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Polícia deflagra ‘Operação Pavilhão’ e prende casal por lavagem de dinheiro

A operação visa desarticular um grupo criminoso especializado em lavagem de dinheiro, com foco na compra e venda de veículos.

Laurivânia Fernandes

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A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (14), a Operação Pavilhão que visa desarticular um grupo criminoso especializado em lavagem de dinheiro, cujo foco é compra e revenda de veículos automotivos. O crime antecedente é agiotagem e financiamento ao tráfico de drogas.

Um homem identificado como Francisco José Oliveira, vulgo Júnior, foi denunciado por financiamento ao tráfico e usura no dia 01 de novembro de 2017 e, naquela época, durante o cumprimento de mandado, foi preso em flagrante delito por posse de arma de fogo.

Ele foi solto em março do ano passado e preso novamente hoje, juntamente com a esposa, Mariana dos Santos Soares, que também fazia parte do esquema criminoso de lavagem de dinheiro.

“O acusado foi preso no final de 2017, após isso foi feita investigação minuciosa e descobrimos que havia cerca de 40 veículos em nome dele e da esposa. Veículos que não constam em declaração de imposto de renda e que eram vendidos para terceiros, através de notas promissórias. Tudo isso no intuito de desvirtuar as investigações e esconder o produto do crime, fato típico da lavagem de dinheiro”, disse o delegado geral da Polícia Civil, Luccy Keiko.

As investigações relacionadas a Operação Pavilhão começaram pela DEPRE, cujo titular do procedimento era o DPC Matheus Zanatta, hoje Gerente de Polícia Especializada. Naquela oportunidade, foram pedidos e concedidos mandados de busca e apreensão veicular de 40 veículos que estão com restrição RENAJUD INTEGRAL, estando impedidos de circular.

O trabalho agora é apreender estes veículos. A polícia pede a quem tiver em posse de algum, que entregue imediatamente na sede da Delegacia Geral de Polícia Civil.

Participam da operação a Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (DEPRE), DECCOTERC e Diretoria de Inteligência da SSP-PI. A ação coordenada pela Gerência de Polícia Especializada-GPE conta também com o apoio da SEFAZ-PI.

Geral

Cães e gatos podem ser infectados pelo coronavírus; saiba quais cuidados tomar para proteger os animais de estimação

Laurivânia Fernandes

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A infecção de cães e gatos pelo coronavírus é mais frequente do que se imaginava, revela um estudo feito por pesquisadores do Hospital Naval Marcílio Dias, na Zona Norte do Rio. A equipe encontrou uma taxa de positividade de 11,25% nos 311 animais testados, no levantamento com a maior amostragem sobre o Sars-CoV-2 e bichos de estimação já realizado no país. E você sabe como protegê-los? O primeiro passo é o isolamento: pessoas com sintomas de Covid-19 ou que testarem positivo precisam se manter isoladas não apenas de outras pessoas, mas também de seus pets.

“Elas devem evitar contato com os animais domésticos e, na impossibilidade de afastamento, usar máscara na hora de preparar a comida e limpar o espaço do animal”, afirma a primeiro-tenente Shana Barroso, bióloga virologista do Hospital Marcílio Dias e especialista em vírus respiratórios, que é a pesquisadora à frente do estudo.

Cuidados que valem para o ser humano também valem para os pets, como evitar aglomerações. A pesquisadora também recomenda não permitir contato dos animais com desconhecidos.

É importante ressaltar que cães e gatos podem ser infectados se ficarem no mesmo ambiente que uma pessoa contaminada, mas o contrário não acontece, ou seja, eles não transmitem o vírus para os seres humanos. A significativa positividade detectada no estudo é um indicador da elevada disseminação da pandemia, já que não foram testados especificamente pets de tutores que tiveram Covid-19, o que aumentaria a chance de haver bichos com o vírus.

Os 251 cães e 60 gatos foram selecionados ao serem levados ao veterinário para consultas de rotina ou vacinação, explica Shana Barroso. Todos os animais examinados são de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e foram testados, com a autorização dos tutores, pela técnica padrão ouro para detectar Sars-CoV-2, o exame molecular de RT-qPCR. Dezenove cachorros e seis gatos tiveram resultados positivos.

“A ideia foi fazer uma busca o mais geral possível entre os cães e os gatos da região”, explica a bióloga, esclarecendo que a pesquisa foi aprovada pela Comissão de Ética no Uso de Animais do Hospital Marcílio Dias. “Quando comparado a outros estudos similares já publicados em revistas internacionais, o número de casos positivos é elevado”.

