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Brasil

Governo quer postos de saúde com ‘terceiro turno’ já em abril

Previsão é que parte dos postos de saúde que hoje funcionam até as 17h passe a ficar aberta até as 22h.

Laurivânia Fernandes

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Unidades básicas de saúde que hoje funcionam somente até a tarde poderão começar a atender também no período da noite ainda em abril deste ano. A mudança faz parte de um novo projeto apresentado nessa quinta-feira (28) pelo Ministério da Saúde e aprovado em reunião com secretários estaduais e municipais de Saúde.

Com a medida, a previsão é que parte dos postos de saúde que hoje funcionam até as 17h passe a ficar aberta até as 22h.

O funcionamento em turno estendido, no entanto, não valeria para todas as unidades básicas de saúde. 

Inicialmente, a ideia é que a medida possa valer apenas para aquelas com maior tamanho e capacidade de atendimento. A adesão também deve ficar a cargo dos municípios.

O governo finaliza uma proposta para alterar o modelo de organização de equipes que hoje atuam no programa Saúde da Família na tentativa de criar um terceiro turno de atendimento nesses locais. 

O objetivo é ampliar o acesso a essas unidades e diminuir a superlotação de UPAs (unidades de pronto-atendimento) e de prontos-socorros em hospitais. Com a ampliação, casos menos graves seriam redirecionados às unidades de saúde.

As mudanças devem fazer parte de um novo programa, o qual vai se chamar Mais Saúde da Família. 

A expectativa do início da oferta do chamado “terceiro turno” ainda em abril deste ano foi informada pelo secretário de Gestão Estratégica e Participativa do ministério, Erno Harzheim, que coordena o projeto. 

Unidades básicas de saúde que hoje funcionam somente até a tarde poderão começar a atender também no período da noite ainda em abril deste ano.
A mudança faz parte de um novo projeto apresentado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Saúde e aprovado em reunião com secretários estaduais e municipais de Saúde.

Com a medida, a previsão é que parte dos postos de saúde que hoje funcionam até as 17h passe a ficar aberta até as 22h.

O funcionamento em turno estendido, no entanto, não valeria para todas as unidades básicas de saúde. 

Inicialmente, a ideia é que a medida possa valer apenas para aquelas com maior tamanho e capacidade de atendimento. A adesão também deve ficar a cargo dos municípios.

O governo finaliza uma proposta para alterar o modelo de organização de equipes que hoje atuam no programa Saúde da Família na tentativa de criar um terceiro turno de atendimento nesses locais. 

O objetivo é ampliar o acesso a essas unidades e diminuir a superlotação de UPAs (unidades de pronto-atendimento) e de prontos-socorros em hospitais. Com a ampliação, casos menos graves seriam redirecionados às unidades de saúde.

As mudanças devem fazer parte de um novo programa, o qual vai se chamar Mais Saúde da Família. 

A expectativa do início da oferta do chamado “terceiro turno” ainda em abril deste ano foi informada pelo secretário de Gestão Estratégica e Participativa do ministério, Erno Harzheim, que coordena o projeto. 

Fonte: FolhaPress

Brasil

Bolsonaro tem ‘ótima evolução clínica e sem complicações cirúrgicas’ após procedimento na bexiga em SP, diz boletim médico

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue com “ótima evolução clínica e sem complicações cirúrgicas” neste sábado (27), informa boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Na sexta-feira (25) o político passou por uma cirurgia para retirada de cálculo na bexiga. Além disso, nesta manhã foi retirada a sonda para que ele urine normalmente.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro postou uma foto do marido nas suas redes sociais nesta manhã. O presidente aparece sorrindo e fazendo um sinal de positivo com a mão. Ele usa uma camisa do time de futebol cearense Ferroviário Atlético Clube (FAC), de Fortaleza.

Logo após a operação, ainda na sexta, Bolsonaro já caminhava pelo quarto do hospital, segundo boletim médico divulgado anteriormente. O presidente apresentava “ótima evolução clínica”, de acordo com o documento.

“Segue sem intercorrências, afebril e em uso de sonda vesical, sem sangramentos. Iniciou dieta oral e caminhou no quarto’, dizia o boletim do Einstein.Segundo o primeiro boletim médico divulgado pelo hospital após o término da cirurgia, na manhã de sexta, Bolsonaro “foi submetido à intervenção cirúrgica de Cistolitotripsia endoscópica para a retirada de cálculo da bexiga”. “O procedimento foi realizado sem intercorrências”, diz o boletim.

Fonte: G1

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Brasil

Menino do Paraná faz oferta em aplicativo para comprar casa para família em Sergipe: ‘R$ 50 por mês até juntar R$ 110 mil’

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Preocupado se a mãe ia conseguir continuar pagando o alugar da casa onde moram em Maringá, no norte do Paraná, João Bernardo, de nove anos, entrou um aplicativo e fez uma oferta para comprar uma casa de R$ 110 mil por R$ 50 mensais.

