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Notícias

Wellington Dias amarga 53% de desaprovação em Teresina

Silas Freire

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Foto: Reprodução

A situação parece não estar boa para o governador W. Dias. Pesquisas realizadas com a população de Teresina apontam uma desaprovação que varia de 47% a 53%, em relação à gestão petista. O fato tem assustado o governo e seus aliados, que acham que com a vinda de Lula à capital eles irão conseguir superar essa rejeição. Dessa forma, adeptos da campanha do Dr. Pessoa, por exemplo, vão querer distância do Índio no 1° turno e Fábio Abreu torce por uma candidatura de Fábio Novo para tirar a marca da gestão de Wellington Dias de perto, pois o teresinense é muito criterioso na hora de escolher quem vai comandar a cidade.

Em Floriano, aliado de WD segue exemplo e dá calote em servidores

Na princesinha do Sul, Floriano, o prefeito municipal Joel Rodrigues, aliado de primeira hora de WD segue criteriosamente os passos do governo. Apesar de descontar do contracheque, o gestor não repassa o dinheiro para o plano de saúde no qual os servidores são conveniados, a Unimed. Dessa forma, a empresa simplesmente suspendeu o atendimento. Tem servidor da educação, por exemplo, que mesmo com o desconto para o plano privado, está indo para a urgência pública. Em Teresina, aliás alguns deles ficam nos corredores do HUT. A secretaria de finanças do município, Joelia Rodrigues diz que já pagaram uma parte, mas a Unimed só libera quando pagar todo. O pior é que boa parte da diretoria do Sinte, em Floriano, é composta por “bate palma” do prefeito. FICA VERMELHA, CARA SEM VERGONHA.

Wellington e Nouga, coveiros da Uespi

Foto: Divulgação/Uespi

Decisivamente a administração do PT e o reitor licenciado Nouga Cardoso foram os dois coveiros da UESPI. Para se ter uma ideia os diretores de campi entregaram ao Conselho Universitário da instituição um documento decretando estado de falência e informando quais os cursos que não oferecerão vagas no Sisu do ano que vem. O curso de direito de Floriano, referência no ensino superior no Nordeste, irá fechar suas portas, o cadeado também será passado no curso de enfermagem. Em Uruçuí só irá funcionar agronomia, em contrapartida, no município de Corrente agronomia e direito serão extintos. Bom Jesus perderá os cursos de letras português e pedagogia. Já a cidade de Campo Maior oferecerá apenas 80 vagas, antes de fechar nos próximos anos. Nouga está de licença e sabe o quanto fez mal ao levar ideologias políticas à Universidade. Por outro lado, está o governador Wellington Dias, com a incompetência da sua gestão sem investir um centavo no nosso patrimonio da educação. Ainda não há data marcada para o enterro geral, mas os coveiros já estão com os nomes garantidos.

Vergonha: Vigilância Sanitária interdita escola integral do Estado

Depois que a OAB pediu a interdição imediata do Zoobotânico por abandono dos animais e do local, agora foi a vez da Vigilância Sanitária interditar a Escola Estadual de Tempo Integral Solange Sinibu, que segundo denúncia da deputada Lucy Soares, os alunos à tempo usavam banheiros químicos e as instalações estavam completamente deterioradas. O que ainda está faltando para acontecer no desgoverno no Piauí?

A imagem diz tudo sobre segurança pública

Foto: Reprodução

Essa imagem diz tudo e mostra como custou caro para a segurança pública do Piauí os mandatos dos seus chefões, o deputado federal capitão Fábio Abreu e Coronel Carlos Augusto, deputado estadual. As viaturas são sempre assim, sem condição de trabalho. Nesse caso, os policiais arrumaram um jeito de continuar servindo a população, improvisando um retrovisor.

Câmara e Senado fecham acordo e 2ª instância fica para 2020

Com apoio da maioria dos líderes partidários, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre, (DEM-AP), firmaram nessa terça (26) um acordo para levar adiante a proposta de tramitação sobre a prisão após condenação em segunda instância. Os líderes concordaram em deixar a decisão para 2020. Na reunião que contou com a presença do ministro da Justiça, Sérgio Moro, ficou acordado que o projeto de lei, ficará na geladeira do Senado, que criará uma comissão especial para acompanhar a PEC que tramita na Câmara.

