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Educação

Governo avalia adiar o Enem por conta do novo coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Agência Brasil

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) avalia adiar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devido à crise causada pelo novo coronavírus. As propostas estudadas falam em pelo menos 15 dias de adiamento da data, mas o prazo deve variar de acordo com a duração de medidas de isolamento que impuseram a suspensão de aulas em todo país. Inicialmente, o Enem seria aplicado digitalmente nos dias 11 e 18 de outubro, e no modelo tradicional nos dias 1° e 8° de novembro.

Em discussões internas há quem defenda o adiamento de pelo menos 20 dias. A análise é de que como o exame tem a intenção de avaliar o ensino médio não faria sentido aplicá-lo na data prevista uma vez que o cronograma das escolas estaria atrasado e o conteúdo completo não teria sido ministrado aos alunos. Embora as discussões no Inep caminhem para o adiamento da prova, a decisão final será do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

O edital deve ser finalizado até o final deste mês. A equipe responsável pela prova está trabalhando para que licitações e outros processos relativos à prova não sejam prejudicados pela quarentena, mas já admite que a paralisação de atividades em todo o Brasil terá sim impacto nos prazos do exame. Não só a aplicação da prova seria adiada, mas os técnicos estudam mudança no cronograma de inscrições e solicitação de isenção. Potencializar o uso do Enem digital também não faria diferença já que as provas também seriam feitas com aglomeração de estudantes e ainda não há estrutura disponível para que todos os candidatos façam o Enem nesse formato.

A avaliação no órgão é que do jeito que a situação está não é possível manter as datas estabelecidas no ano passado. A hipótese de que o exame deste ano acabe ficando para 2021 também não é descartada. De qualquer maneira, a equipe analisa os possíveis impactos da decisão também no cronograma do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que utiliza a nota do Enem para o ingresso nas universidades.

Fonte: Extra

Educação

Começam hoje inscrições para bolsas remanescentes do Prouni

Laurivânia Fernandes

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Começam hoje (15) as inscrições para o processo seletivo de bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (Prouni), para o segundo semestre deste ano. Ao todo, serão ofertadas cerca de 90 mil bolsas que não foram ocupadas no decorrer do processo seletivo regular.

A disponibilidade dessas bolsas ocorre por desistência dos candidatos pré-selecionados ou falta de documentação, por exemplo. O prazo para inscrição termina em 30 de setembro e o estudante interessado deve acessar a página do Prouni na internet [http://prouniportal.mec.gov.br/#principal].

De acordo com o Ministério da Educação, nesta edição, o prazo de inscrição será único, tanto para candidatos não matriculados na instituição de ensino superior para a qual desejam se inscrever para disputar uma bolsa, como para candidatos já matriculados na mesma instituição para a qual querem fazer a inscrição.

O Prouni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Fonte: Agência Brasil

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Educação

Apenas Pará, RJ, RS, SC e SP têm previsão para reabrir escolas da rede estadual: veja a situação na sua região

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Apenas cinco estados têm previsão para retomar as aulas presenciais na rede estadual, aponta dados das secretarias de educação. São eles: Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O Amazonas foi o único estado a ter voltado com as aulas nas escolas, em 10 de agosto.

Mesmo nesses lugares, a sinalização de volta às aulas presenciais ainda está sujeita a alterações, a depender da evolução da pandemia do novo coronavírus. Nos demais 20 estados e no Distrito Federal, não há nenhuma data definida para a retomada. Cenário semelhante ocorre nas redes municipais das capitais e na rede particular.

  • MAPA DO CORONAVÍRUS: consulte a situação na sua cidade

Desde março, as aulas presenciais estão suspensas em escolas, centros educacionais e universidades de todo o país em razão da pandemia. No início de julho, o Ministério da Educação (MEC) divulgou um documento com diretrizes sobre a volta às aulas presenciais, mas sem estipular uma data.

Veja abaixo as previsões de retomada nas redes estaduais, nas redes municipais das capitais e nos colégios particulares.

Rede estadual

  • Amazonas: único estado a ter retomado as aulas, em 10 de agosto; professores pediram ao governo a suspensão das aulas por causa do aumento de casos de Covid-19 na categoria;
  • Rio Grande do Sul: primeira quinzena de setembro, sem data definida, a começar pela educação infantil;
  • Pará: 1º de setembro (vai alcançar os ensinos infantil, fundamental, médio e superior. Vale para municípios que forem classificados com as bandeiras amarela, verde e azul);
  • Rio de Janeiro: 5 de outubro (no início, deve ser priorizado o retorno às aulas no 9°ano do ensino fundamental e no 3°ano do ensino médio para que os estudantes possam se formar);
  • São Paulo: 7 de outubro (Na primeira fase, somente 35% dos alunos de cada classe poderão frequentar as escolas a cada dia. Ou seja, em um dia vai um grupo, em outro dia, vai outro);
  • Santa Catarina: a partir de 13 de outubro (previsão é que comece com alunos de ensino técnico e ensino médio);
  • Ainda sem previsão de volta às aulas: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Na rede municipal, apenas três das capitais sinalizaram a volta às aulas, também sujeitas a mudanças devido ao coronavírus:

