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Saúde

Cai de 11 para 6 o número de casos suspeitos do coronavírus no Brasil

Laurivânia Fernandes

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Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Caiu de 11 para 6 o número de casos suspeitos de infecção pelo coronavírus no Brasil, segundo informou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira, 13. Ainda não houve nenhum caso confirmado no País e não há a circulação do vírus em nenhum país da América do Sul. Já houve o registro de 40 casos suspeitos que foram analisados e descartados.

Dentre os seis casos suspeitos, 3 estão em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Paraná. Todos eles são de pessoas que viajaram para a China. Os casos estão sendo analisados pelo laboratório do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Os pacientes sob suspeita estão em isolamento domiciliar e os familiares estão orientados para prevenção de eventual transmissão do vírus.

Dos 40 casos descartados para infecção pelo coronavírus, todos foram diagnosticados como infecção por outros vírus, como o Influenza.

A queda de casos suspeitos no Brasil ocorre logo após a província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia de coronavírus, registrar um salto no número de novos casos e de mortes. Segundo balanço das autoridades chinesas divulgado na noite de quarta-feira, 12, foram registradas 242 novas mortes pela doença, fazendo com que o total de vítimas ultrapasse a marca de 1.350. Também houve a confirmação de 14.840 novos casos de contágio na região, elevando o total de infectados para quase 60 mil.

O crescimento acentuado ocorre depois de autoridades locais terem anunciado uma mudança na forma de diagnóstico dos casos de Covid-19, nova nomenclatura da doença.

Em um comunicado, a comissão de saúde de Hubei disse que a partir de agora passaria a incluir casos diagnosticados clinicamente. Isso significa que imagens do pulmão em pacientes suspeitos passam a ser consideradas suficientes para confirmar o vírus, no lugar dos exames de DNA.

Fonte: Notícias ao Minuto

Saúde

Brasileiro vindo da Itália, suspeito de estar com coronavírus é monitorado pelo Ministério da Saúde

Laurivânia Fernandes

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Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Hospital Israelita Albert Einstein registrou no Ministério da Saúde a notificação de caso suspeito de coronavírus (Covid-19), em um paciente de 61 anos, que esteve recentemente na Itália. De acordo com o ministério, no atendimento ao caso, o hospital adotou todas as medidas preventivas para transmissão por gotículas, coletou amostras e realizou testes para vírus respiratórios comuns e o exame específico, conforme preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e de acordo com o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional, Instituto Adolfo Lutz, para contraprova. Segundo o ministério, este processo de validação dos resultados está em curso e a pasta divulgará o laudo final da investigação oportunamente. O ministério “recomenda, portanto, cautela sobre quaisquer informações que não sejam as oficiais, uma vez que a investigação não está concluída”.

O paciente com suspeita da doença esteve na região da Lombardia, no Norte da Itália, a trabalho, no período de 9 a 21 de fevereiro. Ele desembarcou na última sexta-feira (21), em São Paulo, com sinais e sintomas (febre, tosse seca, dor de garganta e coriza) compatíveis com a suspeita de doença Covid-19. “O paciente está bem, com sinais brandos e recebeu as orientações de precaução padrão”, diz ainda a nota divulgada pelo ministério.

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu início aos procedimentos padrão, solicitando à companhia aérea a lista de passageiros para identificar as pessoas que estiveram no mesmo voo procedente da Itália, país na lista de casos confirmados da doença.

“O documento será encaminhado ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) para investigação de outros passageiros do voo que tiveram contato com o caso suspeito”, diz a nota da Anvisa.

A Agência reforça o alerta para as pessoas que estiveram recentemente em países com casos confirmados e apresentar febre, tosse, dificuldade em respirar ou outros sintomas respiratórios, procure atendimento médico de imediato e informe ao profissional de saúde a viagem feita para o exterior.

Na segunda-feira (24), o Ministério da Saúde informou que ampliou os critérios para definição de caso suspeito para o Covid-19.

Agora, também estão enquadradas com suspeitas pessoas que apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar, e vierem dos seguintes países: Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã e Camboja, além da China.

“A decisão da pasta de aumentar o nível de segurança e sensibilidade da vigilância surgiu da preocupação que esses países têm gerado em decorrência da grande quantidade de casos do novo coronavírus nos últimos dias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses países têm pelo menos cinco casos com transmissão interna da doença”.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Coronavírus: brasileiros deixam quarentena na Base Aérea de Anápolis

Laurivânia Fernandes

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O grupo de 58 repatriados da China que estava em quarentena na Base Aérea de Anápolis foi liberado nesse domingo (23), quatro dias antes do previsto.

