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Brasil

Casos diários de covid-19 no Brasil se aproximam do pico de julho

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters

Desde o início de novembro, os casos de covid-19 no Brasil voltaram a subir e estão quase no mesmo nível do pico de julho, em novos casos diários na média móvel de sete dias. Os dados são do Monitora Covid-19, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (ICICT/Fiocruz).

Durante toda a pandemia, o dia em que foram registrados mais casos novos de covid-19 no país foi 29 de julho, com 46.393. Após esse dado, a tendência geral de contágio se manteve em queda, atingindo o mínimo de 16.727 casos novos no dia 6 de novembro. Os dados atualizados ontem (13) apontam para 42.630,29 casos novos. Na sexta-feira (11), o país notificou 43.179,86 casos na média móvel de sete dias.

Há um mês, no dia 14 de novembro, a tendência de alta era percebida, com 27.917 casos. No domingo passado (6), chegaram a 41.257,14.

Óbitos

No registro de óbitos em médias móveis, o país se manteve num patamar acima de 900 casos por dia entre 23 de maio e 27 de agosto. A queda se manteve constante até o pico mínimo de 323,86 no dia 11 de novembro. No domingo passado a tendência de alta se consolidava com 586,86 e ontem foram 637,29 mortes causadas pela covid-19 no país.

O Brasil acumula 6.901.952 casos de covid-19 e 181.402 óbitos, segundo os dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde.

Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, os dados do Monitora Covid-19 apontam para quedas e subidas constantes no número de novos casos diários na média móvel de sete dias. O pico de alta foi em 25 de julho, com 3.009 casos, e houve um pico de baixa no dia 10 setembro, com 648,86. Desde então os registros oscilam na faixa entre mil e 2 mil casos por dia, com poucos dias abaixo de 800. No dia 14 de novembro foram 1.613,86 casos novos e há uma semana, no dia 6 de dezembro, 2.637. Os dados registram 2.578,57 casos novos ontem.

Os óbitos no estado seguiram um padrão parecido, sem uma queda constante nos números. As mortes por covid-19 oscilaram entre 60 e 130 de 1º de julho a 1º de novembro, com um pico de baixa no dia 11 de novembro, quando foram 30,14 óbitos. Há uma semana foram 81,43 e ontem 84,43.

Leitos

A prefeitura do Rio de Janeiro informou ontem que a rede municipal possui atualmente 918 leitos para covid-19, sendo 288 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em toda a rede do Sistema Único de Saúde  (SUS), que inclui as unidades municipais, estaduais e federais, o município está com ocupação de 93% dos leitos para covid-19 em UTIs e de 92% nos leitos de enfermaria.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a rede SUS na capital está com 1.401 pessoas internadas em leitos especializados para covid-19, sendo 600 em UTIs. Cerca de 400 pessoas aguardam transferência, 205 delas para leitos de UTIs. O número de pessoas internadas praticamente dobrou desde o início de novembro.

No dia 3 de novembro não havia fila de espera de leitos para covid-19 na cidade, com total de 881, sendo 251 deles em UTIs. Naquele momento, a rede SUS estava com ocupação de 80% dos leitos para covid-19, com 52% em enfermarias. Eram 729 pessoas internadas em leitos especializados na capital, sendo 378 em UTIs.

Fonte: Agência Brasil

Brasil

Mestre Mug, ex-mestre de bateria da Vila Isabel, será enterrado neste sábado no Rio

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O ex-mestre de bateria da Vila Isabel Amadeu Amaral, conhecido como Mestre Mug, será enterrado às 14h deste sábado (19) no Cemitério do Catumbi, Centro do Rio. Ele morreu na manhã de sexta-feira (18) aos 70 anos. 

Mestre Mug estava internado desde o dia 12 de março no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, para tratar uma hérnia de disco. Mug, no entanto, acabou contraindo várias infecções e não resistiu a elas. 

Ele esteve à frente da bateria da escola por mais de 30 anos. Em 2009, ao deixar comando da bateria, ganhou o título de Presidente de Honra da Swingueira de Noel.

