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Brasil

Covid-19: Teich alerta ser possível chegar a 1.000 mortes por dia no Brasil.

Karytha Leal

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O ministro da Saúde, Nelson Teich, alertou hoje, em coletiva de imprensa, que é possível que o Brasil chegue a confirmar 1.000 mortes por dia em decorrência do coronavírus, caso a pandemia cresça nos próximos dias. “Em relação a um possível número de mortes, e hoje estamos em 435 [confirmadas nas últimas 24 horas], o número de 1.000, se tivermos um crescimento significativo na pandemia, é possível acontecer. Não quer dizer que vai acontecer. A gente tem que acompanhar a cada dia para tomar as decisões”, disse.

“Hoje, a prioridade que a gente tem, absolutamente, é ajudar Estados e Municípios a ter a estrutura necessária para tratar das pessoas. Nosso foco é esse”, completou o ministro.

Isolamento social continua

O ministro da Saúde afirmou ainda na coletiva sobre ações de combate ao coronavírus que não está falando em relaxar as medidas de isolamento social. Ele pregou cautela ao tratar do assunto e afirmou que a abordagem sobre flexibilizações não será de forma superficial.

“Ninguém está pensando em relaxar o isolamento, a gente está criando uma diretriz”, declarou ele.

Teich observou que a diretriz não é equivalente a uma orientação ou recomendação e que é algo que deve ser pesado pela população.

“As pessoas vão ter que pensar em todas as variáveis e pontos que vão ser pensados para que alguma política possa ser desenhada em algum ponto no futuro e ter uma segurança necessária.

Se liberar uma diretriz dessa soar como orientação ou recomendação isso seria muito ruim, o que não é o caso”, afirmou o ministro.

Brasil passa a China em casos e é o 10º no mundo

O Ministério da Saúde anunciou hoje que subiu para 5.901 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil — 435 óbitos confirmados nas últimas 24 horas. Até ontem eram 5.466.

No total, o país chegou a 85.380 casos oficiais, com 7.218 diagnósticos novos de ontem para hoje. Segundo o ministério, ao menos 43.544 pacientes estão em acompanhamento e mais de 35.935 já se recuperaram (42% dos infectados) — 1.539 óbitos seguem em investigação.

Com isso, o Brasil ultrapassou a China em números de casos — o país asiático tem 84.373, segundo informações do governo. O Brasil agora é o 10º no ranking com mais diagnósticos positivos, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Na terça-feira (28), o Brasil passou a China em número de mortos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), quando chegou à marca de 5 mil óbitos — a China tem 4.643, segundo o governo.

A última morte registrada por coronavírus na China é de 14 de abril. Os 7.218 casos de covid-19 nas últimas 24 horas no Brasil fizeram com que o país ficasse de novo na segunda posição entre os países que mais registraram novos casos de covid-19 no mundo, repetindo o feito de ontem e ficando atrás somente dos Estados Unidos, que somaram 26.512 contaminações pelo coronavírus entre ontem e hoje.

Fonte: UOL

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Brasil

Índia libera exportação da vacina de Oxford para o Brasil

Laurivânia Fernandes

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Foto: Dado Ruvic/Reuters

O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19, e as primeiras remessas serão enviadas na sexta-feira para Brasil e Marrocos, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia à Reuters. 

As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Instituto Serum da Índia, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo. 

O Brasil, que tem o segundo maior número de mortes da Covid-19 do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, vinha pedindo à Índia o envio de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, que teve o uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no domingo.

As doses prontas serão importadas da Índia pois a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sofreu um atraso na chegada dos insumos a serem enviados da China para iniciar a produção própria da vacina da AstraZeneca. 

A previsão inicial da Fiocruz era entregar o primeiro 1 milhão de doses ao Ministério da Saúde até meados de fevereiro, mas a fundação afirmou nesta semana que o prazo foi adiado para o início de março, uma vez que os insumos que estavam previstos para chegar em 9 de janeiro ainda não foram recebidos. 

O Ministério da Saúde chegou a anunciar que um avião sairia na semana passada do Brasil para buscar os 2 milhões de doses na Índia, mas o país asiático suspendeu a exportação de doses até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado.

O secretário das Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, disse que o fornecimento comercial da vacina começaria na sexta-feira, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro Narendra Modi de que a capacidade de produção da Índia seria usada por toda a humanidade para combater a pandemia. 

