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Notícias

Jovem é perseguido e espancado até a morte em Teresina

A vítima foi espancada na cabeça, com o próprio capacete.

Laurivânia Fernandes

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Um jovem identificado como Diego Felipe do Nascimento, de 23 anos, foi perseguido e espancado até a morte em Teresina. O crime aconteceu na noite desse domingo (10),  no Parque Manoel Evangelista,  zona Sudeste da capital.

Testemunhas relatam, a vítima foi abordada e agredida na cabeça, com o próprio capacete.

De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, Diego estaria foragido da penitenciária Major César, e o crime teria sido motivado por uma dívida de drogas.

O IML esteve no local e realizou a remoção do corpo.

Saúde

Hospitais de Teresina tem lotação máxima dos leitos de UTI para Covid: ‘Está se exaurindo’, alerta Gilberto Albuquerque

Laurivânia Fernandes

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O último o boletim epidemiológico divulgado pela Sesapi, apontou que o estado tem enfrentado uma alta na procura de leitos Covid de alta complexidade, chegando a uma taxa de ocupação de 66% em todo o Piauí.

Em Teresina, os hospitais de Urgência, Natan Portela e Getúlio Vargas, atingiram cota máxima de ocupação. O presidente da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, Gilberto Albuquerque, falou sobre o tema e fez um apelo à população, para que mantenha as medidas de prevenção, visto o crescimento das internações por Covid-19.

“A situação do serviço público de leitos de UTI já está se exaurindo. Está chegando ao limite e a população precisa ajudar. Neste momento, estamos trabalhando para que a cidade tenha leitos suficientes de UTI e clínicos que possam atender à demanda ovid, que tem aumentado nas últimas semanas”, disse Gilberto, que ainda alertou sobre as perspectivas epidemiológicas.

“A perspectiva epidemiológica é de que essa demanda suba muito na última semana de fevereiro, até o início de março. Com base nisso, estamos adequando 20 leitos de UTI no Hospital do Monte Castelo, mais 35 leitos clínicos. No Mariano Castelo Branco, já temos 35 leitos clínicos adequados, mais sete leitos no Hospital do Dirceu, quatro leitos no Buenos Aires e cinco no Hospital do Satélite”, informou.

Ocupação dos leitos Covid em Teresina:

HUT – 18 leitos UTI, todos ocupados

Hospital do Monte Castelo – 20 leitos UTI, 17 ocupados

HGV – 15 leitos UTI, todos ocupados

Natan Portela – 27 leitos UTI, todos ocupados.

Assisa ao pronunciamento do presidente da FMS:

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Piauí

PI: Motorista morre ao colidir frontalmente com carreta após tentar ultrapassagem na BR 316

Laurivânia Fernandes

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Fotos: Divulgação/PRF

Um grave acidente deixou um homem de 39 anos morto, na noite dessa segunda-feira (25/01), na BR 316, em Valença Piauí.

Conforme repassado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), a vítima fatal conduzia um veículo GM/PRISMA 1.4 MT LT, no momento em que colidiu frontalmente com uma carreta SCANIA/G 400 A4X2.

Os policiais estão no local no local do acidente e verificaram preliminarmente através de testemunhas e do condutor da carreta que o veículo de passeio invadiu inadvertidamente a faixa contrária vindo a colidir com o veículo de carga“, informou a PRF.

O veículo de carga estava sendo conduzido por um homem de 36 anos, que saiu ileso do acidente. A PRF ainda informou que equipes continuam no local apurando as causas do acidente.

O Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realização dos procedimentos necessários. Até às 08h10 desta terça-feira (26/01), houve interdição de uma das faixas da pista com a presença dos veículos estacionados e o corpo que estava no acostamento, porém não foram registrados congestionamentos.

Veja fotos:

Foto: Divulgação/PRF
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Foto: Divulgação/PRF
Foto: Divulgação/PRF
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Brasil

Sem leitos de UTI, Rondônia inicia transferência de pacientes para PR e RS

Laurivânia Fernandes

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Com o sistema de saúde pública colapsado e uma ocupação de 100% dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), o governo de Rondônia iniciou nesta segunda-feira (25) a transferência dos primeiros pacientes com Covid-19 para outros estados.

Seis pacientes que estavam na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona Sul foram transferidos para hospitais de Curitiba, no Paraná.