A troca de mensagens entre o menino e o vendedor foi postada pela mãe dele, a diarista Daiana Campiolo, de 38 anos, nas redes sociais, e a postagem viralizou.

Pelo aplicativo, o menino ofereceu pagar uma casa em Sergipe, a mais de 2,5 mil quilômetros de onde eles moram, em parcelas de R$ 50 até chegar ao valor total do imóvel.

Ao fazer a oferta, o garoto justificou que estava procurando uma casa nova porque a casa onde moram é pequena e quer que a mãe pare de pagar aluguel.

Ele também disse que fica preocupado com o cachorro da família. “A nossa rua passa carro e as vezes nosso cachorro sai de casa”, disse.

Segundo a mãe do menino, João começou a mexer nos aplicativos de compra e venda pela internet quando colocou um jogo à venda para tentar comprar outro. “Ele queria comprar um jogo, o irmão dele deu a ideia de vender um antigo para comprar um novo, e desde então ele começou a mexer nesses aplicativos, mas não sabia que ele estava vendo ofertas de casas”, disse Daiana.

Daiana contou que o menino tem um sonho que a família tenha uma casa própria. Segundo a mãe, João tem um cofrinho onde ele guarda moedas para tentar ajudar a realizar o desejo.

Ela disse que o pai do menino morreu há dois anos, e que desde então a família está tentando retomar a vida.

“Estamos voltando aos poucos. Vivemos com a ajuda das pessoas por um tempo. Desde que isso aconteceu, ele colocou na cabeça que quer me ajudar de alguma forma, que vamos deixar o aluguel e sempre fala que vai comprar uma casa”, contou.

Segundo Daiana, a repercussão da postagem animou o filho. “Ele faz terapia, ainda tem um trauma muito grande da perda, mas a repercussão dessa história deixou ele feliz, o que é muito bom”, afirmou.

Fonte: G1

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Educação

Adolescentes cogitam abandonar o ensino médio com a pandemia

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Danielle Teixeira tem 15 anos e pensa em abandonar o 1º ano do ensino médio. Ela estuda em uma escola pública estadual de Itabirito (MG). Nos últimos meses, vieram a ansiedade, a depressão e as dificuldades financeiras. “Parece que tudo foi desfeito, estou confusa, talvez eu desista e vá trabalhar.”

Desde março, quando o colégio foi fechado por causa da pandemia, Danielle lida com preocupações na família. A mãe teve problemas de saúde, foi afastada do trabalho e ainda não recebeu o auxílio-doença do INSS. “Meu pai não consegue pagar todas as contas sozinho. Pensei na possibilidade de ser lojista ou de trabalhar com culinária. A situação financeira me pressiona muito”, diz.

A suspensão das atividades presenciais, que completa 6 meses na maior parte do país, e a crise econômica trazidas pela Covid-19 podem agravar um problema já observado: a evasão escolar. Tecnicamente, ela ocorre quando um estudante abandona as aulas e não retorna no ano letivo seguinte. A taxa tende a crescer em 2021 na visão de especialistas.

Uma das razões é a quebra de vínculo entre alunos e escola. O colégio de Danielle, por exemplo, não disponibilizou aulas on-line durante a pandemia, apenas apostilas de exercício. Ela sequer conhece seus professores. “Eles estavam em greve no início do ano, então não tenho o contato direto de nenhum deles. A coordenação passou um e-mail para tirarmos as dúvidas da matéria, mas ninguém responde”, afirma Danielle.

“Por mais que eu pesquise sozinha, não consigo, só vejo os exercícios se acumulando. Aí, a gente acaba desistindo.

Entre os jovens brasileiros de 15 a 17 anos, cerca de 30% deles não estão matriculados no ensino médio (20% deles seguem ainda no ensino fundamental e 10% já estão fora da escola), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2019, feita pelo IBGE.

O levantamento mostrou também que 48,8% dos brasileiros com mais de 25 anos não concluíram o ensino médio. O principal motivo para a evasão escolar, apontado por 39,1% deles, foi a necessidade de trabalhar.

“Quando um jovem se afasta da escola, é muito difícil que retorne depois. Ele pode encontrar um ‘bico’ e ganhar seu dinheiro”, explica Marlova Noleto, diretora e representante da Unesco no Brasil.

“Há os jovens que sentem a necessidade de buscar o próprio sustento, os que já têm filhos e precisam bancá-los, e os que têm de ajudar os pais em casa”, afirma Noleto.

E quanto mais anos passados, mais dificuldades para a volta. “Se um aluno decidir retornar aos 18 anos, mas encontrar colegas de 15, não vai se inserir na turma. É um contexto totalmente favorável para afastá-lo de novo dos estudos”, diz Inês Kisil Miskalo, gerente executiva de articulação do Instituto Ayrton Senna.

Outras possíveis causas da evasão escolar na pandemia são:

  • aumento de casos de ansiedade e depressão;
  • maior exposição à violência doméstica;
  • incidência de gravidez na adolescência.

Fonte: G1

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