Justiça

TRT-PI derruba decretos municipais que obriga empregadores a realizarem teste rápido em funcionários

Laurivânia Fernandes

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O Tribunal Regional Trabalho (TRT-PI), derrubou os Decretos Municipais de números 19.735/2020 e 19.772/2020 editados, respectivamente, em 07.05.2010 e 20.05.2020, que obrigava empregadores a realizarem o teste rápido em todos os seus funcionários.

A decisão favorável à ação impetrada pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (Sindilojas), foi proferida pelo juiz do Trabalho, João Henrique Gayoso, nesta quarta-feira (03).

No pedido, os empresários alegaram que o alto custo para aquisição dos testes inviabilizaria o cumprimento do decreto, já que as empresas vivem um momento de crise financeira, causada a pandemia do novo coronavírus.

Em sua decisão, o magistrado chamou atenção para as dificuldades que a medida imposta pelos decretos poderiam causar ao setor.

O perigo da demora radica na circunstância manifesta de que a manutenção de tais medidas causará enormes dificuldades ao setor lojista varejista, já porque os lojistas terão de arcar com vultosas quantias para a aquisição de testes, numa conjuntura na qual se verifica, salta aos olhos, aguda diminuição, senão cessação, de vendas, já porque é notícia corrente na mídia (escrita, televisiva e eletrônica) que constitui tarefa dificílima a disponibilização de testes em quantidade suficiente para atender aos empregados/trabalhadores. Ainda quanto ao periculum in mora, é relevante destacar que, em se mantendo as medidas impostas nos Decretos Municipais em referência, os lojistas que não conseguirem atendê-las
sofrerão interdição total de suas atividades comerciais e cassação de alvará de localização e funcionamento. Isso posto, DEFIRO A MEDIDA LIMINAR requestada pelo Impetrante, de modo a suspender a
executoriedade dos Decretos Municipais números 19.735/2020 e 19.772/2020, relativamente a todos os estabelecimentos filiados ao SINDILOJAS-PI, no que tange à obrigação, contida em tais decretos, das empresas filiadas ao Impetrante de realizarem testes de diagnósticos para o SARS-Cov-2 (Covid -19) em seus empregados
, diz o magistrado em trecho da decisão.

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Saúde

Teste de vacina da Oxford contará com 2 mil voluntários brasileiros

Laurivânia Fernandes

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Foto: University of Oxford via AP

Dois mil brasileiros participarão dos testes para vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. A estratégia faz parte de um plano de desenvolvimento global, e o Brasil será o primeiro país fora do Reino Unido a começar a testar a eficácia da imunização contra o Sars CoV-2.

Em entrevista ao G1 na quinta-feira (28), a cientista brasileira e doutora pelo Instituto Butantan, Daniela Ferreira, já tinha adiantado o dilema da prova de eficácia: os responsáveis pela pesquisa em Oxford viam com preocupação o impacto da diminuição da curva de casos no Reino Unido. Já naquela época o grupo se organizava para ampliar os testes em uma região com altas taxas de circulação do Sars-Cov-2 para poder comprovar a possível eficácia da vacina.

“É uma situação um pouco bizarra, porque você quer que o coronavírus desapareça, não quer que as infecções continuem”, diz a chefe do departamento de ciências clínicas da Escola de Medicina Tropical de Liverpool. Para provar mais rapidamente se a fórmula é eficaz, é preciso que os voluntários tenham contato com o vírus e, atualmente, o Brasil é considera o epicentro da pandemia.

“Um dos fatores limitantes de tudo isso é se a gente vai continuar a ter, nos países em que as vacinas estão sendo testadas, um número de infecção que permite que você teste essa vacina rapidamente”, explicou Daniela Ferreira.

Testes aprovados pela Anvisa

Para ser conduzido no Brasil, o procedimento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o apoio do Ministério da Saúde. Em São Paulo, os testes serão feitos em mil voluntários e conduzidos pelo Centro de Referência para Imunológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A Fundação Lemann está financiando a estrutura médica e os equipamentos da operação.

Os voluntários serão pessoas na linha de frente do combate ao coronavírus, com uma chance maior de exposição ao Sars CoV-2. Eles também não podem ter sido infectados em outra ocasião. Os resultados serão importantes para conhecer a segurança da vacina.

Testes já começaram no Reino Unido

Com a previsão otimista de ficar pronta ainda em 2020, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford ofereceu proteção em um estudo pequeno com seis macacos, resultado que levou ao início de testes em humanos no final de abril.

