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Brasil

Mancha de petróleo avança no PI e mais oito estados do Nordeste

Biólogos temem problema que afete reprodução de baleias.

Laurivânia Fernandes

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Grandes manchas pretas e gosmentas arrastadas pelo mar chegam a todo momento às areias claras do litoral do Nordeste brasileiro.

Sua origem é desconhecida, mas seus efeitos já são devastadores. São mais de 132 pontos com registros de óleo em 61 cidades de nove Estados diferentes: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Ao menos oito animais morreram sufocados pelo material de origem ainda desconhecida.

Biólogos temem que a poluição se espalhe ainda mais e chegue a prejudicar a reprodução de animais – entre eles, as baleias jubarte.

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) informou que tomou uma série de medidas, em parceria com os Corpos de Bombeiros dos Estados atingidos, para minimizar os danos desde o dia 2 de setembro, quando foram identificadas as primeiras manchas.

Junto com a Marinha e Petrobras, o grupo de técnicos também tenta identificar a origem e os responsáveis pelo despejo de petróleo cru no mar. O Instituto Tamar suspendeu a soltura de tartarugas marinhas por conta do problema.

O primeiro resultado dessa força-tarefa aponta que a substância encontrada nos litorais não é nenhum tipo de derivado de petróleo, como gasolina ou querosene, mas sim o produto em sua forma bruta, não processado.

A Petrobras anunciou que suas análises indicam que o material que está poluindo as praias não é produzido no Brasil. Na tarde desta segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo federal identificou um possível responsável pelo vazamento.

“Pode ser algo criminoso, pode ser um vazamento acidental. Pode ser um navio que naufragou também. Agora, é complexo. Temos no radar um país que pode ser o da origem do petróleo e continuamos trabalhando da melhor maneira possível”, disse o presidente.

A Petrobras contratou moradores das regiões afetadas pelo óleo para trabalhar na limpeza das praias. O número de contratados, porém, vai depender da quantidade de pessoas treinadas para atuar em situações desse tipo em cada região atingida.

Fonte: G1

Educação

Justiça barra resultado do Sisu e manda MEC comprovar correções no Enem

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação

Justiça Federal em São Paulo determinou, em decisão liminar, nesta sexta-feira, 24, que o processo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) seja suspenso assim que as inscrições forem encerradas, o que ocorre neste domingo, 26. A decisão, que acata pedido da Defensoria Pública da União, também exige que o governo comprove que o erro na correção das provas do Enem 2019 foi solucionado completamente.

Isso significa que os resultados do Sisu não podem ser divulgados na segunda-feira, 27. Além disso, o Inep, instituto responsável pelo Enem, precisa comprovar em até cinco dias que a revisão das notas nas quais foram encontradas falhas foi considerada para a readequação das notas de todos os candidatos ao Exame. O órgão também tem que provar que todos os participantes que pediram revisão das notas tiveram o pedido reavaliado e receberam resposta mesmo que o questionamento não tenha sido atendido.

De acordo com a Defensoria Pública da União, o MEC e o Inep vão pagar multa diária de R$ 10 milhões caso não cumpram o que foi determinado nos cinco dias dados pela Justiça.

Em nota, o Ministério da Educação afirmou que já prestou os esclarecimentos solicitados.

Fonte: Veja

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Educação

Relatos de estudantes sobre possível erro no Sisu se multiplicam nas redes sociais

Laurivânia Fernandes

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As reclamações de candidatos que tentam uma vaga no Sisu, tem se multiplicadonas redes sociais ao longo desta sexta-feira (24).

Nos assuntos mais comentados do Twitter está a hastag #erronosisu. Segundo os relatos, o sistema tem considerado alguns candidatos aptos para as duas opções de cursos pretendidos, o que elevaria, segundo os candidatos, as notas de corte.

Classificação parcial

O Sisu permite que cada inscrito escolha dois curso para concorrer. Quando o estudante tem nota suficiente para ser classificado na primeira opção (ainda que temporariamente), ele não é automaticamente considerado “classificado” para a segunda.

Com o problema identificado pelos candidatos, pessoas com notas altas estão sendo temporariamente classificadas para as duas escolhas e as notas de corte, que são calculadas com base nas pessoas que se candidatam, estariam mais altas do que o esperado pelos estudantes.

“A 2ª opção de muita gente está sendo validada mesmo que essa pessoa esteja acima da nota (de corte) na 1ª (opção), isso não estava acontecendo no começo do processo”, escreveu uma candidata no Twitter.

O prazo para inscrição, que deveria terminar nesta sexta-feira (24), foi estendido até as 23h59 de domingo (26), após os problemas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O erro afetou cerca de 6 mil candidatos, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Nesta edição do Sisu estão em disputa 237.128 vagas em 128 instituições de ensino superior públicas em todo o país.

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Brasil

Projeto permite parcerias com hospitais particulares para reduzir fila do SUS

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução/Internet

O Projeto de Lei 6236/19 permite que sejam realizadas parcerias ou convênios com equipamentos de saúde particulares para desburocratizar a fila de espera dos exames do Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta altera a Lei Orgânica da Saúde para prever as parcerias.

O autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), explica que a Constituição Federal assegura o direito a saúde a todos os brasileiros e que é de competência comum da União, estados, Distrito Federal e municípios o cuidado com a saúde e assistência pública.

“Segundo uma pesquisa do Datafolha, publicada no portal de notícias “G1” em setembro deste ano, 18% (dezoito por cento) dos brasileiros consideram a saúde o principal problema do país”, afirma Studart. Ele cita, como exemplo de boa iniciativa, um programa conhecido como “Corujão da Saúde” no estado de São Paulo que realiza parcerias com equipamentos particulares de saúde para desburocratizar a realização de alguns exames, como endoscopias e mamografias.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

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