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Brasil

Militares são presos por envolvimento em ação que resultou em morte

Redação Encarando

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O Exército  determinou a prisão de 10 dos 12 militares que participaram da ação que resultou na morte do músico Evaldo dos Santos Rosa, 51 anos, na tarde desse domingo (7/4). Além de Evaldo, o sogro dele e uma pessoas que passava na rua foram baleadas. Inicialmente, os militares relataram que teriam reagido a um suposto assalto. A informação chegou a ser divulgada em nota pelo Comando Militar do Leste, mas acabou desmentida pela Polícia Civil. 

Em uma nota divulgada no fim da manhã, o Exército admitiu o erro. Disse que emitiu o primeiro texto “com base em informações iniciais transmitidas pela patrulha”, mas que, “em virtude de inconsistências identificadas entre os fatos inicialmente reportados e outras informações que chegaram posteriormente ao Comando Militar do Leste”, ficou determinado o afastamento dos militares. Os investigados foram encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária Militar.

As apurações das circunstâncias que resultaram na morte do músico e pai de família duraram toda a madrugada. Na manhã desta segunda (8/4), após o interrogatório dos militares, a autoridade militar decidiu pela “lavratura da prisão em flagrante” de 10 dos 12 integrantes da força, por terem descumprido “regras de engajamento”.

Os presos estão à disposição da Justiça Militar da União, e passarão por audiência de custódia.

“Cumpre esclarecer que o decurso de prazo entre os acontecimentos propriamente ditos e as providências no sentido da decretação das prisões deveu-se aos cuidados necessários para com o devido processo legal, por orientação do Ministério Público Militar, órgão encarregado do controle externo das atividades das Forças Armadas”, informou a assessoria de imprensa do Comando Militar do Leste.

Evaldo estava no carro com o sogro, Sérgio Gonçalves de Araújo, atingido nas costas e no glúteo, a mulher, Luciana dos Santos Nogueira, e o filho de 7 anos, que presenciou a ação. O veículo foi atingido por 80 disparos. Segundo a viúva, o músico já tinha sido atingido uma vez quando ela desceu do carro com a criança. Ela chegou a pedir ajuda, mas eles continuaram a atirar. Sérgio está internado no Hospital Albert Schweitzer. O estado dele é estável.

Fonte: Correio Brasiliense

Economia

Conta de luz fica mais cara com volta de tarifa extra a partir desta terça (1º)

Laurivânia Fernandes

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Imagem Ilustrativa

A conta de luz terá tarifa extra a partir desta terça-feira (1º), definiu a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

De acordo com a reguladora, será acionada a bandeira vermelha patamar 2 durante todo o mês de dezembro, o que representa uma cobrança de R$ 6,24 a mais a cada 100 kWh consumidos.

Esta é a primeira vez desde o início da pandemia de Covid-19 que a Aneel decide acionar uma bandeira tarifária não isenta de cobrança.

Em maio, a reguladora havia decidido manter a bandeira verde (sem cobrança extra) acionada até 31 de dezembro, mas a queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a retomada do consumo de energia levaram à revisão da decisão tomada em reunião extraordinária nesta segunda-feira (30).

Bandeiras tarifárias Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como uma sinalização para que o consumidor de energia elétrica conheça, mês a mês, as condições e os custos de geração no país.

Quando a produção nas usinas hidrelétricas (energia mais barata) está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2.

“Com o anúncio da bandeira vermelha patamar 2 é importante que os consumidores busquem evitar o desperdício de água e energia”, disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone.

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,34 por 100 kWh consumidos.

Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 4,16 por 100 kWh consumidos.

Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 6,24 para cada 100 kWh.

Fonte: Folhapress

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Brasil

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência em votação

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/TSE

O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. 

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui . O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil

Rodrigo Maia diz que não renovará auxílio na Câmara: “Problema do governo”

Karytha Leal

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), descartou, nesta segunda-feira (30/11), novamente, renovar o estado de calamidade pública e o auxílio emergencial, ambos vigentes até 31 de dezembro, mesmo que o governo Bolsonaro pressione. “O que tínhamos para gastar de forma urgente, já foi gasto”, alegou.

Ao ser questionado sobre a prorrogação do auxílio emergencial, concedido devido à pandemia do coronavírus, Maia foi direto: “Isso é problema do governo, só que não haverá PEC da Guerra mais. Essa acaba dia 31”.

“Não deixem as coisas para o último dia do ano. Não haverá prorrogação do estado de calamidade e nem da PEC da guerra”, declarou Maia, em entrevista ao UOL. “Não adianta chegar no último dia e querer pressionar, porque não vai funcionar. Essa pressão para prorrogar despesa vai parecer um falso benefício para os mais pobres”, acrescentou.

“Não adianta forçar a mão. Na minha presidência não haverá em nenhuma hipótese o estado de calamidade. O governo vai precisar trabalhar a partir de 2 de fevereiro com a medida provisória tendo que respeitar a LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal] e a regra de ouro”, declarou.

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