Em humanos, os testes têm apenas 50% de chance de sucesso. Adrian Hill, diretor do Jenner Institute de Oxford, que se associou à farmacêutica AstraZeneca para desenvolver a vacina, disse que os resultados da fase atual, envolvendo milhares de voluntários, podem não garantir que a imunização seja eficaz e pede cautela.

A vacina já está sendo aplicada em 10 mil voluntários no Reino Unido. A dificuldade para provar a possível eficácia está no fato de os cientistas dependerem da continuidade da circulação do vírus entre a população para que os voluntários sejam expostos ao coronavírus Sars-Cov-2.

Outras vacinas em andamento

Relatório publicado no site da Organização Mundial de Saúde (OMS) com dados até esta terça-feira (2) mostra que estão em desenvolvimento pelo menos 133 candidatas a vacina, sendo que dez delas estão na fase clínica, ou seja, sendo testadas em humanos.

Embora os estudos avancem em todo o planeta, muitos especialistas acreditam que a vacina não estará disponível em 2020. Projeções otimistas falam num prazo de 12 a 18 meses, que já seria recorde. A vacina mais rápida já criada, a da caxumba, levou pelo menos quatro anos para ficar pronta.

Outra hipótese contra a qual todos os pesquisadores lutam é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja encontrada. O vírus do HIV, que causa a Aids, é conhecido há cerca de 30 anos, mas suas constantes mutações nunca permitiram uma vacina.

“Está todo mundo muito otimista, mas estudo de vacina é algo muito complicado. A maioria deles para na fase 3, de testes clínicos, pelos problemas que aparecem. É importante discutir essa possibilidade (de não se ter uma vacina)”, admite Álvaro Furtado Costa, médico infectologista do HC-FMUSP.

Gustavo Cabral, imunologista que lidera um estudo na USP e no Incorconcorda: “A vacina é o melhor caminho profilático (preventivo), mas não é o único caminho, há também os tratamentos. Para o HIV não há vacina e as pessoas que têm o vírus podem ter uma vida normal. Sabemos que aproximadamente 80% das pessoas infectadas com o Sars-CoV-2 não desenvolvem a Covid-19 ou têm sintomas leves. O problema são os outros 20% e o risco de fatalidade, hoje de 6%. Mas há centenas de estudos sobre medicamentos neste momento”, disse.

A busca pela vacina

Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas para testar segurança e resposta imune. Primeiro há uma fase exploratória, com pesquisa e identificação de moléculas promissoras (antígenos). O segundo momento é de fase pré-clínica, em que ocorre a validação da vacina em organismos vivos, usando animais (ratos, por exemplo). Só então é chegada à fase clínica, em humanos, em três fases de testes:

  • Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;
  • Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;
  • Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário.

Depois disso, as agências reguladoras precisam aprovar o produto, liberar a produção e distribuição. Das dez vacinas em testes em fase clínica, algumas aparecem em estágio mais avançado, como a desenvolvida por Oxford, em fase 3.

A vacina do Reino Unido é produzida a partir de um vírus (ChAdOx1), que é uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés. A esse imunizante foi adicionado material genético usado para produzir a a proteína Spike do SARS-Cov-2 (que ele usa para invadir as células), induzindo a criação de anticorpos.

A empresa AstraZeneca já fechou com EUA e Reino Unido para cuidar da produção em escala mundial. O CEO da farmacêutica disse à rede britânica BBC, no domingo, que a população pode ter acesso a 100 milhões de doses da vacina já em setembro.

Fonte: G1

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Saúde

Secretaria de Saúde de Parnaíba investiga possível caso de reinfecção de paciente com coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Josué Damacena / IOC/Fiocruz

A médica infectologista Renata Beltrão, da equipe de enfrentamento à Covid-19 da Secretaria de Saúde da cidade de Parnaíba, informou que o município está investigando um possível caso reinfecção pelo vírus. A paciente é uma técnica de enfermagem de 31 anos.

“A paciente apresentou sintomas clássicos em abril quando foi feito um sorológico no dia 27 do requerido mês, que deu positivo. No mesmo dia, ela realizou um swab que veio negativo, conforme o que deveria ser para um paciente que está no 10º dia, que acabou a fase de replicação viral e que não tem mais vírus na cavidade, partículas que sejam detectada pela nasofaringe por esse método. Esse novo swab veio positivo, representando uma discordância do primeiro e que não é padrão que isso aconteça. Isso não significa que estamos de frente a uma reinfecção, mas significa que tem sugestão que isso seja, na leitura simples dos exames”, explicou a médica.

Assista o vídeo com a explicação da médica:

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