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Brasil

Bebê de é resgatada de bote à deriva depois de naufrágio

O caso aconteceu em Ilhabela, no estado de São Paulo.

Laurivânia Fernandes

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Seis pessoas, entre elas um casal com um bebê de nove meses, foram resgatadas de um bote à deriva depois que a embarcação em que elas estavam naufragou em Ilhabela (SP) nesse domingo (28). A família e três tripulantes foram encontrados no fim da tarde por outra embarcação, um pesqueiro, que tentava atravessar o canal.

Segundo o capitão de pesca esportiva Matias Gomes, a família estava em um iate quando foram surpreendidos pelo mau tempo e agitação do mar a partir do início da tarde de domingo. A embarcação deles afundou pouco tempo depois. Eles embarcaram no bote após o incidente.

“Eu tentava atravessar o canal de São Sebastião, tentamos por três vezes e não conseguimos por causa do mau tempo. Na terceira vez, quando eu virava o barco, vi um grupo dentro de um bote de cerca de dois metros, à deriva, com o mar agitado. A mãe, com um bebê de nove meses pedia socorro”, contou o capitão emocionado.

Ele estava no mar para uma pescaria, com um grupo de chineses. O grupo resgatado pelos pescadores era de turistas e contou ao capitão que estava em uma embarcação de 60 pés, que deu pane mecânica e afundou após encher d´água.

O grupo foi resgatado próximo a uma região conhecida como Ponta das Canas, na região norte de Ilhabela. Após o resgate, eles se abrigaram em uma marina em Ilhabela. Ninguém ficou ferido.

Fonte: G1

Brasil

SP anuncia volta às aulas do ensino médio

Laurivânia Fernandes

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Foto: Salvador Sas/EFE

O retorno das aulas presenciais do ensino médio das escolas públicas e particulares de São Paulo foi mantido para o dia 7 de outubro. De acordo com o governo, a medida vale também para a EJA (Educação de Jovens e Adultos). Já as aulas presenciais do ensino infantil e fundamental só devem voltar no dia 3 novembro.

O anúncio oficial foi feito na coletiva desta sexta-feira (18) pelo governador João Doria (PSDB). O retorno deve ser feito dentro de uma programação escalonada e não é obrigatório. O governador frisou que cabe a cada prefeitura decidir o momento certo de reabrir as escolas.

Segundo o governo, a decisão de começar pelo retorno de jovens e adultos é baseada no índice de evasão escolar. “Essas etapas são as mais afetadas pela evasão escolar e que prejudica, principalmente, os estudantes mais pobres”, afirmou Doria. Em 125 municípios paulistas as aulas de reforço escolar já começaram e tentam diminuir essa lacuna.

João Doria também anunciou a liberação de mais R$ 50 milhões para manutenção dos prédios escolares no estado. Para garantir a segurança na rede estadual, a Secretaria da Educação vai distribuir 12 milhões de máscaras de tecido, 300 protetores faciais de acrílico, 10.168 termômetros a laser e 10 mil totens de álcool em gel.

Prioridades e cuidados de reabertura

De acordo com o plano de retomada, as escolas opteram pela volta devem priorizar o retorno dos alunos do 3º ano que deveriam estar finalizando o ensino médio. 

Cada instituição deve apresentar um plano de retorno as aulas, e caberá às Diretorias de Ensino e Secretarias de Educação avaliarem. “São muitos fatores que devem ser apresentados como transporte e merenda”, explica Rossieli Soares, Secretário Estadual de Educação.

Estudantes e profissionais com doenças crônicas ou fatores de risco devem permanecer em casa, cumprindo atividades remotas.

Retorno na capital

Os preparativos para o retorno das aulas na capital foram finalizados, segundo a prefeitura municipal. Os protocolos de higienização foram construidos com os educadores e a UNFESP (Universidade Federal de São Paulo).

A capital afirma que adquiriu 2 milhões de máscaras e 200 mil protetores faciais de acrílico. Ainda de acordo com a prefeitura, os contratos de limpeza das escolas foram revistos para que os protocolos de saúde sejam garantidos.

Fonte: R7

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Saúde

Síndrome inflamatória pós-Covid atinge 197 crianças e jovens no Brasil; PI registrou uma morte

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O Brasil registra 197 casos e 14 óbitos de crianças e jovens que desenvolveram uma síndrome inflamatória rara após terem sido infectados pelo novo coronavírus, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) pode se desenvolver em pessoas de 0 a 19 anos que tiveram Covid-19 previamente e que, inclusive, já estão curadas da doença.

