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Piauí

Evangelina Rosa abre investigação para apurar foto de animal ao lado de recém nascido

Em nota, a diretoria da Maternidade afirmou que desconhece o espaço da foto.

Laurivânia Fernandes

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A direção da Maternidade Dona Evangelina Rosa se pronunciou sobre a denúncia realizada por um médico, ao Portal Encarando, que mostra a foto de um animal ao lado da incubadora de um bebê prematuro, no Centro Obstétrico da Unidade Hospitalar.

Em nota, a diretoria afirmou que desconhece o espaço apresentado na imagem, mesmo assim, abriu uma investigação para apurar se a foto é realmente na Maternidade ou trata-se de uma montagem.

Veja a nota na íntegra:

Sobre a denúncia de um gato ao lado de um bebê prematuro, supostamente na Maternidade dona Evangelina Rosa ( MDER), a Instituição esclarece que desconhece esse espaço na Unidade Hospitalar, mesmo assim, pelo nosso compromisso com a transparência e em respeito a outros meios de comunicação que tiveram acesso às imagens, estamos realizando uma investigação através das câmeras de segurança da Casa. Também foi solicitada um perícia para revelar se trata-se de uma montagem.

Como  todas as crianças aqui internadas são de responsabilidade da Evangelina Rosa, lembramos, ainda, que segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados,  internado em uma Unidade Hospitalar.

Outro fato , não menos grave, é a utilização de aparelhos de celular ou câmeras fotográficas dentro das instalações da Maternidade onde se manuseiam pacientes. Pesquisas revelam que telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos de banheiro. Um outro estudo encontrou mais de 17 mil genes bacterianos em telefones. Se uma pessoa estiver com alguma doença infecciosa, como uma gripe ou um resfriado, e tossir na mão antes de mexer no celular ou tocar no telefone de um colega, o vírus pode se espalhar rapidamente, contaminando diversos indivíduos, fato que a diretoria da Maternidade tem demonstrado preocupação, no sentido de preservar a saúde dos bebês.

Piauí

Sejus lança Operação Fim de Ano no sistema prisional do Piauí

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A Secretaria de Justiça do Piauí lançou, nesta segunda-feira (30), a Operação Fim de Ano. A operação iniciou com uma grande vistoria na Penitenciária Prof. José Ribamar Leite, a antiga Casa de Custódia de Teresina. A Operação Fim de Ano, da Sejus, seguirá até o início de janeiro de 2021 com ações em todas as unidades penais do Estado. 

Na primeira ação do planejamento das equipes da Sejus foi feita uma grande vistoria em todos os pavilhões da Penitenciária Prof. José Ribamar Leite. Os policiais penais da unidade, do Grupo Tático Prisional (GTP) e militares do Rocap e da Assistência Militar da Sejus finalizaram o procedimento e não foi encontrado nenhum celular, droga ou qualquer outro ilícito que pudesse comprometer o andamento da rotina carcerária do local. Estiveram em ação 45 policiais penais e 9 militares.

Segundo o Secretário de Justiça, Carlos Edilson, o objetivo da operação é assegurar a manutenção da ordem e da disciplina no sistema prisional piauiense. “Com bastante alegria, ao concluir essa operação, não encontramos nenhum material ilícito na unidade, coisa que, antigamente, ao fazermos esse mesmo procedimento encontrávamos diversos aparelhos celulares e armas brancas. Parabenizo a direção da unidade e todos os policiais penais que compõem esse presídio fazendo com que nós tenhamos uma unidade tranquila, e, consequentemente, uma sociedade em paz”, frisou o secretário.

Em 2019, na mesma época, a operação encontrou 37 celulares, 15 baterias, 469 pilhas e 44 ferros. Após a implantação de procedimentos, novas rotinas carcerárias e projetos que fomentam a ressocialização dos internos, a Sejus conseguiu evoluir e zerar a quantidade de ilícitos na unidade penal. As revistas minuciosas da Operação Fim de Ano seguirão até o início de 2021.

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Teresina

Mulher morre eletrocutada em parada ônibus no Centro de Teresina

Laurivânia Fernandes

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Uma mulher identificada como Maria Lucélia Amarante da Silva, de 35 anos, morreu eletrocutada, nesta segunda-feira (30/11), na Avenida Frei Serafim, no Centro de Teresina, na área que fica em frente ao Centro de Ciências da Universidade Federal do Piauí (UFPI), próximo ao Hospital Getúlio Vargas.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a vítima estava em uma parada de ônibus, que fica entre dois trailers, e falava ao telefone, quando tocou em um aterramento e sofreu o choque. Ela acabou não resistindo, e veio a óbito ainda no local.

Após o ocorrido, a área foi isolada para realização da perícia. O corpo da mulher foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).

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Justiça

Ex-prefeita é condenada por locação de equipamentos para shows e gastos com transporte de alunos sem licitação

Laurivânia Fernandes

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O Ministério Público do Estado do Piauí, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de São João do Piauí, obteve sentença favorável em ação civil pública movida contra a ex-prefeita do município de Lagoa do Barro do Piauí por ato de improbidade administrativa. A ação civil pública decorreu do inquérito civil instaurado para apurar as despesas com locação de equipamentos e shows, além de gastos com transporte de alunos sem qualquer procedimento licitatório. O promotor Jorge Luiz da Costa Pessoa é o autor da ação.

Segundo informações do Inquérito Civil Público nº109/2018 e do processo TCE nº 015.425/14, a ex-prefeita Ducilene da Costa Amorim no exercício de 2014, realizou despesas com locação de equipamentos e serviços artísticos com a empresa José Raimundo Ferreira Almeida sem licitação, que foi constatado pela ausência de cadastro no sistema Licitações Web. Verificou-se, também, gastos com transporte de alunos e a respectiva fragmentação de despesas.

 As despesas totalizaram o valor aproximado de R$ 186.768,00 reais, sem que fosse observado o devido processo licitatório. A defesa manifestou-se alegando que os shows artísticos e equipamentos necessários para realização dos mesmos foram contratados de forma direta, de um único fornecedor, e que o contratado era o único a prestar o serviço de produção de festas e eventos na região de Lagoa do Barro. Também alegou que a contratação dos serviços de transporte foi feita mediante procedimento licitatório e que não existiu fragmentação de despesas.

O representante do Ministério Público enfatiza que tal argumentação, é frágil, pelo fato de não estar acompanhado de documentos que demonstrem o que foi alegado e sequer foi apresentada cotação de preços de outros municípios da região, associado ao fato de inexistir documentos mínimos que indicassem a realização da cotação do preço do mercado. Além disso, não foi realizada comparação de preços caso fossem escolhidas outras bandas/artistas.

A ação foi julgada procedente, e ficou determinado que a ex-prefeita, pague as custas processuais, além da proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia majoritária e a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos.

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