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Brasil

Número de mortes por dengue duplicou em relação ao mesmo período de 2018

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O Ministério da Saúde confirmou 596,38 mil casos de dengue neste ano, até o dia 10 de junho. O número de casos prováveis da doença, ou seja, ainda não confirmados, é ainda maior: 1,127 milhão. Em relação a 2018, houve um salto nos casos de dengue no país. No mesmo período do ano passado, eram 173,63 mil casos prováveis.

Também o número de mortes por dengue neste ano é mais do que o dobro de 2018. Até aqui, foram registradas 366 mortes, ante 139 no mesmo período do ano passado.

“Observa-se aumento da taxa de letalidade no grupo de faixa etária acima de 60 anos, o que corresponde a 51,3 % (188) do total de óbitos do país”, diz o ministério, no boletim epidemiológico da Semana 23.

O aumento de casos da dengue tem sido especialmente visível nos estados de Minas Gerais e São Paulo nas últimas semanas. Da Semana 13 até a 23, esses dois estados corresponderam, juntos, a 96,5% do total de casos observados no Brasil (774,28 mil) dentro do período.

Chikungunya e zika

Em 2019, até 10 de junho foram registrados 65,83 mil casos prováveis de chikungunya no país. Além disso, houve 15 mortes (1 na Bahia, 13 no Rio de Janeiro e 1 no Distrito Federal).

No mesmo período, foram 6,53 mil casos prováveis de zika registrados pelo ministério, ante 5,09 mil casos no mesmo intervalo de 2018. Não há mortes confirmadas por zika.

Entre as gestantes, houve 1,68 mil casos prováveis, dos quais 299 foram confirmados: 39,4 % (118) dos casos confirmados foram registrados no Rio de Janeiro, seguido do Espírito Santo com 16,7 % (50), Minas Gerais com 8,3 % (25), Alagoas com 6,3% (19), Mato Grosso do Sul com 4,0% (12), Paraíba com 3,6% (11) e Mato Grosso com 3,3% (10).

Fonte: G1

Piauí

Pastora morre com Covid-19 após parto prematuro em Teresina

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A pastora de 35 anos, identificada como Carla Íris Ramos, morreu em decorrência de complicações causadas pela Covid-19 após parto prematuro na Maternidade Evangelina Rosa, em Teresina. A vítima faleceu na noite desse domingo (25).

Conforme informações preliminares, a pastora provavelmente foi infectada em Petrolina, no interior de Pernambuco, onde estava na casa de familiares. Ela chegou a ser internada no hospital de São Raimundo Nonato, mas devido à gravidade ela foi transferida para Evangelina Rosa.

A vítima estava com 31 semanas quando a gravidez foi interrompida. O bebê está bem e já teve alta. A pastora apresentou uma melhora mas depois foi internada novamente, e acabou não resistindo.

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Piauí

Piauí registra sete óbitos por Covid-19 nas últimas 24h

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A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (26), que em apenas 24h, 260 casos foram confirmados e sete mortes, causadas pela Covid-19, foram registradas no Piauí. Ainda conforme a Sesapi, 158 infectados estão na UTI.

Um homem e seis mulheres foram vítimas da Covid-19. Ele era da capital Teresina (66 anos). Já as mulheres eram de Baixa Grande do Ribeiro (48 e 69 anos), Piripiri (62 anos), Redenção do Gurgueia (79 anos), São Raimundo Nonato (31 anos) e Teresina (69 anos).

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 359 ocupados, sendo 187 leitos clínicos, 158 UTIs e 14 em leitos de estabilização. As altas acumulada somam 21.485 até o dia 26 de julho de 2021.

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Saúde

Ministério da Saúde avalia reduzir intervalo entre doses da Pfizer, diz secretária

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A secretária extraordinária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde, Rosana Leite, afirmou nesta segunda-feira (26) que a pasta está avaliando reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer. 

Atualmente, o ministério pratica o intervalo de 90 dias. Segundo Rosana, a preocupação com a variante Delta e a previsão de chegada de remessas maiores da vacina levam o ministério a analisar a possibilidade de diminuir o espaço entre as doses. Ela não informou qual deve ser o novo intervalo. 

“Provavelmente, no próximo mês, com as perspectivas de vacinas, temos uma previsão de fechar agora o mês de julho com 40 milhões de vacinas, e em agosto, 63 milhões Então, sim, nós pensaremos em reduzir esse intervalo [entre as doses da Pfizer], afirmou a secretária. 

Ainda segundo Rosana, o ministério estuda reduzir apenas o intervalo de aplicação da Pfizer, e não o das demais vacinas usadas no Brasil. 

“A AstraZeneca mostra, inclusive, que quanto maior o intervalo de dose D1 e D2, melhor a formação de anticorpos neutralizantes. A única seria a Pfizer, inclusive isso consta em bula, nas outras não”, explicou a secretária.

Orientação para grávidas e puérperas

O Ministério da Saúde decidiu orientar grávidas e puérperas que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca a se vacinarem com a segunda dose da Pfizer ou da Coronavac. 

A preferência é que as grávidas e puérperas tomem a segunda dose da Pfizer, que já tem testes disponíveis. Em casos excepcionais, elas poderão tomar também a Coronavac. 

“É recomendável que elas façam sim essa intercambialidade, preferencialmente com a vacina Pfizer, que já tem testes. Mas, na excepcionalidade, ela poderá usar também a Coronavac”, explicou Rosana. 

Ainda segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, a intercambialidade é recomendada apenas para casos específicos, como das grávidas que tomaram AstraZeneca. “Não é permitida a intercambialidade nos casos normais”, disse. 

Ela afirmou, ainda, que o ministério não recomenda terceira dose de vacinas. “Nesse momento, não é recomendável terceira dose de nenhum imunizante.” 

A vacina AstraZeneca foi suspensa para gestantes em maio, após recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por conta de uma reação adversa. Desde então, a orientação é a de que as gestantes e puérperas recebam CoronaVac ou Pfizer na primeira dose.

Fonte: G1

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