A pesquisadora ressalta que a maioria dos animais positivos não tinha qualquer sintoma condizente com a Covid-19. Apenas alguns tinham sinais como os da gripe, e somente uma cadela apresentou sintomas mais pronunciados.

O estudo é uma colaboração do Laboratório de Biologia Molecular, do Instituto de Pesquisas Biomédicas, do Marcílio Dias; do Laboratório de Imunofarmacologia da Fiocruz; e da Clínica Rio Vet, de São João de Meriti. Devido à relevância, ele foi selecionado pela chamada emergencial da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e recebeu R$ 250 mil.

Não existe, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), qualquer evidência de que cães e gatos possam transmitir o coronavírus para seres humanos. Há alguns animais, como os visons e os hamsters, que podem fazê-lo, mas ainda assim são casos muito raros. Um dos poucos cientistas brasileiros a investigar a Covid-19 em pets, Alexander Biondo, do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR), não envolvido no estudo feito no Rio, destaca que o percentual de testes positivos na pesquisa feita no Hospital Marcílio Dias é elevadíssimo:

— A transmissão tem que estar muito alta em humanos para haver tanto animal infectado. A infecção pelo coronavírus em cães e gatos é mais transitória, dura menos. Esses animais são como sentinelas ambientais da disseminação do vírus; se está alta neles, é porque há saturação de vírus.

Não existe, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), qualquer evidência de que cães e gatos possam transmitir o coronavírus para seres humanos. Há alguns animais, como os visons e os hamsters, que podem fazê-lo, mas ainda assim são casos muito raros. Um dos poucos cientistas brasileiros a investigar a Covid-19 em pets, Alexander Biondo, do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR), não envolvido no estudo feito no Rio, destaca que o percentual de testes positivos na pesquisa feita no Hospital Marcílio Dias é elevadíssimo:

— A transmissão tem que estar muito alta em humanos para haver tanto animal infectado. A infecção pelo coronavírus em cães e gatos é mais transitória, dura menos. Esses animais são como sentinelas ambientais da disseminação do vírus; se está alta neles, é porque há saturação de vírus.

Fonte: Extra

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Piauí

Piauí registra 26 óbitos e mais de mil casos em 24h

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesapi) divulgou nesta quarta-feira (14), que o estado do Piauí registrou em 24h, 26 óbitos e 1.634 casos de COVID-19. Conforme a Sesapi, 433 pessoas estão internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Doze mulheres e quatorze homens foram vítimas da Covid-19. Elas eram de Água Branca (84 anos), Beneditinos (67 anos), Campo Maior (78 anos), Coivaras (64 anos), José de Freitas (74 anos), Parnaíba (92 anos), Piracuruca (52 e 74 anos) e Teresina (52, 63, 66 e 70 anos). Os homens eram de Altos (74 anos), Bertolínia (81 anos), Dom Expedito Lopes (67 anos), Joaquim Pires (86 anos), Lagoa do Barro do Piauí (81 anos), Luís Correia (72 anos), Piracuruca (82 anos), Santo Inácio do Piauí (90 anos), São Braz do Piauí (50 anos) e Teresina (51, 57, 60, 61 e 63 anos). Seis vítimas não possuíam doenças preexistentes.

Os casos confirmados no estado somam 223.251 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 4.659 e foram registrados em 219 municípios.

Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 1.325 ocupados, sendo 846 leitos clínicos, 433 UTIs e 46 em leitos de estabilização.

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Piauí

Funcionário da Seduc de 30 anos morre vítima de Covid-19 no Piauí

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Um jovem de apenas 30 anos, identificado como Manoel Modesto Santos, morreu nesta quarta-feira (14) após complicações causadas pela Covid-19. O falecimento do jovem foi comunicado pela prefeitura de Elesbão Veloso, cidade natal de Manoel.

Conforme a nota de pesar da prefeitura de Elesbão Veloso, Manoel era funcionário da Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc-PI). Ainda não há informações se o jovem tinha alguma comorbidade.

“A Prefeitura Municipal de Elesbão Veloso expressa suas condolências aos familiares e amigos do jovem Manoel Modesto Santos, nascido em 15 de novembro de 1990 e falecido nesta quarta-feira, dia 14, em decorrência de complicações da covid-19”, diz trecho da nota.

Confira a nota na íntegra!

A Prefeitura Municipal de Elesbão Veloso expressa suas condolências aos familiares e amigos do jovem Manoel Modesto Santos, nascido em 15 de novembro de 1990 e falecido nesta quarta-feira, dia 14, em decorrência de complicações da covid-19.Manoel é um dos filhos dos elesbonenses José Alberto Mendes Santos e Conceição de Maria Soares Santos e atualmente funcionário da Secretaria de Educação do Piauí.

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