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Brasil

Homem oferece R$ 100 milhões a Bolsonaro em troca de selfie

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro passou por uma situação inusitada na manhã desta quinta-feira (29). Enquanto participava da tradicional conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, um homem lhe ofereceu R$ 100 milhões se ele aceitasse tirar uma selfie com outra pessoa.

“O que o senhor me diria se um brasileiro honrado, que tem muito apreço pelo senhor, quisesse fazer um testamento para lhe dar R$ 100 milhões, e a única condição é que o senhor tirasse uma selfie com essa pessoa? O que o senhor me diria?”, perguntou.

Confuso, Bolsonaro emendou: “Tem alguma coisa esquisita nessa selfie. Você quer me dar R$ 100 milhões, é isso?”

“Não tem nada esquisito. Mas é uma proposta irrecusável, não?”

“A princípio, sim”, comentou o presidente.

“Deixa eu te explicar por que estou dizendo isso?”, continuou o homem, não identificado. ” Obviamente que eu tive que encaminhar isso [a consulta se ele aceitaria entrar no testamento] para os meios oficiais, eu protocolei isso lá no seu gabinete, protocolei isso lá no Ministério da Economia e, para garantir que chegasse a suas mãos, por que depende de o senhor dizer se aceita ou não, eu também entreguei na mão de uma senadora que lhe tem muito apreço…”

Nesse momento, o presidente o interrompeu. “Eu tiro selfie com todo mundo e não pergunto o que o cara vai me dar, nada.”

O homem acrescentou que levou o pedido também a “um deputado que é muito íntimo” do presidente, além de entregar a solicitação a seus dois filhos no Congresso Nacional, o deputado Eduardo Bolsonaro e o senador Flavio Bolsonaro, que teria recebido a solicitação em fevereiro de 2018. “A única coisa que eu pedia é que o senhor dissesse se aceitaria ou não. Como não houve nenhuma resposta, aí eu lhe pergunto…”

“Não chegou ao meu conhecimento”, cortou Bolsonaro. 

“O que o senhor me recomenda? Volta para casa: entendendo que isso não é do seu interesse?”

“Eu não responderia”, afirmou o presidente, questionando quem seria o doador. “Quem é esse cara? Eu não sei, pô. Vai que ele é um cara que tem uma vida pregressa bastante complicada”, disse.

O apoiador respondeu de forma confusa: “Isso é algo similar, não é exatamente isso”.

“O senhor se interessa em ver essa documentação?”, arrematou.

“Não, não interessa, não. Quando falou em dinheiro eu não converso.”

“Não, não é dinheiro. É algo irrecusável”, insistiu. 

Bolsonaro encerrou a conversa virando-se para outros apoiadores e dizendo que tira selfie com todo mundo, sem nem sabem quem são as pessoas. 

O vídeo com o diálogo nada comum foi postado pelo presidente em suas redes sociais.

Fonte: R7

Saúde

Piauí registra seis óbitos e 664 casos de COVID-19 em 24h

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesapi) divulgou nesta quarta-feira (02), que o estado do Piauí registrou em 24h, 06 óbitos e 664 casos de COVID-19. O estado já registrou casos 129.096 confirmados e 2.650 mortes.

Quatro homens e duas mulheres não resistiram às complicações da Covid-19. Elas eram naturais de Cocal  (48  anos) e Teresina  (75 anos). Já os homens eram de Avelino Lopes (81  anos), Paulistana (60 anos), São José do Piauí  (81 anos) e Valença  (48 anos). Todas as vítimas  possuíam comorbidades.  

Os casos confirmados no estado somam 129.096 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 2.650 e foram registrados em 197 municípios. 

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Brasil

Quando as vacinas contra a Covid-19 estarão disponíveis para os brasileiros?

Karytha Leal

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Tão perto, mas ainda tão distante. O Instituto Butantan, centro de pesquisa biológica ligado ao governo de São Paulo,já armazena cerca e 120 mil doses de uma vacina potencialmente capaz de conter a pandemia da Covide-19.

As doses da Coronavac, vacina produzida pela chinesa Sinovac e testada no Brasil em parceria com o Butantan, foram importadas com a condição expressa imposta pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de que não sejam aplicadas até que haja o registro efetivo do imunizante.

O instituto espera receber nas próximas semanas insumos para a produção de outras 40 milhões de doses. O Ministério da Saúde projetou ter quase 143 milhões de doses previstas pelos acordos que já estabeleceu, o que seria suficiente para imunizar um terço dos brasileiros.

Mas a pergunta que não quer calar: quando uma vacina estará disponível no Brasil?

Poucos arriscam datas. Em 23 de novembro, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, arriscou uma: espera que a vacina já seja possível em fevereiro talvez ainda em janeiro. Ele estabeleceu o cronograma considerando que o órgão conclua os estudos necessários ainda em 2020 e que a Anvisa analise o caso em torno de um mês.

A agencia federal não se comprometeu com prazos. O gerente-geral de medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes, incentivou os desenvolvedores a compartilhar o máximo de informações sobre os estudos, mesmo antes que estejam concluídos. “Somos cientistas e temos que avaliar estes dados com muito cuidado”, argumentou.

Para Mendes, são três as vacinas mais avançadas. Além da Coronavac, a vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca e a vacina da Pfizer/BioNTech estão no mesmo estágio de liberação, com a observação de que as duas primeiras já abasteceram a agência com informações técnicas.

