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Teresina

Reunião Geral do Corso de Teresina detalha pontos de segurança, trânsito e saúde na avenida

Laurivânia Fernandes

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📷 Rômulo Piauilino

Na manhã desta quarta-feira (12), o Palácio da Música de Teresina foi palco da tradicional Reunião Geral do Corso de Zé Pereira. Nela, foi detalhado todo o esquema de segurança, trânsito e saúde, e apresentados os pontos e novidades culturais da folia. O maior evento carnavalesco do Piauí, será realizado neste sábado (15), a partir das 16h, na Avenida Raul Lopes.

Durante a reunião, foram apresentadas duas novidades no que diz respeito a segurança e trânsito. Este ano, juntamente com o Centro Integrado de Segurança, a Secretaria de Justiça estará presente para monitorar a festa e verificar se na avenida existem pessoas com tornozeleiras eletrônicas, o que, segundo a lei, é proibido.

De acordo com o Coronel Jaime Oliveira, diretor de Operação e Fiscalização da Strans, serão colocadas grades e segurança privada em torno o condomínio da Avenida Raul Lopes, para oferecer proteção aos moradores e ao local. A entrada na avenida será proibida a partir das 14h, como de costume.

“Com cada ano que passa, vamos nos aperfeiçoando e temos conseguido minimizar o impacto no trânsito. A vinda da concentração para a Raul Lopes fez com que tirássemos um peso em outros locais, como a Marechal. Esse é um ponto positivo, assim como a circulação dos carros na avenida até certo horário”, afirmou.

Ainda segundo o diretor da Strans, os pontos de dispersão dos caminhões serão as avenidas Cajuína e João XXIII, e a concentração continua em frente ao Centro de Educação Física da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Durante todo o evento, a Ponte Estaiada estará aberta para a circulação de veículos, mas serão interditadas as alças que dão acesso ao evento.

No que diz respeito a policiamento, cerca de 600 policiais divididos em três turnos, todos caracterizados e padronizados com capacete branco e coletes refletores, estarão no evento. Serão 12 elevados da Polícia Militar para apoio. Assim como nos anos anteriores, os dez acessos à avenida terão pontos de bloqueio com policiamento e vistoria, quanto a drogas, arma e para evitar a entrada de recipientes em vidro. O esquema de segurança também terá 14 viaturas e quatro motocicletas da Guarda Municipal, equipados para o melhor monitoramento da área e patrulhamento na entrada e saída dos foliões.

O Corso 2020 conta com 400 barraqueiros cadastrados, e com 40 fiscais da SDU, com objetivo de vetar comidas e bebidas em recipientes de vidros, além de 150 homens que irão ajudar na limpeza durante e após o evento, que tem previsão de término às 23h. Para facilitar o monitoramento, haverá containers em frente aos seis palcos.

No que diz a respeito à saúde, o Centro Integrado de Segurança irá contar com um médico, um enfermeiro e cinco atendentes de enfermagem, além de uma ambulância de atendimento básico. Segundo o representante do SAMU, Dr. José Ivaldo, geralmente as ocorrências acontecem devido ao excesso de bebida alcoólica e escoriações.

“Normalmente não temos ocorrências com maior gravidade, além do excesso de bebidas alcoólicas. Tudo que for necessário de primeiro atendimento, o ponto de apoio consegue resolver na avenida. Se houver necessidade, teremos ambulância para fazer o deslocamento para o hospital da Primavera que contará com equipe reforçada”, ressalta.

Fonte: Semcom/PMT

Vacinação

Segunda dose para idosos de 72 e 71 anos será aplicada nesta sexta e sábado

Laurivânia Fernandes

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Os idosos de 72 e 71 anos devem tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 nesta sexta (23/04) e sábado (24/04), respectivamente. Ao comparecer aos locais de vacinação, eles devem estar portando o cartão de vacina que comprove a primeira dose, documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência da cidade de Teresina.

Emanuelle Dias, coordenadora da Campanha da Vacina na FMS, explica que as pessoas não devem se dirigir muito cedo aos locais de aplicação. “O atendimento inicia às 9h, prossegue até às 17h e não existe necessidade de comparecer horas antes do início do atendimento”, diz.


Os drives de vacina Covid ocorrem das 9h às 13h para mulheres e das 13h às 17h para homens.

Veja locais:

•Centro Universitário Santo Agostinho;
•Centro de Artes e Esportes Unificados Vieira Toranga (CEU – Norte);
•Terminal de Integração Buenos Aires;
•Terminal de Integração Zoobotânico;
•Terminal de Integração Bela Vista;
•Terminal de Integração Livramento;
•Centro Universitário UNINOVAFAPI;
•Terminal de Integração Itararé;
•Universidade Estadual do Piauí (UESPI);
•Terminal de Integração Parque Piauí;
•Teresina Shopping, – Edifício Garagem G1 – Avenida Raul Lopes, 1000, Bairro dos Noivos;
• ADUFPI, Av. Universitária, 391, Bairro Ininga;
• Faculdade Estácio de Teresina.

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Teresina

THE: PM’s que faziam segurança dos terminais de integração denunciam que não recebem pagamento desde dezembro de 2020

Segundo o coronel Lindomar Castilho, o convênio existente entre PM e Strans foi rescindido por iniciativa da PMT.