  • Belém (PA): setembro, ainda sem data definida. Sistema será híbrido, com uma parte de alunos presencialmente e outra parte com atividades educacionais não presenciais;
  • Florianópolis (SC):assim como a rede estadual, a previsão é que a retomada se dê a partir de 13 de outubro, com retomada gradual
  • São Luís (MA):expectativa de retomada em setembro, sem data ainda definida. Quando houver a volta, as atividades presenciais serão realizadas três dias por semana, enquanto os demais alunos estarão em aulas remotas, transmitidas por meio de teleaulas.
  • Demais capitais: sem previsão ou sinalização de data por causa da pandemia

Em julho com as secretarias municipais de Educação das capitais, Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Macapá (AP) pretendiam voltar em agosto às aulas presenciais; São Paulo (SP), Palmas (TO) e Salvador (BA) planejavam a volta em setembro. Nas seis, houve adiamento. Apenas São Luís e Belém mantiveram os planos de que a retomada se dê em setembro.

Rede Particular

Na rede particular, as aulas voltaram no dia 6 de julho em Manaus, a primeira capital do país a retomar as atividades presenciais, e em 3 de agosto em todo em cerca de 50 escolas privadas do estado do Maranhão.

No Maranhão, ao menos três escolas suspenderam por alguns dias as atividades após professores terem testado positivo para o novo coronavírus. O mesmo ocorreu em colégios da Polícia Militar em Manaus.

Em cinco estados, mais o Distrito Federal, há sinalização de retomada:

  • Ceará: 1 de setembro, inicialmente com creche e pré-escola em Fortaleza; a presença às aulas é opcional
  • Rio Grande do Sul: primeira quinzena de setembro, sem data definida e deforma gradual;
  • Rio de Janeiro: 14 de setembro, com um terço da capacidade de alunos em aulas presenciais;
  • Santa Catarina: a previsão é que a retomada se dê a partir de 13 de outubro, com retomada gradual;
  • Mato Grosso do Sul: 10 de setembro, também de maneira escalonada
  • Distrito Federal: aulas voltariam em julho na rede particular, mas estão suspensas pela Justiça. Em 25 de agosto, ficou definido que a retomada ocorrerá a partir de 21 de setembro; o governo distrital sinalizou que homologará o que for decidido
  • Demais estados: ainda sem previsão

Em julho, as secretarias de Educação de 9 estados mais o DF planejavam a volta às aulas na rede estadual. Mas todos adiaram a volta em razão de a pandemia e o risco de contágio ainda persistir.

  • Foi assim com Maranhão, Rondônia, Tocantins, Rio Grande do Norte e Distrito Federal (pretendiam retomar as aulas presenciais em agosto e, agora, não têm mais data prevista)…
  • … também com Acre, Piauí e Paraná (pretendiam voltar em setembro e decidiram, depois, manter as aulas presenciais suspensas por tempo indeterminado)…
  • e São Paulo e Santa Catarina que agora trabalham com o retorno em 7 de outubro e a partir de 13 de outubro, respectivamente.

Entre as diretrizes divulgadas pelo MEC em 1º de julho para a retomada das aulas presenciais, estão:

  • Uso de máscara obrigatório
  • Medição de temperatura no acesso às áreas comuns
  • Disponibilização de álcool em gel
  • Volta ao trabalho de forma escalonada
  • Ventilação do ambiente
  • Possibilidade de trabalho remoto aos servidores e colaboradores do grupo de risco
  • Reuniões e eventos à distância
  • Distanciamento de pelo menos 1,5 m
  • Orientação para manter cabelo preso e evitar usar acessórios pessoais, como brincos, anéis e relógios
  • Não compartilhamento de objetos – incluindo livros e afins
  • Elaboração quinzenal de relatórios para monitorar e avaliar o retorno das atividades

Fonte: G1

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Educação

Ministro da Educação: “Brasileiros não conseguem fazer prova EaD sem colar”

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse nesta sexta-feira (28/8) que a educação pós-pandemia vai sofrer influência do ensino a distância. No entanto, o titular do MEC defende que as avaliações sejam presenciais porque muitos brasileiros tendem a “colar”.

“Eu acho que esse é um assunto que a gente precisava debater [a questão da avaliação à distância. Com todo o respeito que tenho aos brasileiros, eu sou brasileiro, mas eu não creio que todos tenham essa disciplina de fazer uma prova sozinho, em casa, com todas as condições pra poder, eventualmente, em um momento de necessidade, até burlar a questão do cuidado, colar, como diz a moçada”, falou.

Ribeiro participou na manhã desta sexta-feira de evento virtual da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes).

Questionado sobre o retorno às aulas presenciais, o ministro disse que ainda não há resposta para essa questão nem no Brasil nem no exterior. Ribeiro destacou que o Brasil é um país continental e por isso não há como “uniformizar” a retomada das atividades de ensino.

O ministro da Educação também afirmou que não cabe ao MEC essa decisão, mas sim aos prefeitos e governadores. A pasta poderia contribuir com propostas, mas não tem o poder de determinar essas questões.

Fonte: Metrópoles

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