Plano de Vacinação

No dia 1º de dezembro, o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que a câmara técnica que foi formada para planejar a vacinação contra a Covid-19 no Brasil conclui uma etapa da preparação dos trabalhos.

Segundo ele, os grupos prioritários para a vacinação serão os seguintes, divididos em quatro fases:

• idosos
• pessoas com comorbidades
• profissionais da saúde
• indígenas
• pessoas privadas de liberdade
• adultos 
• crianças 

Primeira fase: profissionais de saúde, idosos a partir dos 75 anos, quem têm 60 anos ou mais e vive em asilos ou instituições psiquiátricas, e indígenas.

Segunda fase: pessoas com idade entre 60 e 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades que podem agravar a Covid-19, como doenças renais crônicas e cardiovasculares.

Quarta fase: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade.

No anúncio, Medeiros não mencionou nenhuma vacina em estudo, mas destacou que o governo considera todos os projetos de imunizantes em teste no país.

“O governo brasileiro não tem preferência por nenhum laboratório. Nossa preocupação sempre é a eficácia e a segurança da vacina, desde que seja devidamente registrada na agência regulatória, que é a Anvisa”, afirmou o secretário.

Apesar do anúncio, Ricardo Gazzinelli, presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), afirmou que nem toda a população será vacinada contra o novo coronavírus em 2021.

“Dificilmente toda a população brasileira será vacinada contra a Covid-19 em 2021. Temos que ter expectativa de que no primeiro ano vamos vacinar os grupos prioritários e áreas com transmissão mais intensa,” disse ele. 

“Apenas em 2022, podemos esperar um programa de vacinação nacional que seja abrangente e que alcance toda a população. Isso vai depender da necessidade de ter uma dose anual, outra questão que deve ser discutida.”

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Saúde

Pazuello diz que testes de covid-19 encalhados terão validade estendida

Laurivânia Fernandes

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (2) que a validade dos testes para Covid-19 que o governo mantém armazenados será estendida. 

Pazuello participou de uma audiência pública na Câmara. O ministro explicou que os kits, quando foram adquiridos, tinham uma validade “emergencial” e ‘bem pequena”, e que já estava previsto que o prazo seria alongado. 

Na semana passada, reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” revelou que o Ministério da Saúde armazena em São Paulo um estoque com milhões de testes que podem perder validade nos próximos meses. Nos dias seguintes, a pasta informou que recebeu relatório da Organização Panamericana de Saúde (Opas) atestando a possibilidade de extensão do prazo. O ministério também informou que pediu a ampliação para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

“A caixa do kit, quando chegou, à época foi feito registro inicial com a Anvisa, e a empresa dando uma validade pequena, emergencial, para iniciar o uso. Bem pequena, de 8 meses. Essa validade inicial seria e será renovada. Porque os componentes do teste todos têm validade muito mais estendida”, disse o ministro. 

O ministério é responsável por repassar os testes para os estados. De acordo com o ministro, não faltarão kits para os governos estaduais.

“Vai ser renovada essa validade. Não vejo nenhum motivo para não. E, sim, vamos ter testes normalmente para atender as demandas dos estados”, completou o ministro. 

De acordo com o Ministério da Saúde, há mais de 7 milhões de testes parados no estoque: 

  • 2.814.500 têm data de validade que expira em dezembro;
  • 3.979.700 vencem em janeiro de 2021;
  • 212.900 expiram em fevereiro de 2021;
  • 70.800 vencem em março de 2021.

A extensão do prazo ainda depende do aval da Anvisa. 

Vacinas

Pazuello também foi questionado sobre as negociações do Brasil para adquirir as vacinas para Covid-19. O ministro disse que “duas ou três” empresas farmacêuticas das que estão desenvolvendo o imunizante atendem as necessidades do Brasil nos quesitos cronograma e quantidade de doses. 

Segundo o ministro, há uma competição entre as fabricantes com “produção, venda e publicidade muito fortes”, mas a “história é bem diferente” quando se senta para negociar”. 

“Ficou muito óbvio que são muito poucas as fabricantes que têm a quantidade e o cronograma de entrega efetivo para o nosso país. Quando a gente chega no final das negociações e vai para o cronograma de entrega e fabricação, os números são pífios. Os números são pífios. Números de grande quantidade, realmente, se reduz a uma, duas, três ideias. A maioria fica com números muito pequenos para o nosso país”, afirmou Pazuello.

“Na hora que vai efetivar a compra, vai escolher, não tem bem aquilo que tu quer, o preço não é bem aquele, e a qualidade não é aquela”, acrescentou, sem citar nenhum laboratório. 

Durante a audiência, o ministro admitiu a possibilidade de comprar a vacina da farmacêutica Pfizer, por meio do Covax Facility, um consórcio de países criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir acesso equitativo a uma futura vacina da Covid-19. 

A Pfizer ainda está negociando sua entrada no consórcio. O Reino Unido anunciou que vai começar a vacinar sua população com a vacina da empresa a partir da próxima semana. 

“O Brasil aderiu a esse consórcio desde o desenvolvimento das vacinas, já com opção de compra, recebimento de 42 milhões de doses, que poderá ser de uma das 10 fabricantes. Inclusive a própria AstraZeneca ou a Pfizer, por exemplo”, disse o ministro. 

No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou, na segunda (1°), que idosos, profissionais da saúde e indígenas terão prioridade de imunização, mas ainda não há data prevista para o início da aplicação das vacinas. 

Fonte: G1

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