Ao todo, 65 pacientes com Covid-19 de Rondônia serão transferidos para estados do Sul do país, em uma operação intermediada pelo Ministério da Saúde e com o apoio das Forças Armadas.

Nesta terça-feira (26) 50 pacientes deixam Porto Velho e seguem para o Rio Grande do Sul. Destes, 20 serão enviados para o Hospital Universitário de Canoas. Os outros 30 ficarão em Porto Alegre -10 no Grupo Hospitalar Conceição, 10 no Hospital de Clínicas e 10 no Hospital Vila Nova.

“A solidariedade não tem distância nem fronteira”, afirmou nesta segunda-feira o governador em exercício do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Júnior (PTB).

Além dos seis já transferidos nesta segunda, pelo menos outros nove pacientes devem ser transferidospara o Paraná, segundo o governo de Rondônia.

A prefeitura de Curitiba informou que preparou uma ala com 18 leitos de enfermaria no Hospital Vitória e outros 12 leitos na Santa Casa de Curitiba para pacientes que serão transferidos de Rondônia.

Rondônia vive uma escalada de novos e de hospitalizações de pacientes com a Covid-19. Com cerca de 1,7 milhão de habitantes, o estado registrou cerca de 117,2 mil casos da Covid-19, com 2.111 mortes pela doença desde o início da epidemia.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a ocupação de leitos de UTI estava em 100% nesta segunda-feira. Os leitos clínicos, destinados a pacientes com menos gravidade, estavam com 71% de ocupação.

Leia Também: Média móvel de mortes por Covid chega ao maior patamar desde o fim de julho de 2020

Além do avanço de casos no próprio estado, Rondônia também teve o seu sistema de saúde pressionado por pacientes de outros estados, principalmente do Amazonas, que vive uma situação de colapso.

José Azevedo Melo, 58 anos, trabalha em uma balsa de cargas que faz transportes entre Porto Velho e Manaus. Ele mora na capital amazonense, e segundo o filho, Davi Nobre, contraiu a doença de um colega de trabalho há duas semanas.

Como sistema de saúde em colapso em Manaus, incluindo escassez de oxigênio em parte da rede hospitalar a família optou por trazê-lo para Porto Velho.

“Esse companheiro de trabalho de meu pai não sabia que tinha Covid, mas ele acabou passando para todos que estavam na embarcação. Eles ficaram com sintomas leves e só meu pai que está na UTI em estado gravíssimo. Ele é hipertenso e isso contribuiu “, disse Davi.

Os médicos que atendem José Azevedo em Porto Velho falaram para a família que não será possível transferi-lo para outro estado pelas condições do paciente. “Só um milagre para o meu pai se salvar”, afirmou Davi.

A escassez de leitos fez com que o governo do estado endurecesse as medidas restritivas para evitar a disseminação do novo coronavírus.

No último dia 17 de janeiro, o Governo de Rondônia baixou um decreto fechando todo o comércio não essencial, instituindo toque de recolher das 20h às 6h da manhã. Também foi proibida a venda de bebidas alcoólicas no estado das 18h às 6h da manhã.

Funcionária da Prefeitura de Porto Velho, Francineide Oliveira, perdeu dois irmãos, o pai e ficou internada por 17 dias com Covid-19, em um espaço de um pouco mais de um mês, em maio do ano passado. Ela afirma que o clima é de apreensão com a segunda onda de casos da Covid-19.

“Tenho muito medo de ter uma recaída. Normalmente, a segunda infecção é mais grave e sofrida que a primeira. Já fiquei com algumas sequelas, na respiração e nos nervos. Sem contar que a gente pode não conseguir ser atendido com os hospitais lotados”, afirmou Francineide.

Segundo o governador Marcos Rocha (PSL), a falta de médicos é atualmente o principal entrave para abertura de novos leitos de UTI no estado.

O estado também enfrenta desabastecimento do banco de sangue do estado em razão da diminuição do fluxo dos doadores. Pelo menos três tipos de de sangue estão com estoque em nível baixíssimo.

De acordo com informações do governo estadual, a entidade necessita neste momento de 100 doadores diários para que o estoque seja renovado.

Por outro lado, ao contrário do vizinho Amazonas, Rondônia não enfrenta escassez nos estoque de oxigênio hospitalar.

Fonte: Folhapress

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