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos”, disse ele, referindo-se ao fornecimento gratuito nesta semana para Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal. 

“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando por Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, acrescentou.

Fonte: Reuters

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Brasil

TCU vai fiscalizar Ministério da Saúde por falta de oxigênio em Manaus

Laurivânia Fernandes

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Fito: Igo Estrela/Metrópoles

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu, na noite dessa quarta-feira (20/1), pela abertura de uma fiscalização contra o Ministério da Saúde diante da falta de oxigênio em Manaus para tratar pacientes internados com Covid-19.

A decisão contou com um voto estreante no tribunal do ministro Jorge Oliveira. Nomeado ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República em junho de 2019, Oliveira tomou posse como ministro do TCU em dezembro de 2020. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Manaus vive um colapso na saúde por conta da falta de oxigênio, devido a aumento de casos do novo coronavírus. A segunda onda que atinge o estado, mais veloz e letal, segundo especialistas, já matou mais de 6 mil pessoas no estado do Amazonas.

Na segunda-feira (18/1), obrigada a prestar contas sobre a atuação na crise sanitária que assola o Amazonas pelo Superior Tribunal Federal (STF), a Advocacia-Geral da União (AGU) disse que o governo federal sabia, desde o início de janeiro, que o sistema de saúde de Manaus sofria a “possibilidade iminente de colapso em 10 dias”, que poderia provocar “aumento da pressão sobre o sistema entre o período de 11 a 15 de janeiro”, como efetivamente ocorreu.

Fonte: Metrópoles

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Brasil

Tanto o Butantan quanto a Fiocruz precisam de matéria-prima da China para fazer vacina

Laurivânia Fernandes

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Foto: Edilson Dantas

Governadores de 16 estados enviaram na quarta-feira, 20 de janeiro, uma carta a Jair Bolsonaro, pedindo que ele e o Ministério das Relações Exteriores façam um gesto de diálogo com a China e com a Índia para viabilizar a continuidade da vacinação no país. Entraves diplomáticos com os países asiáticos estão atrasando a exportação para o Brasil de um ingrediente farmacêutico ativo (IFA) e de doses prontas da vacina contra a Covid-19, colocando em risco o avanço da imunização nos estados brasileiros.

“Ao cumprimentá-lo cordialmente, os governadores dos entes federados brasileiros que subscrevem este expediente dirigem-se a Vossa Excelência a fim de tratar da premente necessidade de manutenção do fornecimento externo dos insumos empregados na produção de vacinas contra Covid-19 no Brasil”, diz a carta, acrescentando: “Nesse sentido, solicitam a essa Presidência que seja avaliada a possibilidade de estabelecimento de diálogo diplomático com os governos dos países provedores dos referidos insumos, sobretudo a China e a Índia, para assegurar a continuidade do processo de imunização”.

Os alertas de uma possível interrupção no plano de imunização foram feitos nos últimos dias pelo Instituto Butantan, que produz a CoronaVac, e pela Fiocruz, que adiou para março a entrega das primeiras doses da vacina Oxford/AstraZeneca.

O princípio farmacêutico ativo, chamado de IFA, ainda não foi liberado para exportação pelo governo chinês, em meio a questões burocráticas e a um desgaste na relação entre Brasil e China. Tanto a CoronaVac quanto a Oxford/Astrazenica necessitam da matéria-prima.

No caso da Índia, o Brasil tenta importar dois milhões de doses prontas da vacina de Oxford, já autorizadas pela Anvisa, mas a vinda dela para o país ainda não foi liberada.

Ontem, procuradores do Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas, em Pernambuco, no Rio, no Rio Grande do Sul, em São Paulo e em Sergipe encaminharam um pedido ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que o Ministério da Saúde e o Ministério das Relações Exteriores detalhem as medidas adotadas para assegurar que a Fiocruz receba o que é necessário para a produção de vacina Oxford/AstraZeneca.

Também ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse à Globonews que foi informado pelo embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, que o atraso na importação de insumos para a produção de vacinas não foi causado por “obstáculos políticos”. mas por problemas de ordem técnica.Segundo Maia, Yang disse que trabalharia para acelerar a liberação das substâncias essenciais para a produção dos imunizantes no Brasil.

Fone: Extra

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