“Esses casos começaram a ser reportados na Europa, nos Estados Unidos e depois aqui no Brasil. Eles foram classificados como uma síndrome inflamatória pós-Covid”, explica o infectologista e pediatra membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Renato Kfouri.

A maioria dos casos (38%) está entre crianças entre 0 e 4 anos. São 75 registros da síndrome nessa faixa etária. Em seguida, está a faixa dos 5 aos 9 anos, com 65 casos; dos 10 aos 14, com 49; e de 15 a 19, com 8 casos.

O primeiro critério para avaliação dessa síndrome é que o paciente tenha tido Covid-19 previamente. Entre os sintomas, estão febre, conjuntivite, manchas vermelhas no corpo, problemas gastrointestinais, dor abdominal, vômitos, inchaço nas articulações, tosse e falta de ar.

“São sintomas muito parecidos com os da Síndrome de Kawasaki, que também só atinge crianças e jovens. Mas é uma síndrome nova, e ninguém sabe ainda o porquê de algumas crianças estarem tendo isso depois da Covid-19, e outras não”, afirma o infectologista Kfouri.

Esse foi o caso de João Vitor, de 6 anos. Ele apresentou febre por cinco dias, fortes dores abdominais e manchas no corpo. A família do menino o levou a quatro médicos diferentes até conseguir receber um diagnóstico. “Um deles chegou a dizer que era dor psicológica”, conta Fernanda Janneo, tia dele.

Quatro dias após o início dos sintomas, quando a conjuntivite apareceu, os médicos conseguiram realizar o diagnóstico. João Vitor está internado desde 5 de setembro no Hospital Universitário da USP. Ele foi para a UTI e chegou a ser entubado.

“Primeiro, falaram que era Síndrome de Kawasaki. Depois, descobriram que ele já teve Covid-19. A gente não sabia, ele foi assintomático. Foi então que classificaram como essa síndrome pós-Covid”, explica Fernanda.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a principal diferença entre as duas síndromes é que a SIM-P registra maior frequência de manifestações gastrointestinais e de disfunção miocárdica nos pacientes. Além disso, a SIM-P também afeta crianças mais velhas, enquanto a Síndrome de Kawasaki é predominante em crianças até os cinco anos de idade.

A nova síndrome, que é considerada rara, foi registrada em 14 das 27 unidades federativas do país. O estado que registrou mais casos (21%) é o Ceará, com 41 notificações. Em seguida, estão: Pará (24 casos), Rio de Janeiro (22), São Paulo (19) e Distrito Federal (19).

Também foram registrados casos em Alagoas (9), Bahia (11), Espírito Santo (8), Minas Gerais (5), Paraíba (6), Pernambuco (9), Piauí (6), Rio Grande do Norte (9) e Rio Grande do Sul (9).

Entre as 14 mortes, 64% foram registradas em crianças de 0 a 4 anos. Foram 9 óbitos nessa faixa etária. As mortes aconteceram nos estados da Bahia (1), Ceará (2), Pará (3), Paraíba (2), Pernambuco (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (3) e São Paulo (1).

O pediatra Kfouri afirma que o tratamento para essa síndrome inflamatória consiste num suporte cardiovascular, com remédios para o coração e também para a inflamação.

A doença se tornou notificação obrigatória no Ministério da Saúde em 17 de agosto, a pedido da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além disso, desde 24 de julho, o ministério disponibiliza uma plataforma online para monitorar casos de SIM-P associados à Covid-19.

Fonte: G1

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Brasil

Bolsonaro sanciona Lei Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor nesta sexta

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto, e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) já começa a valer nesta sexta-feira (dia 18). A partir dessa sanção, empresas e órgãos públicos e privados deverão adotar uma série de medidas para evitar que cidadãos tenham seus dados vazados

A previsão original era que a vigência da nova lei começasse em agosto deste ano. No entanto, em abril, o governo editou uma medida provisória para adiar o início das regras para maio de 2021.

Na tramitação da MP no Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados decidiu por um prazo menor, para janeiro de 2021. No Senado, os parlamentares rejeitaram a mudança de data por completo.

A decisão do Senado fez com que o governo tivesse que criar às pressas a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão essencial para o funcionamento da LGPD. A ANPD é ligada à Presidência da República e tem a função de editar normas sobre o tratamento de dados no país.

Fonte: Extra

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