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Piauí

Justiça determina demissão de 107 funcionários da Agespisa

A decisão determina a demissão imediata dos funcionários, sob pena de multa diária, em caso de descumprimento.

Laurivânia Fernandes

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O juiz Tibério Freire Villar da Silva, da 3ª Vara do Trabalho, determinou que a Agespisa exonere 107 funcionários que foram contratados sem concurso público, após o período de 05 de outubro de 1998. A ação determinada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), estipula ainda que as demissões sejam realizadas a partir do dia 01 de março.

O Sindicato dos Urbanitários, informou que irá recorrer da decisão, e segundo o presidente, Paulo Sampaio, a classe esteve reunida com o governador Wellington Dias, na tarde dessa quarta-feira (27), e o mesmo garantiu que irá  buscar alternativas para evitar a demissão em massa.

“Nós vamos adotar todas as medidas judiciais necessárias, ontem estivemos reunidos com o governador. Vamos dar um voto de confiança a ele, que nos garantiu que nos dará uma solução”, afirmou.

A decisão comunicada pela Agespisa nesta quinta-feira (28), determina a exoneração imediata, sob pena de multa diária, em caso de descumprimento.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União. Veja!

Vacinação

Segunda dose para idosos de 72 e 71 anos será aplicada nesta sexta e sábado

Laurivânia Fernandes

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Os idosos de 72 e 71 anos devem tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 nesta sexta (23/04) e sábado (24/04), respectivamente. Ao comparecer aos locais de vacinação, eles devem estar portando o cartão de vacina que comprove a primeira dose, documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência da cidade de Teresina.

Emanuelle Dias, coordenadora da Campanha da Vacina na FMS, explica que as pessoas não devem se dirigir muito cedo aos locais de aplicação. “O atendimento inicia às 9h, prossegue até às 17h e não existe necessidade de comparecer horas antes do início do atendimento”, diz.


Os drives de vacina Covid ocorrem das 9h às 13h para mulheres e das 13h às 17h para homens.

Veja locais:

•Centro Universitário Santo Agostinho;
•Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte);
•Terminal de Integração Buenos Aires;
•Terminal de Integração Zoobotânico;
•Terminal de Integração Bela Vista;
•Terminal de Integração Livramento;
•Centro Universitário UNINOVAFAPI;
•Terminal de Integração Itararé;
•Universidade Estadual do Piauí (UESPI);
•Terminal de Integração Parque Piauí;
•Teresina Shopping, – Edifício Garagem G1 – Avenida Raul Lopes, 1000, Bairro dos Noivos;
• ADUFPI, Av. Universitária, 391, Bairro Ininga;
• Faculdade Estácio de Teresina.

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Piauí

Ex-governador Guilherme Melo morre em Teresina

Laurivânia Fernandes

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O ex-governador do Piauí Guilherme Cavalcante de Melo, morreu na noite dessa quarta-feira (21/04), aos 68 anos. Ele estava internado em no Hospital de Terapia Intensiva (HTI), em Teresina onde tratava um câncer.

Conforme informações, a doença foi diagnosticada em dezembro do ano passado e o ex-governador chegou a ser operado em São Paulo. Seu quadro de saúde acabou se agravando e, já na capital, ele acabou entrando em coma.

Guilherme Melo era advogado. Formou-se também em Administração de Empresas pelo CEUB.  Exerceu, como suplente, o mandato de Deputado Federal em Brasília de 1999-2003. Foi Deputado Estadual, Vice-Governador e Governador do Piauí. Atualmente, ele era o atual diretor da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). 

Também exerceu o cargo de Secretário Chefe da Casa Civil no Piauí, Diretor Presidente da Cohab – Companhia de Habitação do Piauí, Assistente Administrativo da Embrater, em Brasília, fundador e diretor-gerente da Terranova Reflorestadora e Agropecuária Ltda, fundador e diretor-gerente da Imobiliária Primavera e Assessor Parlamentar da Câmara dos Deputados, em Brasília.

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Teresina

THE: PM’s que faziam segurança dos terminais de integração denunciam que não recebem pagamento desde dezembro de 2020

Segundo o coronel Lindomar Castilho, o convênio existente entre PM e Strans foi rescindido por iniciativa da PMT.

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/Strans

A Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) e a Polícia Militar do Piauí, firmaram um contrato para que PM’s atuassem na segurança dos terminais de integração da capital. A parceria, que foi acertada ainda na gestão do ex-prefeito Firmino Filho, agora, tem sido alvo de denúncias pelos próprios policiais, que apontam irregularidades, referentes aos repasses dos pagamentos.

O trabalho funcionava da seguinte forma: Os PM’s tinham suas folgas compradas e, iam trabalhar nos terminais. Em cada ponto, tinha ao menos dois policiais por turno realizando o patrulhamento. Contudo, o efetivo foi dispensado e o serviço, a partir de agora será desempenhado pela Guarda Municipal, há também a informação de que será contratada uma empresa terceirizada para atuar na ação.

Até aí, tudo bem. Não fosse o fato de que a PMT não vem realizando o pagamento aos policiais há pelo menos cinco meses [dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril], do valor referente a R$ 1 mil. Ainda, segundo os relatos ouvidos pelo Portal Encarando, alguns PM’s recebiam uma quantia maior que outros.

Nossa equipe entrou em contato com o comandante Geral da PM-PI, Coronel Lindomar Castilho, que se limitou a informar que o Comando Geral recebeu da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) o pedido de suspensão do trabalho, no entanto, não repassou maiores detalhes.

“O convênio existente entre PM e Strans foi rescindido por iniciativa da PMT a partir de abril desse ano”, disse.

Também questionamos em relação aos atrasos no pagamento e, sobre uma possível vantagem que alguns policiais estariam tendo em relação à quantia recebida, e ele respondeu: “Essa informação só pode ser dada pelo diretor da Strans”.

Já a STRANS afirma que os contratos estão sendo reajustados porque são do ano de 2013, e ferem o Artigo 57, Inciso 2º, da Lei 8.666.

Veja o que diz a Lei:

Art. 57. A duração dos contratos regidos por esta Lei ficará adstrita à vigência dos respectivos créditos orçamentários, exceto quanto aos relativos:

  • II – à prestação de serviços a serem executados de forma contínua, que poderão ter a sua duração prorrogada por iguais e sucessivos períodos com vistas à obtenção de preços e condições mais vantajosas para a administração, limitada a sessenta meses; (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)

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