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Saúde

Campanha de vacinação contra gripe encerra nesta terça (30) em Teresina

Laurivânia Fernandes

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A campanha de vacinação contra a gripe encerra nesta teça-feira (30). Em Teresina, quem faz parte dos públicos prioritários e ainda não tomou a vacina, deve procurar uma Unidade de Saúde. O chamado é especialmente direcionado às crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos, professores, gestantes e mães no pós-parto (até 45 dias).

A vacinação contra gripe está disponível em 65 Unidades Básicas de Saúde, Centro Lineu Araújo e Hospital Infantil Lucídio Portela. Ao se dirigir a esses locais, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) solicita que a população utilize máscaras, respeite o distanciamento de 2 metros entre pessoas, evite tocar em superfícies e realize a higienização das mãos.

Dados de sistema online do Ministério da Saúde apontam que 218.609 pessoas já foram vacinadas na capital piauiense. “Porém, alertamos que 36.880 crianças, 8.000 professores, 5.938 gestantes e 1.125 mães no pós-parto (até 45 dias) ainda não se vacinaram”, afirma a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba.

Essa vacina não têm eficácia contra o novo coronavírus e sim contra a gripe, doença respiratória causada pelo vírus influenza e que pode ser fatal. Neste momento, a vacinação protege a população, evitando complicações de saúde e também ajuda a reduzir o número de doentes que procuram por UBSs, já bastante demandadas por conta da pandemia da Covid-19.

Saúde

Testes com vacina contra coronavírus terão início dia 20

Laurivânia Fernandes

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que os testes da vacina contra o novo coronavírus, a Coronavac – em desenvolvimento pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac -, têm início a partir do dia 20 de julho. Na última sexta-feira, 3, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a fase de testes clínicos.

Segundo o governador, na próxima segunda-feira, 13, estarão abertas as inscrições para selecionar os 9 mil profissionais voluntários da Saúde que participarão dos testes a serem realizados em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul.

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, até o fim do ano, a fábrica da Sinovac terá capacidade de produzir entre 300 e 500 milhões de doses.

“No mundo, são 136 vacinas em desenvolvimento, 12 em estudos clínicos e apenas três estão na terceira fase (de testes clínicos), incluindo a do Butantan Sinovac”, afirmou Covas.

Fonte: Estadão Conteúdo  

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Saúde

Brasil ultrapassa a marca de 65 mil mortes por coronavírus

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reuters


O Brasil registrou 220 mortes e 8.766 infectados pelo novo coronavírus no balanço divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa às 13h desta segunda-feira, 6, ultrapassando o total de 65 mil óbitos pela doença. Ao todo, 65.120 vidas foram perdidas para a covid-19 e 1.613.351 contaminados pela doença desde o início da pandemia, segundo dados do levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde na manhã desta segunda-feira.

As novas mortes foram registradas no Ceará (21), Distrito Federal (16), Goiás (33), Minas Gerais (29), Mato Grosso do Sul (5), Pernambuco (20), Rio Grande do Norte (33), Roraima (3), São Paulo (56) e Tocantins (4).

Desde que as regras de isolamento e distanciamento sociais foram flexibilizadas em meio à pandemia, pelo menos 12 capitais brasileiras viram seus índices de infecções aumentarem. Em São Paulo, a reabertura da economia com o Plano SP também fez o registro de mortes acelerar e atingir o maior número de vítimas fatais na última quinzena de junho. Ainda no domingo, 5, o Estado ultrapassou a marca de 320 mil infectados e 16 mil óbitos, mas nos últimos dias os números apresentaram uma desaceleração.

Consórcio de veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos no Brasil é resultado da parceria entre jornalistas dos seis meios de comunicação, que uniram forças para coletar junto às secretarias estaduais de Saúde e divulgar os números totais de mortos e contaminados. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia.

Mesmo com o recuo do Ministério da Saúde, que voltou a divulgar o consolidado de casos e mortes, o consórcio dos veículos de imprensa continua com o objetivo de informar os brasileiros sobre a evolução da covid-19 no País, cumprindo o papel de dar transparência aos dados públicos.

O órgão informou, no início da noite deste domingo, que o Brasil contabilizou 602 óbitos e mais 26.051 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Com isso, segundo o Ministério da Saúde, no total são 1.603.055 mortes e 64.867 casos confirmados pelo coronavírus. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Mortes no mundo

O Brasil é o segundo do mundo com maior número de casos e mortes por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que possuem 2,8 milhões de infecções confirmadas e 129,7 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. Veja os números abaixo:

– Estados Unidos: 129,9 mil

– Brasil: 65 mil

– Reino Unido: 44,3 mil

– Itália: 34,8 mil

– México: 30,6 mil

– França: 29,8 mil

– Espanha: 28,3 mil

– Índia: 19,6 mil

– Irã: 11,7 mil

– Peru: 10,5 mil

Infectados no mundo

– Estados Unidos: 2,8 milhões

– Brasil: 1,6 milhão

– Índia: 697,4 mil

– Rússia: 686 mil

– Peru: 302 mil

– Chile: 295 mil

– Reino Unido: 286,9 mil

– México: 256 mil

– Espanha: 250,5 mil

– Irã: 243 mil

Fonte: Estadão Conteúdo

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Saúde

Anvisa libera testes de vacina chinesa contra o novo coronavírus

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira, 3, a realização de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac. O pedido de liberação, feito pelo Instituto Butantan, foi anunciado pelo governador de São Paulo, João Doria, no dia 11 de junho. Em nota, a Anvisa diz que os testes devem ser desenvolvidos em diferentes locais do Brasil. 

A vacina CoronaVac, produzida a partir de cepas inativadas do novo coronavírus, está na terceira fase de testes, quando a vacina já pode ser administrada a um número maior de pessoas. O estudo clínico envolverá 9 mil voluntários distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. Parte delas receberá a vacina e outro grupo deve receber um placebo, sem efeito. O objetivo é verificar se há o estímulo à produção de anticorpos para proteção contra o vírus. 

A Anvisa afirma que os estudos da primeira e segunda fases, realizados em humanos saudáveis e em animais, mostraram segurança e capacidade de provocar resposta imune “favoráveis”. 

Na segunda-feira, 29, o Instituto Butantan disse que, após o aval da Anvisa, o programa de testagem ainda terá de passar por um conselho ético que vai validar a metodologia da testagem em humanos. Segundo a assessoria do instituto, a validação poderá ser feita pelo Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao Ministério da Saúde, ou pela Comissão de Ética para Análise de Projetos de Pesquisa (CAPPesq), que é vinculada à Secretaria Estadual da Saúde.

O custo da testagem é estimado em R$ 85 milhões e prevê a transferência de tecnologia para que a vacina chinesa possa ser produzida no Brasil. Esta é a segunda vacina a receber autorização para testes no País. Em junho, a Anvisa liberou a realização de ensaios clínicos de uma vacina produzida na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Fonte: Estadão

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