Laurivânia Fernandes

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Foto: Divulgação/Strans

A Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) e a Polícia Militar do Piauí, firmaram um contrato para que PM’s atuassem na segurança dos terminais de integração da capital. A parceria, que foi acertada ainda na gestão do ex-prefeito Firmino Filho, agora, tem sido alvo de denúncias pelos próprios policiais, que apontam irregularidades, referentes aos repasses dos pagamentos.

O trabalho funcionava da seguinte forma: Os PM’s tinham suas folgas compradas e, iam trabalhar nos terminais. Em cada ponto, tinha ao menos dois policiais por turno realizando o patrulhamento. Contudo, o efetivo foi dispensado e o serviço, a partir de agora será desempenhado pela Guarda Municipal, há também a informação de que será contratada uma empresa terceirizada para atuar na ação.

Até aí, tudo bem. Não fosse o fato de que a PMT não vem realizando o pagamento aos policiais há pelo menos cinco meses [dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril], do valor referente a R$ 1 mil. Ainda, segundo os relatos ouvidos pelo Portal Encarando, alguns PM’s recebiam uma quantia maior que outros.

Nossa equipe entrou em contato com o comandante Geral da PM-PI, Coronel Lindomar Castilho, que se limitou a informar que o Comando Geral recebeu da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) o pedido de suspensão do trabalho, no entanto, não repassou maiores detalhes.

“O convênio existente entre PM e Strans foi rescindido por iniciativa da PMT a partir de abril desse ano”, disse.

Também questionamos em relação aos atrasos no pagamento e, sobre uma possível vantagem que alguns policiais estariam tendo em relação à quantia recebida, e ele respondeu: “Essa informação só pode ser dada pelo diretor da Strans”.

Já a STRANS afirma que os contratos estão sendo reajustados porque são do ano de 2013, e ferem o Artigo 57, Inciso 2º, da Lei 8.666.

Veja o que diz a Lei:

Art. 57. A duração dos contratos regidos por esta Lei ficará adstrita à vigência dos respectivos créditos orçamentários, exceto quanto aos relativos:

  • II – à prestação de serviços a serem executados de forma contínua, que poderão ter a sua duração prorrogada por iguais e sucessivos períodos com vistas à obtenção de preços e condições mais vantajosas para a administração, limitada a sessenta meses; (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)

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Denúncia

Líderes venezuelanos são expulsos de abrigo em Teresina: ‘empresa maltrata e humilha’

Laurivânia Fernandes

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Chegou ao Portal Encarando a informação de que dois líderes indígenas venezuelanos teriam sido expulsos de um dos abrigos destinados aos imigrantes na capital. A denúncia foi feita pelo professor e líder comunitário, Junior do MP3.

Conforme relato, a Secretaria Municipal de Cidadania Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), expulsou as duas lideranças do abrigo pelo fato das mesmas reivindicarem melhorias no local, que segundo ele, tem sofrido com a falta de água e, até mesmo de comida.

Eles os expulsaram porque não tem paciência. Não querem ouvir o contraditório. Os expulsaram, porque eles vem denunciando a falta de água, a falta de comida e as arbitrariedades que a Prefeitura tem em relação a eles. Expulsou, porque não entendem a situação mental do venezuelanos que tem sofrido, passado fome e tem que pedir esmolas”, relata.

Os imigrantes indígenas da etnia Warao chegaram a Teresina no dia 13 de maio de 2019 e estão refugiados devido à crise econômica e política na Venezuela. O episódio, teria ocorrido no último dia 19 de abril, no abrigo que fica em um antigo prédio do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (EMATER), localizado na BR 343.

“O governo do Estado deu o abrigo, só isso, deveria ter dado mais. Mas infelizmente não há nenhuma preocupação com os venezuelanos da etnia Warao. Já a Prefeitura ficou responsável pela alimentação, em manter os cuidados com a saúde e toda parte de integração social. No entanto, tem muitos problemas lá dentro [dos abrigos], como já foi citado, a falta de alimentação, às vezes por quatro ou conco dias. E aí, nós temos que berrar e gritar para conseguir algo”.

O líder comunitário ainda afirma que todo o ocorrido é uma forma de fazer com que os venezuelanos saiam da cidade.

“O Governo Federal já injetou quase R$ 2 milhões para que a Prefeitura faça um bom atendimento ao grupo. Então, há toda uma forma de fazer com que os venezuelanos não fiquem na cidade. E estão fazendo de tudo pra isso. Não colocam alimentação de qualidade, atrasam alimentação, não houve a regularização dos venezuelanos, não capacitaram, não colocaram uma equipe para trabalhar com eles. O que nós temos lá é uma emprrsa privada que maltrata e humilha esse povo, e ganha muito bem para fazer isso. Também, colocaram a Guarda Municipal dentro dos abrigos, e assim, boa parte dos venezuelanos, até pela questão da saúde mental, caíram no alcoolismo e a Prefeitura ao invés de tentar o problema, expulsa e coloca a polícia. Então, essa é uma questão muito complexa, que merece atenção”, relatou Jr. ao Encarando.


Segundo dados da Prefeitura, o município de Teresina acolhe, atualmente, cerca de 174 venezuelanos divididos entre os abrigos do Buenos Aires, Piratinga e, EMATER.

Nossa equipe tentou contato com a Semcaspi para comentar o ocorrido, mas, até a publicação desta matéria não conseguiu retorno. Nosso espaço fica aberto para resposta, através do e-mail: encarando.com@gmail.com

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