Antes de embarcarem em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), em Anápolis, para as suas cidades, os repatriados participaram de um café da manhã de despedida e de uma cerimônia, com a presença do ministro da Defesa, Fernando Azevedo; do governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado; e do prefeito de Anápolis, Roberto Naves.

Em fala a integrantes da operação de resgate dos brasileiros, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, disse que o sentimento era de “orgulho, de missão cumprida”, ao concluir a Operação Regresso à Pátria Amada Brasil. Azevedo agradeceu a todos que participaram do acolhimento ao grupo de repatriados.

A liberação foi feita após a confirmação de que os repatriados não estão infectados pelo novo coronavírus. Na última sexta-feira (21), foi feita a terceira e última coleta de material no Brasil para exame específico para o novo coronavírus e, a análise do Laboratório Central do Estado de Goiás mostrou resultados negativos. Cada um dos repatriados recebeu uma declaração do Ministério da Saúde informando o estado de saúde livre da doença pelo novo coronavírus (Covid-19).

Segundo Ministério da Defesa, o grupo será apoiado por aeronaves da FAB, “em aproveitamento de voos de transporte logístico de material e de militares”. Os destinos são os seguintes:

Distrito Federal – 20 passageiros, sendo 9 militares, 1 profissional do Ministério da Saúde, 1 profissional da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e 9 repatriados;

São Paulo – 13 passageiros, sendo 11 repatriados, um militar e uma integrante do Ministério da Saúde;

Rio de Janeiro – 11 militares;

Paraná – 5 repatriados;

Santa Catarina – 4 repatriados;

Minas Gerais – 3 repatriados;

Pará – 1 repatriada;

Dois repatriados, transportados para Brasília, seguirão em voos comerciais para o Maranhão e para o Rio Grande do Norte. Um repatriado permanecerá em Anápolis (GO).

Operação Regresso

No dia 5 de fevereiro, duas aeronaves da Força Aérea Brasileira partiram para Wuhan, epicentro da doença que já matou mais de 2.300 pessoas na China. Entre brasileiros e familiares de outras nacionalidades, 34 chegaram ao Brasil no dia 9 de fevereiro. Além dos repatriados, 24 profissionais que fizeram parte do resgate também estavam cumprindo a quarentena inicialmente prevista para durar 18 dias. O procedimento é um protocolo internacional para evitar a disseminação da doença no Brasil. Até o momento, no Brasil, não há registro de casos da doença.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

‘Desafio da rasteira’: Entenda os perigos da ‘brincadeira’ que viralizou na internet

Laurivânia Fernandes

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Imagem: Reprodução

A internet é um meio de disseminação de diversas coisas. Diariamente, são milhares de notícias, memes e as mais diversas formas de entretenimento que chegam à grande massa por meio de um ‘clique’. Recentemente uma ‘brincadeira’ chamada ‘desafio da rasteira‘, que tem ganhado popularidade nas redes e adesão de inúmeras crianças e jovens, tem causado preocupação entre pais, educadores e especialistas na área da saúde.

O ‘desafio da rasteira‘, também chamado de ‘quebra crânio‘ ou ‘roleta humana‘, consiste em enfileirar três pessoas lado a lado e ao pularem, as da ponta passam uma rasteira na do meio, ainda no ar, e a derrubam no chão. A queda pode provocar lesões e até a morte.

Os neurologista Rafael Costa Camelo, explica os riscos e possíveis consequências do viral da internet.

“No desafio em questão, o indivíduo é pego desprevenido, no ar, de forma que não tem tempo de se defender durante a queda. Tal tipo de trauma pode levar a Traumatismos Crânio Encefalico (TCE) ou Traumatismos Raquimedulares (TRM), além de lesões osteomusculares, que podem levar a fraturas ou contusões mais leves. Já no caso do TRM o individuo pode sofrer lesão medular, levando a perda da função neurológica abaixo da lesão (paralisias ou perda de sensibilidade), no caso do TCE, lesões de couro cabeludo, fraturas de crânio, lesões do cérebro, hematomas intracranianos, que em último caso, podem levar a morte do indivíduo”, revela o profissional.

O neurologista ainda complementa. “Se cair de costas, como é o intuito da brincadeira, a região mais suscetível a lesão é a coluna cervical e parte posterior do crânio. De lado além das lesões de crânio (parte lateral ou temporal) e coluna, lesões de braços, cotovelos, antebraços ou punhos. São inúmeras as possibilidades”.

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