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Economia

Governo prevê privatizar oito empresas em 2021, como Correios e Eletrobras

Laurivânia Fernandes

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Foto: Shutterstock

O governo prevê realizar leilões de desestatização de oito empresas em 2021, entre elas os Correios e a Eletrobras, que passará por um processo de capitalização. Os dois certames, no entanto, ainda dependem de aprovação do Congresso para serem tocados. No caso dos Correios, o projeto de lei que irá permitir a desestatização da empresa ainda nem foi enviado pelo governo ao Legislativo.

A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos, Martha Seillier, afirmou nesta quarta-feira (2) que o texto deve ser encaminhado nos “próximos dias”. “PL dos Correios é importante para atrair parceiro privado”, disse Seillier em coletiva à imprensa após a 14ª reunião do conselho do PPI.

A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos, Martha Seillier, afirmou nesta quarta-feira (2) que o texto deve ser encaminhado nos “próximos dias”. “PL dos Correios é importante para atrair parceiro privado”, disse Seillier em coletiva à imprensa após a 14ª reunião do conselho do PPI.

A expectativa do governo é de que a privatização das duas estatais aconteça no 4º trimestre de 2021. Sobre a Eletrobras, a secretária do PPI ressaltou que o processo de capitalização é “prioridade” do governo. “A empresa não participa de leilões há anos. Não abriremos mão do objetivo para a Eletrobras”, disse Seillier.

Além das duas empresas, o governo também prevê para 2021 realizar leilões de desestatização da Emgea, Ceasaminas, Porto de Vitória (Codesa), Nuclep, Trensurb e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Além disso, para o próximo ano, o Executivo planeja avançar com a liquidação da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF). Para 2022, a expectativa é de que possam ser feitos os certames de desestatização da Serpro, Dataprev e Telebrás.

Fonte: Estadão Conteúdo

Economia

Dr. Pessoa garante revitalização do mercado do renascença

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O prefeito de Teresina, Doutor Pessoa, visitou neste sábado (16) obras, galerias e o Mercado do Renascença II, localizados na zona Sudeste da capital. O gestor esteve acompanhado do Superintendente da SDU Sudeste, Zé Nito, do Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Edmilson Ferreira, do secretário de Esporte e Lazer, Eduardo Draga Alana e, do secretário de comunicação, Lucas Pereira.

Mercado do Renascença II

Dentre as visitas do sábado, a equipe foi ao mercado do Renascença II que passará por uma grande revitalização em sua estrutura. Localizado no cruzamento da Rua Jornalista Lívio e Rua Valter Braga, a obra será executada pela SDU/Sudeste, através de empréstimo com o Banco do Brasil e valor aproximado de R$3,6 milhões.

Doutor Pessoa, que visitou os box e feirantes do Mercado, garantiu que dará a melhor estrutura aos permissionários. “Vamos fazer um mercado para todos. Com uma estrutura melhor de trabalho. Que atenda às necessidades dos permissionários e de quem usa esse espaço para compras”, disse o prefeito.

O superintendente da SDU/Sudeste, professor Zé Nito, disse que terá um diálogo com os permissionários sobre um local provisório durante as obras.

“Iniciaremos através de um grande diálogo a remoção de cada feirante para o mercado provisório quando iniciaremos o processo de demolição do mercado atual. Assim nós teremos em um ano um novo mercado e uma nova realidade no Renascença II”, explicou o superintendente.

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Economia

PIB do Piauí tem crescimento acima da média nacional

Laurivânia Fernandes

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Em 2018, o Estado do Piauí alcançou um PIB de R$ 50,38 bilhões, registrando um crescimento real de 2,1% em relação ao ano de 2017. O crescimento verificado no estado ficou acima da média nacional e da média dos estados do Nordeste, que foi de 1,8%. Em termais nominais, o crescimento no estado foi de 11% em relação a 2017, quando o Piauí registrou um PIB de 45,4 bilhões de reais. Em relação à economia da Região Nordeste, o estado elevou sua participação de 4,8% para 5,0%; entre 2017 e 2018.  

Outro destaque é a renda per capita no Piauí, que registou um incremento nominal de 9,5%, chegando ao valor de R$ 15.432,05. A Agropecuária apresentou participação de 9,9% no total da economia piauiense em 2018, o que significou um crescimento de 0,5 ponto percentual em relação ao ano de 2017, que foi de 9.4%. Tal expansão foi influenciada pela melhoria do desempenho na estrutura produtiva de Agricultura, inclusive apoio à agricultura e a pós-colheita no estado, justificada sobretudo pela expansão da cultura de soja praticada no cerrado piauiense; a atividade cresceu 25,3%. As demais atividades agropecuárias também tiveram variação em volume positiva:  2,3%, em Pecuária, inclusive apoio à pecuária; e 6,7%, em Produção florestal, pesca e aquicultura. 

A Indústria, assim como a Agropecuária, elevou sua participação no PIB do estado, passando de 12,1% de participação, em 2017, para 12,4%, em 2018. Em termos de volume, porém, a variação do setor foi negativa e igual a -2,8%. O acréscimo em participação da Indústria ocorreu devido à atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduo e descontaminação, em que houve aumento no segmento de geração e distribuição de energia elétrica. Já o desempenho em volume foi influenciado pela Construção, que teve variação em volume de -7,5% em 2018: a maior queda em volume entre as 18 atividades que compõem a economia do Piauí. 

O setor de Serviços apresentou perda de participação na economia piauiense, pelo segundo ano consecutivo, e representou 77,6% da economia do estado em 2018 (78,5% em 2017). Já a variação em volume foi positiva e igual 0,7%. As duas atividades que mais contribuíram para a perda de participação dos Serviços, em 2018, na economia piauiense foram Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e Atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas e serviços complementares. Apesar disso, em nenhuma das duas houve queda em volume nem redução nominal do valor adicionado bruto. A perda relativa ocorreu porque o crescimento em volume, na Agropecuária, e em preço, na Indústria, foram relativamente mais altos. 

A secretária de Estado do Planejamento, Rejane Dias, destaca a relevância do PIB para a construção de políticas públicas. “É preciso ver que o PIB é um indicador econômico de muita importância, pois, ele representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no estado durante o ano de 2018. Então, ele mostra a dinâmica econômica do estado, quais os setores que tem uma perspectiva de crescimento maior e permite, também, uma tomada de decisões e de construção de políticas públicas que possam apoiar a dinâmica econômica do estado”, explicou. 

A divulgação do documento completo será feita pelo governador Wellington Dias, na segunda-feira (16), às 10h, ao vivo pelas redes sociais do Governo. Estarão presentes as equipes do IBGE-PI e da superintendência Cepro, da Seplan, elaboradores do estudo.

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Economia

Governo divulga tabela de pagamento dos servidores do PI para 2021; Veja!

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação

O governo do Piauí divulgou nesta segunda-feira (09/11) a tabela com as datas de pagamento dos servidores estaduais ativos e aposentados para o ano de 2021.

As datas foram anunciadas pelo governador Wellington Dias (PT), durante videoconferência realizada juntamente com o secretário de Fazenda, Rafael Fonteles. 

Pela nova tabela, os servidores, ativos e inativos, com salários de até R$ 2 mil, receberão até o dia 29 de janeiro, último dia útil de cada mês. Já os demais servidores recebem até o 5º dia útil.

Veja:

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