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Saúde

Teste rápido para Covid-19 passa a ter cobertura obrigatória de planos de saúde

Laurivânia Fernandes

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Foto: DANIEL MIHAILESCU / AFP

Os planos de saúde passam a ser obrigados a partir desta segunda-feira a cobrir a realização de teste sorológico para o novo coronavírus, de acordo com resolução publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O exame sorológico, também conhecido como teste rápido, detecta a presença de anticorpos produzidos pelo organismo após exposição ao vírus, sendo indicado a partir do oitavo dia de início dos sintomas.

Antes desse período, o teste recomendo é o feito através de biologia molecular, o chamado RT-PCR, que detecta se o vírus está agindo no organismo do paciente. Esse exame já tinha cobertura obrigatória determinada pela ANS quando o paciente se enquadra na definição de caso suspeito ou provável de Covid-19 definido pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a ANS, o teste rápido terá cobertura obrigatória dos planos de saúde nos casos em que o paciente apresente ou tenha apresentado quadros clínicos condizentes com casos de síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave.

A decisão foi tomada na última quinta-feira, em reunião da Diretoria Colegiada da ANS, e passa a valer a partir desta segunda, informou a agência em comunicado, acrescentando que a medida atende decisão judicial relativa a uma ação civil pública.

Desde o início da pandemia, a baixa capacidade de realizar testes é apontada como uma das principais fraquezas do Brasil para enfrentar o novo coronavírus. Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou para uma subnotificação de casos no país devido à pouca testagem.

O Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de casos confirmados da doença respiratória provada pelo novo coronavírus, com mais de 1,3 milhão de infecções, e também o segundo com mais mortes, com 57.622 óbitos registrados até domingo. Apenas os Estados Unidos têm mais casos e mortes por Covid-19.

Fonte: Folhapress

Saúde

Testes com vacina contra coronavírus terão início dia 20

Laurivânia Fernandes

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que os testes da vacina contra o novo coronavírus, a Coronavac – em desenvolvimento pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac -, têm início a partir do dia 20 de julho. Na última sexta-feira, 3, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a fase de testes clínicos.

Segundo o governador, na próxima segunda-feira, 13, estarão abertas as inscrições para selecionar os 9 mil profissionais voluntários da Saúde que participarão dos testes a serem realizados em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul.

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, até o fim do ano, a fábrica da Sinovac terá capacidade de produzir entre 300 e 500 milhões de doses.

“No mundo, são 136 vacinas em desenvolvimento, 12 em estudos clínicos e apenas três estão na terceira fase (de testes clínicos), incluindo a do Butantan Sinovac”, afirmou Covas.

Fonte: Estadão Conteúdo  

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Saúde

Brasil ultrapassa a marca de 65 mil mortes por coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters


O Brasil registrou 220 mortes e 8.766 infectados pelo novo coronavírus no balanço divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa às 13h desta segunda-feira, 6, ultrapassando o total de 65 mil óbitos pela doença. Ao todo, 65.120 vidas foram perdidas para a covid-19 e 1.613.351 contaminados pela doença desde o início da pandemia, segundo dados do levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde na manhã desta segunda-feira.

As novas mortes foram registradas no Ceará (21), Distrito Federal (16), Goiás (33), Minas Gerais (29), Mato Grosso do Sul (5), Pernambuco (20), Rio Grande do Norte (33), Roraima (3), São Paulo (56) e Tocantins (4).

Desde que as regras de isolamento e distanciamento sociais foram flexibilizadas em meio à pandemia, pelo menos 12 capitais brasileiras viram seus índices de infecções aumentarem. Em São Paulo, a reabertura da economia com o Plano SP também fez o registro de mortes acelerar e atingir o maior número de vítimas fatais na última quinzena de junho. Ainda no domingo, 5, o Estado ultrapassou a marca de 320 mil infectados e 16 mil óbitos, mas nos últimos dias os números apresentaram uma desaceleração.

Consórcio de veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos no Brasil é resultado da parceria entre jornalistas dos seis meios de comunicação, que uniram forças para coletar junto às secretarias estaduais de Saúde e divulgar os números totais de mortos e contaminados. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia.

Mesmo com o recuo do Ministério da Saúde, que voltou a divulgar o consolidado de casos e mortes, o consórcio dos veículos de imprensa continua com o objetivo de informar os brasileiros sobre a evolução da covid-19 no País, cumprindo o papel de dar transparência aos dados públicos.

O órgão informou, no início da noite deste domingo, que o Brasil contabilizou 602 óbitos e mais 26.051 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Com isso, segundo o Ministério da Saúde, no total são 1.603.055 mortes e 64.867 casos confirmados pelo coronavírus. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Mortes no mundo

O Brasil é o segundo do mundo com maior número de casos e mortes por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que possuem 2,8 milhões de infecções confirmadas e 129,7 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. Veja os números abaixo:

– Estados Unidos: 129,9 mil

– Brasil: 65 mil

– Reino Unido: 44,3 mil

– Itália: 34,8 mil

– México: 30,6 mil

– França: 29,8 mil

– Espanha: 28,3 mil

– Índia: 19,6 mil

– Irã: 11,7 mil

– Peru: 10,5 mil

Infectados no mundo

– Estados Unidos: 2,8 milhões

– Brasil: 1,6 milhão

– Índia: 697,4 mil

– Rússia: 686 mil

– Peru: 302 mil

– Chile: 295 mil

– Reino Unido: 286,9 mil

– México: 256 mil

– Espanha: 250,5 mil

– Irã: 243 mil

Fonte: Estadão Conteúdo

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Saúde

Anvisa libera testes de vacina chinesa contra o novo coronavírus

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira, 3, a realização de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac. O pedido de liberação, feito pelo Instituto Butantan, foi anunciado pelo governador de São Paulo, João Doria, no dia 11 de junho. Em nota, a Anvisa diz que os testes devem ser desenvolvidos em diferentes locais do Brasil. 

A vacina CoronaVac, produzida a partir de cepas inativadas do novo coronavírus, está na terceira fase de testes, quando a vacina já pode ser administrada a um número maior de pessoas. O estudo clínico envolverá 9 mil voluntários distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. Parte delas receberá a vacina e outro grupo deve receber um placebo, sem efeito. O objetivo é verificar se há o estímulo à produção de anticorpos para proteção contra o vírus. 

A Anvisa afirma que os estudos da primeira e segunda fases, realizados em humanos saudáveis e em animais, mostraram segurança e capacidade de provocar resposta imune “favoráveis”. 

Na segunda-feira, 29, o Instituto Butantan disse que, após o aval da Anvisa, o programa de testagem ainda terá de passar por um conselho ético que vai validar a metodologia da testagem em humanos. Segundo a assessoria do instituto, a validação poderá ser feita pelo Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao Ministério da Saúde, ou pela Comissão de Ética para Análise de Projetos de Pesquisa (CAPPesq), que é vinculada à Secretaria Estadual da Saúde.

O custo da testagem é estimado em R$ 85 milhões e prevê a transferência de tecnologia para que a vacina chinesa possa ser produzida no Brasil. Esta é a segunda vacina a receber autorização para testes no País. Em junho, a Anvisa liberou a realização de ensaios clínicos de uma vacina produzida na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Fonte: Estadão

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