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Brasil

Auxílio Emergencial: Caixa começa a liberar saques e transferências da 2ª parcela depositada em poupança digital

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A Caixa Econômica Federal (CEF) começa a liberar a partir deste sábado (30) as transferências e os saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais do banco.

As liberações vão seguir um cronograma ligado ao mês de nascimento do trabalhador. Os primeiros a receber serão 2,6 milhões de beneficiários nascidos em janeiro. Até a data de liberação, os recursos já depositados nas poupanças podem ser usados apenas para pagamento de contas, de boletos e compras por meio do cartão de débito virtual.

Para os trabalhadores que receberam a primeira parcela do benefício em outra conta, os recursos depositados na poupança digital serão transferidos automaticamente também na data de liberação dos saques e transferências. Com isso, esses beneficiários terão que procurar os bancos em que têm conta caso queiram sacar o dinheiro.

Veja o calendário para liberação de saques e transferências da poupança social digital:

Auxílio Emergencial segunda parcela - saque e transferência da poupança social — Foto: Economia G1

Foto: Economia G1

Para pagar o beneficio, a Caixa vai abrir 2.213 agências em todo o país das 8h às 12h para atendimento exclusivo do Auxílio Emergencial. A lista das agências pode ser verificada neste link.

Pagamentos

A Caixa concluiu esta semana os pagamentos da segunda parcela do Auxílio Emergencial para os beneficiários que receberam a primeira até 30 de abril. O calendário da terceira parcela, que estava prevista para maio, continua sem definição.

Um segundo grupo de aprovados recebeu a primeira parcela também esta semana – para estes, a data de pagamento da segunda não está confirmada mas, segundo o presidente da Caixa, o benefício deve ser liberado em um mês.

Até sexta-feira (29), ainda havia 10,6 milhões de pedidos de Auxílio Emergencial aguardando análise, segundo a Caixa. Não há previsão de quando essas pessoas irão receber o benefício.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Fonte: G1

Saúde

Piauí registra 8 óbitos e 594 casos de Covid-19 nas últimas 24h

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesapi) divulgou nesta quarta-feira (27), que o estado do Piauí registrou em 24h, 08 óbitos e 594 casos de COVID-19. O estado já registrou 157.469 casos confirmados e 3.039 mortes.

Duas mulheres e seis homens foram vítimas da Covid-19 . Elas eram da cidade de Paranaíba (78 e 84 anos). Já os do sexo masculino eram dos municípios de Capitão de Campo (59 anos), Picos (85 anos), Teresina (33, 65 e 77 anos) e Uruçuí 43 anos). Todas as vítimas possuíam comorbidades.

Os casos confirmados no estado somam 157.469 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 3.039 e foram registrados em 205 municípios. Até agora, morreram 1.777 homens e 1.262 mulheres.

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Brasil

Governo suspende exigência de prova de vida de aposentados federais

Laurivânia Fernandes

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Economia suspendeu, até 31 de março, a exigência do recadastramento de aposentados e pensionistas da administração federal e de anistiados políticos civis, como medida de proteção para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Assim, a falta da prova de vida não afetará o recebimento dos proventos ou pensões pelos beneficiários.

A instrução normativa foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União e não se aplica ao recadastramento daqueles que já estão com o pagamento suspenso na presente data.

Os beneficiários que, porventura, tiverem o pagamento suspenso a partir de hoje, poderão solicitar o restabelecimento excepcional por meio da página do Sigepe (o sistema de gestão de pessoal do governo federal), pelo módulo de Requerimento do Sigepe, tipo de Documento “Restabelecimento de Pagamento – COVID19”. O beneficiário será comunicado por e-mail do deferimento de seu requerimento.

Encerrado o período de suspensão, a comprovação de vida deverá ser realizada para continuidade do pagamento de proventos e pensões e recebimento de eventuais retroativos. Na ocasião, o Ministério da Economia estabelecerá um cronograma.

