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Brasil

Bolsonaro diz que Olavo é ícone, mas espera que briga com militares seja página virada

Laurivânia Fernandes

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O presidente Jair Bolsonaro publicou uma mensagem em suas redes sociais na manhã desta terça-feira exaltando o ideólogo de direita Olavo de Carvalho, a quem classificou como ícone e ídolo e disse continuar admirando. Ele concluiu o texto afirmando esperar que a série de “desentendimentos” públicos do escritor contra militares “seja uma página virada por ambas as partes”, ressaltando que deve a eles sua formação e admiração.

Olavo e seus seguidores, entre eles Carlos Bolsonaro, filho do presidente, têm feito diversas críticas a integrantes das Forças Armadas que ocupam cargos no Executivo. Nos últimos dias, o principal alvo tem sido o ministro-chefe da Secretaria de Governo, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que no sábado chamou o ideólogo de “desocupado esquizofrênico”. Antes, o vice-presidente Hamilton Mourão, também general da reserva, havia sido atacado por Olavo e Carlos.

Família Bolsonaro e militares – 07.05 No texto, publicado pouco depois das 8h, Bolsonaro lembrou que chegou à Câmara dos Deputados em 1991 e diz que a encontrou “tomada pela esquerda num clima hostil às Forças Armadas e contrário às nossas tradições judaico-cristãs”. “Aos poucos outros nomes foram se somando na causa que defendia, entre eles Olavo de Carvalho”, escreveu o presidente

“Olavo, sozinho, rapidamente tornou-se um ícone, verdadeiro ídolo para muitos. Seu trabalho contra a ideologia insana que matou milhões no mundo e retirou a liberdade de outras centenas de milhões é reconhecida por mim. Sua obra em muito contribuiu para que eu chegasse no Governo, sem a qual o PT teria retornado ao Poder. Sempre o terei nesse conceito, continuo admirando o Olavo”, afirmou Bolsonaro.

“Quanto aos desentendimentos ora públicos contra militares, aos quais devo minha formação e admiração, espero que seja uma página virada por ambas as partes”, concluiu

Após pedido de Bolsonaro, ideólogo volta a fazer ataques

Bastante ativo nas redes sociais, Olavo respondeu à mensagem de Bolsonaro pouco após a publicação feita pelo presidente. “Eu também quero isso, presidente, mas não vou dar moleza aos inimigos da despetização”, escreveu o ideólogo. Um minuto depois, disse que Santos Cruz lhe deve desculpas por tê-lo insultado.

Na mesma sequência de mensagens, o ideólogo disse nunca ter proposto “tirar ninguém de ministério nenhum” e que “só o que quero tirar são idéias de jerico de algumas cabeças”.

Fonte: Extra

Economia

Conta de luz fica mais cara com volta de tarifa extra a partir desta terça (1º)

Laurivânia Fernandes

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Imagem Ilustrativa

A conta de luz terá tarifa extra a partir desta terça-feira (1º), definiu a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

De acordo com a reguladora, será acionada a bandeira vermelha patamar 2 durante todo o mês de dezembro, o que representa uma cobrança de R$ 6,24 a mais a cada 100 kWh consumidos.

Esta é a primeira vez desde o início da pandemia de Covid-19 que a Aneel decide acionar uma bandeira tarifária não isenta de cobrança.

Em maio, a reguladora havia decidido manter a bandeira verde (sem cobrança extra) acionada até 31 de dezembro, mas a queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a retomada do consumo de energia levaram à revisão da decisão tomada em reunião extraordinária nesta segunda-feira (30).

Bandeiras tarifárias Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como uma sinalização para que o consumidor de energia elétrica conheça, mês a mês, as condições e os custos de geração no país.

Quando a produção nas usinas hidrelétricas (energia mais barata) está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2.

“Com o anúncio da bandeira vermelha patamar 2 é importante que os consumidores busquem evitar o desperdício de água e energia”, disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone.

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,34 por 100 kWh consumidos.

Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 4,16 por 100 kWh consumidos.

Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 6,24 para cada 100 kWh.

Fonte: Folhapress

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Brasil

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência em votação

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/TSE

O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. 

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui . O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil

Rodrigo Maia diz que não renovará auxílio na Câmara: “Problema do governo”

Karytha Leal

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), descartou, nesta segunda-feira (30/11), novamente, renovar o estado de calamidade pública e o auxílio emergencial, ambos vigentes até 31 de dezembro, mesmo que o governo Bolsonaro pressione. “O que tínhamos para gastar de forma urgente, já foi gasto”, alegou.

Ao ser questionado sobre a prorrogação do auxílio emergencial, concedido devido à pandemia do coronavírus, Maia foi direto: “Isso é problema do governo, só que não haverá PEC da Guerra mais. Essa acaba dia 31”.

“Não deixem as coisas para o último dia do ano. Não haverá prorrogação do estado de calamidade e nem da PEC da guerra”, declarou Maia, em entrevista ao UOL. “Não adianta chegar no último dia e querer pressionar, porque não vai funcionar. Essa pressão para prorrogar despesa vai parecer um falso benefício para os mais pobres”, acrescentou.

“Não adianta forçar a mão. Na minha presidência não haverá em nenhuma hipótese o estado de calamidade. O governo vai precisar trabalhar a partir de 2 de fevereiro com a medida provisória tendo que respeitar a LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal] e a regra de ouro”, declarou.

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