Em 1988, foi vencedor do Prêmio Estandarte de Ouro de Melhor Bateria, ano em que a escola ganhou seu primeiro título do Grupo Especial com o enredo “Kizomba, Festa da Raça”. Em 2006 também foi personagem importante na conquista do bicampeonato da agremiação.

Fonte: G1

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Piauí

Piauí registra 1.010 casos e 12 óbitos por Covid-19 em 24 horas

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A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta sexta-feira (18), que em apenas 24h, 1.010 casos foram confirmados e 13 mortes, causadas pela Covid-19, foram registradas no Piauí. Hoje, também foram confirmados mais oito óbitos acumulados de períodos anteriores e que estavam em investigação epidemiológica. Ainda conforme a Sesapi, 288 infectados estão na UTI.

Cinco homens e sete mulheres não resistiram às complicações da Covid-19. Elas eram naturais de Canto do Buriti (67 anos), Floriano (58 e 82 anos), Piracuruca (47 anos), São João do Piauí (71 anos) e Teresina (40 e 45 anos).  Já os homens eram de Agricolândia (58 anos), Piracuruca (38 anos), São Raimundo Nonato (74 anos) e Teresina (35 e 56 anos).

Dos óbitos acumulados eles eram das cidades de Castelo do Piauí (81 anos) e Teresina (54, 61 e 65 anos). As do sexo feminino eram de Teresina (56, 62, 75 e 81 anos). 

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há  738 ocupados, sendo 433 leitos clínicos, 288 UTIs e 17 em leitos de estabilização. 

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Saúde

Variante delta tem se tornado dominante em todo o mundo, diz cientista-chefe da OMS

Laurivânia Fernandes

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A variante delta do coronavírus, identificada pela primeira vez na Índia, tem se tornado dominante em todo o mundo, disse nesta sexta-feira (18) a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan. 

“A variante delta está prestes a se tornar a variante dominante global por causa de sua maior transmissibilidade”, disse Swaminathan em entrevista coletiva.

Uma variante é resultado de modificações genéticas que o vírus sofre durante seu processo de replicação. Um único vírus pode ter inúmeras variantes. 

Quanto mais o vírus circula – é transmitido de uma pessoa para outra –, mais ele faz replicações, e maior é a probabilidade de modificações no seu material genético.

Isso não significa que as vacinas disponíveis não protejam contra esta variação do vírus Sars-Cov-2. No Reino Unido, onde ela já é dominante, o Ministério da Saúde assegurou que as doses aplicadas conferem proteção às infecções. 

“É importante que as pessoas recebam ambas as doses da vacina contra a Covid-19, porque dados nos mostram que ela pode proteger efetivamente contra a variante delta”, disse o ministro Matt Hancock.

Variante delta no Brasil

Em 20 de maio, foram detectados os seis primeiros casos da variante delta no Brasil. Seis pessoas que chegaram ao estado do Maranhão a bordo do navio MV Shandong da Zhi carregavam o vírus. 

Um dos doentes teve que ser levado de helicóptero para um hospital. 

Desde então, foram identificados outros dois casos: um em Juiz de Fora (MG) e um em Campos (RJ). 

Até agora, esses foram os oito casos da variante delta no país. 

Espalhada pelo mundo

Além dos britânicos, que confirmaram a predominância da delta entre as infecções de seu território, as autoridades de saúde da Alemanha e da Rússia acenderam seus alertas.

O instituto alemão Robert Koch, referência no combate à Covid-19 no país europeu, anunciou que 6% dos novos casos no país já são da variante delta – mas o número deve aumentar rápido. 

Na Rússia, a propagação da variante delta do coronavírus em Moscou fez a capital bater recorde diário de infectados nesta sexta. 

Com 17.262 contágios diários em todo país, a Rússia está no ponto mais elevado desde 1º de fevereiro, de acordo com estatísticas do governo. 

Fonte: G1

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