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Piauí

MP-PI investiga falta de medicamentos no Hospital Infantil

Laurivânia Fernandes

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O Ministério Público do Piauí, instaurou inquérito para investigar a falta de medicamentos na Farmácia do Hospital Infantil Lucídio Portella. A medida foi expedida pelo promotor Eny Marcos Vieira Pontes, da 12ª Promotoria de Justiça de Teresina.

Além disso, o órgão requisitou ao Hospital uma resposta ao Ofício 12ª PJ nº 182/2019, expedido em 11 de fevereiro de 2019, que pedia a direção da Unidade Hospitalar que encaminhasse a escala de todos os profissionais de saúde do mês de janeiro, informando os vínculos de contratação, bem como, que se requisitasse à Fundação Piauiense de Serviços Hospitalares (FEPISERH), os contratos de prestadores de serviço de saúde.

Inspeção

Em dezembro de 2018, o MP-PI realizou uma inspeção no Hospital Infantil, onde foram constatadas diversas deficiências, entre as quais, o órgão ministerial destacou: A falta de medicamentos e insumos, estrutura física precária, por exemplo, no almoxarifado e no teto de alguns corredores.

O Hospital Infantil Lúcidio Portela é o único no Estado especializado em Pediatria, e no atendimento em alta complexidade, com atendimento exclusivo ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Teresina

PMT diz que não houve cortes nos salários de profissionais da saúde e responsabiliza Governo Federal por retirada de extras

Laurivânia Fernandes

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Após manifestação dos profissionais de saúde realizada nesta terça-feira (02/03), a Prefeitura de Teresina emitiu uma nota afirmando que não houve corte nos salários dos servidores da saúde que eles continuam recebendo os 20% do adicional de insalubridade impostos pela lei.

No comunicado, a Prefeitura ainda atribui os cortes de horas extras ao Governo Federal e explica que, apesar do fim do repasse, de em torno R$ 13 milhões, o governo municipal manteve os pagamentos ainda no mês de janeiro.

Entre os pontos reivindicados pelos manifestam estão:

  • Corte da majoração da insalubridade 
  • Corte adicional do plantão
  • Cortes de salários do setor Covid 
  • Descontos abusivos por faltas
  • Uso das verbas do Previne sem repassar à categoria

Os profissionais ainda anunciaram a paralisação das atividades até sexta-feira (05/03) e adiantaram que, caso não haja um acordo plausível, a categoria pode deflagrar uma greve por tempo indeterminado.

Leia nota na íntegra

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina esclarece que não houve corte nos salários dos profissionais de saúde, eles continuam recebendo a insalubridade de 20% imposta em lei. O Governo Federal retirou os extras que eram recebidos em 2020 através de financiamento do Ministério da Saúde. O repasse financeiro do Ministério da Saúde girava em torno de R$ 13 milhões por mês e custeava despesas Covid em geral (incluindo os acréscimos salariais). O montante do MS foi cortado em dezembro de 2020. 

A Prefeitura de Teresina manteve ainda em janeiro de 2021,com recursos próprios, os pagamentos integrais. A FMS informa ainda que existe uma mobilização nacional das Prefeituras para tentar ver o custeio dessa despesa Covid junto ao Ministério da Saúde, mas os municípios ainda não obtiveram sucesso. 

O Ministério da Saúde cortou o custeio de despesas Covid como um todo, não só referente aos pagamentos extras para profissionais de saúde. Houve corte também quanto aos pagamentos de custos com insumos e outras despesas. A FMS custeia, no momento, com recursos próprios todas as despesas Covid na capital.

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Teresina

Profissionais de saúde irão paralisar atividades em Teresina

Laurivânia Fernandes

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Foto: Reprodução

Nesta terça-feira (02/03) profissionais de saúde anunciaram a paralisação das atividades por três dias na capital. Os profissionais alegam a redução da insalubridade para os trabalhadores da Ala Covid, a diminuição de 50% dos valores pagos nos plantões, assim como a falta dos pagamentos referentes ao Programa Previne.

Ainda hoje, os profissionais realizaram um ato em frente ao Palácio da cidade em protesto contra as ações. A Prefeitura de Teresina tenta diálogo com representantes da categoria. Entre os pontos tratados estão:

  • Corte da majoração da insalubridade
  • Corte adicional do plantão
  • Cortes de salários do setor Covid
  • Descontos abusivos por faltas
  • Uso das verbas do Previne sem repassar à categoria

Os profissionais ainda comunicaram que, caso não haja um acordo plausível, a categoria pode deflagra uma greve por tempo indeterminado. O movimento é composto por enfermeiros, auxiliares e técnicos em enfermagem vinculados à Fundação Municipal de Saúde (FMS).

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Teresina

IML informa sepultamento de indigentes e pede à famílias com desaparecidos que compareçam ao Instituto

Laurivânia Fernandes

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O Instituto de Medicina Legal (IML, de Teresina, realizará o sepultamento de seis corpos indigentes e/ou não reclamados que se encontram nas geladeiras do instituto. A previsão de sepultamento é até o dia 10 de março de 2021.

Diante disso, o IML pede às pessoas que tenham familiares ou amigos desaparecidos, que compareçam ao Instituto para realizarem uma possível identificação dos corpos.

“Às pessoas que tenham familiares ou amigos desaparecidos compareçam ao IML para procederem com uma possível identificação destes corpos com maior brevidade possível”, informou o IML.

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