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Brasil

Aprovação de Bolsonaro cai e chega a 32% da população, diz CNI

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A avaliação ruim ou péssima do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aumentou cinco pontos percentuais em dois meses. Pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)/Ibope, divulgada nesta quinta-feira (27/06/2019), mostra que 32% da população desaprova o pesselista. Ante 27%, em abril.

Aprovação de Bolsonaro caiu e chegando a 32% da população. Na mesma pesquisa divulgada há dois meses o presidente era avaliado positivamente por 35% dos entrevistados. Queda de três pontos percentuais.

Para 47% da população, a gestão de Bolsonaro é melhor que a do ex-presidente Michel Temer (MDB). Na mesma tendência, 46% concordam com a maneira de governar do presidente. Na contramão, 48% desaprova.

Atualmente, o percentual de reprovação, aprovação e a avaliação regular é o mesmo. Cada entendimento tem 32% da população. Os números de abril foram: Ótimo/bom: 35%; Regular: 31%; Ruim/péssimo: 27%; Não sabe/não respondeu: 7%.

A pesquisa divulgada nesta quinta-feira também questionou os entrevistados se confiam no presidente. Ao todo, 51% da população diz não confiar em Bolsonaro. Enquanto, 46%, diz confiar.

A CNI explicou a queda na popularidade do presidente. “Ela é maior entre as mulheres, entre as pessoas com até a 4ª série da educação fundamental, os com menor renda e os residentes nas regiões Norte/Centro-Oeste e Nordeste. A região Sul se consolida como a de maior popularidade (52%)”, destaca a entidade.

Ela ainda frisou que os três indicadores que medem a popularidade de Bolsonaro registram piora entre abril e junho de 2019. “O percentual dos que avaliam o governo como ruim ou péssimo sobe de 27% para 32%, enquanto o percentual da população que avalia o governo como ótimo ou bom oscila, indo de 35% para 32%”, detalha.

Avaliação por área
As ações e políticas do atual governo com maiores taxas de reprovação são: Taxa de juros (59%); Impostos (61%); Saúde (56%); Combate ao desemprego (54%); e Educação (54%).

Já as áreas mais bem avaliadas do governo são: Segurança pública (54%); Meio ambiente (46%); Combate à inflação (45%); e Combate à fome e a pobreza (43%).

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 20 e 23 de junho e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Fonte: Metrópoles

Brasil

Está perto do fim o mistério em torno do que aconteceu com Joice

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Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal está convencida de que a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) foi vítima de um acidente doméstico, sem nenhuma conotação política, ao cair no seu apartamento da Asa Sul e se machucar seriamente.

Se ela ficou desacordada durante sete horas, como disse, e com a cabeça dentro de uma poça de sangue, não deu para aferir. Certamente não foi vítima de uma agressão do marido, do contrário teriam sido encontradas marcas nas mãos dele.

É possível que Joice, em rigoroso tratamento para emagrecer, tenha misturado remédios com bebidas alcoólicas e se acidentado sozinha. Ou que então tenha tido uma convulsão, caído e ficado desacordada no seu quarto enquanto o marido dormia em outro.

Não foi encontrado nenhum sinal de entrada no apartamento de qualquer outra pessoa nos dias que antecederam e sucederam ao ocorrido.

Fonte: Metrópoles

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Saúde

Podemos ter que vacinar contra Covid-19 todos os anos, diz Queiroga

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Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu em entrevista exclusiva à CNN que a pasta já trabalha com a possibilidade de precisar repetir anualmente a vacinação contra a Covid-19. O ministro afirmou que as fábricas de vacinas veterinárias são uma aposta do governo para que o país seja autossuficiente em imunizantes contra a doença.

“É possível que se torne uma endemia e que tenhamos que vacinar a população brasileira anualmente. Por isso, temos que fortalecer o nosso complexo industrial da saúde, para que tenhamos condição de produzir vacinas suficientes no Brasil. Não só o IFA nacional, mas também o banco de células”, disse Queiroga, entrevistado pelo âncora William Waack e pela analista de Economia Raquel Landim.

De acordo com o ministro da Saúde, o governo se baseia em uma lei aprovada pelo Congresso que permitiu aos parques industriais que produzem vacinas contra doenças em animais possam iniciar a produção de imunizantes contra o novo coronavírus.

Para Queiroga, a expertise do agronegócio brasileiro permitirá que essa produção ocorra em larga escala e o país se converta em “líder global”. “Que nós possamos participar do Covax Facility [consórcio da OMS para a compra de vacinas] não para adquirir vacinas, mas para fornecer”, afirmou o ministro.

Vacinação de adolescentes

De acordo com o ministro Marcelo Queiroga, o Brasil mantém a meta de vacinar 100% das pessoas com 18 anos ou mais com ao menos uma dose de imunizante contra a Covid-19 até setembro deste ano. De forma complementar, que 50% dessa parcela da população esteja com o ciclo vacinal completo, seja com uma dose da Janssen ou com duas doses das demais vacinas.

É neste momento que o país espera iniciar a vacinação dos adolescentes. No primeiro momento, já está no horizonte a vacinação de quem tem entre 13 e 17 anos e possui comorbidades identificadas como grupo de risco. De acordo com a estimativa de Queiroga, são 4,5 milhões de jovens. 

O ministro da Saúde afirmou que a pasta também vai incluir os jovens dessa faixa etária sem doenças pré-existentes, mas que isso só acontecerá em um segundo momento. Além da falta de doses, há um segundo fator limitante. Das vacinas em uso no Brasil, apenas o imunizante da Pfizer já tem autorização da Anvisa para aplicação em pessoas dessa faixa etária.

Fonte: CNN

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Brasil

Covid-19: Adolescentes entre 12 a 17 anos serão incluídos na vacinação

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (27) que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos. Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados. 

A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios. 

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o país, o ministério deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias. 

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19. 

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro. 

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI. 


Fonte: Agência Brasil

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