Até 31 de março também fica suspensa a realização de visitas técnicas para fins de prova de vida.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil

SP confirma os três primeiros casos de contaminação com a variante amazonense do coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O Instituto Adolfo Lutz confirmou nesta terça-feira (26) as três primeiras pessoas do estado de São Paulo contaminadas com a variante amazonense do coronavírus, que tem sido apontada como um dos motivos para explosão de casos da Covid em Manaus. 

O que era uma suspeita, se confirmou: a variante do Amazonas, batizada de P1, está por trás do maior número de casos hoje no estado. Os pesquisadores que estudam a nova linhagem publicaram os resultados da análise de novas amostras colhidas de pacientes de Manaus. 

Em dezembro, 52,2% dos casos na capital do Amazonas foram provocados pela variante P1. Em janeiro, o número subiu para 85,4%. A presença de outras linhagens caiu de 96,3%, entre março e novembro, para 8,3%, agora em janeiro. 

A imunologista Ester Sabino diz que a nova variante deve ser mais transmissível. 

“Tudo indica que essa variante tem uma capacidade replicativa maior, uma capacidade de transmissão maior e, com isso, ela acaba tomando conta da epidemia e sendo a principal variante que está levando aos casos em Manaus”, disse Ester Sabino, imunologista do Instituto de Medicina Tropical-USP. 

Os cientistas alertam para um desafio gigante: impedir que a variante do Amazonas se espalhe e seja a predominante no Brasil inteiro. O vírus viaja junto com os infectados. No caso do Amazonas, pelos rios, estradas e aeroportos.

Os pesquisadores do Observatório da Covid no Brasil mapearam os aeroportos do país, com base nos deslocamentos mais frequentes, antes da pandemia, para saber onde é maior o risco da contaminação pela variante do Amazonas. 

As rotas mais vulneráveis são para São Paulo, nos três aeroportos do estado – Congonhas, Guarulhos e Viracopos – e também para Brasília. 

Risco alto também nos voos de Manaus aos dois aeroportos do Rio: Santos Dumont e Galeão. E também Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, Vitória, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. 

Nesta terça-feira (26), o Instituto Adolfo Lutz confirmou os três primeiros casos em São Pulo da variante do Amazonas. A Secretaria de Saúde informou que os três contaminados tinham histórico de viagem ou residência em Manaus. 

Flávia Marquitti, bióloga e matemática que participa do estudo, diz que é urgente aumentar a vigilância e o acompanhamento dos viajantes que partem do Amazonas. E também o sequenciamento genético nos outros estados, para saber aonde a variante já chegou. 

“O que a gente precisa fazer agora é aumentar nossa vigilância epidemiológica e genômica. A gente tem que acompanhar quais são as variantes que estão surgindo em cada região do país. Para isso, é preciso investimento. Você não sai de uma pandemia sem investimento em ciência e sem investimento em vigilância, de qualquer forma”, explica Flávia Marquitti. 

Jessé Reis, do ambulatório de medicina do viajante do Hospital Emílio Ribas, diz que as pessoas podem ajudar a evitar que a linhagem do Amazonas se espalhe ainda mais. 

“Uma vez elas tenham sintomas, elas precisam comunicar rapidamente uma autoridade de saúde, precisam dizer, informar que estiveram na região Amazônica, que estiveram em Manaus, porque isso pode facilitar o isolamento dessa variante e esse indivíduo realmente precisa fazer o máximo de isolamento possível, para que evite o espalhamento do vírus dentro da sua cidade, dentro da sua região”, afirma. 

A Infraero declarou que segue as determinações da Anvisa e que os terminais de passageiros estão sinalizados, com alertas recomendando o distanciamento social, o uso de máscara e a higienização de mãos. 

A Anvisa afirmou que cabe ao grupo de ministérios coordenado pelo Ministério da Saúde estabelecer a implementação das medidas e eventuais modificações. Até o momento, o Ministério da Saúde não respondeu nossos questionamentos.

Fonte: G1

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