médico Veterinário, Terapeuta Ocupacional, Psicopedagogo e Professor.


O Instituto Machado de Assis ficará responsável pela elaboração das provas do concurso, que tem previsão para serem realizadas no dia 26 de maio.

Saúde

Ministério da Saúde não prevê vacinar toda a população em 2021

Laurivânia Fernandes

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© Shutterstock

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira, 27, que não prevê vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 em 2021. A pasta cita a dificuldade mundial de produção dos imunizantes e o fato de os testes não incluírem todos os públicos, como crianças e gestantes, o que impossibilitaria uma parte da aplicação. Para a pasta, a limitação não representará riscos para os brasileiros.

“O fato de determinados grupos da população não serem imunizados não significa que não estarão seguros porque outros grupos que convivem com aqueles estarão imunizados e dessa forma não vão ter a possibilidade de se contaminar com a doença. É por esse motivo que não vacinamos toda a população, por exemplo, contra a influenza”, explicou Elcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Ele citou ainda as limitações mundiais de produção. “Quando a gente fala em imunização, o mundo não entende que terá que ter vacina para todos. A própria Covax Facility, iniciativa que junta uma série de laboratórios, ela almeja acesso a 2 bilhões de doses para a vacinar todo o mundo, e por aí verificamos que é uma meta bastante ambiciosa porque não se imagina que haverá vacina para vacinar todos os cidadãos do planeta Terra.”

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana, disse que “não temos uma vacina para vacinar toda a população brasileira”. E ressaltou os públicos ainda não testados pelos estudos vigentes. “Não podemos priorizar determinados públicos tendo em vista que essa vacina não está sendo utilizada durante os testes nessa população, a exemplo de crianças e gestantes”, destacou.

O País possui um acordo com o laboratório AstraZeneca, que desenvolve uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford. Em 2021, o imunizante será produzido em parceria com a Fiocruz para distribuição em território brasileiro. A fundação prevê vacinar 130 milhões de brasileiros ao longo do próximo ano, sendo 65 milhões no primeiro semestre e outros 65 milhões no segundo semestre.

Além dessa vacina, outra iniciativa em estudo é a coronavac, do laboratório chinês Sinovac, que produzirá o imunizante em parceria com o Instituto Butantã, em São Paulo. O Brasil também aderiu à Covax Facility mediante pagamento de R$ 2,5 bilhões para poder acessar vacinas produzidas por um conjunto de nove laboratórios. A primeira parcela desse pagamento, no valor de R$ 830 milhões, já foi efetuada. As previsões, contudo, estão sujeitas ao andamento dos estudos que avaliam a segurança e a eficácia dos imunizantes.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Piauí

Motorista morre após caminhão carregado de tijolos capotar no Norte do Piauí

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Um motorista identificado como Renato Alves da Silva, de 23 anos, morreu na manhã deste sábado (28) após caminhão capotar na zona rural do município de Barras, no Norte do Piauí. Duas sobreviveram, pois pularam do veículo.

De acordo com a Polícia Militar de Barras, o caminhão tentou subir uma ladeira, com uma carga de tijolos, mas desceu de ré após apresentar falha mecânica. O motorista ficou dentro do caminhão tentando controlar o veículo.

Depois do capotamento, a vítima ainda chegou a sair do caminhão depois do acidente, andou dois metros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Os sobreviventes foram socorridos. A Polícia Civil vai investigar o caso.


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Teresina

Promotora ajuíza ação para garantir 100% da frota de ônibus em Teresina

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O Ministério Público do Estado do Piauí, por meio da 32ª Promotoria de Justiça, que tem como titular a promotora de Justiça Maria das Graças do Monte Teixeira, ajuizou, no dia 25 de novembro, Ação Civil Pública contra o município de Teresina e os consórcios responsáveis pelo transporte coletivo público da capital, para minimizar os prejuízos sofridos pelos usuários do transporte coletivo da cidade durante a pandemia.

A 32ª Promotoria de Justiça de Teresina é especializada na defesa dos consumidores. Por meio de procedimento administrativo instaurado em maio deste ano e de diálogo com as autoridades municipais competentes, a instituição procurou sanar as irregularidades apontadas pela população.

O poder público municipal foi provocado a adotar providências e estratégias adequadas que permitissem a circulação do transporte coletivo público no município de Teresina, em condições de atender a demanda da população e ao mesmo tempo respeitar as orientações de prevenção ao coronavírus emitidas pelos órgãos de saúde.

Na ação, a promotora de Justiça Maria das Graças do Monte Teixeira requer que o poder judiciário determine ao município de Teresina e aos consórcios responsáveis pela prestação do serviço: a obrigação de fazer, a ser efetivada no prazo de 72 horas, consistente em adotar todas as medidas legais e contratuais cabíveis no sentido de garantir a disponibilidade de 100% da frota de ônibus coletivos destinados ao transporte público nos horários de pico durante a pandemia de COVID-19 (6h às 9 h e 17h às 19h), enquanto durar a situação de pandemia do Covid-19, encaminhando-se relatório a juízo no mesmo prazo sobre as medidas adotadas, devidamente justificadas.

É solicitado também que nos demais horários seja assegurado, no mínimo, a circulação de 60% da frota de veículos utilizados no transporte coletivo da capital e a obrigação de fazer consistente no cumprimento das medidas fixadas pelo poder público concedente no Decreto Municipal nº 20.027/2020, não tolerando, por menor que seja a incidência de descumprimento, qualquer transgressão às medidas fixadas, incluindo a ostensiva fiscalização procedida pela STRANS no cumprimento da determinação.

Foi pedido ainda que seja elaborado pelo município de Teresina, no prazo de 15 dias, um plano de retorno gradual e efetivo do serviço de transporte público municipal de 100% da frota e itinerário, condizente com o retorno das atividades econômicas.

A instituição ministerial pede a fixação de multa de R$ 10 mil reais por dia de descumprimento, em benefício do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor.

Procedimento administrativo e Recomendação Administrativa

Em uma das respostas encaminhadas pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito(STRANS), ao procedimento instaurado, foi informado que o percentual da frota de veículos utilizados no transporte público coletivo de Teresina que estava em circulação era o seguinte – frota normal: 382 veículos, sem contabilizar os reservas; frota atual: 136 veículos( percentual correspondente: 35,6% ).

A 32ª Promotoria de Justiça, com o intuito de resolver a situação identificada, expediu a Recomendação nº 21/2020 para o município de Teresina, em síntese, para que fosse elaborado um plano de retorno gradual e efetivo do serviço de transporte público municipal de 100% da frota e itinerário condizente com o retorno das demais atividades econômicas, visto que a maior parte dos trabalhadores utiliza o transporte coletivo público.

Em resposta, a STRANS informou que não era possível a realização de planejamento de retomada gradual do transporte público na capital, diante do cenário de incertezas causadas pela pandemia.

“Assim, diante das constatações realizadas no curso das investigações e das inúmeras notícias de que o serviço prestado pelas empresas de transporte público é inadequado, ineficiente e ainda acarreta riscos à saúde, bem como do constante descumprimento do decreto municipal e da ausência de vontade do poder público para resolver a situação, foi necessário ajuizar a Ação Civil Pública”, descreve a promotora responsável pela 32ª promotoria de Justiça, no documento.

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